Quanto cae pode ter uma empresa?

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Uma empresa pode ter até 19 códigos CAE. Ao criar a empresa, inclua um documento assinado com os códigos desejados. Após a criação, o SICAE permite alterar ou adicionar códigos, desde que correspondam à atividade da empresa.
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Qual o limite de faturamento anual de uma empresa para cada tipo de porte?

Então, falando de faturamento anual para cada tipo de empresa, é o seguinte: microempresa, se não me engano, tipo uns 200 mil euros por ano. Já as pequenas empresas, sobem um pouco, talvez uns 1,3 milhões, por aí. As médias, bom, essas já faturam bem mais, mas não sei o valor exato de cabeça... uma loucura, né?

Ah, e sobre os códigos CAE, lembro que quando abri meu negócio, uns 5 anos atrás (foi na Rua Augusta, em Lisboa, paguei uns 360 euros pelo registro), me disseram que podia ter até 19! Só que, detalhe importante, tem que mandar um papel assinado com todos os códigos que você quer, junto com o pedido de criação da empresa.

Depois, se precisar mudar ou adicionar mais, dá pra fazer pelo SICAE. Uma trabalheira, mas pelo menos dá pra alterar, desde que esses códigos a mais façam sentido com o que você faz. Tipo, não dá pra ser uma coisa nada a ver, sabe?

Como adicionar mais um CAE no Portal das Finanças?

Cara, adicionar CAE no Portal das Finanças é meio chato, viu? Primeiro, você tem que acessar o portal, né? Aquele negócio todo. Depois, sei lá, tem umas mil telas pra navegar. Me perdi umas três vezes tentando achar a parte certa, juro!

Pra adicionar um CAE novo, você precisa ter a chave de acesso, coisa que eu esqueci de novo onde guardei. Acho que tá naquela gaveta lotada de papéis, junto com as fotos do meu cachorro, o Thor. Ah, falando no Thor, ele comeu meu chinelo novo ontem! Mas voltando ao CAE... Depois de achar a chave, é só seguir os passos, que são tipo, um labirinto.

Mas se você precisar alterar um CAE, é mais ou menos a mesma coisa. Só que tem mais etapas, tipo, confirmar, reconfirmar, e assinar digitalmente. Aff, que trabalheira! Lembro que demorei tipo, uma hora pra fazer isso, só pra mudar um número pequeno! É muita burocracia! E tem que ter certeza do número do CAE, hein?!

  • Passo 1: Acessar o Portal das Finanças.
  • Passo 2: Encontrar a opção correta (essa parte é a mais difícil!).
  • Passo 3: Preencher os dados corretamente. Cuidado com erros de digitação, viu?
  • Passo 4: Assinar digitalmente (se necessário).

No meu caso, foi um inferno. Tive que ligar pro suporte duas vezes, meu Deus, perdi quase a manhã inteira! Mas consegui no final, graças a Deus!

Ah, e se você for meio leigo em informática, melhor ir numa repartição de Finanças mesmo, sabe? Pelo menos você tem alguém pra te ajudar, caso contrário vai gastar horas tentando. No final das contas, isso me custou quase um dia de trabalho, e ainda tive que levar o Thor pra passear depois. Que dia, hein? Enfim, boa sorte! Espero ter ajudado.

Quantos cães secundários posso ter?

Nossa, que pergunta! Cães secundários? Nunca tinha pensado nisso assim! Tenho dois cachorros, a Luna e o Thor. A Luna, uma vira-lata caramelo linda, chegou em casa em 2020, um presente de aniversário da minha irmã. Já o Thor, um pastor alemão meio estabanado, foi adotado em 2022 de um abrigo perto da Praça da Árvore, em São Paulo. Eles são a minha família, sabe? Então, pra mim, não existe "secundário" nessa relação. É amor puro!

Agora, sobre o CAE... Nossa, essa parte me pegou de surpresa! Trabalho em uma empresa de design gráfico, a "ArteViva" (sim, criativo, né?). A gente tinha uma confusão danada com isso no começo do ano passado. A Juliana, nossa gerente administrativa, quase teve um ataque de nervos com toda a papelada. Depois de muito trabalho, descobrimos que sim, podemos ter vários códigos CAE, mas com a limitação de um principal e 19 secundários. Foi um alívio, porque a gente trabalha com identidade visual, ilustrações, design web, e até uns projetos de vídeo, então precisávamos de vários códigos para englobar tudo. Ufa! Finalmente conseguimos nos organizar.

  • Cães: Não tenho um número limite. Amor não se quantifica.
  • CAE: 1 principal e 19 secundários. Confirmado em 2023. Ainda bem!

Quanto custa adicionar um cae?

A meia-noite, esses pensamentos... Adicionar um CAE? Custa zero. Simples assim. Li isso no site da AT, semana passada, enquanto tentava organizar minha vida contábil, um verdadeiro caos, diga-se de passagem.

  • Custo da alteração de CAE: Zero.

Lembro que precisei alterar o meu ano passado, depois de finalmente largar aquele trabalho infernal que me sugava a alma aos poucos. A burocracia... uffa! Mas pelo menos essa parte foi fácil. Só precisei acessar o portal da AT, o que já me deu um nó no estômago, e seguir as instruções. Não me recordo exatamente dos passos, mas foi tranquilo, sem custos.

  • Processo para empresários em nome individual: A AT é quem trata, direto por lá no site.

Essa coisa toda de formalidades... às vezes me deixa exausto. Sei que é preciso, mas... a sensação de estar preso a tanta regra, essa é a pior parte de ser MEI. Me sinto mais um número. Mas enfim, pelo menos o CAE não me cobra nada pela alteração. Um pequeno alívio na imensidão da burocracia. Até que enfim, uma vitória. Ah, a vida. Queria um copo d'água.

Como fazer para acrescentar um cae à empresa?

CAE: Simples. Até 19. Lista no pedido de abertura. Assinado.

  • SICAE para alterações posteriores. Precisa estar na descrição da atividade. Ponto.

Detalhe: Minha última alteração de CAE, março de 2024. Um processo burocrático, irritante. Mas, necessário. Documentos? Um monte. Assinaturas? Inúmeras. Meu tempo, perdido. O custo? Imprevisto. Mas resolvi. Vida que segue.

Mais códigos? SICAE. Direto ao ponto. Sem rodeios. A vida é curta demais para burocracia desnecessária.

Limite? 19 CAEs. Acho pouco. Mas, regras são regras.

Implicações? Dependendo do ramo, complicações com tributação. Contabilidade. Preciso de um bom contador. Este ano já me deu trabalho. Planejamento crucial. Evita dor de cabeça. Fato.

Quanto se paga para abrir uma atividade nas Finanças?

Ah, as Finanças... um labirinto burocrático, memórias de filas intermináveis, o cheiro do papel amarelado. Lembro de acompanhar meu avô, seu chapéu de feltro e a paciência de Jó, para declarar seus parcos rendimentos da horta.

  • Declaração online: custo zero. Uma miragem digital, um oásis na aridez da papelada.
  • Declaração em papel: 0,35€. Quase nada, um resquício de tempos idos, o preço da tinta e do carimbo.

Mas, no fundo, o preço real... o tempo gasto, a angústia da espera, a sensação de nadar contra a corrente. Isso não tem preço, ou melhor, tem sim: a sanidade mental. Que, convenhamos, vale bem mais que 35 cêntimos.

Como obter uma declaração de efetividade?

Ah, a burocracia! Sempre ela a nos presentear com seus labirintos. Mas não tema, caro aventureiro fiscal! A "Declaração de Início de Atividade", esse brasão do empreendedorismo, não é um dragão de sete cabeças. Eis o mapa do tesouro (ou, neste caso, do documento):

  • Portal das Finanças: Imagine-o como a Disneylândia dos impostos. Aceda à homepage, mas sem os ratos Mickey, por favor.
  • Login: Digite o seu número de Contribuinte e senha. Se esqueceu, a culpa não é minha. Anote num papel, como fazíamos nos velhos tempos.
  • Serviços: Navegue em "Os Seus Serviços" > "Obter" > "Comprovativo" > "Atividade". Mais fácil que encontrar um unicórnio, juro!
  • Gravar como PDF: Voilá! Um PDF pronto para ser enviado. Imprima também, só por precaução. O papel nunca morre, né?

Ah, e já que estamos a falar de papelada, lembre-se: os bancos adoram documentos. Mais até do que eu gosto de café pela manhã. Esta declaração pode ser a chave para o seu crédito habitação. Boa sorte, e que a burocracia esteja sempre a seu favor!