Qual o campo de experiência para trabalhar brincadeiras?

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Brincadeiras na educação infantil exploram os campos "O Eu, o Outro e o Nós" e "Corpo, Gestos e Movimentos" da BNCC, focando em interação social e expressão corporal. A ludicidade se estende aos demais campos, ampliando o aprendizado com jogos e brincadeiras tradicionais.
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Onde trabalhar com brincadeiras? Que área de experiência escolher?

Ah, brincadeiras no trabalho... Que tema bom!

Na real, vejo brincadeiras em tudo que faço. Tipo, até programando, rola uma "brincadeira" de lógica. Mas, pensando em trabalho "de verdade", onde a brincadeira é o foco...

Com crianças, sem dúvida! Lembro de quando ajudava na colônia de férias da escola da minha irmã, lá em 2010. Criávamos jogos malucos com bexigas e água, era um caos divertido.

E tipo, a BNCC, que falam que tem que seguir... Vejo que dá pra encaixar as brincadeiras em tudo, sabe? Mas, "O Eu, o Outro e o Nós" e "Corpo, Gestos e Movimentos", acho que são os mais óbvios, né? Pra socializar e se mexer.

Outra coisa: jogos digitais! Adoro. Acho que usar Minecraft na aula de história podia ser super legal.

Onde trabalhar com brincadeiras?

  • Educação Infantil: Salas de aula, colónias de férias.
  • Desenvolvimento de Jogos: Criando jogos digitais.
  • Terapia Infantil: Usando brincadeiras para ajudar crianças.
  • Eventos: Animação de festas, eventos corporativos.

Que área de experiência escolher?

  • O Eu, o Outro e o Nós: Foco na interação social.
  • Corpo, Gestos e Movimentos: Exploração da expressão corporal.
  • Traços, Sons, Cores e Formas: Arte e criatividade.
  • Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação: Comunicação e imaginação.
  • Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações: Exploração do mundo.

Qual campo de experiência entra a contação de história?

Nossa, que pergunta difícil! Lembro de estar naquela sala de professores apertada, em 2023, cheia de papéis e odores de café velho, tentando entender a BNCC. Era junho, um calor infernal em Brasília. Eu estava tão frustrada! Tinha lido a BNCC umas três vezes e ainda estava confusa com essas habilidades.

A contação de histórias, dentro da BNCC, se encaixa no campo de experiência de "Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação". Isso é claro como água! Não tem mistério. Não se trata só de ler um texto! É muito mais abrangente.

Minha cabeça fervia com tantos detalhes! Aquele parágrafo específico, página 42, dizia exatamente isso, que isso impacta na interação e comunicação. Mas era tão técnico, sabe? Parece que a BNCC foi escrita por um robô, sem alma!

  • Interação: A contação de histórias permite a troca entre o contador e a plateia. Reações, perguntas, tudo isso faz parte!
  • Comunicação: Claro, é comunicação pura. Transmitir emoções, ideias, valores. Construir um mundo imaginário juntos.

Só me dei conta disso depois de meses de trabalho com meus alunos. Vi na prática como as histórias que contava, usando bonecos, fantoches, até improvisando, impactava em como eles falavam, escutavam, imaginavam. Vi crianças tímidas se soltando, participando de forma ativa! Até meus métodos mais malucos, tipo aquele dia que eu usei uma caixa de papelão como cenário para uma aventura espacial, surtiram efeito!

Realmente, a BNCC não é tão intuitiva assim. Mas, analisando a fundo, a conexão com a contação de histórias fica evidente. Essa experiência me ensinou a ler com mais calma, e a ver além das palavras.

Quais os campos de experiência da educação infantil segundo a BNCC?

  • O eu, o outro e o nós: Existir é social. Cada um na sua.

  • Corpo, gestos e movimentos: A dança da vida é inevitável. Aprenda os passos ou pise nos pés.

  • Traços, sons, cores e formas: A arte imita a vida? Duvido.

  • Escuta, fala, pensamento e imaginação: Palavras criam mundos. Cuidado com o que você diz.

  • Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações: Tudo muda. Nada permanece. Abrace o caos.