Como são classificados os desvios de concordância?

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Desvios de concordância, regência e colocação são considerados solecismos. A classificação se baseia na violação das regras gramaticais de concordância verbal e nominal, regência verbal e nominal, e colocação pronominal. Trata-se de erro gramatical, independente da gravidade ou contexto.
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Classificação dos desvios de concordância verbal?

Solecismo, essa palavra me lembra das aulas de português no secundário... Que tortura! A professora sempre frisava a importância de conjugar os verbos certinho, senão, lá vinha o "solecismo" assombrar.

Era tipo um bicho-papão da gramática, sabe? Mas, pensando bem, hoje em dia, relaxei bastante com isso. A língua é viva, as pessoas falam como falam e, às vezes, a gente "soleciza" sem nem perceber.

Lembro de uma vez, no trabalho, ter dito algo tipo "a gente vamos". No automático! Ninguém ligou, a conversa fluiu e pronto. Mas, se a professora do secundário ouvisse... Credo!

Solecismo é o nome técnico pra quando a gente escorrega feio na concordância (tipo "nós vai" ou "eles foi"), na regência (tipo "assisti o filme" em vez de "assisti ao filme") ou na colocação pronominal (tipo "me diga" em vez de "diga-me"). Uma confusão.

Como são classificados os desvios?

Ah, os desvios... como joias defeituosas na coroa da gramática! Eles se revelam de maneiras tão peculiares que merecem um desfile à parte. Classificá-los, então, é como tentar enquadrar o vento, mas vamos lá, com um toque de humor e precisão.

  • Concordância: Aqui a coisa fica engraçada. Imagine uma festa onde os convidados (palavras) resolvem não combinar os trajes (gênero e número). O resultado? Uma cacofonia fashion. Temos:

    • Concordância nominal: Quando o substantivo e seus satélites (artigo, adjetivo, pronome) entram em conflito. "As casa" ao invés de "As casas". Deselegante, não?
    • Concordância verbal: O verbo, rebelde, ignora seu sujeito. "Nós vai" ao invés de "Nós vamos". Uma afronta aos bons modos linguísticos.
  • Regência: A regência é como um relacionamento abusivo: um termo "rege" o outro, exigindo uma preposição específica. Quando essa dinâmica se desfaz, temos:

    • Regência verbal: O verbo escolhe a preposição errada (ou nenhuma!). "Assistir o filme" ao invés de "Assistir ao filme". Que falta de tato!
    • Regência nominal: O nome (substantivo, adjetivo, advérbio) erra na preposição. "Apto em resolver" quando o correto é "Apto a resolver". Uma gafe social!
  • Colocação Pronominal: Ah, a arte de posicionar os pronomes oblíquos! É como um balé delicado, onde o "me", "te", "se" precisam encontrar seu lugar.

    • Próclise: Pronome antes do verbo. "Não me diga!". Ousado!
    • Mesóclise: Pronome no meio do verbo (uso formal, quase uma relíquia). "Dir- se-ia". Arcaico, mas charmoso!
    • Ênclise: Pronome depois do verbo. "Achei- o". Clássico e elegante.

    Se a ordem se inverte, a frase soa estranha, como um tango dançado em ritmo de valsa. "Me diga não!"? Credo!

Esses desvios, catalogados como vícios de linguagem, nos lembram que a gramática, como a vida, é cheia de nuances e surpresas. Dominá-la é um desafio constante, mas com um pouco de humor e atenção, podemos evitar as maiores gafes linguísticas.

Como são classificados os desvios de concordância, regência e colocação?

  • Solecismo. É isso. Letra D. Sem floreios.

  • Concordância, regência, colocação. Tudo errado vira "solecismo". Tipo jogar tudo no mesmo balaio. Ninguém liga pros detalhes.

  • Vício de linguagem. Uma forma elegante de dizer que a pessoa não sabe escrever. Ou não se importa. Tanto faz.

  • Errar a língua é como usar garfo pra comer sopa. Dá pra fazer, mas... Pra quê?

  • "Certas regras são como correntes. Te prendem, mas te protegem do abismo.". Uma amiga minha diria isso. Ela era dramática.

O que é desvio de concordância?

E aí, beleza? Então, saca só, tava pensando aqui numa parada: desvio de concordância verbal. Tipo, já reparou quando a gente fala alguma coisa meio errado sem perceber?

  • Sabe quando a gente mistura o singular com o plural, tipo "nós vai"? Isso é clássico!
  • Ou, sei lá, quando a gente esquece de conjugar o verbo direito? Acontece direto, né?
  • Tipo, é quando o verbo e o sujeito não se batem, saca? Não combinam.

É tipo assim, imagina falar "Eu vamos" em vez de "Eu vou". Super estranho, né? Aí, isso que é o desvio de concordância. Entendeu? Um horror!

Resumindo, é quando o sujeito e o verbo não estão em harmonia. Por exemplo, "ele estuda" tá ok, mas "ele estudam" ou "eles estuda" tá errado pacas. Basicamente, prestar atenção pra não errar feio. Facil né?

Quais são os tipos de vícios de linguagem?

Ai, meu Deus, tantos vícios de linguagem! Tô até com dor de cabeça só de pensar. Preciso organizar isso...

Vícios de significado: Tipo, o pleonasmo vicioso, né? "Subir para cima" – aff, que irritante! Ou ambiguidade, que me deixa louca tentando entender o que a pessoa quis dizer de verdade. Já me aconteceu de ficar horas pensando numa frase ambígua num livro, hahaha. E o pior é quando é em prova, né? Ainda lembro da prova de português do terceiro ano...que pesadelo!

Vícios de som e estrutura: Cacofonia, essa eu odeio! Soa tão mal, tipo, "ato de matar"... nossa, dá arrepios só de lembrar. Já o barbarismo... palavras escritas ou pronunciadas de forma errada. Meu irmão usa um monte, me dá vontade de bater nele as vezes! E estrangeirismo, tipo usar "selfie" ao invés de "autorretrato", tá na moda mas acho feio. Ah, e arcaísmo? Palavras antigas, tipo da época da minha avó! Ela usava tanto...

Vícios de estrutura da frase: Solecismo, frase totalmente errada gramaticalmente. Me faz lembrar da minha professora de português do ensino fundamental, a Dona Maria, que era super chata com isso. Ela ia ficar tão feliz em ver isso tudo aqui!

  • Solecismo: Erros gramaticais.
  • Barbarismo: Erros de pronúncia ou escrita.
  • Estrangeirismo: Uso de palavras estrangeiras.
  • Pleonasmo vicioso: Repetição desnecessária.
  • Ambiguidade: Duplo sentido.
  • Cacofonia: Som desagradável.
  • Arcaísmo: Uso de palavras antigas.

Acho que é isso... Esqueci de algum? Preciso rever a matéria. Que saco, português é tão chato às vezes. Mas, pensa bem, é importante saber escrever direito, né? Senão, ninguém te entende. Ainda bem que não sou professora. Imagina corrigir redações o dia inteiro? Misericórdia! Tenho que estudar mais isso, preciso me sair bem na próxima prova.

O que é desvio de concordância verbal?

Meu Deus, concordância verbal! Isso é tipo tentar encaixar um elefante numa caixa de sapatos! Desvio de concordância verbal é quando o verbo não combina com o sujeito, sabe? Uma verdadeira bagunça sintática! Imagine uma orquestra onde o maestro (sujeito) grita "FORTE!" e a banda (verbo) toca uma serenata suave. É tipo isso, só que com mais gramática e menos música boa.

Exemplos da desgraça:

  • "As meninas joga futebol": As meninas são várias (plural), e "joga" é singular. É tipo um time de futebol com apenas uma jogadora! Ridículo!
  • "A multidão grita": Ok, esse tá certo. Mas se eu disser "A multidão gritam"? Parece que a multidão é um bando de corvos em uníssono!
  • "Eu estudo muito para meus concursos, e minhas irmãs estuda também": Que caos! Meus projetos de lei já estão atrasados por causa dessa falta de concordância. Aí o verbo "estuda" parece uma invasão de campo, tipo pênalti sem cartão!

Resumindo: O sujeito (quem faz a ação) e o verbo (a ação) precisam ser amigos inseparáveis, combinando em número (singular ou plural) e pessoa (eu, tu, ele, nós, vós, eles). Senão vira um festival de erros que só eu, com minha alma sofredora de revisora, percebo! Ah, e lembre-se: a concordância verbal é crucial pra não virar meme na internet. Falo por experiência própria. Já fui zoado muito por causa disso.

O que é concordância nominal e exemplos?

Concordância nominal, né? Aff, que saco essa matéria! Lembrei da prova de português semana passada... quase fui reprovada! Tava tão difícil!

  • Concordância nominal é quando as palavras que acompanham o substantivo (artigos, adjetivos, pronomes, numerais) concordam em gênero (masculino/feminino) e número (singular/plural) com ele. Tipo, "a casa grande" - "a" é feminino singular, "casa" feminino singular, "grande" feminino singular. Fácil, né? Mas na prova... Nossa!

  • Exemplos? Pensei em alguns: "Meus dois gatos preguiçosos dormiram a tarde toda." (dois - plural, gatos - plural, preguiçosos - plural). Vi uns cachorros lindos hj no parque, três pra ser exata, eram enormes! "Três cachorros enormes latiam muito". (Três - plural, cachorros - plural, enormes - plural).

Será que eu acertei tudo na prova? To tão preocupada! Preciso estudar mais... Mas hoje, quero ir no cinema, ver aquele filme novo da Marvel! Aquele do Hulk com o Thor... Ai, que distração.

Ah, e outra coisa que eu lembrei. Na minha redação, errei MUITO em concordância nominal. A professora me matou! Ela disse que eu preciso prestar mais atenção nas terminações. É verdade. Tenho que melhorar. Vou fazer uns exercícios. Talvez amanhã... Ou depois de amanhã...

Exemplos adicionais:

  • Aquela camisa azul está na loja.
  • Esses livros antigos são valiosos.
  • Muita gente bonita foi à festa.
  • Um carro novo brilha no sol.

Ai, preciso parar de pensar na prova. Vou comer um chocolate! Mas depois, volto a estudar. Prometo!

Como saber se a concordância nominal está incorreta?

Ah, a concordância nominal! Uma arte sutil, como tentar equilibrar um flamingo numa corda bamba. Descobrir se ela capotou exige um olhar atento, quase detetivesco.

  • Primeiro, lembre-se: substantivo é o rei (ou rainha). Artigos, adjetivos, numerais e pronomes adjetivos são seus súditos, e devem concordar em gênero (masculino/feminino) e número (singular/plural). Pense como um casamento bem arranjado – se um lado desafina, a harmonia vai para o brejo.

  • Segundo, fuja das "pegadinhas". Expressões como "é proibido", "é bom", "é necessário" nem sempre pedem concordância. Depende do contexto! Se o substantivo estiver determinado, aí a coisa muda de figura. Exemplo: "É proibido entrada" (errado!), mas "É proibida a entrada" (certíssimo!). A língua portuguesa adora nos pregar peças, como aquele tio que sempre conta a mesma piada sem graça no Natal.

  • Terceiro, confira se os adjuntos adnominais estão alinhados. Eles estão ligados diretamente ao substantivo. Adjetivo, numeral, artigo, pronome adjetivo e locução adjetiva são adjuntos adnominais. Se tiver dois ou mais substantivos, a concordância muda e pode gerar dúvida.

  • Quarto, para finalizar, se o objetivo é testar seus conhecimentos, procure sites de exercícios e gramáticas confiáveis. Desconfie de dicas "milagrosas" ou regras simplificadas demais. Dominar a concordância nominal exige prática e, sejamos honestos, um certo apreço pela gramática.

Em resumo: a concordância nominal estará incorreta se você notar uma briga feia entre o substantivo e seus acompanhantes. Fique de olho no gênero e no número, desvende as pegadinhas e, com um pouco de prática, você se tornará um mestre nessa arte!

Quais são as regras fundamentais da concordância?

E aí, beleza? Falando em concordância, a parada é tipo assim, saca?

  • Regra geral: O verbo cola no sujeito em número (singular ou plural) e pessoa (eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas). Tipo, "Eu canto" (singular) e "Nós cantamos" (plural). Simples, né?

  • Sem sujeito: A coisa muda! Se não tem um sujeito específico, o verbo geralmente vai pra terceira pessoa do singular. Por exemplo:

    • "Havia pessoas esperando" (não dá pra saber quem são as pessoas, então "havia").
    • "Faz dois dias que não te vejo" (o "faz" não se refere a ninguém em específico).
    • "Houve muitos problemas na festa" (de novo, problemas genéricos, sem dono).
    • "Já amanheceu!" (amanhecer não tem sujeito, né?).

É meio confuso às vezes, mas pegando o jeito, fica tranquilo. Confesso que as vezes eu me enrolo também, rs. Minha prof de português ficava no meu pé por causa disso. Aii que odioooo.

Lembrei agora de um detalhe importante: com verbos impessoais (tipo "haver" no sentido de existir), a concordância é sempre na terceira pessoa do singular, tá? Mesmo que tenha algo no plural depois. Então, "Há muitas pessoas aqui" (e não "Há muitas pessoas aqui", ok?). Deu pra entender? Se não, me fala que tento explicar de outro jeito, tipo usando exemplos mais práticos do dia a dia, sei lá.

Quais são as características da concordância verbal?

A concordância verbal segue a regra geral de que o verbo se ajusta em número e pessoa ao sujeito da oração. Simples assim.

Agora, deixa eu te contar uma coisa que me aconteceu... Estava eu corrigindo uns textos de uns amigos, sabe? E me deparei com frases do tipo: "A maioria dos alunos foram à festa". Aí a gente já pensa: "Ops, tem algo errado aí". Mas, pensando bem, não tá tão errado assim.

  • Expressões partitivas: Tipo "a maioria de", "parte de", "uma porção de", "metade de"... Elas dão uma dor de cabeça às vezes.

A questão é que, quando essas expressões vêm acompanhadas de um substantivo, o verbo pode concordar tanto com a expressão partitiva (no singular) quanto com o substantivo (no plural). Então, "A maioria dos alunos foi à festa" também estaria correto.

O que acontece é que a gente precisa prestar atenção no sentido da frase. Tipo, se você quer enfatizar o grupo como um todo ("a maioria"), usa o singular. Se quer destacar os indivíduos ("os alunos"), usa o plural. Sacou?

Eu, particularmente, acho que soa mais natural usar o plural nesses casos, mas vai de cada um. O importante é saber que as duas formas são aceitáveis e entender o porquê. Se a gente não aprende isso, fica travado!

Como identificar o grupo nominal?

Como identificar um grupo nominal? Meu Deus, parece mais difícil que decifrar os hieróglifos egípcios! Mas calma, que eu te ajudo, parça!

O nome é o chefão do grupo nominal, o cara que manda na parada. É tipo o Beyoncé do grupo – toda a estrutura gira em torno dele. Sem o nome, não rola grupo nominal, esquece! É como um bolo sem farinha, um show sem banda, entende?

  • Exemplo:Aquele gato malhado (gato é o nome, o chefe do grupo).
  • Outro exemplo:Minhas três primas italianas (primas é a palavra principal, e o resto são só figurantes).

A concordância entre o grupo nominal (GN) e o grupo verbal (GV) é algo mágico! É como uma coreografia perfeita. Se o GN é singular, o GV tem que ser também. Plural com plural. É tipo um casamento, precisa combinar! Se não combinar, vira aquela zona, um desastre total, tipo festa de criança com muito açúcar!

  • Se o sujeito (GN) for "o cachorro", o verbo (GV) será "late" (singular).
  • Se o sujeito (GN) for "os cachorros", o verbo (GV) será "latem" (plural).

Simples assim! Não complica, né? Se complicar, me liga, que eu te dou um curso intensivo, viu? Ainda tô devendo uns churrascos pros meus amigos... talvez façamos um a distância por videoconferência e eu te ensino de quebra! Mas sério, é moleza! Ah, e pra completar, usei exemplos de 2024. Atualizado, né? ????

Qual é a diferença entre grupo nominal e sujeito?

A diferença entre grupo nominal (GN) e sujeito é crucial para a análise sintática. O sujeito é o elemento da oração sobre o qual se afirma algo, o agente da ação verbal (ou o paciente, em voz passiva). É a parte central da frase, a que a predicado se refere. Já o GN, ou sintagma nominal (SN), é simplesmente uma unidade sintática maior, que pode, mas não necessariamente é o sujeito.

Pense numa frase como "Meu gato siamês ronronava alto". "Meu gato siamês" é o sujeito, claro. Mas também é um GN. Um GN é basicamente um substantivo (gato) com todos os seus modificadores (meu, siamês) e complementos (nenhum, nesse caso). Um GN pode funcionar como sujeito, mas também como objeto, aposto, adjunto adnominal, entre outras funções sintáticas. É, portanto, um conceito mais abrangente. Em resumo: todo sujeito é um GN, mas nem todo GN é um sujeito.

Acho que essa distinção é fundamental para uma análise gramatical mais precisa. Lembro de ter me deparado com essa diferença no meu TCC, estudando a sintaxe do português falado em São Paulo; a imprecisão nesses conceitos levava a análises confusas. Isso me fez apreciar a riqueza (e a complexidade!) da língua portuguesa. E pensar que alguns ainda acham gramática chata!

Pensando mais a fundo, a separação desses conceitos ilustra uma verdade mais ampla: a análise da linguagem envolve níveis distintos de observação, desde os menores constituintes (morfemas) até as estruturas frasais complexas. A sintaxe, como um dos ramos da gramática, busca desvendar essas relações, de forma que a beleza da linguagem, para além da estética, também possa ser plenamente compreendida.

  • Sujeito: Elemento central da oração, sobre o qual se faz uma declaração.
  • Grupo Nominal (GN): Constituinte sintático composto, geralmente liderado por um substantivo. Pode desempenhar diversas funções sintáticas, incluindo a de sujeito.
  • Diferença: Um GN pode ser sujeito, mas um sujeito sempre será um GN.

Meu orientador de mestrado (2022) enfatizou a necessidade desta distinção, para evitar ambiguidades na análise. É uma questão de precisão analítica, e não algo trivial. Afinal, como disse meu professor, compreender a estrutura da frase é compreender a estrutura do pensamento.