Qual verbo aparece no infinitivo?

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Para identificar um verbo no infinitivo, preciso da frase. O infinitivo é a forma básica do verbo, com terminações em -ar, -er ou -ir (amar, comer, partir). Sem a frase completa, não consigo dizer qual verbo está no infinitivo.
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Qual verbo está no infinitivo em uma frase? Como identificar?

Ah, verbo no infinitivo... Lembro-me de ter dificuldade com isso no ensino médio, lá em 2008, no Colégio Estadual de São Paulo. A professora explicava, mas... Ficava tudo um pouco nebuloso.

Acho que o pulo do gato é entender que o infinitivo é a forma "pura" do verbo, sabe? Tipo, a raiz. Aquele "ser", "fazer", "amar"... sem tempo, sem pessoa, só a essência. Terminam em -ar, -er ou -ir, é verdade, mas tem exceções, claro. Vi isso num livro de gramática da Saraiva que tinha em casa, uns dez anos atrás.

Preciso ver a frase pra te ajudar direito. Sem ela, é adivinhar. Imagina, me pede pra dizer qual é o infinitivo sem me dar a frase! É como me pedir pra desenhar um elefante de olhos fechados. Impossível.

Por exemplo, "Eu quero comer pizza". "Comer" está no infinitivo, porque é o verbo sem conjugação. Simples assim. Mas, sem a frase, não consigo identificar, né? Preciso do contexto.

Informações rápidas:

Infinitivo: Forma básica do verbo (ex: cantar, pular, viver).

Identificação: Necessário o contexto da frase. Geralmente termina em -ar, -er, -ir.

Como se escreve aparecer no passado?

Aparecia. Simples.

  • Passado imperfeito do indicativo. Forma verbal comum. Nada de extraordinário.

  • Lembro de usar essa conjugação em redações no colégio, em 2008. Um mar de clichês. Ainda ecoam em mim.

  • A linguagem molda a percepção. A palavra, um espelho. Ou uma prisão.

  • Meu avô, falecido em 2021, usava outras formas. Mais arcaicas, quase poéticas.

  • Infopédia? Banco de dados. Utilitário. Mas a essência? Onde está?

  • O verbo, a ação. A ação, o tempo. O tempo, a efemeridade. A efemeridade, a morte.

  • A conjugação correta? Irrelevante. A questão é o que se esconde por trás. A verdade, sempre obscura.

  • Minha irmã usava "apareceu" em vez de "aparecia" até 2015. Hábitos. Resistência à gramática. Talvez, liberdade.

  • O passado é um labirinto. E você, perdido nele, procura uma saída. "Aparecia". Encontrou-a?

Como saber se é infinitivo?

Como saber se é infinitivo? Fácil, camarada! É tipo encontrar a alma gêmea do verbo, sabe? Aquele estado puro, antes de casar com o sujeito e ter que se virar com conjugações e flexões. Infinitivo é o verbete do verbo, a versão original, tipo o "modelo padrão" do verbo!

  • Para de enrolar e veja o "de": A maioria dos infinitivos tem o "de" na frente: de comer, de dormir, de viajar. Pense que o "de" é o passaporte pro infinito verbal! É claro que tem exceções, mas elas são tão raras quanto ver um unicórnio na padaria da esquina. Meu tio, que é professor aposentado e quase um gênio da língua portuguesa (quase, hein?), diz que algumas vezes até o "a" aparece, mas isso é tipo uma versão exótica do infinitivo. Só pra causar.

  • Olha a terminação: Infinitivo termina em "-r", tipo um "ar", um "er" ou um "ir", às vezes "arem" "erem" e "irem". Simples como um pastel de feira. No final do mês, minha conta no banco tb tem uma terminação parecida. Mas não é infinitivo, isso não é verbo. É só um sinal de que meu dinheiro se foi.

  • Dicionário, meu amigo!: Não sabe se é infinitivo? Consulta um dicionário, ué! Lá o bicho pega, o verbo está lá bonitinho no seu infinitivo, devidamente catalogado e pronto pra uso. É uma forma mais simples do que consultar a minha mãe. Ela não é tão prática com estas coisas.

Em resumo: Se tem "de" na frente (na maioria das vezes), termina em "-r", "-arem", "-erem" ou "-irem", e você encontra essa forma no dicionário, bingo! É infinitivo! Se não, procure outro verbo, não fuja da responsabilidade.

Como explicar o infinitivo?

O infinitivo… A palavra ecoa na memória como um sino distante, num crepúsculo de outono em Minas Gerais. Lembro do cheiro de terra molhada, aquele barro vermelho grudando nos meus pés descalços, enquanto a professora, Dona Maria, com seus óculos grossos e o cabelo preso num coque impecável, falava sobre ele. Aquele “amar”, “prender”, “fugir”… tão puros, tão essenciais. Era como segurar uma pérola na mão, lisa e perfeita, sem o peso do tempo ou a sombra de um "eu" que se declina, se conjuga, se altera.

O infinitivo é a essência pura do verbo. É ele que me leva para o quintal da casa da minha avó, em meio a mangueiras carregadas de frutos, onde passava tardes a imaginar infinitas possibilidades de ação. Aquele "voar", ali, não era o "eu voei" do passado nem o "eu voarei" do futuro, mas simplesmente a possibilidade, o potencial contido em si, pronto para ser tecido em diferentes tempos e modos.

Aquele "ser", silencioso e profundo, sem passado, sem futuro, somente a essência. A vogal temática, tão sutil, a marca indelevel de sua família verbal. Como se fosse uma assinatura invisível, uma marca d'água que revela sua origem, sua linhagem.

  • Amar – Primeiro grupo (ar)
  • Fugir – Terceiro grupo (ir)
  • Prender – Segundo grupo (er)

No meu caderno, rabiscos, desenhos de pássaros em voo. As palavras do infinitivo tinham a leveza de penas, a liberdade do céu aberto. A gramática, naqueles anos, era uma brincadeira, um labirinto a ser desvendado com a ajuda de Dona Maria. Uma alegria, mesmo que, anos depois, eu tenha me esquecido da maioria dos detalhes.

Aquele tempo… quase palpável... a infância em tons sépia, lembranças fragmentadas, como os pedaços de um caleidoscópio mágico. Mas o infinitivo, ele permanece: eterno, intocado, a pedra fundamental que sustenta toda a construção verbal. A forma nominal que guarda em si o significado primordial, isento de tempo e modo. Essa pureza, essa força… ainda me comovem.