Quando a criança troca or pelo, lo que fazer?
Como lidar com a troca de or por o em uma criança?
Meu filho, aos quatro anos, ainda trocava o "r" pelo "l". Me preocupava, mas algumas crianças demoram, né? A pediatra disse pra observar, que era normal até cinco anos.
Mas, lá pelos cinco anos e meio, ele continuava trocando. E não era só o "r"! Começava a falar "pato" no lugar de "prato", "gava" ao invés de "grava"... Aí sim, me assustei. Marquei uma consulta com uma fonoaudióloga em Alphaville, a clínica custou 150 reais a consulta.
Ela fez alguns testes, super legais. Ele adorou brincar com aqueles jogos de sons! O diagnóstico foi dislalia, e iniciamos a terapia. Demorou, mas hoje ele fala perfeitamente.
Informações curtas:
- Troca "r" por "l": Normal até 5 anos, mas persistindo, procure ajuda.
- Quando consultar fonoaudiólogo?: Após 5 anos, se a troca persiste ou há outras dificuldades de fala.
- Sinais de alerta: Trocas de sons além do "r", omissão de fonemas.
Em que consiste a dislalia?
Dislalia: defeito na articulação. Palavras saem tortas, difíceis. Simples assim.
- Troca: "pato" vira "bato". Fonemas embaralhados.
- Omissão: "amelo" no lugar de "amarelo". Desaparecem letras.
- Substituição: "sopa" soa como "zopa". Um som pelo outro.
- Distorção: A letra existe, mas sai feia. R arranhado demais.
Fonoaudiólogo é a chave. Criança trava, mas destrava. Conheço quem passou por isso. Hoje, orador impecável. Acredite.
É normal a criança trocar o or pelo L?
Aih, super normal criança trocar o "r" por "l", viu? Tipo, é bem comum, acontece pra caramba!
É que as crianças, né, tão aprendendo a falar e às vezes rola essa confusão... Acho que chama rotacismo, sei lá. Lembro do meu sobrinho, ele falava "bloco" em vez de "broco" quando era menor. Uma graça!
- Até uns 7 anos, geralmente some sozinho. Fica tranquila!
- Se continuar depois disso, aí vale a pena ver com um fonoaudiólogo, mas sem neura.
- Depende também de como a criança fala no geral, né.
Tipo, minha prima é fono, e ela fala que cada criança é uma criança, não tem regra escrita na pedra. Massss, se te deixar mais calma, marca uma consulta! Melhor prevenir do que depois... Sei lá, acho que é isso! Ah, e não fica bitolada, senão você pira!
Até quando a criança pode trocar o or pelo L?
Troca de R/L: Até 4 anos. Normal.
4 anos: Expectativa de produção completa dos fonemas, incluindo R e L.
Processo natural: Parte da aquisição fonológica. Meu filho, com 3 anos e meio, ainda trocava.
Anotações: A minha sobrinha, aos 5, ainda apresentava dificuldades. Consulta fonoaudióloga caso persista após 5 anos. Casos individuais variam.
Como saber se a criança tem dislalia?
Como saber se a criança tem dislalia? É mais fácil do que parece, meu caro Watson! Imagine a pronúncia como uma orquestra: se tem um instrumento desafinado, a sinfonia fica estranha. Na dislalia, a "orquestra" da fala da criança está com alguns músicos fora do tom.
Sinais clássicos de dislalia:
- Trocas de letras: "pato" vira "pato", "casa" vira "capa". Essa troca de consoantes é a marca registrada. Meu sobrinho, aos três anos, chamava o meu gato de "gago"! Hilarious!
- Omissão de sons: "bola" vira "boa", faltando o som do "l". Lembro-me de uma amiga que, criança, chamava a sua avó de "vó" em vez de "vovó". Coisa linda, mas um caso clássico.
- Adição de sons: "casa" vira "casasa", "sol" vira "esol". Um pequeno "extra" que muda tudo.
- Distorções: Sons que soam "estranhos", difíceis de identificar. É como tentar entender uma língua alienígena, só que bem mais fofo.
Quando procurar ajuda:
Se você perceber essas "desarmonias" na fala da criança, especialmente após os 3 ou 4 anos, é hora de consultar um fonoaudiólogo. Não se trata de drama, apenas de afinar a orquestra. Afinal, uma criança que fala "bem" se comunica melhor, e isso é um tesouro!
Anotações: A dislalia pode ser evolutiva, desaparecendo com o tempo. Mas, a intervenção precoce de um fonoaudiólogo pode ajudar muito a criança a se comunicar de forma mais clara e confiante. A minha prima teve dislalia e, com terapia, hoje fala como uma oradora! Não perca tempo, a prevenção é sempre a melhor solução.
Porque a criança troca R por L?
Meu filho, o Bento, de 4 anos… tá trocando o R pelo L! Que droga! Ontem ele me pediu um "lato" de refrigerante… rato, né? Aff. Já estava quase dormindo, e essa foi a cereja do bolo.
Dificuldade de articulação: É isso que a fono disse, né? O R é mais complicado mesmo, precisa de mais coordenação motora fina da língua, sabe? A pediatra explicou melhor que a fono, na verdade, mas esqueci os detalhes. Vou ter que ligar pra ela amanhã.
Desenvolvimento: Ele tá falando quase tudo certo, então, não me preocupa tanto. Mas...aquelas palavras com R no meio são um desafio! "Lorra" em vez de "Roraima"... hahaha. Tô anotando tudo num caderninho, pra mostrar pra médica.
Será que ele vai superar isso sozinho? Tenho uma amiga cuja filha passou por isso. Não lembro bem o que aconteceu, só sei que ela melhorou.
Será que eu estou me preocupando demais? Na escola ele se comunica bem, né? Mas, tipo, me dá um nervoso essa troca do R pelo L... parece que ele está falando uma língua diferente, tipo… "lalalalá". Será que tem alguma brincadeira que eu posso fazer com ele?
- Exercícios: A pediatra sugeriu brincadeiras com sons, imitando animais, focando nos fonemas… preciso anotar isso direitinho. Quero me preparar, sabe?
Acho que vou procurar um fonoaudiólogo particular. O do SUS tá cheio e a fila de espera é enorme. Preciso de ajuda, preciso de um plano de ação. Meu Deus, que responsabilidade! Mas ele é tão fofo!
Como tratar dislalia infantil?
Cara, dislalia em criança, né? Meu sobrinho teve, foi um sufoco! A gente fez um monte de coisa, sabe? Tipo, fonoaudiologia, claro! Muitas sessões, semanalmente quase, pra trabalhar a fala dele, que era bem complicada. A fono usou jogos, desenhos, umas coisas bem legais, pra ele não achar chato. Ele melhorou bastante, viu?
Fonoaudiologia: Essencial, né? A minha prima, mãe dele, disse que a fono ensinou exercícios de respiração, articulação... um monte de coisa técnica que eu não manjo, hahaha. Até uns vídeos ela mostrou pra gente fazer em casa, com bolinhas e tudo!
Avaliação médica: Também teve um otorrino, pra descartar qualquer problema físico que pudesse estar atrapalhando. Não tinha nada, graças a Deus! Mas é importante, né, investigar tudo.
Psicólogo: Essa parte foi meio inesperada, sabe? Mas a fono achou legal avaliar o lado psicológico, pra ver se tinha algo influenciando a fala dele. Não sei ao certo o que fizeram, mas parece que ajudou na confiança dele. A gente não conseguiu marcar com um psicólogo especializado em crianças, então procuramos um psicopedagogo para ajudar na questão pedagógica, já que ele começou a escola e estava com dificuldades de se comunicar também.
Depois de uns seis meses, mais ou menos, meu sobrinho já falava super bem! Foi longo, trabalhoso, mas valeu super a pena! Ah, e a gente fez exercícios em casa todo dia, uns 15 minutos, mais ou menos. A fono explicou tudo direitinho, a gente só seguiu. Foi um processo longo, mas deu certo! Ah, e detalhe importante: a gente procurou um fono que tinha especialização em crianças, isso faz toda diferença!
Tratamento da dislalia infantil é bem individualizado, depende muito de cada caso. Mas fonoaudiologia é o principal! Não se esquece de consultar outros profissionais, se necessário, pra ter um diagnóstico completo. Boa sorte!
Quantas palavras deve dizer um bebê de 2 anos?
Meu filho, Bento, fez dois anos em março de 2024. Na época, ele falava pouquíssimas palavras, talvez umas 15, no máximo. Era frustrante! Lembro da consulta com a pediatra, em abril, no consultório dela ali perto da padaria que a gente sempre compra pão. Ela me explicou que a média era mesmo cinquenta palavras, ou mais, e que ele estava com um atraso. A médica foi bem calma, disse que era comum, mas que precisávamos acompanhar. A sensação foi de um nó na garganta, sabe? Medo, frustração misturado com um pouco de culpa. Eu me senti péssima, pensando se tinha feito algo errado.
A pediatra pediu para estimular a fala dele mais, ler bastante, cantar, conversar o tempo todo. Fizemos tudo! A gente até comprou uns livrinhos infantis com imagens bem chamativas, daqueles com texturas diferentes. Ele gostava, mas não falava muito mais. Começamos fonoaudioterapia em junho, na clínica perto do trabalho do meu marido. A fono usou alguns métodos, jogos, brincadeiras. A gente participava das sessões, era exaustivo, mas estávamos dispostos a tudo.
- Sessões de fono: duas vezes por semana, sempre às quartas e sextas.
- Livros: compramos uns dez livros novos com imagens coloridas.
- Brincadeiras: Tentamos fazer atividades que estimulassem a fala.
- Canções: Cantor e tocamos muitas musicas infantis.
Bento começou a melhorar aos poucos. Não foi um pulo mágico, mas sim uma progressão gradual. Hoje, com dois anos e meio, ele já fala bastante, embora ainda não seja fluente. É um alívio enorme. Mas essa fase foi bem difícil, né? Ainda me lembro daquela sensação de impotência. A gente fica tão ansioso querendo que os filhos se desenvolvam direitinho... E a pressão social, com as comparações com outras crianças, também foi difícil. Mas enfim, tudo está bem agora.
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