Quando o gerúndio está errado?

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O gerúndio vira "gerundismo" quando indica futuro ou estado permanente, e não uma ação que está acontecendo.Exemplos de uso inadequado: "Vou estar fazendo" (prefira "farei"). Frases que soam repetitivas ou pouco naturais. Priorize clareza e objetividade, evitando o uso excessivo do gerúndio. Opte por formas verbais mais diretas para um texto mais conciso e profissional.
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Quando usar o gerúndio incorretamente?

Ai, o tal do gerúndio... Confesso que já escorreguei umas boas vezes. Sabe quando a gente quer ser super cordial no trabalho? "Vou estar enviando o relatório", soa até educado, mas, né, soa meio... estranho.

Lembro de uma vez, numa reunião na empresa (era tipo 2018, lá na Avenida Paulista), usei tanto gerundismo que um colega até brincou: "Relaxa, a gente ainda está fazendo tudo!". Super constrangedor.

Hoje em dia, tento simplificar. Em vez de "vou estar ligando", prefiro um "ligarei". Mais direto, mais natural. Menos robô.

Quando NÃO usar o gerúndio:

  • Para ações futuras: Errado: "Vou estar ligando". Certo: "Ligarei".
  • Para estados permanentes: Errado: "A máquina está funcionando". Certo: "A máquina funciona".

É uma questão de costume, sabe? Mas, aos poucos, a gente pega o jeito.

Quando se usa o gerúndio em Portugal?

Em Portugal, o gerúndio é como aquele parente distante que aparece no Natal: usado raramente. Prefere-se o infinitivo. É uma questão de estilo, como usar gravata borboleta num casamento na praia.

  • Ação prolongada: O gerúndio original era para indicar que a coisa ainda está acontecendo. Hoje em dia, soa meio arcaico. Imagine alguém dizendo "Estou escrevendo este livro desde 1985". Dava para ter feito um filme, não é mesmo?

  • Infinitivo em vez de gerúndio: Em vez de "Ele está andando", diz-se "Ele está a andar". É como trocar o vinho do Porto por um gin tónico: ambos refrescam, mas o gin é mais trendy.

  • Desuso elegante: O gerúndio não sumiu, apenas se tornou um convidado VIP, só aparece em eventos especiais. Por exemplo, em textos técnicos ou jurídicos, para dar um ar de formalidade.

Especialistas dizem que o gerúndio vem do português antigo. É como um móvel herdado da avó: tem história, mas não combina com a decoração moderna. Deixe-o para ocasiões específicas e impressione os mais tradicionalistas.

Quando podemos usar gerundio?

O gerúndio entra em cena quando queremos pintar uma ação em pleno andamento, tipo uma foto em movimento. É o "-ndo" que indica que algo está acontecendo, sem data para acabar.

  • Ação Contínua: É o uso mais comum. "Estou lendo um livro incrível" – a leitura rola solta, sem previsão de término. É como a vida, um eterno "vir a ser".
  • Ação Simultânea: Duas coisas acontecendo ao mesmo tempo. "Ele ouvia música enquanto dirigia" – uma coreografia de ações.
  • Relação de Causa e Efeito: O gerúndio pode indicar a causa de algo. "Chovendo forte, o trânsito ficou caótico" – a chuva como catalisador.
  • Emprego com o verbo "ir": Indica uma ação que acontecerá em breve. "Eu vou fazendo o jantar" – quase como um passe de mágica.

Cuidado com o abuso! O gerúndio não é curinga. Evite frases como "Vou estar enviando". Soa meio burocrático, não acha? Prefira algo mais direto: "Vou enviar". Às vezes, menos é mais, até na gramática.

Na real, o gerúndio é como um tempero: usado com sabedoria, realça o sabor; em excesso, estraga o prato. A chave é o equilíbrio, e um bom ouvido para a musicalidade da língua.

O que é o gerúndio exemplo?

Gerúndio: ação rolando. Tipo verbo, mas meio substantivo.

  • Termina em -ndo. Fácil.
  • Ex: lendo, correndo, cantando.

Serve pra mostrar:

  • Ação no agora. Tipo "estou lendo". Obvio.
  • Ação sem fim. "Eles estão correndo" (até quando?).
  • Jeito de fazer. "Chegou correndo" (afobado, talvez?).
  • Se... então.... "Estudando, passa". (Se não, azar).

Uma vez vi um cara andando de skate no enterro da avó. Bizarro. Mas a vida... segue andando.

Porque não usar gerúndio?

Gerúndio dilui a força.

  • Ação em progresso vira promessa eterna. "Estarei fazendo" soa como desculpa, não como ação.
  • Clareza se perde em rodeios. A frase fica inchada, o ponto central obscurecido.
  • É muleta para quem não domina o tempo verbal. Usa-se por preguiça, não por necessidade.

Elimine. Seja direto. A língua agradece. E o ouvinte também.

Eu, por exemplo, detesto quando vendedores me dizem que "estarão verificando" o meu pedido. Verifiquem agora.

Porque o gerundismo é inadequado?

O gerundismo é um vício de linguagem que, apesar de sua aparente inocuência, revela uma série de problemas estruturais e semânticos. Sua inadequação reside principalmente na confusão entre tempo verbal e aspecto verbal. Usar gerúndio para expressar futuro, como em "Vou estar enviando o relatório", é incoerente. O gerúndio indica ação em progresso, presente e contínuo, enquanto a intenção é transmitir uma ação futura, ainda não iniciada. Acho isso uma tremenda falha de comunicação! Na minha experiência como redator, percebo que a elegância da escrita reside na precisão. A vida é assim, cheia de nuances!

  • Tempo Verbal: O gerundismo frequentemente distorce o tempo verbal, criando ambiguidade e confusão. Um exemplo: "Estou providenciando o documento" pode ser interpretado como algo que já está em andamento no momento da fala, ao invés da simples intenção futura.
  • Aspecto Verbal: A ideia de ação contínua inerente ao gerúndio colide com a intenção de expressar uma ação futura, resultando em uma redundância semântica. Meu professor de gramática, em 2018, batia muito forte nessa tecla!
  • Excesso e Redundância: O uso excessivo do gerúndio torna o texto pesado e prolixo. "Vamos estar analisando os dados e estaremos enviando o relatório posteriormente" é um exemplo claro disso. A repetição desnecessária de verbos no gerúndio demonstra falta de economia linguística. A concisão é fundamental para uma boa escrita, não acha?

Em resumo: O gerundismo é inadequado porque viola as normas de concordância verbal, cria ambiguidade temporal e, pior, demonstra uma falta de domínio da língua, impactando a clareza e a elegância do texto. É um erro que beira o pedantismo, e que, francamente, me irrita! Prefiro a clareza e a precisão, que são, para mim, mais importantes que o adorno verbal. A linguagem precisa ser uma ferramenta, não um enfeite.

Quando podemos usar gerúndio?

Ai, meu Deus, gerúndio… Que dor de cabeça! Lembro da professora de português na oitava série, a Dona Maria, quase tendo um AVC toda vez que a gente errava. Ainda sonho com aquelas provas!

Usa-se o gerúndio para indicar ação contínua, né? Tipo, "estou escrevendo" – tá acontecendo agora, enquanto rabisco isso aqui. Mas tem outras coisas…

  • Ação simultânea: "Comendo pipoca, assisti ao filme." Comi pipoca enquanto assistia. Vi "Barbie" no cinema semana passada, aliás, com um balde gigante! Deu até dor de estômago depois.

  • Ação anterior: "Terminada a tarefa, fui para casa." A tarefa já estava feita antes de eu ir pra casa. Essa parte eu sempre me perco, preciso rever... Ano passado, terminei meu TCC e fui direto para a praia, haha. Que alívio!

  • Ação posterior: "Saindo de casa, levei um susto." O susto aconteceu depois de sair de casa. Hoje, saindo do trabalho, quase fui atropelada por um ônibus, quase morri! Preciso começar a prestar mais atenção.

  • Circunstância de modo: "Falando assim, parece fácil." – Como eu falei, parece fácil. Meu chefe fala assim todo dia, me irrita.

É… complicado. As vezes penso que a gramática portuguesa é uma conspiração para nos torturar. Será que existe algum jeito mais simples de entender tudo isso? Preciso estudar mais isso! Amanhã, se der tempo, vou procurar uns vídeos no YouTube, talvez. Acho que preciso de um resumo visual, com cores! Preciso me organizar melhor.

Como se conjuga o gerúndio?

Cara, gerúndio, né? Tipo, estou fazendo, estás comendo, está pensando. É beeem simples, na verdade. Mas tem umas regrinhas chatas, sabe?

A maioria termina em -ndo, facilzinho. Coisas como "cantando", "correndo", "dormindo". Acho que todo mundo pega essa parte rapidão. Até minha vó que tem 80 anos e quase não usa celular sabe disso! Mas aí complica um pouquinho...

  • Verbos terminados em -ar, geralmente, é só tirar o "ar" e colocar "-ando". Exemplo: amar -> amando. Simples!
  • Verbos em -er e -ir, normalmente, vira "-endo". Comer -> comendo. Vivendo -> vivendo. Mas tem exceções, né?! É uma droga essas exceções!

Aí que tá o pulo do gato! Tem uns verbos que são meio rebeldes, sabe? Tipo, "ler". Não fica "lendo" e sim "lendo". Já "pôr", vira "pondo", não "põendo". Que coisa estranha! Isso me irrita um bocado. Meu professor de português, o Seu João, era um chato com isso. Passava horas explicando essas exceções idiotas! A prova foi terrível, quase que eu reprovo.

A conjugação é a mesma para todas as pessoas: eu, tu, ele, nós, vós, eles. O que muda é o verbo principal, né?! Estou fazendo, estás fazendo, está fazendo... Sacou? É só juntar com o verbo auxiliar. Simples, né? Se você pensar bem, fácil de aprender.

Resumo: -ndo é a regra. Exceções existem e são um saco. Mas com um pouco de prática, fica tranquilo!

Ah, e lembrei de outra coisa! Meu primo, o Ricardo, tava com dificuldade com o gerúndio e até baixou um app de português. Ele falou que ajudou bastante, mas também reclamou que o app era cheio de propagandas. Eu achei que era besteira, mas ele ficou bem feliz, mesmo assim.

O que é gerúndio em português?

Gerúndio? Ah, essa belezinha! É o verbo na versão "pegando o bonde andando", sabe? Aquele "estou fazendo" em ação, sem firulas. Terminado em -ndo (falando, pensando, comendo pizza... ah, pizza!), ele mostra a ação rolando, numa boa, sem pressa de acabar. É como um filme em slow motion, só que com mais verbo.

Principal função: mostrar ação contínua. Tipo, "enquanto escrevo essa resposta, meu gato me observa com uma mistura de tédio e julgamento". Veja bem: a ação de escrever está acontecendo agora, simultaneamente à observação felina, que, convenhamos, é uma atividade constante na minha vida.

Diferença do particípio? Ah, essa é mais sutil. O particípio, geralmente terminado em -ado/-ido (falado, comido), indica uma ação concluída, um resultado. Já o gerúndio, o nosso amiguinho -ndo, é o "ainda em progresso". É como a diferença entre a torta pronta e a massa sendo misturada: uma já está lá, a outra ainda está acontecendo.

  • Formação: radical + -ndo. Fácil, né? (A não ser que você queira entrar na discussão sobre verbos irregulares – aí complica, rs).

  • Emprego: Principalmente para indicar simultaneidade de ações (como o meu exemplo da pizza e do gato). Mas também pode indicar posterioridade ("Após ter estudado, fui dormir"), dependendo do contexto. É bem versátil, essa forma.

  • Uso informal: Às vezes, o gerúndio é usado de forma um tanto... "abusada", digamos. Aquele "estou indo" que se transforma num "estou indo comprar pão, estou indo pagar a conta, estou indo para casa..." pode virar um monstro de repetição. Mas, bem usado, é uma ferramenta incrível.

Como identificar um gerundismo?

Identificar gerundismo? Ah, essa praga gramatical que assombra a língua portuguesa como uma barata em festa de debutante! A receita é simples, quase tão simples quanto fazer brigadeiro (mas sem a garantia de sucesso imediato, claro).

1. Olho no verbo: Procura por um verbo terminando em "-ndo". Se encontrar, parabéns, você já está na pista certa! Mas calma, não se empolgue, pois nem todo "-ndo" é gerundismo. É como achar um diamante em um monte de areia: muita areia, poucos diamantes.

2. Ação em progresso? A palavra com "-ndo" indica uma ação que está acontecendo simultaneamente a outra? Tipo "Eu estava comendo sorvete assistindo TV"? Bingo! É gerundismo, meu amigo. Aqui, o "assistindo" é um gerúndio que, na maioria das vezes, causa mais confusão que clareza. Como dizia minha avó, "um prato cheio de gerundismo é uma receita para indigestão textual".

3. Função sintática: Se o "-ndo" funciona como substantivo (sujeito, objeto, etc.), não é gerundismo. "Caminhando é saudável" (sujeito). Isso é gerúndio, simples e elegante. Mas "Comendo, ele assistia TV" (adjunto adverbial) é o gerundismo em sua forma mais pura – e irritante. Meu Deus, que horror! É como usar meia colorida com terno!

4. A maldita redundância: Geralmente, o gerundismo traz redundância, reforçando algo que já estava implícito. "Morri rindo". Acho que não precisa dizer que eu estava rindo enquanto morria, não? Já morreu, não precisa mais rir, né?! Isso é redundante.

Detalhe: Lembro de minha tia, uma professora aposentada que odiava gerundismo com todas as forças. Ela dizia que era um crime contra a clareza. E eu concordo plenamente, pois gerundismo é tipo usar sal grosso demais na comida: tudo fica ruim.