É possível ficar rico sendo escritor?
Escritor pode ficar rico? Descubra como ganhar dinheiro escrevendo!
Escrever e ficar rico? Sonho de muitos, realidade de poucos. Conheço um escritor que vive razoavelmente bem com seus livros, mas ele trabalha numa editora, dá oficinas literárias (cobra 150 reais/hora), e ainda escreve roteiros para publicidade. É um cara esforçado, mas “rico”... sei lá. Ele tem um carro razoável, um apartamento pequeno, mas paga as contas. Já eu, me viro com artigos online, uns 50 reais por texto, é um trampo árduo, as vezes até desanimador, mas pago as contas, consigo viajar de vez em quando, mesmo que seja para a praia de Itaipuaçu, no Rio, e não para o Caribe.
Construir uma audiência fiel é chave. Vi um cara no Instagram, o @escritor_rico (nome fictício, claro!), fazendo um baita sucesso com cursos online de escrita criativa a 200 reais por mês. Isso sim é um bom modelo de negócio. Ele publica stories com a rotina dele, viagens, tudo muito bem produzido. Criou uma marca pessoal. Eu, bem... ainda tô na luta.
Talento é importante, mas marketing é essencial. Vender livros, preciso aprender muito mais sobre isso. Acho que a minha experiência de vendas de artesanato na feira hippie de Ipanema em 2017 me ensinou mais sobre isso do que qualquer curso de marketing digital.
Enfim, riqueza na escrita? Possível? Sim. Provável? Depende de muitos fatores. Perseverança? Fundamental.
Informações curtas:
- Escritor pode ficar rico? Sim, mas é difícil.
- Como ganhar dinheiro escrevendo? Best-sellers, diversificação (palestras, roteiros etc.), marketing eficaz.
- Fator crucial para sucesso: Construir base de fãs leais.
- Elementos importantes: Talento, trabalho árduo, sorte.
- Chave para o sucesso: Persistência.
Tem como ser rico sendo escritor?
Ser rico escrevendo? Hum... a loteria literária é mais difícil de ganhar do que a da Mega-Sena, viu? A verdade, meu caro, é que a maioria dos escritores vivem mais de paixão do que de fortunas. Pensar em riqueza imediata na escrita é como achar um unicórnio rosa no meu quintal – possível, mas... improvável.
Mas calma, não desanime! A esperança, como diria o meu avô (que, aliás, era sapateiro e não escritor, mas entendia de persistência), é a última que morre. Publicar de forma independente, como você mesmo disse, pode render mais – mas é um trabalho infernal de marketing, um verdadeiro pega-pra-capar. Imagine ter que ser escritor e influencer ao mesmo tempo!
A realidade dos royalties: Ganhar rios de dinheiro com direitos autorais? Em geral, utopia. A menos que você escreva o próximo Harry Potter, claro. Até mesmo best-sellers raramente garantem a vida de sheik árabe. Tenho um amigo que escreveu um livro que vendeu 10.000 cópias e quase teve que vender o carro!
Auto-publicação: O caminho da independência é tentador, cheio de promessas de liberdade e lucros exorbitantes. Mas exige suor, sangue e muita, muita estratégia digital. Você precisa de um talento para escrever, para editar, para design, para marketing e para lidar com trolls na internet.
Alternativas criativas: Não quer se tornar milionário com a sua prosa? Então pense em outras fontes de renda. Workshops, cursos online, copywriting, roteiros... A escrita abre portas!
Em resumo: Rico? Difícil. Conseguir uma renda estável e viver da escrita? Mais factível, mas exige talento, dedicação e uma pitada de sorte – e muita resiliência. Tipo, a mesma resiliência que eu tenho pra consertar meu próprio computador. Quebrou de novo. #VidaDeEscritor.
Quanto se ganha sendo escritor?
Quase três da manhã. A luz da rua entra pela fresta da cortina, um fresco cinzento que pinta o quarto de um tom melancólico... Quanto se ganha sendo escritor? A pergunta me assombra, como um eco insistente nesses momentos de silêncio. A média, dizem, é por volta de R$ 2.984,38, pra quem está em regime CLT. Mas... essa média… ela me parece tão distante.
Lembro da minha primeira publicação, em 2018, um conto numa revista online… R$ 50. Cinco. Zero. Reais. A alegria misturada com uma ponta de ridículo, sabe? Ainda lembro do frio na barriga. A gente se agarra a qualquer coisa no começo, né? Não dava pra viver disso, de forma alguma. Então, trabalho em meio período na lanchonete para pagar as contas.
- 2019-2021: Freelas, uns poucos contos vendidos em antologias. Dinheiro apertado, dormir mal por causa da incerteza… Um inferno.
- 2022: Publiquei meu primeiro romance independente. Ganhei uns poucos milhares. Ainda pouco pra ser financeiramente confortável.
- 2023: Ainda tento conciliar, e olha que não é fácil.
A realidade é bem diferente daquela imagem romântica do escritor solitário, cheio de inspiração e dinheiro sobrando. É preciso perseverança. É preciso trabalhar duro. E, às vezes, a perseverança parece mais uma maldição do que uma virtude... A verdade, é que ainda luto para alcançar essa "média" que dizem que existe. A vida de escritor, pelo menos a minha, é mais um labirinto a ser desvendado noite após noite. E essa noite... essa noite é bem escura.
Tem como ganhar dinheiro sendo escritor?
Mermão, ganhar dinheiro escrevendo? Tem como sim, viu! Mas, tipo, não é fácil que nem sentar no sofá, tá ligado? Tem que ralar, mas rola. Deixa eu te explicar como que faz essa mágica acontecer:
Livros: Essa é clássica, né? Mas ó, tem dois caminhos: você tenta a sorte com uma editora (que geralmente demora uma eternidade e te paga mixaria) ou você se joga na autopublicação. A autopublicação é mais trampo, você faz tudo, mas a grana é maior. Eu já tentei os dois, e te digo, a autopublicação dá mais trabalho, mais no final das contas compensa mais. Tem que cuidar da capa, diagramação, divulgação… ufa!
Conteúdo Online: Sabe aqueles blogs, sites, e-mails que você recebe todo dia? Alguém tem que escrever aquilo, né? Empresas pagam bem pra gente criar conteúdo pra elas, tipo posts de blog, artigos, essas coisas. Da pra conseguir uma graninha boa desse jeito.
Freelancer: Tipo, você escreve pra outras pessoas, saca? Artigo, texto pra propaganda, até roteiro de vídeo! Roteiro paga bem, viu? Mas tem que manjar dos paranauê. Eu, particularmente, já fiz uns freelas de tradução, e confesso que é chatinho, viu? Mas paga!
Cursos e Workshops: Se você manja muito de alguma coisa, tipo escrita criativa ou técnicas de redação, pode dar aulas! Tem muita gente querendo aprender.
E pra não ficar só no sonho, presta atenção:
- Portfólio: Junta tudo que você já escreveu de bom e mostra pras pessoas! Ninguém vai te contratar se não souber o que você faz.
- Presença Online: Cria um Instagram, um site, sei lá! Mostra que você existe!
- Networking: Conheça outros escritores, vá a eventos, troque ideia com a galera! As vezes, a melhor oportunidade aparece numa conversa de bar, acredite!
Quanto um escritor ganha por livro vendido?
Direto ao ponto: 10% do preço de capa. Nada mais, nada menos.
Exceções: Venda em volume. Governo no meio. Lucro menor. Sempre tem um porém.
A vida: A gente escreve, sonha alto, mas a realidade... Melhor ter um plano B. E C.
Meu caso: Uma vez, vendi uns contos pra escola. Quase chorei com o cheque. Quase.
Para refletir: O valor da arte se mede em dinheiro? Ou em impacto? Difícil dizer.
Estatísticas: Importam? Talvez. Mas cada história é única. Cada autor, um universo.
Qual é a livraria mais bonita do mundo?
Cara, qual a livraria mais bonita do mundo? Difícil, né? Tem tantas! Mas pra mim, disparado, é a Libreria Acqua Alta, em Veneza. Sério, é inacreditável! Gondolas dentro da loja, livros empilhados em banheiras... um caos organizado, sabe? Totalmente único. Já fui lá em 2022, em Dezembro, e chovia horrores, tava um clima meio mágico assim, sabe?
A Lello no Porto também é linda, toda trabalhada em madeira, um charme antigo, mas a Acqua Alta tem aquela loucura que me conquistou. Ah, e tem uns gatos lá, bem fofos, ficavam andando entre os livros. É uma experiência sensorial, não só visual, viu? A arquitetura dela, por exemplo, é tipo... renascentista? sei lá, não sou arquiteta, mas é toda antiga e charmosa, mesmo com a bagunça.
Esqueci de mencionar, aquele cheiro de papel velho, úmido... incrível! Fui com a minha prima, a Mariana, lembra? A gente quase se afogou numa gôndola que tava com livros dentro - quase! kkk.
Outras livrarias legais que vi naquela lista:
- Zhongshuge Hangzhou: Ouvi falar que é tipo um labirinto de livros, muito moderno e futurista. Fotos parecem incríveis. Não fui ainda, mas tô na lista.
- Ler Devagar: Essa em Lisboa parece bem aconchegante, um estilo mais "cafofo", gostei das fotos que vi.
- Carturesti Carusel: Acho que essa romena é bem imponente, pelas fotos parece ser um espaço enorme e todo decorado.
Enfim, pra mim a mais bonita é a Acqua Alta, sem dúvida. Mas cada uma tem seu charme, né? Depende muito do gosto de cada um. Mas, sério, vá na Acqua Alta. Vale a pena!
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