Quando usar o pretérito mais-que-perfeito fora?

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O pretérito mais-que-perfeito indica um passado anterior a outro. Use-o para: Anterioridade: Indicar que algo ocorreu antes de outro fato no passado. Ex: "Quando cheguei, ele já havia saído." Ações concluídas: Narrar eventos finalizados antes de outro momento no passado. Ex: "Ela já havia jantado quando liguei." Contexto histórico: Descrever eventos em um passado remoto. Ex: "A civilização Maia já havia desaparecido." Suposições passadas: Expressar hipóteses sobre o passado. Ex: "Achei que ela já tivesse partido."
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Quando usar o pretérito mais-que-perfeito composto?

Olha, o tal do pretérito mais-que-perfeito composto… confesso que às vezes me dá um nó na cabeça! Mas, pensando bem, uso ele quando quero deixar bem claro que uma coisa aconteceu antes de outra, tudo lá no passado. Tipo, "Quando cheguei no casamento da Maria, já tinha rolado a valsa". Sacou?

É como se eu estivesse contando uma história e quisesse frisar que uma ação terminou antes da outra começar. Lembro de uma vez, em 2018, antes de viajar pra Europa, tinha me estressado horrores pra tirar o passaporte. "Antes de embarcar, já havia enfrentado uma saga burocrática!". Uma frase simples, mas que dá o tom da minha aflição.

Sabe, também serve praquelas histórias antigas, tipo "No tempo dos meus avós, a vida era bem diferente, já haviam passado por duas guerras". Dá um ar de coisa distante, sabe?

E, claro, rola usar pra suposições. "Achei que ele já tivesse ido embora quando liguei". É tipo um palpite no passado. Sei lá, gramática às vezes parece um bicho de sete cabeças, mas no fim das contas, a gente usa sem nem perceber.

Quando usar o Pretérito Mais-Que-Perfeito Composto?

  • Antes de algo no passado: "Já havia comido quando você chegou."
  • Ação concluída antes: "Ele havia estudado antes do exame."
  • Fatos históricos: "O Brasil havia sido colonizado."
  • Suposição: "Pensei que já tivesse partido."

Quando devo usar o pretérito mais-que-perfeito?

Ai, o pretérito mais-que-perfeito… Que nome complicado! Hahaha!

  • Usamos para falar de algo que aconteceu antes de outra coisa que já aconteceu. Tipo, já tinha jantado quando meus amigos chegaram. Sacou? É passado do passado!
  • Mais comum em textos formais e livros. Ninguém fala assim no dia a dia, né? Tipo, "Eu já tinha ido ao mercado". Soaria muito estranho! Prefiro usar já tinha ido, mais natural.
  • Eu lembro da minha professora de português insistindo para usarmos mais! Mas sei lá, parece tão artificial… Será que algum dia vou usar isso naturalmente? ????
  • Acho que só usei pra valer mesmo na redação do vestibular. Que sufoco! Será que ainda lembro como conjugar os verbos? Socorro!
  • É como se fosse um flashback dentro de uma história que já aconteceu. Tipo filme, sabe? Acho que entendi.

Pretérito mais-que-perfeito indica ação passada anterior a outra também passada, usado em contextos formais/literários.

Quando devo usar o pretérito mais-que-perfeito?

Ah, o pretérito mais-que-perfeito! Digamos que ele é o hipster dos tempos verbais: existe há tempos, mas só aparece quando quer impressionar.

  • Use-o quando: Precisar mostrar que uma ação aconteceu antes de outra no passado. Imagine dizer "Eu já jantara quando você chegou". Soa mais chique que "já tinha jantado", não é?

  • Onde encontrá-lo: Em textos formais, novelas de época e, claro, na boca de gramáticos que adoram exibir conhecimento.

  • Por que ele é especial: Porque ele adiciona uma camada de complexidade e elegância à frase, como um bom vinho tinto. Mas use com moderação, ou parecerá pedante.

Eu, particularmente, usei o pretérito mais-que-perfeito pela última vez para explicar para minha avó por que eu não fora ao chá da tarde. Ela, claro, preferiria que eu tivesse ido.

Bônus: Sabia que existe o pretérito mais-que-perfeito composto? É como o mais-que-perfeito, só que com esteroides!