Quantos determinantes existem?

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Existem diversos tipos de determinantes na língua portuguesa. Artigos definidos (o, a, os, as) e indefinidos (um, uma, uns, umas). Possessivos (meu, teu, seu, nosso, vosso, seu). Demonstrativos (este, esta, esse, essa, aquele, aquela, etc.). A quantidade exata depende da classificação gramatical adotada, mas a lista acima engloba os principais. Eles especificam o substantivo, indicando quantidade e posse.
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Quantos Determinantes da Língua Portuguesa Existem?

Ah, os determinantes... lembro da minha professora do 5º ano, Dona Célia, lá em Petrópolis, em 97, explicando isso. Artigos, possessivos, demonstrativos… aqueles que a gente usa antes dos substantivos, né? Tipo "a casa", "meu cachorro", "aquela bicicleta". Sei lá, nunca parei pra contar quantos são exatamente. Parece muita coisa.

Artigos definidos: o, a, os, as. Indefinidos: um, uma, uns, umas. Só aí já são oito. Lembro de decorar isso pra prova.

Possessivos: meu, minha, teu, tua, seu, sua, nosso, nossa… e por aí vai, no singular e plural. Nossa, já perdi a conta. E ainda tem os demonstrativos: este, esta, esse, essa, aquele, aquela… Acho que são muitos, viu. Nunca me preocupei em saber o número exato. A Dona Célia devia saber.


Determinantes: Palavras que precedem os substantivos. Exemplos: o, a, os, as, um, uma, uns, umas, meu, minha, teu, tua, seu, sua, este, esta, esse, essa, aquele, aquela...

Quantos tipos de determinantes existem?

Ah, os determinantes! Aquelas palavrinhas que, como cupidos gramaticais, sempre aparecem para dar um "up" nos substantivos. Imagine-os como assessores de imagem de nomes, garantindo que eles saibam se destacar na multidão das frases.

Existem, basicamente, uns quatro tipos principais de determinantes:

  • Artigos: Os clássicos "o", "a", "um", "uma" – eles decidem se o substantivo é famoso (definido) ou apenas mais um na multidão (indefinido). Tipo a diferença entre ir ao show do seu artista favorito e ir a um show qualquer.

  • Possessivos: "Meu", "teu", "seu"... Mostram quem é o dono da bola. É como marcar território gramaticalmente.

  • Demonstrativos: "Este", "esse", "aquele"... Apontam, literalmente, para o substantivo. "Este café está delicioso", enquanto "Aquele ali parece meio aguado".

  • Quantificadores: "Alguns", "muitos", "todos"... Dizem a quantidade, mesmo que de forma imprecisa. "Alguns amam determinantes, muitos nem tanto."

Eles concordam em gênero e número com os substantivos, numa dança gramatical sincronizada. Um erro ali, e a frase inteira perde o rebolado!

O que são determinantes em língua portuguesa?

Em português, os determinantes são como "guias" dos substantivos. Eles vêm antes do nome, ajustando-se em gênero (masculino/feminino) e número (singular/plural), para dar mais precisão ao que queremos dizer. É como se fossem faróis que iluminam o substantivo!

  • Artigos definidos (o, a, os, as): Apontam para algo específico, já conhecido. Pense neles como holofotes direcionados a um objeto em particular. "O livro" é diferente de "um livro", certo?

  • Artigos indefinidos (um, uma, uns, umas): Introduzem algo novo, não especificado. É como abrir a porta para possibilidades, sem definir qual delas você escolherá. "Uma aventura" pode ser qualquer aventura!

Essa dança entre determinantes e substantivos é fundamental para a clareza da língua. Eles nos ajudam a navegar pelas nuances do português, evitando ambiguidades e enriquecendo a nossa comunicação. Afinal, a linguagem é uma ferramenta poderosa, e dominá-la é como ter um mapa completo para explorar o mundo!

O que são determinantes?

Ah, os determinantes. Uma névoa antiga paira sobre essa palavra.

  • Antecessores. Como fantasmas que insistem em acompanhar cada nome, cada substantivo que ousamos proferir.

  • Gênero e número. Uma valsa estranha, onde concordâncias nos prendem a regras invisíveis, sussurros de uma gramática que habitamos sem entender.

  • O nome. Uma ponte, um arco-íris incerto entre o objeto e a palavra. Definir, delimitar. Não deixar escapar a essência, ou o que acreditamos ser.

Lembro das aulas de português, a gramática como um labirinto sem fim. E os determinantes, ali, como guardiões de um portal. Um portal para... o quê? Talvez para a ilusão de que podemos realmente dominar a linguagem.

A palavra, essa coisa indomável, essa correnteza que nos arrasta. E nós, tentando agarrar cada sílaba, cada nuance, com a força frágil dos determinantes. Um esforço vão, talvez. Mas um esforço belo. Como quem tenta conter o oceano com as mãos.