Qual é o nível de inglês do 11o ano?
Qual o nível de inglês ideal para alunos do 11º ano?
Olha, para o pessoal do 11º ano, o que me vem logo à cabeça é que o inglês devia estar ali naquele ponto B2, sabes. É tipo, consegues desenrascar-te mesmo bem. Lembro-me, quando eu tinha essa idade, era suposto entender textos mais densos, não só sobre coisas do dia-a-dia, mas também sobre ideias mais abstratas, tipo, uma discussão sobre filosofia ou algo do género que aparecia nas aulas de história, por exemplo. Era um desafio.
Acho que o B2 implica que já lês um artigo de jornal daqueles maiores, ou até um capítulo de um livro técnico, e agarras as ideias principais sem te perderes muito. Lembro-me de uma vez, numa viagem de estudo a Brighton em 2019, que apanhei um folheto sobre energia renovável num centro de visitantes e, pela primeira vez, não senti que estava a decifrar hieróglifos. Conseguia seguir o raciocínio, mesmo com uns termos que não dominava.
Mas o mais fixe do B2, na minha opinião, é a capacidade de falar. Não é só repetir frases feitas. É mesmo ter uma conversa a sério com alguém que fala inglês desde sempre, tipo, um australiano ou um americano. Não tens de pensar mil vezes na palavra certa, ela meio que sai. Não que seja perfeito, ainda há tropeços, mas a fluidez é outra. Em 2017, numa curta estadia em Dublin, passei uma tarde a falar com a senhora do Airbnb sobre o tempo e a política local, e aquilo fluiu, sabes. Senti-me mesmo à vontade, quase como se fosse a minha língua.
E não é só falar, é conseguir expressar o que queres de uma forma clara, sem rodeios. É saber argumentar o teu ponto de vista num debate, ou explicar um conceito complicado. Não te calas porque não consegues encontrar as palavras. Lembro-me de ter de apresentar um trabalho sobre a revolução industrial, na escola, em inglês, em 2018, e consegui estruturar as minhas ideias de forma lógica, sem gaguejar ou ter de usar o Google Tradutor a cada três palavras. Foi um alívio, um ponto de viragem para mim.
O que é o II em inglês?
O II em inglês é two.
Meu amigo, que confusão boa você armou! O II em inglês é two, simples assim, como dois e dois são quatro, ou como duas cervejas num dia quente. Não tem nada a ver com dias da semana, a não ser que você esteja contando a segunda-feira e a terça-feira de um jeito muito, muito peculiar!
Achei que o "II" devesse ser algo mais profundo, tipo uma sigla secreta para "Incríveis Íris", mas não, é só o número dois mesmo. Aquela duplinha básica que a gente aprende na escolinha. Esses algarismos romanos são uns bichos papões, né? Aparecem do nada em relógios antigos ou em nomes de reis e a gente se sente um bardo medieval tentando decifrar.
Tipo, quem nunca olhou para o 'II' e pensou: 'Será que é uma escada pra formiga? Ou duas minhocas dando as mãos?' Mas não, é só o bom e velho número dois. É como pedir um café com leite e receber uma pizza de calabresa. Nada a ver!
A única relação com dias da semana seria se você vivesse num planeta onde só existissem dois dias na semana, tipo 'segundona' e 'terçona' e o resto fosse fim de mundo, o que seria uma semana bem triste, diga-se de passagem.
Eu mesmo, uma vez, quase confundi 'II' com 'duas vassouras voando' num mapa antigo. A gente cria cada teoria mirabolante, né? Mas a verdade é que o II é só o segundo elemento de uma sequência, o par, a dupla dinâmica, sem muito segredo ou magia.
E para não misturar mais as estações, vamos aos fatos sobre esse danado do dois e a sua forma romana:
- Significado Cru: O II significa dois em algarismos romanos. É o par, a dupla, a segunda unidade depois do um. Tipo, dois pães de queijo, nunca é um só!
- Uso Comum: Você encontra o II em:
- Numeração de capítulos de livros (Capítulo II).
- Nomes de monarcas, tipo Dom Pedro II.
- Faces de relógios super chiques (sim, aqueles relógios de ponteiro antigos).
- Sequências, como no século II.
- Origem Romana: Vem dos romanos, uns caras que eram muito bons em construir estradas e fazer gladiadores, mas meio preguiçosos pra inventar algarismos que não fossem letras.
- A Confusão dos Dias: "Days of the week" são os dias da semana (Monday, Tuesday, etc.). É tipo comparar um abacaxi com um avião. Ambos começam com 'A', mas um você come e o outro você voa. O II é um número, não um calendário.
- Na Prática: Se alguém te perguntar "What is II?", a resposta certa é "Two". Simples, direto, sem enrolação. A não ser que você queira complicar e começar a recitar a semana inteira, o que seria hilário, mas errado.
O que é língua estrangeira, i, ii ou iii?
A escolha de uma língua estrangeira. Sinto o cheiro de pó e papel velho ao pensar nas classes, nas decisões que se fazem ali, na luz da tarde que entra pelas janelas empoeiradas. Um momento singular, onde um caminho se abre, e a melodia de palavras desconhecidas começa a dançar na ponta da língua, mesmo antes de serem pronunciadas.
Aqui está como essas portas se dividem:
- Língua Estrangeira I (LE I) designa o aprofundamento nos estudos de Inglês.
- Língua Estrangeira II (LE II) refere-se à continuação dos estudos de Espanhol ou de Francês.
- Língua Estrangeira III (LE III) marca o início dos estudos de Espanhol, de Francês ou de Alemão.
LE I, o Inglês. É quase um segundo fôlego para muitos, um suspiro familiar que nos acompanha desde os primeiros anos. Penso nas tardes frias, no volume de um dicionário, na repetição dos verbos irregulares. Uma jornada que não se finda, que a cada frase nova revela um pedaço de mundo, uma melodia conhecida que agora se revela mais rica, com novos acordes, novas cadências. Lembro-me da voz da minha professora, calma, ensinando os plurais, e como parecia um portal para um lugar longe de casa, mas que de repente, habitava minha própria mente.
Depois, LE II. Espanhol e Francês, para quem já conhece o sabor. Ah, esses murmúrios distantes que se tornam próximos, quase íntimos. O Espanhol, quente como o sol de Sevilha, as palavras rolam como ondas no Mediterrâneo, prometendo ritmos e histórias de amores antigos. O Francês, um véu delicado, um convite a cafés parisienses ou a canções sussurradas à beira do Sena. É aprofundar-se no que já se ama, desvendar segredos guardados na gramática, na pronúncia que a boca já tenta moldar sem esforço. Eu, que de vez em quando me pego cantando um fado que mistura tudo, sinto a leveza de continuar um caminho que já tem um ritmo.
Mas LE III... esse é o salto no escuro, o frisson do totalmente novo. Espanhol, Francês ou Alemão. O zero, a folha em branco, o começo do som. O Espanhol para a nova paixão repentina, o Francês para quem busca a elegância recém-descoberta. E o Alemão... ah, o Alemão. Um som que para muitos é montanha, para mim é floresta densa, misteriosa, cheia de saberes antigos. Uma estrutura firme, um ritmo diferente que me convida a pensar de outro jeito, a sentir o tempo de forma mais sólida. É a coragem de me perder para me encontrar em novas sentenças.
Cada escolha, vejo-a como a abertura de uma porta para um outro universo particular, um outro eu que ainda não conheço. Uma vasta galáxia de sons e significados que se estende por trás de cada palavra nova, cada conjugação, cada sotaque. Escolher uma língua é, no fundo, escolher uma parte do mundo para morar dentro de si.
Quais são as áreas do secundário?
Adivinha só? O secundário não é mais aquele monstro de sete cabeças de antigamente. Agora, a molecada tem um cardápio mais variado que buffet livre de festa junina! É tipo escolher entre o hambúrguer turbinado ou o salgadinho gourmet.
Ciências e Tecnologias: Pra quem acha que código é magia e que foguete é só o começo. Essa galera vai sair daqui craque em desvendar os segredos do universo, tipo o código da Netflix.
Ciências Socioeconómicas: Se você adora saber por que o povo gasta o dinheiro todo em meme e como fazer o bolso render mais que planta em estufa, essa é pra você. É tipo aprender a domar a fera do dinheiro e das confusões sociais.
Línguas e Humanidades: Pra quem fala mais de três línguas e acha que história é o TikTok do passado. Aqui você vira o Sherlock Holmes das palavras e das motivações humanas, mais intrigante que novela das nove.
Artes Visuais: Se a sua cabeça funciona em aquarela e você vê o mundo em tons de... tudo! Essa área é o seu playground de tinta e criação, pra sair fazendo umas obras que deixam o Louvre de queixo caído.
Que exames se fazem no 11o ano de Humanidades?
Olha, sobre os exames do 11º ano em Humanidades... No 11º ano, só fazem um exame nacional, à escolha, de entre estas três disciplinas:
- Economia A
- Geografia A
- Filosofia
E depois, no 12º ano, fazem dois exames nacionais obrigatórios:
- Português
- Matemática (normalmente é Matemática Aplicada às Ciências Sociais, a MACS).
Puxa, 11º ano. Parece que foi ontem, mas também uma eternidade. Lembro-me daquela pressão, ugh. A gente tinha que escolher UMA coisa, sabe? Economia, Geografia ou Filosofia. Eu sempre fui mais de pensar e de conversar, então Filosofia parecia óbvia para mim na altura. Até comprei uns livros extra na Feira do Livro, sobre ética. Mas depois a malta dizia que Economia tinha mais 'saídas', aquela história de sempre. Geografia? Meio termo, para quem curtia mais o ambiente. Que dilema.
Ainda penso, Filosofia teria sido a minha cena. Aqueles debates, pensar sobre a vida, o universo e tudo mais. Mas na altura a minha mãe, coitada, sempre a perguntar 'e a empregabilidade, filho?' Ah, a empregabilidade. Sempre essa palavra a assombrar a gente jovem. Acabei por escolher Geografia, meio que para não desagradar nem arriscar demasiado. Mas a verdade é que os mapas e os climas, embora interessantes, não me agarravam tanto como as ideias de Platão ou Kant.
Acho que a escolha do 11º condiciona bué o que vem a seguir. Tipo, se vais para Economia, já te estás a encaminhar para Gestão ou Contabilidade na faculdade. Geografia podia abrir mais para algo como Arquitetura Paisagista, ou algo do ambiente, urbanismo. Filosofia? Ah, aí já a malta olhava meio torto, 'e o que vais fazer com isso?' Mal sabiam eles que Filosofia te ensina a pensar, o que é essencial para QUALQUER coisa. Que irritante.
E depois, o 12º ano... Português e Matemática. SEMPRE. Que martírio. Matemática A era para quem ia para ciências, mas nós em Humanidades tínhamos a nossa Matemática, a MACS. Que, olha, não era fácil, mas pelo menos era mais aplicada, tinha mais a ver com estatística e probabilidade social. Lembro-me das noites a estudar aquelas fórmulas todas em casa da minha avó.
E Português... ah, Português. Camões, Fernando Pessoa, os Lusíadas. Leitura obrigatória atrás de leitura. Para quê? Para a gente saber citar trechos e analisar poemas no exame? Às vezes sentia que perdíamos o gosto pela leitura por causa da obrigação e da pressão do exame.
É uma chatice esta cena dos exames. Parece que a nossa vida inteira depende de umas horas numa sala, com um relógio a tiquetaquear e aquela adrenalina toda. A minha amiga, a Sofia, estava super nervosa com Economia. Ela queria mesmo ir para Gestão ou Marketing, então aquele exame era tipo tudo para ela. Via-a a devorar manuais, com os olhos vermelhos de cansaço na biblioteca da escola.
O meu conselho agora para quem está no 11º? Escolhe o que gostas mesmo. Não vás só pelo que 'dá mais futuro' ou pelo que os teus pais acham. Se não gostares, vai ser um inferno estudar para o exame. E no final, a vida é longa, podes mudar de ideias, sempre. Mas ter uma base sólida no que te apaixona, isso sim, é importante. Tipo eu, que sempre curti história, mas em Humanidades tive que escolher entre aquelas três opções para exame. Se tivesse tido História como opção para exame, teria ido sem dúvida, era a minha paixão.
Mas, vá lá, os exames são o que são. Um rito de passagem. E depois, bora para a faculdade ou para o que quer que a gente queira fazer. Lembro-me daquele verão pós-exames, a liberdade! Que bom, finalmente acabou. E agora, o que é que me apetece comer? Hum, acho que um gelado.
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