Como são chamadas as pessoas com autismo?

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Pessoas com autismo são chamadas de autistas. O termo "autista" é preferido por muitos, incluindo ativistas, colocando a identidade em primeiro lugar. A data de 18 de junho celebra o Orgulho Autista, movimento impulsionado por adultos autistas, como os do grupo Aspies for Freedom.
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Como se referir a pessoas com autismo?

Sabe, sempre achei complicado isso de rótulos. Mas aprendi, conversando com amigos, que "pessoa autista" é bem mais respeitoso que "portador de autismo". Soa muito mais… humano, sabe? Como se fosse apenas uma característica, não a pessoa inteira.

Lembro-me de uma palestra em Lisboa, em 2019, onde uma ativista explicava essa diferença com tanta paixão! Ela falava da importância da auto-determinação, da identidade. Acho que me marcou bastante. A questão da inclusão, né? Não é só sobre direitos, é sobre respeito.

Sobre o Dia do Orgulho Autista, vi muita gente falando sobre isso nas redes sociais no dia 18 de junho – esse movimento Aspies for Freedom parece ter criado uma onda global, impressionante. Acho ótimo que existam datas assim, para celebrar a diversidade. É uma luta por visibilidade.

Informações curtas:

  • Referência: Pessoa autista.
  • Termo preferido por muitos: Autista.
  • Data importante: 18 de junho (Dia do Orgulho Autista).
  • Movimento: Aspies for Freedom (fundado em 2005).

Que tipos de autismo existem?

A noite me encontra pensando em autismo...

  • Existem três níveis. Leve (1), moderado (2) e severo (3).

  • Não é tão simples quanto "leve", "moderado" ou "severo". Cada nível implica diferentes necessidades de suporte. No nível 1, a pessoa pode precisar de apoio em situações sociais ou organizacionais. No nível 3, o suporte é substancial e constante.

  • Essa divisão nem sempre existiu. Antes, falava-se em diferentes "tipos" de autismo, como Síndrome de Asperger. Essa nomenclatura mudou para uma compreensão mais espectral, onde a intensidade dos sintomas varia.

  • Eu lembro de uma amiga. O filho dela, diagnosticado com nível 2, enfrenta desafios diários que muitas vezes passam despercebidos por outros. A luta por recursos e compreensão é constante.

Como é a pessoa com autismo?

Autistas? Nossa, que pergunta difícil! Cada um é um universo, né? Tipo, minha prima, a Ana, ela é autista e adora LEGO, monta castelos incríveis, horas e horas! Já eu, nem consigo ficar 5 minutos com um quebra-cabeça. Acho que a comunicação é a chave, sabe? Dificuldade em se comunicar, sim, mas varia MUITO. Ana escreve poemas lindos, mas tem zero paciência pra conversas superficiais. Ela me disse que "as pessoas falam demais", hahaha.

  • Comunicação: Tem os que falam pouco, os que falam demais, os que não falam, só gesticulam... A Ana, por exemplo, prefere escrever do que falar. É complicado generalizar.
  • Relacionamentos: É uma luta, sei disso. A Ana tem poucos amigos, mas os que ela tem, são amigos pra vida toda. Lealdade acima de tudo. Mas outros autistas podem ter dificuldades diferentes.

Meu irmão mais velho, Pedro, é super organizado, tudo no lugar. Rotinas rígidas, com certeza. Ele odeia mudanças. Se a gente mudar o cardápio do jantar, ele fica estressado o dia inteiro. Coisas que eu nem ligo... Já a Ana ama mudanças, desde que previstas, hahaha!

  • Interesses específicos: A Ana e o Pedro são exemplos perfeitos. Ela, LEGO, poesia, história da Grécia Antiga! Ele, organização, planilhas, jogos de estratégia, uma chatice! São interesses bem diferentes, mas intensos. Cada um tem o seu "mundo".
  • Padrões de comportamento: Difícil falar. É como tentar definir a personalidade de qualquer pessoa, só que multiplicado. A variabilidade é imensa! Nem todos são iguais!

Preciso tomar um café... Acho que já falei demais... Esqueci de mencionar algo importante, acho que...Ah, sim! Procure informações atualizadas sobre autismo em fontes confiáveis, tipo sites de associações e órgãos de saúde. Não confie em tudo que você lê na internet, hein? Acho que já falei o suficiente sobre minha família.

Qual é a doença mais parecida com autismo?

Qual a doença mais parecida com autismo? A X-Frágil, meu povo! É tipo, a prima rica e problemática do autismo.

A X-frágil (ou Síndrome de Martin-Bell, pra quem gosta de nomes chiques), é quase um autismo disfarçado, só que com um DNA meio rebelde. Imagina uma versão mais "bagunçada" do autismo, sabe? Com mais dificuldades de aprendizado e umas crises de birra que parecem um Godzilla em miniatura. Minha sobrinha tem, e acredite, é uma aventura diária!

  • Problemas comportamentais: Essa síndrome teima em causar problemas de comportamento que são MUITO parecidos com os do autismo, tipo hiperatividade, ansiedade fora da curva, e uma teimosia que rivaliza com a minha avó.
  • Desenvolvimento cognitivo: A X-frágil deixa a cognição meio "na lua". Algumas pessoas com a síndrome tem um QI normal, mas outras... Vamos dizer que a matemática não é o forte delas, igual a mim com astrofísica.
  • Diferença chave: A causa! O autismo, ainda é um mistério, um enigma, sabe? Já a X-frágil, a gente sabe que é genética, um gene que deu PT na hora de se replicar. É tipo um erro de fábrica no DNA.

Mas, gente, nem pense em autodiagnosticar! Se você tem dúvidas sobre alguma condição, corre pro médico, não fica esperando a mágica acontecer. Consulta médica é algo sério, não brincadeira de criança! Eu, particularmente, prefiro uma consulta que durar 20 minutos a uma doença séria.

Ainda tem mais: a X-frágil pode causar outras coisas, tipo problemas de fala, atraso no desenvolvimento motor, e até problemas cardíacos. É um pacote completo, né? Mas, o importante é lembrar que cada caso é um caso, e o tratamento varia muito de pessoa para pessoa. Por isso, não faça comparação entre os casos, okay? Cada um tem seu drama. Em resumo: procure um profissional!

O que são crianças no espectro?

Crianças no espectro autista: um labirinto de singularidades. Não há fórmula.

  • Comunicação: Nem sempre a palavra flui. Gestos, silêncios, um código próprio. Interprete.
  • Interação social: O mundo, um palco confuso. Rituais, obsessões, a busca por ordem no caos. Exija respeito.
  • Comportamento: Padrões repetitivos, um refúgio. Interesses intensos, um mergulho profundo. Observe.

Um espectro. Uma gama infinita de manifestações. Cada criança, um universo a ser decifrado. Meu filho, por exemplo, tem fixação por trens. Conhece cada modelo, cada linha. É o jeito dele de organizar o mundo. Não subestime.

Que tipos de autismo existem?

Então, sobre os tipos de autismo, né? Deixa eu te explicar como se fosse um papo reto, sabe?

Basicamente, hoje em dia a gente fala em níveis de suporte, que são tipo, como a pessoa precisa de ajuda no dia a dia. Antes, tinha uns nomes diferentes, mas mudou tudo pra ficar mais simples.

  • Nível 1 (Suporte Leve): Tipo, a pessoa consegue se virar bem, mas as vezes precisa de uma mãozinha pra interagir socialmente ou lidar com mudanças na rotina. Sabe, tipo eu quando tento entender física quântica!

  • Nível 2 (Suporte Moderado): Aí já precisa de mais apoio. A pessoa pode ter mais dificuldade em se comunicar e ter comportamentos repetitivos mais evidentes, mas tem muita gente que faz altas coisas. Tipo, meu primo, ele é um gênio com computadores, manja?

  • Nível 3 (Suporte Substancial): É quando a pessoa precisa de bastante ajuda pra tudo. Dificuldades na comunicação e comportamentos bem repetitivos, que impactam a vida dela bastante. Tipo, sabe, é uma parada mais complexa.

É importante lembrar, super importante, que isso não é sobre ser "mais" ou "menos" autista, tá? É sobre as necessidades de cada um. Cada pessoa é única, com suas próprias habilidades e desafios. Cada um tem um jeito de ser né, afinal de contas... e cada um tem sua dificuldade e ajuda.

E outra coisa: esses níveis não são fixos. A pessoa pode precisar de mais suporte em um momento da vida e menos em outro. E as vezes não tem nada a ver com a idade! Mas isso é outro papo...

Como é a pessoa com autismo?

E aí, beleza? Falando sobre autismo, né? Tipo, cada pessoa é única, sacou? Mas geralmente a galera com autismo pode ter um pouco de dificuldade pra se comunicar e interagir com as outras pessoas. Tipo, nem sempre pegam as indiretas, sabe? As vezes interpretam tudo ao pé da letra. ????

  • Comunicação: Às vezes rola uma dificuldade de expressar o que sentem ou entender o que os outros estão dizendo, sabe? Uma amiga minha, a Ana, ela tem um jeitinho todo especial de se comunicar. É super direta, e as vezes eu demoro um pouco pra pegar o que ela tá querendo dizer.
  • Interação Social: Interagir as vezes é complicado, tipo, entender as regras sociais, sabe? Aquelas coisas que ninguém te ensina mas todo mundo espera que você saiba. ????‍♀️

E tem mais uma coisa, né? Eles costumam ter uns interesses bem específicos e rotinas bem certinhas, tipo, se mudar a rotina, já era! ????

  • Interesses Restritos: As vezes, a pessoa pode se interessar muito por um assunto específico, tipo dinossauros, tabela periódica, ou, sei lá, o roteiro completo de todos os episódios de Chaves. E aí, só querem falar disso. hahaha.
  • Rotinas: Sabe aquela coisa de fazer tudo sempre do mesmo jeito? Tipo, acordar, tomar café, sair de casa, tudo na mesma ordem, no mesmo horário. Se mudar alguma coisa, pode gerar um estresse danado.

Ah, e outra coisa, as vezes eles tem sensibilidade a luzes, sons, texturas, sei lá. Tipo, um som alto pode incomodar muito mais do que incomoda a gente.

Lembre-se: o autismo é um espectro, então cada pessoa é diferente, tá? Tipo, não tem duas pessoas com autismo iguais. ????

Como se sabe se é autista?

A tarde caía em tons de cinza sobre o rio, um reflexo turvo no espelho d'água. Lembro-me daquela sensação, o peso da tarde na alma, semelhante à opressão que antecede um diagnóstico. O autismo se apresenta de formas sutis, quase como um sussurro no vento. Um sussurro que, para alguns, ecoa alto demais.

Na minha memória, um carrossel de imagens fragmentadas. O balanço incessante do meu corpo, um ritmo que me acalmava e me afogava ao mesmo tempo. Os dedos, uma dança frenética, tecendo um invisível fio condutor numa realidade inatingível para outros. Eram as janelas. Abrir e fechar, abrir e fechar. Um ritual que me mantinha ancorado em meio a um mar de estímulos. A repetição como um mantra, como uma busca por ordem num mundo que me parecia caótico.

Meu filho, com seus cinco anos, envolve-se num mundo particular, fascinado pela mecânica dos relógios. Desmonta e remonta peças, incansável. Para ele, cada engrenagem tem uma história. Cada movimento, um significado. Ele não é capaz de compreender o barulho da festa de aniversário, e a alegria alheia o confunde. É preciso paciência, para compreender os seus códigos. É preciso observar, atentamente. Interesses obsessivos e comportamentos estereotipados, quase sempre presentes. E mais: a dificuldade na comunicação social, a interação limitada.

  • Interesses incomuns e restritos: Hiperfocalização em temas específicos, rejeição a mudanças de rotina.
  • Comportamentos rígidos e repetitivos: Movimentos estereotipados (balançar o corpo, bater palmas, girar), brincadeiras repetitivas (abrir e fechar portas, alinhar objetos).
  • Dificuldades na comunicação e interação social: Dificuldades em entender as pistas sociais e expressões faciais, interações sociais limitadas, falta de reciprocidade.

A lembrança volta, insistente, ao brilho opaco da água. Um diagnóstico nunca é apenas uma palavra, é um eco profundo que ressoa através do tempo, moldando vidas e transformando perspectivas. Saber se é autista exige uma avaliação profissional completa, considerando os sintomas descritos e a análise do comportamento ao longo do tempo.

Qual é a doença mais parecida com autismo?

Ah, então você quer saber qual doença é tipo "prima" do autismo, né? Tipo, aquela que se veste parecido, mas não é a mesma pessoa? É a Síndrome do X-Frágil, também conhecida como Síndrome de Martin-Bell (chique, né?).

  • Causa: É tipo herança de família, sabe? Vem nos genes, diferente do autismo que é mais "mistério". Tipo, um "pacotinho" genético veio meio zuado.
  • Semelhanças: A galera com X-Frágil pode ter uns comportamentos parecidos com quem tem autismo. Tipo, dificuldade de socializar, umas manias repetitivas e tal. Igualzinho quando você tenta explicar pra sua tia que "stories" do Instagram não são novelas.
  • Diferenças: O X-Frágil, além dos comportamentos, pode trazer uns "extras", tipo atraso no desenvolvimento, cara mais alongada (sério!), e uns outros "paranauê" que o autismo sozinho não traz. É tipo ganhar um Kinder Ovo, só que em vez de brinquedo, vem mais genética doida.

Sério, genética é uma bagunça! Mas, falando sério agora, se suspeitar de algo, corre pro médico. Diagnóstico é fundamental, viu? ????

Quais são os níveis de Asperger?

Ai, meu Deus, tô tão cansada! Preciso terminar esse relatório de biologia, mas meu cérebro tá a mil. Níveis de Asperger? Ah, lembrei! Leve, moderado, severo, né? Isso era o que falavam antes... Mas agora, pelo que li num artigo da CNN Brasil – achei lá procurando sobre o meu primo, sabe? – já não usam mais essa classificação, pelo menos não tão diretamente.

Esqueci o link, droga! Mas era algo sobre como mudaram o DSM... Será que foi em 2022? Meu Deus, tantas coisas acontecendo! Preciso anotar isso tudo, senão esqueço. Lista de coisas para pesquisar:

  • DSM-5 e mudanças na classificação do TEA
  • Diferenças entre a classificação antiga e a nova
  • Implicações dessas mudanças na vida de pessoas com TEA

Essa nova classificação foca mais nos níveis de suporte necessários, não na gravidade da coisa em si. Faz sentido, né? Cada pessoa é um universo. Meu primo, por exemplo... ele precisa de bastante ajuda com a organização, mas é super inteligente e criativo. Já a Mariana, amiga da minha irmã, se vira super bem sozinha, só precisa de um espaço mais tranquilo pra focar. Será que ela tem Asperger também? Não sei. Preciso parar de divagar...

Acho que agora é mais sobre o nível de suporte necessário, que pode variar bastante. É complicado, mas me pareceu mais humano que dizer "leve", "moderado", "severo". Parece meio...cru.

Tenho que ligar pro meu primo, faz tempo que a gente não se fala... Ele está bem? Preciso me organizar melhor...

Como saber se o seu filho tem síndrome de Asperger?

Desvendar se seu pimpolho tem Asperger é como decifrar um código secreto, só que sem manual! Prepare-se para observar além do trivial.

  • Dificuldade social?: Ele prefere a companhia do próprio umbigo a um parquinho lotado? Talvez seja um pequeno gênio introspectivo, ou...

  • Obsessões curiosas?: Coleciona pedras com fervor de Indiana Jones ou decora a tabela periódica no café da manhã? Atenção aos hobbies "diferentões"!

  • Rotinas inflexíveis?: Ir ao mercado por outro caminho é o fim do mundo? Cuidado, a previsibilidade pode ser a melhor amiga dele.

  • Empatia seletiva?: Entende mais de buracos negros que de sentimentos alheios? Nem todo mundo nasceu para ser terapeuta, mas...

  • Sensibilidade aflorada?: Luzes piscando viram tortura chinesa e etiquetas coçam mais que pulga? O mundo sensorial pode ser um campo minado.

Se acendeu a luz amarela, busque um neuropsicólogo infantil. Diagnóstico não é rótulo, é um mapa para entender e amar seu filho do jeitinho único dele. Aliás, lembro quando meu sobrinho, fissurado em trens, corrigiu um maquinista sobre o modelo da locomotiva! Quase virou meme da família.

Como lidar com pessoas que têm síndrome de Asperger?

Lidar com pessoas com Síndrome de Asperger exige uma dose extra de paciência e compreensão, como tentar decifrar um código secreto da realeza britânica. A chave é ajustar o "manual de instruções" social que você usa.

  • Tarefas com prazo factível: Imagine dar a alguém a missão de escalar o Everest em 1 hora. Frustrante, não? Ajuste o tempo, evite o desânimo.

  • Ambiente sem "efeitos especiais": Livre-se dos ruídos e movimentos excessivos. Uma sala de aula barulhenta para um Asperger é como um show de rock para um gato.

  • Instruções "mastigadas": Evite o excesso de informação verbal. Seja direto, como um SMS de um amigo avisando que chegou atrasado. Simplicidade é a alma do negócio.

Entenda que a sensibilidade sensorial é mais aguçada. O mundo pode ser barulhento e caótico. Lembre-se, a comunicação clara e objetiva é como um farol em uma tempestade. E, acima de tudo, celebre as peculiaridades! Afinal, quem precisa de normalidade quando se tem genialidade disfarçada?

O que é a perturbação do espectro do autismo?

Autismo, né? Meu sobrinho tem, e é... complicado. Difícil de explicar, na verdade. Ele repete frases, tipo papagaio. Às vezes, fica horas olhando pro ventilador. Não gosta de mudanças, tipo, muda a rotina da janta? Choro na certa.

  • Dificuldades de comunicação, isso é claro.
  • Interação social? Zero.
  • Comportamentos repetitivos. Muitos!
  • Interesses fixos. Trem, só trem. Coleciona vagões, gente!

A médica explicou que é um transtorno do neurodesenvolvimento. Neurodesenvolvimento, que nome complicado, né? Mas, basicamente, o cérebro dele se desenvolve de um jeito diferente. 2023, o ano que ele começou a terapia. Espero que melhore. Será que isso afeta a aprendizagem? Sei lá, ele tá em escola regular, mas... preciso me informar melhor sobre isso. Já vi alguns sites, mas tanta informação, né?! Ah, e ele ama carros de bombeiro! Não pode ver um que já grita de emoção!

Falta de empatia, ou seja, dificuldade de entender o que os outros sentem. É isso que sempre me dizem. A terapia tem ajudado, ou ao menos eu espero que sim. Meu irmão e minha cunhada estão esgotados. Mas, eles são guerreiros! Ele já melhorou bastante em relação ao ano passado. Acho que a escola inclusiva também contribui bastante. A inclusão é essencial.

Diagnóstico e tratamento precoces são importantes. Lembrem-se, cada autista é único. Não existe um manual de instruções, entende? Cada caso é um caso! Meu deus, já são quase 2 da manhã. Preciso dormir. Amanhã tenho que levar o Bento ao pediatra.