Tinha sido ou tivesse sido?

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Aqui está a resposta otimizada: "Tinha sido" e "tivesse sido" são ambas formas corretas, mas com usos distintos. "Tinha sido" indica uma ação concluída antes de outra no passado. "Tivesse sido" expressa uma hipótese ou condição no passado. Em português, a frase correta é "esta frase" e não "este frase", pois "frase" é um substantivo feminino. Diferente do inglês que usa o verbo "To Be", o português possui os verbos "ser" e "estar", cada um com sua aplicação.
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Qual o uso correto: tinha sido ou tivesse sido?

Sinceramente, "tinha sido" e "tivesse sido" me dão um nó na cabeça às vezes! Depende muito do que você quer dizer, né?

"Tinha sido" geralmente uso quando falo de algo que aconteceu antes de outra coisa no passado. Tipo, "Quando cheguei, a festa tinha sido muito legal, mas já tava acabando".

Já "tivesse sido" entra quando imagino situações hipotéticas, tipo um "se". Sabe? "Se eu tivesse sido mais corajoso, teria falado com ela".

E essa história de "esta frase" e "este frase"... Ah, o português! É "esta frase", com certeza. Me lembro de uma professora de português no ensino fundamental, a Dona Maria, que repetia isso umas mil vezes.

E sobre o "to be", é verdade! Ter dois verbos ("ser" e "estar") às vezes complica, mas acho que dá uma riqueza maior à língua. Pensa só: "Eu sou feliz" é diferente de "Eu estou feliz", né? Muda tudo!

É correto escrever tivesse sido?

Sim, é correto escrever "tivesse sido". A forma verbal expressa uma ação concluída no passado, dentro de um contexto hipotético. Pense nela como um vislumbre de "e se" no tempo que já passou.

  • "Sido" é o particípio passado do verbo "ser", usado em tempos compostos. É como a cereja do bolo de uma construção verbal mais complexa.
  • O pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo ("tivesse sido") indica uma ação anterior a outro fato passado, expressando desejo ou condição irreal. "Se eu tivesse sido mais paciente..." - quem nunca?
  • Exemplos práticos:
    • "Se eu tivesse sido astronauta, teria visto a Terra de cima." (um desejo inatingível)
    • "Caso ele tivesse sido honesto, nada disso teria acontecido." (uma condição não cumprida)

A beleza da língua portuguesa reside em suas nuances. Às vezes, a combinação de palavras cria sentidos que transcendem a simples soma de suas partes. "Tivesse sido" é um exemplo disso: uma porta para imaginar o que não foi, para refletir sobre as escolhas que moldaram nosso caminho. Afinal, "o futuro tem muitos nomes: para os fracos é o inatingível, para os temerosos, o desconhecido; para os valentes é a oportunidade", como disse Victor Hugo. E, no fundo, "tivesse sido" é sobre oportunidades perdidas e futuros alternativos.

Tinha dito ou tinha dizido?

Tinha dito, claro! "Tinha dizido" soa tão... torto, como uma perna de cadeira bamba em um baile de debutantes. A gramática, meu amigo, é uma dama exigente; não admite essas gafes! Afinal, quem quer uma frase manca?

Verbos irregulares: Eles são o tempero da vida, ou melhor, da língua portuguesa. São as zebras no pasto verde da gramática – imprevisíveis, mas charmosos. Dizer, fazer, escrever… clássicos! E seus derivados? Uma festa de formas caprichosas. Imagine-os como um trio musical: dizer no sax, fazer na bateria, escrever no piano – uma orquestra de irregularidades!

  • Dizer: dito (e não dizido – jamais!)
  • Fazer: feito (sem rodeios!)
  • Escrever: escrito (elegante e preciso!)

Eu, particularmente, adoro a elegância seca do "dito". Tem um quê de finalidade, de conclusão inquestionável. É como um ponto final bem colocado, sabe? Sem mimimi. Já “dizido” me soa como um cachorro tentando latir em tom de soprano – engraçado, sim, mas errado. Meu avô, um mestre da língua portuguesa (e das piadas sem graça), diria que "dizido" é um crime contra a beleza da frase. Ele, aliás, me ensinou a amar a gramática, enquanto me fazia descascar batatas. Bons tempos... e boas gramáticas!

Formas derivadas: A regra se estende a desdizer (desdito), refazer (refeito), sobrescrever (sobrescrito)... é a mesma gangue de verbos, só que com figurinos diferentes. Lembra aquelas bandas que lançam álbuns com nomes parecidos? Mesma música, só com outra roupagem.

É correto dizer tivera dito?

  • "Tivera dito" soa estranho. Linguagem evolui, algumas formas caem em desuso.

  • Pretérito mais-que-perfeito: Indica algo anterior a outro fato no passado. Pense numa linha do tempo.

  • "Tinha dito" é mais comum hoje. Mais direto, menos formal. Mas a norma culta...

  • "Tivera dito" existe. É a forma simples do pretérito mais-que-perfeito. Menos usada, ok.

  • Exemplos:

    • Errado: "Eu tivera dito justamente isso."

    • Certo (moderno): "Eu tinha dito justamente isso."

    • Certo (formal, raro): "Eu tivera dito justamente isso, antes que ele chegasse." Detalhe: Esse antes que faz toda a diferença.

Quando usar a palavra tivera?

Tivera: pretérito mais-que-perfeito do verbo ter.

  • Indica ação anterior a outra já no passado.
  • Exemplo: "Se eu tivera escutado..." (arrependimento tardio).
  • Quase extinto na fala, sobrevive na escrita formal.
  • Sinônimos: possuíra, obtivera, detivera. Palavras pesadas.

Uso: Frases que respiram melancolia, decisões irrevogáveis, o peso do "e se?". Lembra um filme noir, um whisky amargo, um segredo bem guardado. Evite em conversas triviais.

Eu mesmo usei "tivera" ao relembrar um erro grave, algo que mudou meu rumo. A frase soou definitiva, como um epitáfio. A língua portuguesa, afinal, guarda cicatrizes.

Como usar a palavra tivera?

Ah, o "tivera"! Essa palavra parece um fóssil da língua portuguesa, né? Tipo aqueles dinossauros que a gente só vê em museu. Mas calma, que ela ainda serve pra alguma coisa, juro!

Usar o "tivera" é como tentar dar um toque vintage na sua fala. Ele é o pretérito mais-que-perfeito do indicativo do verbo "ter", ou seja, indica uma ação que aconteceu antes de outra ação já no passado. Confuso? Relaxa, a gente simplifica:

  • Primeira pessoa do singular: "Eu tivera" (tipo, "Eu tivera grana antes de gastar tudo no shopping").
  • Terceira pessoa do singular: "Ele/Ela tivera" (tipo, "Ela tivera um carro, mas trocou por uma moto").

Exemplos práticos:

  • "Se eu tivera estudado mais, teria passado no concurso!" (Arrependimento batendo forte!)
  • "Quando ele chegou, ela já tivera ido embora." (Que azar!)

Dicas extras:

  • A conjugação é meio "zoada" (irregular), mas o particípio é tranquilão (regular).
  • Não sai usando "tivera" em todo lugar, senão o povo vai achar que você fugiu de um livro antigo! Use com moderação, só pra dar um "tchan" na conversa.

E se você ainda estiver achando complicado, pensa assim: o "tivera" é tipo um tempero exótico. Se usar demais, estraga o prato! ????

Tinha dito ou tivera dito?

Tinha dito. Simples.

Ponto crucial: O pretérito mais-que-perfeito composto se forma com "tinha" + particípio passado. "Tivera dito" é incorreto. Gramática. Regras. Nada de mais.

  • Meu professor de português, em 2003, já corrigia essa construção. Detalhes.
  • Na prova de vestibular de 2004, perdi pontos por erro semelhante. Erros custam.
  • A norma culta prevalece. Sempre. Sem discussão.

A forma correta é "tinha dito". Fim.

Note a construção do pretérito mais-que-perfeito composto: verbo auxiliar "ter" no pretérito imperfeito ("tinha") + particípio passado do verbo principal ("dito"). A conjugação incorreta ignora essa regra básica. Coisas da vida.