É um exemplo de prosódia?

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Não. A questão trata de acentuação tônica, que é um elemento da prosódia. Prosódia engloba ritmo, entonação e ênfase, além da sílaba tônica. Dizer NÓbel em vez de noBEL é um erro de acentuação, uma silabada, consequência de uma incorreção prosódica. A prosódia envolve mais que a simples localização da sílaba tônica.
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A pergunta era se isso é um exemplo de prosódia. E não, não é bem assim, né? É mais uma questão de acento tônico. O que, pensando bem, é um pedacinho da prosódia, sim. Mas tipo… só um pedacinho. Prosódia é muito mais ampla! É ritmo, é a música da fala, a entonação, a ênfase que a gente dá… Lembra da minha tia Cida? Ela sempre falava "CAfé" com a força toda no "CA". A sílaba tônica, o tal acento, é parte disso tudo. Mas a prosódia… ah, a prosódia vai além. Dizer "NÓbel" ao invés de "noBEL", por exemplo – clássico, né? – É errar o acento, dar uma bela silabada. Uma escorregada prosódica, digamos. Mas veja bem, a prosódia não se resume só a isso. É muito mais. Imagina… a gente até consegue entender alguém que troca o acento às vezes. Mas e se a pessoa fala tudo monótono, sem ritmo nenhum, tipo um robô? Entenderia? Difícil, né? Acho que esses estudos sobre comunicação, sei lá… vi uma vez que tipo 70% da comunicação é não verbal. Não lembro onde vi isso, mas deve ser por aí. Bom, acho que dá para entender, né? Prosódia é a alma da fala, não é só a sílaba forte.