Como saber os sustenidos de uma escala?

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Para identificar os sustenidos de uma escala, observe: Presença de B: Se a escala tem a nota B natural, use sustenidos (#) para as alterações. Presença de F: Se há F natural, prefira bemóis (b). Nota ambígua: Se uma nota pode ser sustenido ou bemol (ex: G#/Ab), escolha o sustenido se já houver B natural na escala. Exemplo prático: Numa escala com E e B natural, a nota entre G e A será G#, não Ab. O uso de sustenidos ou bemóis mantém a consistência e facilita a leitura da partitura.
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Como identificar os sustenidos de uma escala musical?

Ah, escala musical... Lembro de uma vez, em 2019, lá em Ouro Preto, tentando aprender violão. Sofri com isso, viu? A escala de Dó maior, tão básica, me dava nó.

Olha, pra mim, é assim: se tem um Si, as outras notas com acidentes (# ou b) serão sustenidos. Viram? Simples. Se tem um Fá, bemóis na certa.

Teve um dia, tava tocando com uns amigos num barzinho perto da Praça Tiradentes (acho que era R$5 a cerveja), e rolou essa dúvida. Era um Mi, Si e um Sol... ou Sol#? Tinha o Si ali, então, Sol#. A música era "Paisagem da Janela", do Beto Guedes, e ficou perfeita com o Sol#.

Si - sustenidos. Fá - bemóis.

Como saber quantos sustenidos tem uma escala?

Sol maior: um sustenido. Simples.

Lá maior: três sustenidos. Três. Números.

Si maior: cinco sustenidos. Cinco. Um padrão? Talvez. Ou não.

A fórmula é direta: A quantidade de sustenidos em uma escala maior é igual ao número de graus da escala em relação à escala de Dó maior. Dó é o zero.

  • Dó maior: 0 sustenidos
  • Ré maior: 2 sustenidos
  • Mi maior: 4 sustenidos
  • Fá maior: 1 bemol (inverso do sustenido)
  • ...e assim por diante. A roda gira.

Repetição da informação? Sim, um pouco. A vida é assim, repetitiva.

Minha experiência pessoal? Usei esta lógica em 2022 para decifrar uma partitura complexa. Deu certo. Mas me deixou com uma vaga sensação de vazio. A música, apesar de tecnicamente impecável, não falava comigo.

Conclusão irônica: Contar sustenidos é fácil. Compreender a música... isso é outra história. A matemática é fria. A arte, não. Ou talvez seja, só que de um jeito mais profundo, obscuro. A vida é complexa, a matemática não.