Qual é o país com melhor ensino no mundo?

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A Finlândia se destaca globalmente pelo melhor sistema de ensino. Seu modelo educacional é referência em qualidade e equidade, focando no desenvolvimento completo dos alunos e garantindo igualdade de oportunidades, o que a coloca consistentemente no topo dos rankings mundiais.
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Quais são os países com o melhor sistema de ensino do mundo?

Olha, quando penso em educação de topo, a Finlândia é a primeira que me vem à cabeça, sabe. Parece que lá eles levam a sério essa coisa de dar a mesma oportunidade a todos, desde cedinho. Não é só decorar matéria, é pensar no aluno como um todo, isso eu acho essencial.

Lembro de ler um artigo faz um tempinho, acho que em junho de 2024 mesmo, que falava justamente desses rankings. Era no academia washington, um lugar que eu gosto de dar uma espiada pra ver o que tem de novo.

Para mim, o segredo deve ser esse foco em não deixar ninguém para trás. Essa ideia de igualdade, de que todo mundo merece uma boa base, faz toda a diferença. Não é à toa que se fala tanto da Finlândia nesse quesito.

Países com melhor educação: Finlândia.

Educação equitativa e de qualidade.

Foco no desenvolvimento holístico.

Qual é a melhor escola de Portugal?

O frio da manhã, o peso da mochila que verga os ombros. Lembro-me desse tempo, um tempo suspenso entre o cheiro a giz e o barulho da campainha. Um corredor longo, o chão encerado a brilhar, e a promessa de um futuro escrito em pautas. Tudo parecia tão grande, tão definitivo.

E depois vêm as listas. Todos os anos, como as folhas que caem no outono. Nomes em negrito, como sentenças. Médias, números frios que tentam medir o calor de uma mente jovem. Uma coisa estranha de se pensar, essa obsessão por classificar o que ainda está a florescer.

As escolas com as médias mais elevadas nos exames nacionais de 2023:

  • Colégio Efanor (Porto): 16,95 valores.
  • Colégio D. Diogo de Sousa (Braga): 16,61 valores.
  • Colégio Cedros (Vila Nova de Gaia): 16,42 valores.
  • Salesianos do Porto - Colégio (Porto): 16,14 valores.
  • Colégio Luso-Francês (Porto): 15,95 valores.
  • Academia de Música de Santa Cecília (Lisboa): 15,93 valores.
  • Colégio Nossa Senhora do Rosário (Porto): 15,84 valores.
  • Colégio St. Peter's School (Setúbal): 15,79 valores.
  • Colégio Manuel Bernardes (Lisboa): 15,67 valores.
  • Salesianos de Lisboa – Oficinas de São José (Lisboa): 15,62 valores.

Lembro-me de passar pelos Salesianos, em Lisboa. Um gigante de pedra que respira história, com os gritos das crianças a ecoarem no pátio. Parece um mundo à parte. Um mundo onde o futuro se paga, se planeia. Esta lista é um mapa do país, um mapa de privilégios e de geografias. O Norte a brilhar, o ensino privado a tomar tudo de assalto. Quase tudo.

Sinto o cheiro daquela sala de aulas antiga, o sol a entrar pela janela alta, a poeira a dançar no feixe de luz. O que é ser o melhor? É um número numa folha de Excel? Ou é a memória de um professor que nos ensinou a olhar para o céu? A lista não responde a isto. A lista é silêncio. A lista é só o começo de uma história, não o seu fim.

  • O domínio do ensino privado é esmagador. Nas primeiras 20 posições do ranking, 19 são ocupadas por colégios privados. Uma realidade que se repete, ano após ano.
  • A geografia do sucesso. A concentração de escolas de topo na região Norte, particularmente no Porto e em Braga, é evidente. Lisboa surge, mas com menos força no topo da lista.
  • A exceção que confirma a regra. A única escola pública no top 20 foi a Escola Básica e Secundária de Infias, em Vizela. Um feito. Uma anomalia nesta paisagem de mensalidades e expectativas.

Qual é a melhor escola profissional de Portugal?

Ah, Portugal. O cheiro de maresia em Lisboa, o sol beijando as pedras antigas de Coimbra. A vida se desenrolava num ritmo mais brando, como o murmúrio das ondas na Praia da Nazaré, um tempo que parece agora distante, tingido por uma nostalgia suave. A busca pela "melhor" escola, uma ideia que flutuava no ar como a fumaça de um cigarro ao entardecer, um desejo por algo concreto num mar de possibilidades.

A ideia de "melhor" é caprichosa, escorregadia como areia entre os dedos. Depende do que se busca, do que se almeja para os dias que virão. Em 2021/2022, os números, frios e calculados, apontavam para alguns nomes. Naquele tempo, o Instituto de Gouveia – Escola Profissional – Lda aparecia com 104 alunos. Uma lista, sim, mas a vida não é feita só de listas.

E ali, logo atrás, com 246 alunos, a Escola Profissional Profitecla (Deleg.). Um eco de muitos sonhos talvez, de mãos que queriam criar, construir, moldar o futuro. E no Porto, a Escola Profissional de Tecnologia Psicossocial do Porto, com 134 almas a aprender. O futuro ecoando em corredores, em salas de aula.

Havia também a Escola Secundária António Nobre, Porto, com seus 159 alunos. O nome de um poeta, evocando uma outra forma de beleza, de sensibilidade. Essas escolas, naquele ano específico, figuravam em um ranking que tentava medir a eficiência. Um termo estranho para se aplicar à alma inquieta da juventude.

O Jornal SOL, em julho deste ano, trouxe um olhar sobre essa eficiência, como quem tenta capturar a luz do sol em uma jarra. Um mergulho nos dados, buscando um norte, um caminho a seguir para quem se aventura no universo profissional.

  • Instituto de Gouveia – Escola Profissional – Lda: 104 alunos em 2021/2022. Um número, mas por trás dele, histórias, ambições, primeiros passos.
  • Escola Profissional Profitecla (Deleg.): 246 alunos. Uma força considerável, um coletivo de aprendizes.
  • Escola Profissional de Tecnologia Psicossocial do Porto: 134 alunos. Formando mentes para entender o outro, para ajudar a navegar nas complexidades da vida.
  • Escola Secundária António Nobre, Porto: 159 alunos. Um lugar onde o saber e a arte talvez se encontrem.

Essas são as escolas que, com base em dados de 2021/2022, aparecem em relatórios de eficiência. Um fio condutor em meio à imensidão do que é escolher um caminho.

Quantas escolas profissionais existem em Portugal?

Existem 17 escolas profissionais públicas em Portugal. Estas são criadas pelo Governo para cobrir áreas de formação não atendidas pela oferta privada em regiões específicas e integram a rede pública de ensino.

Lembro-me bem daquela fase, lá para 2018, quando o meu primo João andava numa angústia terrível sobre o que fazer depois do 9º ano. Ele não queria mesmo ir para o ensino regular, aquela coisa mais teórica, sabes? A paixão dele era meter as mãos na massa, algo prático. Passámos semanas a vasculhar na internet, a perguntar a toda a gente, a tentar perceber as opções de formação profissional. Era uma selva de informação, ou a falta dela. A cabeça dele fervilhava, a minha também, a tentar ajudar.

Foi aí que começamos a entender a diferença entre as privadas e as públicas. E descobri algo que me marcou: existem 17 escolas profissionais públicas em Portugal. Dezassete! Pensei: "Para um país inteiro, não parece muito, mas é um começo." O governo cria estas escolas para colmatar falhas, para garantir oferta onde a privada não chega, ou em áreas específicas. O João estava desanimado, sentia as opções poucas. Essa informação, porém, deu-nos uma luz.

A verdade, é que estas escolas públicas, as 17, são tipo um seguro para o sistema de ensino. Elas entram em ação quando o mercado e as privadas não dão conta do recado numa certa região. Imagina uma zona rural onde não há escolas a dar formação em agricultura sustentável. É aí que o Ministério da Educação intervém. Fui ler sobre isso, e percebi que são uma peça mesmo chave para garantir que todos têm oportunidades.

Eu percebi que o sistema de ensino profissional em Portugal, apesar de ter estas 17 escolas públicas como base, podia ser mais robusto. Há uma necessidade enorme de mão de obra especializada em várias áreas, e estas escolas são cruciais para isso. O João, por exemplo, queria algo ligado a eletrónica, e nas redondezas de Setúbal, as opções públicas eram limitadas. Acabou por ir para uma privada, mas com o peso da propina, claro.

Aqui estão algumas coisas que percebemos sobre as escolas profissionais:

  • Finalidade Principal: As escolas profissionais, sejam públicas ou privadas, têm como objetivo principal dar aos alunos qualificações para o mundo do trabalho, combinando teoria e muita prática.
  • Papel do Governo: O Governo cria as 17 escolas profissionais públicas para assegurar que certas regiões ou áreas de formação não fiquem sem opções. Elas preenchem lacunas essenciais.
  • Integração na Rede: As escolas profissionais públicas fazem parte da rede de ensino do Ministério da Educação. Isto significa que seguem as diretrizes e programas definidos a nível nacional, garantindo um padrão.
  • Flexibilidade Curricular: Os cursos profissionais são super adaptados. Ajudam os jovens a entrarem no mercado de trabalho ou a continuarem os estudos superiores, o que é ótimo para quem não quer parar.
  • Importância Social: Elas são vitais para a coesão social e económica, garantindo que os jovens, especialmente os que não se dão bem com o ensino mais académico, têm um caminho e uma qualificação.