Que de facto?

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De facto significa na prática, em oposição a de jure, que significa por direito ou na lei. A primeira descreve a realidade, enquanto a segunda descreve a situação legal ou teórica. São termos frequentemente usados em contraste para descrever situações onde a prática difere da lei.

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Ok, vamos lá transformar isto numa coisa mais… eu.

Que de facto? Bem, já paraste para pensar como as coisas são realmente diferentes de como “deviam” ser?

De facto. Uma expressão que eu adoro! Quer dizer, no fundo, “na prática”. O oposto de de jure, que é aquela coisa chata, do “por direito”, ou “na lei”. Sabe, tipo, o que está escrito nos papéis bonitos, mas que, sinceramente, nem sempre cola com a vida real. É engraçado, não é? Como inventamos essas palavras para tentar encaixar o mundo numa caixinha, mas ele sempre escapa pelos lados.

De facto descreve a realidade nua e crua, enquanto o de jure… bem, o de jure descreve o conto de fadas. Uma situação legal ou teórica que, às vezes, até me faz rir! Quantas vezes vi leis “perfeitas” que, na prática, não valiam o papel onde estavam escritas? Milhares! E o que dizer daqueles planos mirabolantes, todos lindos no PowerPoint, mas que, no dia a dia, dão em nada? Ah, a vida…

São termos que andam sempre de mãos dadas, em conflito, coitados. Sempre a apontar o dedo um ao outro: “A lei diz uma coisa, mas a verdade é outra!”. Lembro-me de uma vez, quando era mais nova, de ter alugado um apartamento que, no contrato, era um paraíso. Três quartos, vista para o rio, ginásio… Cheguei lá, era um pardieiro com um buraco na parede e um “ginásio” com uma passadeira enferrujada. De jure, um sonho. De facto, um pesadelo! Não é que seja assim sempre, claro, mas… a desilusão, ai a desilusão…