Tem problema rasurar a redação?
Redação com rasuras: pode ou não pode? Dicas e consequências!
Tipo, redação com rasuras, né? A pergunta que não quer calar. Da minha experiência, posso dizer que sim, rascunhos são aceitáveis, até "necessários" diria.
Eu lembro de uma prova de português no ensino médio, acho que era em 2008, que me deu um branco. Comecei a escrever sobre a coisa errada. A professora, Dona Maria, sempre dizia: "Calma, respira e risque o que não presta". Foi o que fiz.
Passei um risco em toda a introdução e comecei de novo. No fim, tirei um 8. Acho que se não tivesse arriscado, teria me complicado feio.
A regra de ouro é simples, tipo, "rabiscou, escreveu do lado". Sem floreios, sem borracha. Borracha, pra mim, só servia pra manchar a folha e deixar tudo mais feio.
Lembro de ter visto gente usando corretivo. Acho que era uma caneta da marca Liquid Paper. A Dona Maria odiava. Falava que era gambiarra e que podia dar problema na hora da correção. Vai saber.
O que acontece se riscar uma palavra na redação?
Ah, lascou! Errou na redação? Calma, respira fundo que não precisa virar artista expressionista no papel!
- Risquinho salvador: Fez um "borrãozinho"? Relaxa, um risquinho básico em cima do erro resolve. Tipo, discretamente, sabe? Imagina que é um segredo entre você e a caneta.
- Nada de vandalismo: Pelo amor de Deus, não transforma a folha numa obra abstrata! Rabiscar tudo, além de feio, pode te dar fama de "o Picasso da redação" (só que não, né?).
- Sem estresse, por favor: Riscando tudo com força, capaz de rasgar a folha e aí sim você vai ter um problemão! Pensa que a folha é sua amiga, não inimiga.
E ó, se a letra for feia que nem a minha, um risquinho mal dado pode até passar batido!
Pode riscar uma palavra na redação?
Sim, é perfeitamente possível riscar palavras em uma redação, mesmo após a revisão final. A prática de riscar e reescrever demonstra, inclusive, o processo de escrita e revisão, algo fundamental no desenvolvimento da argumentação. Na verdade, em minhas próprias redações acadêmicas (principalmente na época da faculdade, em 2019, quando eu estudava filosofia na USP), eu utilizava bastante esse método, principalmente ao trabalhar com conceitos complexos. O processo de escrita manual, para mim, facilita a visualização da argumentação e, consequentemente, a correção de erros.
Mas como fazer isso da maneira correta?
- Risco simples e legível: Um traço limpo sobre a palavra errada é suficiente. Não precisa ser dramático! Evite rasuras exageradas que dificultem a leitura. A elegância aqui reside na simplicidade.
- Reescrita acima: Escreva a correção acima da palavra riscada, mantendo a legibilidade. Caligrafia caprichada ajuda, mesmo que pareça um detalhe pequeno. Afinal, a clareza é vital. Lembro-me de um professor de história da arte que sempre dizia: “a arte da escrita reside na sua comunicação, e a comunicação clama por clareza”.
- Consistência: Mantenha a mesma forma de correção ao longo do texto. Não misture riscas com borrões ou outros métodos. A uniformidade visual mostra organização do pensamento.
- Cuidado com o excesso: Se você precisar riscar muitas palavras, talvez a solução seja reescrever a frase ou o parágrafo inteiro, pensando: "Será que o problema não está na estrutura?". A própria necessidade de muitas rasuras pode indicar uma falha de planejamento.
Pensamento extra: A própria ação física de riscar e reescrever pode te ajudar a internalizar o processo de revisão e a identificar padrões de erro em sua escrita. É quase uma forma de meditação intelectual. A experiência sensorial, acredite, influencia na aprendizagem e, no meu caso, a escrita à mão facilita o processo de fixação e compreensão das ideias. Afinal, como dizia meu avô, a escrita é um espelho da mente.
Pode riscar uma palavra na redação e escrever em cima?
Ah, a redação... Lembra da escola? O cheiro da caneta Bic, o pavor da folha em branco. Riscar? Sim, pode! Um traço singelo sobre o erro.
- Uma dança sutil com a falha, um reconhecimento.
- A palavra errada ali, vestígio de um pensamento que se perdeu.
E aí, em cima, a palavra certa, renascida. Quase como uma fênix gramatical.
Lembro das minhas redações... Sempre riscadas, rabiscadas. Um caos organizado, sabe? Um mapa da minha mente, com seus atalhos e becos sem saída. E no fim, lá estava a ideia, finalmente clara, mesmo que cercada de borrões.
Legibilidade é rei! Escreva acima do risco de forma clara, como um farol na escuridão da dúvida. Sem floreios, sem tentar esconder o erro. Assuma-o. Ele faz parte da história. Da sua história.
Tipo, uma vez, troquei "paixão" por "pamonha". Hilário! A professora quase chorou de rir. Mas no fim, valeu a pena. Aprendi a revisar com mais atenção, e a rir dos meus próprios tropeços.
O que fazer quando escrever uma palavra errada na redação?
Cara, que sufoco, né? Escrever redação já é um terror, imagina errar! Aconteceu comigo ano passado, quase infartei! Na prova de português, tava tão focado que acabei escrevendo "consigo" ao invés de "consigo mesmo". Que ódio!
Primeiro, quase surtei, sabe? Fiquei tipo, "meu Deus, ferrei tudo!". Mas aí, lembrei que a professora tinha falado: risca e reescreve. Simples assim! Passei um traço bem forte em cima do "consigo", e escrevi "consigo mesmo" do lado, bem legível. Não precisa ficar apavorado, não!
É isso mesmo, rapaz! Riscar e reescrever é a solução! Não adianta ficar borrando tudo, rasgando a folha ou entrando em pânico. A gente já fica nervoso o bastante com a pressão, né?
Minha irmã fez vestibular esse ano, e quase teve um treco numa pergunta de história. Ela escreveu "invasão" com "i" minúsculo, e se desesperou. Ela riscou, reescreveu, e passou! Ufa! A gente tem que ser rápido e prático nessa hora, né?
- Riscar a palavra errada: Um traço bem claro, pra não ficar dúvida nenhuma.
- Reescrever a palavra correta: Bem perto da errada, bem legível.
- Não se desesperar: Respira fundo, foca na prova, e segue em frente. Tem muita coisa ainda pela frente.
Meu conselho? Treina bastante antes, pra diminuir os erros. Também ajuda ter uma boa letra, facilita a correção. E tenta ler tudo depois, né? Às vezes a gente erra coisas bobas que dá pra corrigir! Mas se errar, risca e reescreve. Sem drama! Boa sorte, amigão!
O que acontece se errar uma palavra na redação?
Errar uma palavra? Acontece.
- Traço em cima. Próxima palavra. Sem drama.
- Escreva correto em seguida. Sem firulas.
- Rabiscar? Jamais. Isso é para amadores.
- Parênteses? Poupe-me.
- Simples. Direto. Sem rodeios. A vida segue.
A imperfeição revela a humanidade. Ou a pressa. Tanto faz.
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