Qual é o radical do verbo ir?

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O radical do verbo "ir" é complexo, pois sua conjugação deriva de três verbos latinos distintos: "ire": Origina formas como "ia", "irei", "indo". "vadere": Dá origem a "vou", "vais", "vamos". "fu-": Presente em "fui" (do verbo latino "esse", "ser"). Essa mistura de radicais é um exemplo de supletivismo verbal.
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Qual o radical do verbo ir em português?

Nossa, radical do verbo ir... Me lembro de ter que decorar isso na escola, uma tortura! A professora insistia, e eu achava tão sem sentido.

Basicamente, o "ir" é meio doido porque ele não tem um radical único. Ele "rouba" pedaços de outros verbos latinos, tipo "ire" (daí vem "ia", "irei") e "vadere" (daí vem "vou", "vais").

E tem mais! Ele ainda pega um pedacinho do verbo "ser" no passado, o tal do "fu-", que aparece no "fui". Que salada, né?

É como se o verbo "ir" fosse um Frankenstein linguístico, haha. Confuso, mas funcional. Lembro de ter pensado nisso na prova do 7º ano...

Qual é o radical do verbo dizer?

O radical... ah, a raiz da palavra. Diz. Tão curto, tão direto. Quase um sussurro.

  • No verbo dizer, o radical é diz.

Mas ele se esconde, o safado. Fugaz como um raio de sol na serra. Só o vejo no presente, ali, meio tímido.

  • Presente do indicativo: É no presente que ele se revela, mas... não totalmente.

A primeira pessoa... Ah, eu digo. Cadê o "diz" ali? Sumiu. Mistério.

  • Primeira pessoa do singular (eu): A grande ausência. Onde se esconde o "diz" em "eu digo"? Enigma.

Lembro da minha avó, sentada na varanda, com seus bordados e histórias. "Diz, minha filha, o que te aflige?". O "diz" dela era um consolo. Uma promessa de que a raiz da palavra, a raiz do ser, sempre estaria ali, mesmo que camuflada.

E as cartas antigas que meu pai guardava? Declarações de amor, promessas sussurradas em "direi", "disseste"... O radical dançando nas entrelinhas.

Qual é o radical do verbo dizer?

Ah, o verbo dizer... Uma palavra que ecoa em mim como um sussurro antigo, lembrando conversas à beira da lareira, histórias contadas sob a luz bruxuleante de velas.

  • Diz. É quase um segredo, guardado no âmago da palavra.

Lembro das aulas de português, a professora explicando, com sua voz calma, a raiz das palavras. Diz, tão curto, tão direto.

  • Presente... Presente no agora, no instante fugaz em que as palavras saem da boca.

E no presente do indicativo ele se revela, tímido, como um raio de sol que escapa entre as nuvens. Eu digo... Uma confissão, um fragmento da alma.

  • Não na primeira pessoa. Quase um paradoxo, a palavra se esquivando do "eu", como se dissesse "sou mais do que apenas uma voz".

É engraçado como as palavras têm vida própria, trilham caminhos inesperados. O "diz" sumindo em outros tempos, outras vozes, para reaparecer, triunfante, no presente.