O que não faz parte de gêneros orais?

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Gêneros orais são essencialmente falados, diferentemente dos escritos. Portanto, o que não faz parte deles são elementos visuais fixos como: imagens, diagramas, elementos gráficos. A escrita, por sua vez, pode ser vista em gêneros como notícias, relatórios, poemas. Gêneros orais incluem conversas, palestras, debates.
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Quais elementos NÃO pertencem aos gêneros orais na comunicação?

Na real, o que NÃO entra nos gêneros orais? Hum... Deixa eu pensar, porque a gente fala tanta coisa, né?

Pra mim, tudo que é escrito, tipo bula de remédio (odeio ler!), contrato de aluguel (que dor de cabeça!), ou aquele e-mail chato do trabalho, fica de fora.

A diferença é gritante. A gente gesticula, modula a voz, usa pausas dramáticas quando fala. Escrever é mais formal, regrado. Lembro de uma apresentação na faculdade em 2015, gaguejei horrores, mas no papel tava tudo lindo!

Gêneros orais: Conversa de bar com os amigos (essencial!), debate político na TV (tenso!), palestra motivacional (às vezes funciona).

Gêneros escritos: Romance de Machado de Assis (clássico!), receita de bolo da avó (insubstituível!), posts de blog (como este!).

Informações rápidas:

  • O que NÃO é gênero oral? Textos escritos, formais, como contratos, livros e documentos oficiais.
  • Exemplos de gêneros orais: Conversas informais, entrevistas, debates, apresentações.
  • Exemplos de gêneros escritos: Cartas, e-mails, artigos, livros, posts de redes sociais.

O que são textos orais exemplos?

Às três da manhã, a cabeça cheia de coisas... textos orais, né? É estranho pensar nisso agora. São palavras que vivem só no ar, desaparecem assim que ditas. Lembro daquela apresentação de história, no terceiro colegial. Tão difícil, suando frio, as mãos tremendo. A professora, a Srª. Helena, olhando com aquela expressão... impenetrável.

  • Apresentação de História: Falei sobre a Revolução Francesa, meio que gaguejei no começo, mas fui melhorando. Acho que até a Srª. Helena gostou.

É diferente de escrever, sabe? Escrever você pode apagar, revisar. Falar... é só um rio, correndo. Sem volta.

Exemplos mais comuns que me vêm à cabeça:

  • Conversas no dia-a-dia: aquela conversa com a minha avó, sobre a colheita ruim desse ano. Ela sempre falava com tanta sabedoria, pena que eu não gravei.
  • Discurso do meu chefe: naquela reunião de fim de ano. Era cheio de jargões e números... me deixou meio perdido.
  • Entrevistas de emprego: Nossa, que pavor! Aquele frio na barriga, tentando responder tudo perfeitamente. Nunca mais quero passar por isso.

A verdade é que a gente vive cercado de textos orais, né? Às vezes, a gente nem percebe. Mas essa efemeridade... essa ausência de registro físico, é o que torna tudo mais... melancólico. Um sussurro no vento, sabe? Que logo se desfaz. Lembranças que se perdem no tempo, como um fio de fumaça. E isso me deixa um pouco triste.

Onde se situa a origem dos textos orais?

A origem dos textos orais? Ah, meu amigo, isso é mais velho que a minha avó! ????

  • Lá nos tempos das cavernas, antes de inventarem o "zap zap", o pessoal já contava causos. Imagina a galera reunida na fogueira, um tiozão narrando aventuras de caça, tipo "Aquele mamute era gigante!".
  • E não pense que isso sumiu! Até hoje, em tribos perdidas por aí (e até no interior do Brasil, vá), a fofoca rola solta de boca em boca. É tipo um Instagram sem internet, só que com mais emoção (e menos filtro, claro!). ????️

Sério, a tradição oral é tão antiga que, se desse para patentear, o primeiro narrador já estaria trilionário! ????