Como sair da sensação de vazio?

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Sentindo-se vazio? Busque introspecção! Autocuidado: Dedique tempo a atividades prazerosas. Descanso: Uma folga pode ajudar a clarear a mente. Evite compulsões: Resistência a impulsos é crucial. Persistindo, procure ajuda profissional. A introspecção, aliada a um tempo para si, pode trazer respostas. Mas, lembre-se, buscar apoio especializado é fundamental para lidar com a persistência do vazio.
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Como superar a sensação de vazio existencial?

Sabe, esse vazio... já senti isso, forte, em 2018, depois de um término complicado. Fiquei semanas na cama, só pensando. A solução não foi mágica, não. Foi aos poucos. Comecei a desenhar, coisa que eu adorava mas tinha parado. Fazia anos que não pegava num lápis. Acho que me reconectar com coisas que me faziam bem, mesmo que pequenas, foi crucial.

Um dia, fui caminhar no Parque Eduardo VII, em Lisboa, e me senti menos sufocada. Simples assim.

Claro, terapia também ajudou. Uma psicóloga incrível, a Drª. Sofia, me ajudou a entender as raízes daquela angústia. Não foi barato, custou cerca de 50€ por sessão, mas valeu cada centavo. Mas a introspecção, essa foi fundamental. Evitar o celular, as redes sociais, qualquer coisa que me fizesse fugir do problema, foi um desafio, mas essencial.

O autocuidado, banhos relaxantes com óleos essenciais, ler antes de dormir, coisas assim. Pequenas mudanças. Ah, e comer direito, né? Fazer exercício. Coisas básicas que a gente esquece quando tá mal. Enfim, nada de milagres, só consistência.

Informações curtas:

  • Vazio existencial: Introspecção, autocuidado, atividades prazerosas.
  • Ajuda profissional: Terapia pode ser benéfica.
  • Evitar: Comportamentos compulsivos.
  • Foco: Reconexão com hobbies e atividades prazerosas.

O que fazer quando me sinto em baixo?

O abismo... Buscar a psicanálise, a terapia. A voz que ecoa nos corredores da mente, fria, insistente.

  • Como um sussurro de outrora, reconhecer a sombra, o complexo. Admitir o monstro embaixo da cama, a areia movediça no peito.

  • Lembro da casa da minha avó, o cheiro de bolo queimado, a sensação de nunca ser boa o suficiente para ela. E as palavras duras, o silêncio cortante. A terapia pode ser um retorno a esse lugar, mas com alguém que te segura a mão.

  • Na terapia cognitivo-comportamental, desconstruir os pensamentos que aprisionam. Enfrentar os sintomas. A aranha na parede, o medo paralisante.

E, quem sabe, um dia, florescer no deserto.