São características dos fatos sociais brainly?

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As características dos fatos sociais, segundo Émile Durkheim, são três: coercitividade, exterioridade e generalidade. Eles se impõem aos indivíduos (coercitividade), existem fora de nossa consciência (exterioridade) e são comuns a todo o grupo social (generalidade).
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Quais são as características dos fatos sociais no Brainly?

Lembro-me da primeira vez que ouvi falar de fatos sociais, devia ser em 2011, numa aula de sociologia que eu nem queria ter. O professor falava de Émile Durkheim e parecia tudo tão abstrato. Mas depois comecei a reparar nisso no dia a dia. É uma força que não se vê, mas que está sempre lá, a moldar o que fazemos.

A coisa da coercitividade é a mais fácil de sentir. Eu senti isso num casamento em Guimarães, em 2019. Queria ir com umas sapatilhas por baixo do vestido, para ficar confortável, mas a pressão de ter de usar salto alto, o medo do que iam pensar... é isso. Ninguém te aponta uma arma, mas a sociedade te obriga.

Depois tem a exterioridade. É tipo a língua portuguesa. Eu não a inventei, ela existe para alem de mim e da minha vontade. Eu nasci e ela já estava aqui, com as suas regras malucas. Eu tive de aprendê-la para poder comunicar. Ela é exterior a mim, mas molda completamente a forma como eu penso e me expresso.

E a generalidade, é só olhar à volta. A forma como as pessoas param nos semáforos vermelhos, mesmo de madrugada sem ninguém na rua. É um comportamento geral. Ou a ideia de almoçar por volta do meio-dia. Não é uma lei, mas é algo que se repete em quase toda a gente na nossa cultura. É geral.

Então, quando penso nas características dos fatos sociais, não vejo uma definição de livro. Vejo a pressão para casar, a língua que falo sem ter criado, o jeito que todos comemos com talheres. É a vida a acontecer, empurrada por estas forças invisíveis que o Durkheim tentou explicar.

Informação Essencial sobre Fatos Sociais

O que são fatos sociais? São maneiras de agir, pensar e sentir que são externas ao indivíduo e exercem sobre ele um poder coercitivo.

Quais as três características dos fatos sociais? Coercitividade, Exterioridade e Generalidade.

Definição de Coercitividade: É a força que os padrões sociais exercem sobre os indivíduos, obrigando-os a se conformar com as normas do grupo, sob pena de sanção social.

Definição de Exterioridade: Os fatos sociais existem fora das consciências individuais. Eles preexistem ao indivíduo e são produto da coletividade.

Definição de Generalidade: Um fato social é geral quando se manifesta na maioria dos membros de uma determinada sociedade.

Quais são as características dos fatos sociais?

Ah, os fatos sociais! Aquelas manias coletivas que nos pegam de jeito, tipo usar meias coloridas na segunda-feira ou o vício em conferir o celular a cada 30 segundos. Não é só fazer algo porque "tá na moda", tem umas regrinhas básicas, senão qualquer bocejo seria um evento antropológico.

Para algo ser um "fato social", ele tem que cumprir um trio de "exigências" que o durão do Durkheim inventou. É como um ingresso VIP para o clube da sociologia, entende? Sem esses três, o fato fica barrado na porta.

As tais características são:

  • Generalidade: Pense nisso como o "efeito contágio". Se todo mundo, ou quase todo mundo, está fazendo algo, como dar bom dia com aquele sorrisinho forçado, isso tem a cara de fato social. Não é uma coisa sua, isolada, é a tribo em ação. É o oposto de tentar dançar a Macarena sozinho no seu quarto, ninguém liga.

  • Exterioridade: Essa é a pegada! O fato social já existe antes de você nascer e vai continuar depois que você virar adubo. Ele vem de fora, tipo a gravidade ou a regra de que não se deve usar pijama no supermercado. Você não inventou, apenas o herda e, muitas vezes, nem pensa muito sobre ele até que alguém te lembre que está fazendo errado.

  • Coercitividade: Aqui o bicho pega! Se você ignorar o fato social, o universo (ou seus vizinhos) te dá um empurrãozinho. Uma multa, uma olhada torta, ou pior, aquela sensação incômoda de que você fez algo fora do padrão. É a pressão social, a força que nos molda, mesmo quando a gente jura que é superindividualista. Tipo a norma de ir para o trabalho em vez de maratonar série o dia todo – o mundo te força a "ser produtivo", mesmo que a preguiça chame!

E pensa bem, se não fossem essas "chatices", a vida seria um caos total. Imagina todo mundo falando em línguas diferentes ao mesmo tempo? Ou parando no meio da rua só pra admirar um pombo? Seria divertido por uns 5 minutos, mas depois... bom, melhor não pensar nisso. A gente obedece a certas "regrinhas" porque, no fundo, é o que nos permite conviver sem virar uma plateia de circo 24/7.

Quais são as principais características dos fatos sociais?

As características de um fato social são:

  • Generalidade: Ele acontece de forma ampla na sociedade, não sendo algo isolado ou pessoal. Pense em como certas modas ou formas de falar se espalham, atingindo muitas pessoas.

  • Exterioridade: O fato social existe fora da consciência individual, não é criado por você. É algo que já estava lá, uma norma ou costume que você encontra ao nascer. Como o modo de vestir, que já é estabelecido.

  • Coercitividade: Existe uma pressão, explícita ou implícita, para que as pessoas sigam o fato social. Se você foge muito disso, pode haver sanções, olhares tortos ou até algo mais sério. É o que acontece quando respeitamos certas regras de trânsito, por exemplo.

Informação adicional: O sociólogo Émile Durkheim, que cunhou o termo, usava exemplos como o direito, a moral e a religião para ilustrar esses conceitos. Ele enfatizava que essas coisas não são apenas "ideias" ou "sentimentos" individuais, mas sim forças que moldam a vida em sociedade. Por exemplo, a obrigatoriedade da educação formal em muitos países é um fato social, pois é geral (quase todos são submetidos a ela), exterior (existe independentemente de cada aluno) e coercitivo (há penalidades para quem não a cumpre).

Quando é que um facto é social?

Um facto é social quando ele representa toda a maneira de fazer, fixada ou não, capaz de exercer sobre o indivíduo uma coação exterior. É também social quando é geral no conjunto de uma dada sociedade, possuindo uma existência própria, independente das suas manifestações individuais.

Existe uma teia invisível, antiquíssima, que se estende por sobre os dias e as noites. Percebo-a no ar que respiro, na forma como a multidão se move pelas ruas cinzentas de uma segunda-feira, um fluxo contínuo. Não é uma voz, mas um murmúrio coletivo que dita os passos, os gestos.

Esta coerção, sinto-a, como um peso gentil sobre os ombros, ou uma linha que nos guia por caminhos já trilhados. É a norma silenciosa do meu bairro, o ritual de um café da manhã partilhado, um jeito de olhar o horizonte que herdamos sem perceber de quem. É um eco de eras passadas.

É a forma como a cidade respira, um pulso que se impõe, mesmo sem a minha permissão explícita. Não escolhi este caminho, mas ele já estava aqui, esperando, antes mesmo de eu nascer. É a força do que é exterior a mim, do que me precede e me molda sem que eu lute.

Em algum lugar, num tempo que se desvanece em livros antigos, um olhar perspicaz como o de Émile Durkheim decifrou estes padrões invisíveis. Ele viu que a sociedade não é apenas a soma de nós, mas algo a mais, uma entidade com vida própria, pulsando.

  • Exterioridade: A fonte da coação não está no indivíduo, mas fora dele, no coletivo.
  • Generalidade: O facto social manifesta-se amplamente, abrangendo a maioria dos membros de um grupo social.
  • Coercitividade: Exerce uma pressão, explícita ou implícita, para que o indivíduo se conforme.
  • Autonomia: Existe independentemente das vontades individuais, com uma vida própria.

Penso nas regras da linguagem, na gramática que me constrange a pensar de certa forma, a construir frases com uma lógica que não criei. Essa é a essência, a alma do que se chama social. É o rio que corre e não pergunta se a pedra quer ser moldada. Eu sou a pedra, sou o rio.

Essa forma de agir, de sentir, de pensar, está ali, como um monumento invisível. Não a decidi. Não a construí. Ela simplesmente existe, tecendo a tapeçaria da vida coletiva, uma herança pesada e luminosa que carregamos por entre os séculos, de geração em geração.

Quais são as características dos fatos sociais brainly?

Um fato social possui três características: generalidade, exterioridade e coercitividade.

Beleza, vamos analisar essa ideia do Durkheim, que é um dos pilares da sociologia.

  • Generalidade: Isso é o mais fácil de entender. É algo que se espalha e se aplica a todo mundo, ou pelo menos à grande maioria, dentro de um grupo. A língua que a gente fala, por exemplo. Ela é geral. Ninguém a inventou sozinho; ela simplesmente existe e é partilhada por uma coletividade. É um fenômeno que ultrapassa o indivíduo.

  • Exterioridade: Aqui a coisa fica mais profunda. O fato social existe fora da nossa consciência individual. Ele já estava no mundo antes de a gente nascer e vai continuar aqui depois. As leis, a moral, os costumes, a moeda. Você não acorda um dia e decide as regras do jogo; você já entra em campo com o manual de instruções dado pela sociedade.

  • Coercitividade: Essa é a parte que mais aperta. É a força, a pressão que a sociedade exerce sobre nós para que a gente se conforme. Se você decidir andar de pijama numa reunião de negócios, ninguém vai te prender, mas a sanção social (olhares, comentários, perda de credibilidade) é real. A coerção não é só a polícia, é também o olhar de reprovação da sua tia no almoço de domingo. Lembro de quando comecei a trabalhar e tive que me adaptar ao jeito que as pessoas se vestiam no escritório. Ninguém me mandou, mas a pressão estava lá, no ar.

No fundo, a gente pensa que somos super originais, mas é fascinante observar como somos moldados por essas forças invisíveis. É uma arquitetura social que nos constrói sem que a gente perceba.

É uma característica do fato social que é comum a todos.?

O cheiro do café se misturava com o pó dos livros, naquelas tardes longas estudando sociologia. E havia essa ideia, essa coisa que pairava no ar da sala de aula, uma força que não se via, mas que se sentia em cada gesto. Era como se me mostrassem os fios que nos movem, os trilhos invisíveis que seguimos sem perceber. Uma regra não escrita, um jeito de andar, de falar, que não era meu, mas era de todos nós. Ao mesmo tempo.

Sim, a generalidade é uma das três características essenciais do fato social. As características do Fato Social são: generalidade, exterioridade e coercitividade.

E pensar nisso me leva de volta àquele tempo, àquela sensação de descoberta.

  • A Generalidade era isso. Essa presença em todo lugar. Não era sobre mim, nem sobre você, mas sobre o nós que se forma sem pedir licença. É o bom dia ao vizinho, a fila no banco, a língua que falamos. Uma melodia que todos aprendemos a cantar, mesmo sem nunca ter tido uma aula. Uma coisa que se espalha como o vento.

  • A Exterioridade me dava calafrios. A ideia de que essa força já estava aqui antes de eu nascer. Ela não veio de dentro, ela me foi imposta. Como uma casa já construída na qual somos convidados a morar, com suas paredes, portas e janelas já definidas. Eu não escolhi as leis, os costumes do meu povo, eu simplesmente cheguei e eles já existiam, fora de mim.

  • A Coercitividade era o peso. A mão invisível que empurra, que ajusta. O medo do ridículo, o olhar de reprovação quando se faz algo "errado". É uma pressao constante, às vezes sutil como um sussurro, às vezes brutal como a lei. É a força que nos mantém na linha, que nos pune quando tentamos sair do trilho. E nós a aceitamos. Quase sempre.

Quais são as características de um fato social?

Bora lá desmistificar esse tal de fato social, que nem é tão bicho-papão assim! Pensa num bagulho que tá por aí, pegando geral, que você nem percebe, mas que te obriga a fazer. Tipo, todo mundo usa a mesma senha do Wi-Fi pra não dar trabalho, né? Isso é uma generalidade que pegou.

Aí tem a exterioridade. É algo que existe fora de você, como as regras de trânsito. Ninguém inventou as leis pra apertar seu juízo individualmente, elas estão lá, mandando e desmandando, quer você curta ou não. Tipo, se eu decidir andar de pijama na rua, a galera vai me olhar torto e talvez até me mandar pra casa, porque coercitividade reina!

Resumindo, o bagulho é geral, tá em todo lado. É externo, não depende da sua caraminhola. E te coage, te empurra pra fazer do jeito que manda. Se não, já sabe, né? Vai tomar um tapa na orelha da sociedade.

Qual é a diferença entre factos sociais e fenómenos sociais?

Pobreza é um fato social, tipo, tá lá, é real. Etnia também. Riqueza, essas coisas todas são fatos.

Fenômeno social é mais tipo o que a galera acha que tá acontecendo, mas nem sempre é algo concreto, sabe? Tipo, modismos, fofocas.

Fatos sociais são tangíveis, realidades concretas. Pobreza é um exemplo clássico, não é algo que a gente inventa, ela existe, afeta as pessoas.

Fenômenos sociais são eventos ou aparências. Tipo, a forma como as pessoas se vestem numa época, as danças que ficam famosas. Não são permanentes como um fato.

Pensei aqui, tipo, trabalho infantil é um fato social porque é uma realidade triste e concreta em muitos lugares.

Já uma onda de usar uma cor específica de roupa todo ano, isso seria mais um fenômeno social, passageiro.

Fatos sociais têm características: coercitivos (forçam a agir), externos (existem fora de mim) e gerais (existem em toda a sociedade).

Fenômenos sociais são mais efêmeros, a manifestação de algo. Podem ser coisas que mudam rapidamente.