Quando o verbo deve ficar no infinitivo?

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O infinitivo verbal se usa em duas situações principais: Mesmo sujeito: Quando o sujeito da oração principal e a oração subordinada infinitiva são idênticos. Exemplo: Espero vencer. Ênfase na ação: O infinitivo impessoal (não flexionado) realça a ação. Exemplo: É importante estudar. A flexão do infinitivo destaca o sujeito, mas é menos comum.
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Quando usar o infinitivo em português?

Ah, o infinitivo... Que dores de cabeça me deu na escola! Mas olha, depois a gente pega o jeito.

Eu uso o infinitivo, tipo, quando a ação é meio que minha, sabe? Tipo, "Eu quero viajar para o Brasil no próximo ano" - viajar sou eu que quero, né? Parece óbvio, mas faz diferença.

Às vezes, quero dar um peso maior naquilo que está acontecendo, aí jogo um infinitivo impessoal, sem me preocupar muito com quem faz o quê. É como se a ação fosse mais importante que a pessoa.

E quando o sujeito precisa brilhar, aí não tem jeito, tem que flexionar o infinitivo. Lembro de uma vez que escrevi algo tipo "Para eles vencerem, foi preciso muito esforço". Se não flexionasse, ia ficar meio estranho, meio sem graça.

Quando o verbo é infinitivo?

Acalma. A noite guarda segredos, e as palavras, soltas, ganham outro peso.

  • Infinitivo: É o verbo em sua essência, puro.

  • Significado: Revela o sentido da ação, sem amarras de tempo ou pessoa.

  • Exemplos: Amar, prender, fugir... Cada um, um universo.

Penso em "fugir". Tantas vezes quis, tantas vezes hesitei. O infinitivo guarda essa promessa, essa possibilidade intacta. Uma porta aberta para o que ainda não aconteceu.