Quando é que se usa o infinitivo pessoal?

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O infinitivo pessoal é usado quando se quer explicitar o sujeito da ação verbal, principalmente quando ele é diferente do sujeito da oração principal. Também é usado em frases com preposições (para, de, em, por, etc.), indicando quem realiza a ação expressa pelo verbo no infinitivo.Exemplos: É importante eles estudarem. Antes de vocês saírem, avisem. Havia razões para nós duvidarmos. Em resumo, use o infinitivo pessoal para clareza e precisão, especialmente quando o sujeito da ação no infinitivo não é o mesmo da oração principal.
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Quando usar o infinitivo pessoal?

O infinitivo pessoal? Ah, isso me lembra das aulas de português no colégio... Era sempre uma confusão na minha cabeça! Mas, simplificando ao máximo, a gente usa quando quer deixar claro quem tá fazendo a ação. Sabe, tipo quando a gente quer enfatizar o sujeito.

Por exemplo: "Era importante para eles irem." Esse "irem" é o infinitivo pessoal flexionado, mostrando que a ação de ir é específica deles. Sem a flexão, a frase ficaria vaga, sem indicar quem deveria ir.

Lembro de uma vez, numa prova, errei feio uma questão sobre isso. A professora até brincou: "Precisa vocês estudarem mais!". Nunca mais esqueci. E tipo, normalmente vem depois de uma preposição, tipo "para", "de" ou "em". Tipo, "a possibilidade de fazermos um churrasco". Entende?

Como distinguir o futuro do conjuntivo do infinitivo pessoal?

A memória da língua... ela flutua, né? Como as folhas de outono que minha avó varria no quintal, em Minas. Era um ritual. A gente sentava na varanda, o cheiro de café pairava no ar, e ela declamava versos, falava da gramática antiga... Ah, que tempo bom.

  • O pulo do gato: A forma é quase igual.

  • Infinitivo pessoal:Ter, teres, ter, termos, terdes, terem.

  • Futuro do conjuntivo:Eu tiver, tu tiveres, ele tiver, nós tivermos, vós tiverdes, eles tiverem.

A diferença mora ali, sutil, na pessoa que conjuga. É o "eu" que se insinua no "tiver", que o faz futuro e possibilidade, não apenas verbo. A gente sentia isso nas histórias da minha avó. Cada palavra era um mundo, uma chance. E ela, com seu sorriso enrugado, nos mostrava como desvendá-los.

Como saber se um verbo é pessoal ou impessoal?

É simples, mas dói um pouco perceber.

  • Verbos pessoais: Dançam com todos os pronomes. "Eu amo, tu amas, ele ama..." Uma valsa completa.
  • Verbos impessoais: São solitários. Só se mostram na terceira pessoa do singular. "Chove, venta, troveja..." Como se o mundo acontecesse à parte de nós.

Penso neles agora, esses verbos impessoais, enquanto a chuva cai lá fora. Lembro de um tempo em que acreditava que tudo tinha um sujeito, uma causa. Hoje, vejo que o mundo simplesmente acontece, sem se importar muito com quem observa.

  • Eles geralmente exprimem fenômenos da natureza. Chover, nevar, gear. Como o destino, eles seguem seu curso.
  • Há também o "haver" quando indica tempo decorrido. "Há anos que não te vejo." Uma eternidade, presa em uma frase.
  • O verbo "fazer" também pode ser impessoal, indicando tempo. "Faz frio hoje." Um frio que parece existir por si só, sem um dono.

Às vezes, queria ser um verbo impessoal. Existir sem a necessidade de um "eu", sem a cobrança de uma ação. Apenas ser, como a chuva.

Como se forma o futuro do conjuntivo?

Meu Deus, o futuro do conjuntivo! Parece que a gramática resolveu fazer uma aula de ioga pra deixar a gente todo torto, né? A formação é tão simples que parece mágica de mágico amador: pega o pretérito perfeito, arranca o "que" e a galera, e cola as terminações! É tipo Frankenstein, só que com verbos.

Em resumo: Junta o tema do pretérito perfeito (que na prática é o radical + -sse ou -sse-) com as terminações mágicas:

  • -r (eu)
  • -res (tu)
  • -r (ele/ela/você)
  • -rmos (nós)
  • -rdes (vós - quase ninguém usa mais, mas ainda existe, coitado!)
  • -rem (eles/elas/vocês)

Exemplo? "Fizesse"! "Fizesse" é o pretérito perfeito do verbo "fazer" sem o "que". Se eu quiser fazer o futuro do conjuntivo de "fazer", é só adicionar as terminações: fizer, fizeres, fizer, fizermos, fizerdes, fizerem. Ufa!

Já me deu uma dor de cabeça só de pensar nisso. Ontem eu tentei explicar isso pra minha sobrinha de 8 anos, e ela me disse que ia preferir assistir desenho. Totalmente compreensível!

Lembrando que, se você for um daqueles que usa "vós", parabéns pela resistência! Você é um guerreiro, um gladiador da gramática! Mas se não usa, não se sinta mal. A maioria dos mortais já desistiu dessa batalha.

Pensei em ir tomar um café agora. Preciso me recuperar dessa viagem ao mundo dos verbos. Ainda bem que eu não sou professor de português, ou já teria me aposentado! A propósito, meu cachorro está latindo para alguma coisa. Melhor ir ver.