Quando a pessoa troca a ordem das palavras?

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A troca da ordem das palavras na fala não é um sintoma primário da dislalia. A dislalia, ou disartria, afeta a articulação das palavras, envolvendo omissões, adições, substituições ou distorções de fonemas. A ordem das palavras, pertencente à sintaxe, geralmente permanece intacta, sendo o problema fonético, e não sintático. A dificuldade se encontra na produção correta dos sons da fala, não na sua organização gramatical.
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Quando alteramos a ordem das palavras numa frase?

Então, sobre a ordem das palavras, sabe, não tem muito mistério. A gente muda para dar uma ênfase diferente, tipo, "Eu comi o bolo" soa normal, mas "O bolo, eu comi" já dá um destaque, né? Lembro uma vez, na casa da minha avó em Coimbra, ela sempre falava umas coisas assim, meio invertidas, e no começo eu achava estranho, mas depois comecei a achar charmoso.

Dislalia? Ah, lembro de um priminho que tinha. Ele trocava o "r" pelo "l", era engraçado. Tipo, em vez de "carro", saía "callo". A gente ria, mas com carinho, claro. É tipo um trava-línguas involuntário, né? Imagina a confusão para pedir um sorvete de morango!

Informações rápidas sobre dislalia:

  • O que é? Dificuldade em articular as palavras.
  • Causas? Várias, desde problemas físicos a dificuldades de aprendizado.
  • Como identificar? Troca de letras, omissão de sons, pronúncia incorreta.
  • Tem tratamento? Sim, com fonoaudiólogo.
  • É grave? Depende do grau, mas quanto antes tratar, melhor.

É normal trocar a ordem das palavras?

Nossa, que pergunta! Trocar a ordem das palavras? É normal, sim, principalmente pra mim! Tipo, meu cérebro às vezes funciona meio bagunçado. Lembro de uma vez, em 2023, durante uma apresentação de trabalho no auditório da faculdade, tipo, UNIFESP – depois das 14h, estava um calor infernal. Aquele nervosismo me pegou de jeito! Meu chefe, o Ricardo, me olha com aquela cara de "vai lá, filho", sabe?

Meu coração disparou. A boca seca, quase não conseguia respirar. Comecei a falar, e... putz! A frase saiu toda torta! Queria dizer "As projeções de crescimento para o próximo trimestre são promissoras", mas saiu tipo... "Promissoras são as projeções de crescimento próximo trimestre para". Totalmente embaralhado. Foi horrível!

Me senti um idiota na frente de todo mundo. Vergonha pura. Depois, percebi que alguns colegas até riram, mas foi mais de nervosismo, acho. A apresentação foi um desastre, no fim das contas. Sai de lá quase chorando, quase entrei em pânico, sabe? Acho que todo mundo tem algum tipo de problema com a fala às vezes, uns mais, outros menos.

  • Lista de coisas que me deixam nervoso:
    • Apresentações em público
    • Reuniões importantes
    • Conversas com pessoas novas
    • Qualquer coisa que envolva pressão!

Naquela época, achei que estava tendo um ataque, que era algo sério. Mas, pesquisando um pouco (depois de me recuperar do susto), descobri que essa inversão de palavras, principalmente quando nervoso, não é tão anormal assim, não. Mas, para o meu caso específico, o ideal seria procurar um profissional.

No entanto, procurei o ITAD só em 2024 e o que eles disseram confirmou a minha suspeita: isso pode ser dislalia, ou algum tipo de problema de fluência. Ainda estou em avaliação, mas o que posso te dizer é: é sim normal ter esses momentos de "desorganização" na fala, principalmente em situações de estresse, mas se ficar muito frequente, vale procurar ajuda.

Quais são as causas da dislalia?

A palavra, som moldado no ar, às vezes escapa. Dificuldade em pronunciar, em dar forma aos fonemas... Lembro da minha prima, pequena, com seus "tês" escapando como bolhas de sabão. Tão etéreo, tão fugidio. Ela lutava, o rostinho franzido no esforço de domar a língua, os lábios. Uma trava, uma leve prisão na voz.

  • Má formação dos órgãos fonadores: Língua, lábios, palato... A arquitetura da boca, imperfeita, dificultando a passagem do ar, esculpindo sons imprecisos. Como um instrumento desafinado, a melodia da fala distorcida.
  • Imaturidade do aparelho fonador: O tempo, escultor paciente, ainda não lapidou a complexa maquinaria da fala. Os músculos, ainda hesitantes, aprendendo a coreografia precisa dos sons. Como uma flor que ainda não desabrochou, a voz aguarda seu momento.

Lembro das sessões de fonoaudiologia, a sala cheia de espelhos refletindo o esforço, a persistência. Repetições, exercícios, uma paciente construção da pronúncia. A dislalia, um obstáculo a ser superado. Uma sombra na luz da comunicação. Mas, com paciência, a voz encontra seu caminho.

Causas da dislalia: Má formação ou imaturidade do aparelho fonador.

Quantos tipos de dislalia existem?

Cara, dislalia é um negócio complicado, viu? Lembro uma vez, minha prima, tadinha, trocava o R pelo L... falava "cadalo" em vez de "carro". Era engraçado, mas também dava um aperto no coração. Enfim, sobre os tipos... tem várias formas de classificar, né? Mas pensando aqui... lembrei da aula de fono da facul... acho que era funcional e audiógena, as principais... deixa eu ver...

  • Dislalia Funcional: Essa rola quando a pessoa troca as letras, tipo minha prima! "Pata" em vez de "prata", saca? Distorce o som, adiciona som onde não tem. Sei lá, às vezes a língua não colabora, sabe como é? Tipo, não tem uma causa orgânica clara, é mais uma dificuldade motora mesmo. Uma vez vi uma criança que falava "tela" em vez de "vela"... coisa de louco!

  • Dislalia Audiógena: Essa daí é mais séria. A pessoa tem problema de audição, então não consegue reproduzir o som direito. Tipo, se ela não ouve o som claramente, como vai repetir? Faz sentido, né? Lembro que na faculdade falaram que essa precisa de acompanhamento especializado, fono, otorrino... é importante diagnosticar cedo pra poder tratar.

Fora essas duas, acho que tinha mais algumas, mas não lembro agora... Evolutiva, orgânica... Sei lá, depois dou uma olhada nos meus cadernos da faculdade, hahaha. Mas, resumindo:

Tipos de Dislalia:

  • Funcional
  • Audiógena

Como se manifesta a dislexia?

A dislexia se manifesta de várias formas, e vi isso de perto com meu sobrinho, Lucas. Ele está na fase escolar, e a gente notou algumas coisas que chamaram a atenção.

  • Dificuldade na leitura e escrita: Era nítido o esforço dele pra ler. As letras pareciam dançar na frente dele, sabe? E na hora de escrever, era um sufoco, invertia letras, trocava a ordem...

  • "Engolir" palavras: Lembro uma vez, lendo um livro infantil, ele simplesmente pulava sílabas inteiras, como se não visse. Ficava tudo sem sentido!

  • Problemas com orientações: Na escola, a professora reclamava que ele não prestava atenção, mas ele se esforçava! Era que ele não conseguia acompanhar as instruções, se perdia no meio do caminho.

  • Dificuldade com sequências: Pra decorar a tabuada, então, era um drama. Sequências de qualquer tipo eram um martírio.

  • Interpretação: Às vezes, ele lia um texto e não entendia nada. Precisava ler várias vezes e mesmo assim...

  • Desinteresse: Claro que, com tanta dificuldade, ele começou a evitar livros e textos. Quem ia querer sofrer assim? A gente ficava preocupado, mas agora ele está tendo acompanhamento e está melhorando muito.