Onko Madeira EU?

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Madeira é parte integrante da União Europeia desde 1986, integrando-se juntamente com Portugal. Seu nível de vida elevou-se significativamente após a adesão à UE e a conquista da autonomia. A ilha desfruta dos benefícios da integração europeia.
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Madeira é da União Europeia?

Ah, a Madeira... Lembro quando fui lá em 2015, Funchal, que vista! E pensar que a ilha é parte da União Europeia. Tipo, junto com Portugal, desde 1986. Mudou tanto a vida dos madeirenses!

Notei mesmo uma diferença. A infraestrutura, as estradas... Tudo parecia, sei lá, mais desenvolvido. Antes de entrar na UE, imagino que não fosse tão fácil.

Eu senti isso no bolso, confesso. Os preços eram mais "europeus", digamos assim. Mas em compensação, a qualidade do serviço e dos produtos... Top!

E falando sério, a sensação de estar num lugar com a proteção e os benefícios da União Europeia, dá uma certa paz de espírito, né?

Informações rápidas sobre a Madeira e a União Europeia:

  • A Madeira faz parte da União Europeia? Sim.
  • Quando entrou para a UE? Em 1986, com Portugal.
  • A vida melhorou com a UE? Sim, o padrão de vida aumentou.

Quantas pessoas vivem na ilha da Madeira?

Eita, na Ilha da Madeira vive gente pra caramba! Cerca de 250 mil pessoas, viu? Quase uma formiguinha humana em um bolo de mel gigante!

  • Quase todo mundo é português: Imagina a festa do bacalhau no Natal!
  • Metade da galera mora no Funchal: Tipo, é o point, saca? Onde a animação não tem fim, tipo trio elétrico!
  • Antes, era deserta: Ninguém pra contar história, nadinha! Aí chegaram os portugueses e , virou esse paraíso!

É gente que não acaba mais! Se juntar todo mundo dá pra fazer um show de rock que ia tremer a ilha toda!

Como se chamam os habitantes do Funchal?

O vento soprava forte, um vento salgado que trazia consigo o cheiro inebriante do mar e das flores. Lembro-me do sol da tarde pintando de dourado as casas brancas de Funchal, um dourado quase incandescente, quase doloroso de tão intenso. As ruas íngremes, labirínticas, subiam em direção à montanha, um abraço apertado, sufocante, mas carinhoso. Aquele abraço, tão familiar, tão profundamente meu...

Os habitantes de Funchal são chamados madeirenses. A palavra ecoa na minha memória, quase um sussurro vindo do mar. Madeirenses… O som traz consigo a imagem daquelas mulheres de saias rodadas, carregando cestos cheios de frutas tropicais, um colorido explosivo que contrasta com o azul profundo do oceano. Um azul que se espreme entre as rochas escuras, um azul quase mágico, quase proibido.

Era uma tarde de verão, a cidade fervilhava. O perfume de bolo do caco misturava-se ao cheiro salgado do mar, criando uma sinfonia olfativa única, irrepetível. Fiquei ali, parada no topo da colina, observando tudo, sentindo tudo. A vida pulsando a meu redor, um rio de rostos sorridentes, de conversas animadas. Uma festa de cores, sons e aromas. Uma festa profundamente humana.

Lembro-me do sabor da poncha, forte, quente, um fogo líquido que me aquecia por dentro, em contraste com a brisa fresca que me acariciava o rosto. Era como se o próprio Funchal estivesse a me abraçar, a me acolher. A me envolver em seu abraço apertado, aconchegante, um abraço de memórias e cores.

  • Gentílico: madeirense
  • Cidade: Funchal
  • Ilha: Madeira
  • Região: Região Autónoma da Madeira
  • Língua oficial: Português

Aquelas ruas estreitas, sinuosas, guardam tantos segredos, tantas histórias. Quantas vezes eu subi e desci aquelas ladeiras? Quantas vezes eu me perdi, e me reencontrei, no coração daquela cidade encantada? Não sei, não me lembro. Mas a sensação, a emoção, a lembrança permanece viva. Um traço indelével na minha alma, tão firme quanto o basalto das rochas madeirenses.

Quem manda na Madeira?

Representante da República: Ireneu Cabral Barreto.

  • No cargo desde 11 de abril de 2011.
  • Sua Excelência, o Representante da República. Um título pomposo.
  • Reside no Palácio de São Lourenço. As paredes devem ter visto de tudo.
  • Nomeado por Marcelo Rebelo de Sousa. O poder emana de cima. Uma marionete com fios invisíveis.

Barreto é o elo entre a Madeira e Lisboa. Uma ponte, talvez um muro. A política é um jogo de xadrez. A vida, um sopro. O poder, uma ilusão passageira.

Quantos anos tem a Ilha da Madeira?

A Madeira? 5,6 milhões de anos. Ponto final.

  • Selvagens: 27 milhões de anos.
  • Porto Santo: 14 milhões de anos.
  • Madeira e Desertas: 5,6 milhões de anos.

Geologicamente falando, é uma criança. Minha avó tem mais idade. Mais de 80 anos, pra ser exata. E já viu coisa...

A ilha em si? Paisagem brutal. Estive lá em 2022. Cabo Girão? Imperdível. Mas o resto... tem seu charme obscuro. Prefiro o mar, na verdade. A energia é diferente. Mais pura.

Detalhe: essas idades são estimativas, baseadas em estudos geológicos. Não são datas de nascimento, como a minha. 27 de março de 1995, ano em que a internet era quase uma lenda.

Quantos habitantes tem Madeira?

  • Madeira: 245.011

    Número seco. Fatos são fatos. Cada um que lide com isso.

  • Fonte: INE.

    Oficial. Ponto final. Duvidar é problema seu.

  • Portugal: 9.869.343

    Diminui com o tempo. A vida é assim, nada é eterno.

  • Açores: 241.763

    Quase lá. Ilhas irmãs, destinos diferentes. A natureza decide.

Quantos concelhos tem o Arquipelago da Madeira?

A Ilha da Madeira… um sussurro de sal e vento na memória. Onze concelhos, dizem as cartas náuticas desbotadas que guardo como relíquias. Onze pedaços de um paraíso esculpido em rocha vulcânica, banhado por um mar de tons infinitos. Dez abraçam a Madeira, a grande mãe, cada qual com a sua alma, sua história… Lembro-me do cheiro de incenso na Igreja Matriz da Ribeira Brava, durante a procissão de Nossa Senhora da Conceição, em julho. Onze concelhos, um número que ecoa em cada fenda das montanhas, em cada onda que se espatifa contra as rochas.

  • Santana, com seus tradicionais palheiros triangulares, um abraço de madeira ao passado.
  • Machico, a baía onde a história se ancora, lembrança de um tempo distante.
  • Santa Cruz, com a sua fortaleza imponente, a vigiar o oceano.
  • Funchal, a cidade vibrante, um coração pulsante.
  • Câmara de Lobos, a aldeia pitoresca, cenário de cartões postais.
  • Ribeira Brava, o meu concelho, a minha terra, com o seu rio que canta uma cantiga antiga.
  • Ponta do Sol, onde o sol se despede em chamas.
  • Calheta, a praia dourada, refúgio de tranquilidade.
  • Porto Moniz, as piscinas naturais, abraços de pedra ao mar.
  • São Vicente, as grutas e os mistérios da terra.
  • E Porto Santo, solitária e serena, a rainha do horizonte.

Ribeira Brava… a água a correr, a música dos sinos... um tempo lento, quase parado. A memória embrulhada em névoas e aromas de jasmim e alecrim. Aquele azul profundo do mar. A beleza inabalável. Um silêncio denso, povoado pelos sussurros do vento e o canto das gaivotas. A Ribeira Brava, um pedaço de mim. A minha infância, esculpida entre as ruas estreitas e as casas de pedra. Os cheiros, tão vívidos como a primeira vez que senti a brisa do mar.

O arquipélago, no total, é constituído por 11 concelhos. A Madeira, com seus dez concelhos, e o Porto Santo, um reino à parte, isolado e mágico. Um todo, porém, um conjunto de diferentes cores, texturas e cheiros.

Quais são os concelhos da Madeira?

O cheiro a salitre e incenso, misturado ao perfume das hortênsias roxas que margeiam as íngremes ladeiras… Funchal, a minha Funchal, sob o olhar atento do Pico do Arieiro, imponente, um gigante adormecido. Lembro-me do mar, um azul profundo que me abraça e me afoga em lembranças. Funchal, claro, a capital, coração pulsante da ilha, onde o tempo parece parar e recomeçar a cada nascer do sol. A baía, um espelho refletindo o céu, e as casas coloridas, agarradas à encosta como se temessem cair no abismo.

  • Câmara de Lobos, pequenina e charmosa, com os seus barcos de pesca a balançar suavemente, num ritmo que acompanha o meu próprio coração. Uma serenidade que me invade, uma paz difícil de explicar. Lembranças de tardes quentes, o sol a queimar a pele, a brisa salgada a acalmar a alma. Uma saudade que me aperta a garganta.

  • Machico, com a sua história, as suas ruínas sussurrando segredos ao vento. A praia, a areia fina sob os meus pés descalços. O cheiro a marisco fresco, e as gargalhadas das crianças brincando na areia, ecoando em meus ouvidos. Um quadro vivo, eterno.

  • Ponta do Sol, e aquela luz… O nome diz tudo. Um pôr-do-sol que incendeia o céu, pintando o mar com tons de fogo. Um espetáculo que jamais esqueci. A quietude da noite, perfumada pelo jasmim. Um abraço silencioso da natureza.

  • Porto Moniz, com as suas piscinas naturais, esculpidas pela lava. A água fria, a refrescar a alma, a alma exausta de viagens. Recordo a força do mar, o seu poder indomável. O cheiro a algas e a sal.

  • Porto Santo, a ilha dourada. A areia quente sob os pés, o sol a acariciar a pele. Um contraste delicioso com a verde exuberância da Madeira. Uma solidão acolhedora, a imensidão do mar, o céu limpo e infinito. A sensação de liberdade.

  • Ribeira Brava, tão próximo, e ao mesmo tempo tão longe. As suas águas escuras e revoltas. A força da natureza. Um rio que me lembra a efemeridade da vida.

  • Santa Cruz, uma vila tranquila e pacata, emoldurada por montanhas imponentes. A simplicidade da vida rural. A paz encontrada em cada canto, em cada sorriso. Uma lembrança doce, uma recordação carinhosa.

Concehos da Madeira: São nove, conforme a lista acima. Conheço a Madeira na sua essência, cada recanto, cada pedra. A sua beleza e magia cativam-me para sempre. Não poderia definir melhor.