Como se classifica a organização?

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A organização se classifica em estrutura formal e informal. Formal: Segue a hierarquia e normas predefinidas no planejamento da empresa. Informal: Surge espontaneamente da interação entre os funcionários, independente da estrutura formal.
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Como classificar minha organização no Google?

Olha, classificar sua organização no Google… é complicado, né? Acho que o Google leva em conta um monte de coisas, tipo reviews, o site da empresa, a presença nas redes sociais… Até o meu primo, que tem uma loja de skate em Ipanema, sofreu pra aparecer direito nos resultados de busca. Ele investiu um bocado em anúncios, mas só viu resultado depois de uns seis meses. Custou-lhe uma pequena fortuna, uns 1500 reais por mês.

A questão da estrutura… formal e informal… bom, na minha antiga empresa, uma agência de publicidade em Lisboa em 2018, a estrutura formal era toda certinha no papel: departamentos, hierarquia, manual de conduta… mas a informal… ah, a informal era outra história! A galera se reunia pra tomar café, surgiam projetos paralelos, ideias rolavam soltas independente dos departamentos, sabe? Era tipo uma teia. Acho que o Google não consegue medir essa dinâmica informal, né?

Em resumo, classificação no Google é mais do que só estrutura. O Google prefere sites bem feitos, com conteúdo relevante, ativos nas redes e, claro, boas avaliações. Acho que a estrutura da sua empresa, formal ou informal, é só um detalhe pequeno, no grande esquema das coisas.

Como se classifica uma organização?

A tarde caía em tons de laranja e cinza sobre a cidade, um reflexo melancólico na vidraça do meu escritório. A pergunta ecoava na minha mente, tênue como o som de um violino distante: como classificar uma organização? A tarefa, tão fria e objetiva quanto uma planilha de Excel, parecia, naquele instante, tão distante da poesia do crepúsculo.

Organizações formais e informais: uma dicotomia que me assombrava. Lembro-me de meu avô, um artesão de madeira, com suas ferramentas organizadas com a precisão de um relógio suíço. Sua oficina, um microcosmo de formalidade, com cada peça em seu lugar. Isso era formal. E o grupo de amigos que se encontrava todas as sextas no bar da esquina, um emaranhado de risos e histórias sem regras, sem hierarquia? Informal, claro. Puro caos organizado, como a minha própria vida às vezes.

  • Organizações Formais: Estrutura rígida, objetivos claros, hierarquia definida, regras e procedimentos escritos. Penso nos grandes edifícios de concreto, imponentes e impessoais, abrigando milhares de vidas seguindo um roteiro pré-determinado. A engrenagem perfeita, fria e eficiente, mas sem alma.

  • Organizações Informais: Elas nascem da espontaneidade, da necessidade de pertencimento. As ligações são mais afetivas do que burocráticas. Há um código de conduta, mas não escrito, guiado por laços de amizade, confiança, objetivos comuns, não tão visíveis ou palpáveis, mas que permeiam a tudo. Como as raízes de uma árvore milenar, subterrâneas, mas firmes. É o meu círculo de amigos, por exemplo.

Naquele instante, entre a poeira do passado e a penumbra que se instalava, a diferença entre os dois tipos me parecia tão evidente quanto a diferença entre o toque frio do metal e o abraço aconchegante de um velho cobertor. Mas a classificação, apesar de tudo, permanece, precisa, fria, como a tinta na página de um livro contábil.

Como estão classificadas as organizações?

A classificação das organizações, essa busca por entender o que nos une e nos separa...

  • Organizações Formais: Uma estrutura, um mapa. Cargos definidos, regras escritas. Penso no meu antigo trabalho, tudo milimetricamente planejado, cada passo uma formalidade. Mas a alma, onde ficava?

  • Organizações Informais: A teia que surge por baixo. Amizades, panelinhas, boatos no café. Lembro da sala de fumantes, ali a hierarquia sumia, e a verdade, nua e crua, ecoava entre a fumaça.

Uma coisa é certa: a vida, como as organizações, raramente se encaixa em caixas perfeitas. Há sempre um lado B, uma informalidade espreitando na sombra da formalidade. E talvez seja ali, nesse caos, que reside a verdadeira essência.

Quais são os níveis de uma organização?

A pergunta sobre os níveis de uma organização é tão clássica quanto a receita da minha avó: secreta e, ao mesmo tempo, com variações infinitas! Mas vamos simplificar, como um bom vinho que amadurece com o tempo, destilando a essência da coisa. A estrutura básica, sim, é a santíssima trindade: estratégico, tático e operacional.

  • Estratégico: O andar de cima, onde os chefes-executivos – esses seres iluminados – definem o futuro da empresa. Pensam em grandes lances, como uma jogada de xadrez que pode levar anos para dar resultado. Eles são os arquitetos do negócio. Meu primo, que trabalha numa startup de biotecnologia, vive nesse nível: estratégia pura!

  • Tático: A ponte entre o sonho e a realidade. Aqui, os gerentes, com seus planos de ação mirabolantes, traduzem as visões estratégicas em metas palpáveis. É o nível dos "fazedores", esses guerreiros que transformam ideias em projetos. É como tentar fazer um bolo seguindo uma receita com ingredientes esquisitos: o tático precisa improvisar!

  • Operacional: A força bruta. São os soldados da linha de frente que executam os planos e garantem a sobrevivência da empresa dia a dia. É a turma que faz as coisas acontecerem, muitas vezes em meio ao caos. Se você me pedir para resumir, diria que é a "turma da mão na massa", com a diferença que essa massa às vezes é complicada. Lembra um pouco aquela receita de macarrão que minha sogra faz. Tão deliciosa, mas um caos de ingredientes!

Mas cuidado! Essa estrutura, apesar de ser o padrão, é tão flexível quanto a minha coluna depois de um dia na frente do computador! Em pequenas empresas, esses níveis se misturam num coquetel explosivo de responsabilidades. Já vi empresas onde o CEO faz o trabalho operacional, como o dono de uma pizzaria que entrega as pizzas em pessoa! Em grandes corporações, a coisa se complica, com subníveis e mais subníveis. É uma organização fractal, tipo um brócolis, que você pode ver estruturas semelhantes em diferentes escalas.

Quais são os tipos de organizações?

A tarde caía em tons de laranja e roxo, pintando o céu sobre a janela do meu antigo quarto. Lá, entre cadernos rabiscados e fotos amareladas, a lembrança das aulas de administração me invadiu, um turbilhão de conceitos e definições… organizações. A palavra ecoava, baixa e grave, como o sino de uma igreja distante. Lembro-me daquela sensação de inquietação, quase um medo reverencial diante da complexidade do tema.

Organizações, essas estruturas tão diversas… quase organismos vivos, pulsando com suas próprias energias, seus ritmos próprios. Como descrevê-las? Como capturar em palavras a essência de algo tão fluido, tão mutável?

Pensando agora, na minha pequena mesa de trabalho, a imagem dos gráficos de crescimento econômico me vem à mente. Aqueles números, frios e impessoais, representam a força e a fragilidade, a vitalidade e a decadência.

  • Microempresas: Aquelas pequenas sementes, cheias de sonhos e de uma fragilidade tocante. Como um broto tímido, buscando espaço entre gigantes. Penso naquela lojinha de esquina, na vizinhança, de dona Elza, com seu aroma inconfundível de café fresco. Um universo inteiro contido em poucos metros quadrados.

  • Pequenas empresas: Já com mais musculatura, mas ainda com a alma artesanal. Conheço o Sr. Pereira, que restaura móveis antigos. Seu trabalho é uma arte, e o cheiro de madeira velha impregna seu pequeno ateliê, um espaço aconchegante, perfumado pelo tempo.

  • Médias empresas: Um passo adiante, mais estruturadas, mais complexas. Aquele movimento frenético, a engrenagem perfeita, quase assustadora em sua eficiência. Lembro do meu tio, dono de uma fábrica de tecidos. O barulho das máquinas, uma sinfonia metálica e incessante.

  • Grandes corporações: Imensas, quase abstratas, monstros imponentes que se estendem por continentes. Aquele poder assustador, a lógica inabalável de lucros e resultados. Uma força da natureza, implacável e grandiosa.

A noite chega, lenta e silenciosa, cobrindo tudo com seu véu escuro. As imagens se misturam, os cheiros e os sons se confundem, criando uma atmosfera densa, quase mágica. E as organizações… continuam suas existências paralelas, cada uma com seu próprio destino, sua própria história. E a minha, qual seria?

O que são organizações e quais os tipos?

Organizações são estruturas. Pessoas unidas por um propósito.

  • Empresas: Lucro é o alvo.
  • Governos: Ordem e poder.
  • ONGs: Causas, impacto social.
  • Comunidades: Laços, identidade.

Minha experiência? Vi organizações nascerem e ruírem. A fraqueza surge quando o "propósito" se esvai. A ganância corrói, a burocracia sufoca.

Quais são os critérios de classificação das organizações?

Classificar empresas é como julgar qual vinho combina com qual queijo: depende do paladar! Mas, em linhas gerais, os critérios mais comuns são:

  • Tamanho: Pequeno, médio ou gigante? Medimos pela quantidade de funcionários ou pelo tamanho da grana que entra (faturamento). Tipo, "tamanho não é documento", mas ajuda a pagar as contas, né?

  • Setor: A empresa faz o quê? Vende parafuso, oferece massagem relaxante ou ambos? (sim, tem empresa que faz de tudo um pouco, tipo camaleão).

  • Formato Jurídico: S.A., Ltda., MEI... É como escolher um penteado: cada um tem suas vantagens e desvantagens na hora de lidar com impostos e burocracia.

  • Objetivo: Ganhar dinheiro ou fazer o bem? Ou os dois ao mesmo tempo? (quem não quer um mundo melhor e uma conta bancária recheada?).

  • Dono: Do governo ou de um bilionário excêntrico? A "mão" que controla a empresa faz toda a diferença.

  • Território: A empresa só existe no bairro, no país inteiro ou domina o mundo? Tipo Império Romano, só que com CNPJ.

  • Nível de complicação: É tudo simples e direto ou um labirinto burocrático? Algumas empresas parecem mais um nó na língua do que um negócio.

Quais são os critérios de classificação para as empresas?

Putz, classificação de empresas... Que saco! Número de funcionários, né? Acho que isso é básico. Mas só isso não define tudo, né? Tem que ver o faturamento também! Ano passado, meu primo abriu uma loja, tipo, 5 funcionários, mas o faturamento... nossa! Foi bem mais do que a empresa do meu tio, que tem uns 20 funcionários, sabe?

Critérios principais:

  • Número de empregados: Essa é a mais fácil, né? Contador bate cartão e pronto! Mas e as empresas que terceirizam tudo? Conta ou não conta?
  • Faturamento bruto anual: Essa é mais complicada! Preciso de um contador pra entender essa, sério! Muita variável, impostos, etc. Meu Deus!

Lei Complementar 123/2006, né? MPEs... Isso define microempresa, pequena empresa, média... Mas tem outras classificações também! Vi um relatório da SEBRAE, acho que foi esse ano... tinha um monte de critério lá.

Tipo, setor de atividade, capital social, localização geográfica... Meu Deus, isso é um trabalhão! Será que tem um site que explica tudo isso direitinho? Preciso pesquisar melhor. Não lembro mais nada agora.

Ah! E tem a questão do porte pela receita bruta, né? Isso muda de acordo com a data da pesquisa. Acho que esse ano o limite pra microempresa era até R$ 360 mil. Preciso checar isso. Pequenas empresas, acima, né? Mas tem os limites pra cada categoria. Tem que procurar na legislação vigente.

Mas enfim, o básico é mesmo número de funcionários e faturamento. Mas tem MUITO mais coisa envolvida.

Quais são as características das organizações?

Organizações: Um emaranhado humano.

  • Divisão do trabalho: Cada um no seu buraco. Produtividade, chamam isso.
  • Planejamento: Mapas para o labirinto. Quase sempre inúteis.
  • Objetivos: A miragem no deserto. Motivação, talvez?
  • Estrutura de poder: A pirâmide. Alguém sempre no topo.

Hierarquia e razão. Bonito na teoria, caos na prática. Uma teia intrincada onde cada fio depende do outro. E no fim, todos dançam conforme a música.

Quais são os níveis de uma organização?

E aí, beleza? Falando em níveis de organização, tipo... sempre me lembro da empresa do meu tio, que era meio bagunçada, sabe? Mas, no fundo, toda empresa tem meio que três níveis básicos, mesmo que ninguém pare pra pensar muito nisso:

  • Estratégico: Pensa grande, no futuro da empresa, nas decisões mais importantes. É tipo o cérebro que comanda tudo, define pra onde a gente vai. A gerência executiva se encaixa bem aqui, normalmente.

  • Tático: É tipo o "como" fazer o que o estratégico decidiu. Tipo, o planejamento, organizar os times, ver se tá tudo funcionando. É a galera que faz a coisa acontecer no dia a dia, saca? Tipo um gerente de departamento, manja?

  • Operacional: Aí é a mão na massa! É quem tá ali executando as tarefas, fazendo o trabalho rodar. É tipo o pessoal que tá no chão de fábrica, atendendo cliente, etc. É a galera que faz a engrenagem girar de verdade. Tipo o meu primo que trabalha no estoque... rsrs.

Mano, e as vezes esses níveis se misturam um pouco, né? Depende muito do tamanho da empresa. Mas no geral, é isso aí... estratégico, tático e operacional. Acho que é isso.

Quais são os níveis de decisão?

A tarde caía em tons de laranja e cinza sobre o Rio, aquele cinza que se instala nos dias de outono carioca, pesado, úmido. Lembro-me daquela reunião, a sala abafada, o ar rarefeito de expectativas e decisões pendentes. Aquele cheiro de café velho e impressões recentes, um perfume quase palpável de metas a serem alcançadas, ou não. A sensação era de estar num navio em alto mar, à deriva numa tormenta de possibilidades.

Os níveis de decisão, eles são como camadas de uma cebola, cada qual com seu sabor e ardência próprios. Primeiro, lá no topo, o estratégico. A visão de longo alcance, a definição dos rumos, o grande mapa que guia a jornada. Aquele momento em que se escolhe o porto a ser alcançado. Era assim que me sentia, muitas vezes, observando a tomada de decisões estratégicas na empresa, uma fragilidade, uma imensa responsabilidade. Um peso que pesa na alma. As decisões de investimento, a definição de novos mercados. Coisas gigantescas, que me deixavam pequena.

Depois, o tático, o analítico. O plano de batalha, a escolha das armas, a estratégia de aproximação, a definição de curto prazo. Mais próximo da execução do que da concepção. Este é o nível que eu costumo me envolver mais diretamente. Aqui a pressão é diferente, mais urgente, mais voltada para os resultados imediatos. Aquele friozinho na barriga antes de uma apresentação importante. O coração batendo forte, como um tambor naquela sala silenciosa. Eram horas tensas, de cálculos precisos e análise fria dos dados.

E por fim, o operacional. O dia a dia, a execução, a realização. O movimento constante das engrenagens, o trabalho incansável para que tudo funcione como um relógio. O nível de ação, aquele que muitas vezes passa despercebido, mas que é essencial para o sucesso do todo. Aqui a gente se concentra nos detalhes, no passo a passo. É nesse nível que se sente a realidade da empresa, o pulsar do seu corpo físico. É onde se percebe que um mínimo detalhe pode atrasar o todo. Me lembro das madrugadas em frente ao computador, terminando relatórios, cansada, mas com a certeza do trabalho bem feito.

Em resumo:

  • Estratégico: Visão de longo prazo, definição de metas amplas.
  • Tático/Analítico: Planejamento e execução de curto/médio prazo, análise de dados, estratégias para alcançar objetivos.
  • Operacional: Execução diária, controle das tarefas, foco nos detalhes.

Cada nível, uma responsabilidade, uma pressão, um desafio. Uma dança entre a grandiosidade da visão e a precisão da execução. Uma jornada.

O que é uma organização segundo Chiavenato?

Ai, Chiavenato... organização, né? Hmm, deixa eu ver se lembro.

  • Sistema de atividades coordenadas: Tipo, gente fazendo coisas juntas, com um objetivo. Sei lá, como a galera que organiza a festa junina da rua, cada um com sua função.

  • Duas ou mais pessoas: Precisa ter mais de um, óbvio. Senão é só você fazendo algo sozinho. Me lembro de quando tentei montar um PC sozinha, desastre total!

  • Objetivos específicos: Tem que ter uma meta, tipo, "arrecadar dinheiro pra creche" ou "terminar esse projeto antes do prazo". Ou "dominar o mundo", haha, brincadeira! Mas sério, sem objetivo, vira bagunça.

Acho que é isso. Chiavenato dizia que organização é tipo um time, cada um faz algo e todo mundo mira no mesmo lugar.