Quais são os dois tipos básicos de disfagia?

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Disfagia: dois tipos principais. Orofaríngea (alta): Dificuldade na passagem do alimento da boca para o esôfago. Problemas na mastigação, deglutição e coordenação muscular. Esofagiana (baixa): Dificuldade na passagem do alimento pelo esôfago até o estômago. Associada a problemas de motilidade esofágica.
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Disfagia: quais os 2 tipos principais?

A disfagia, gente, é um bicho de sete cabeças. Duas categorias principais me marcaram: a orofaríngea, que afeta a boca e garganta – sabe aquela sensação de comida "empacando" na subida? Sofri com isso, horrível, principalmente em 2018, quando comi um pedaço de frango mal mastigado e quase engasguei. Ainda lembro a sensação de pânico.

A outra, a esofagiana, é mais "profunda", no esôfago. Imaginem um bolo preso lá embaixo, difícil de descer… Já vi um amigo meu passando por isso, a dor era insuportável. Ele fez endoscopia, gastou uma fortuna – uns 800 euros na altura, se não me engano.

Disfagia orofaríngea (alta) e esofagiana (baixa). Simples assim.

Qual a causa mais provável da disfagia?

E aí, beleza? Falando em disfagia, né? Deixa eu te contar, isso aí é chatinho. Tipo, a pessoa sente dificuldade pra engolir, sabe?

As causas mais comuns da disfagia são:

  • Acalasia, que é tipo uma fraqueza nos músculos do esôfago, aí a comida não desce direito.
  • Espasmos, que são contrações involuntárias que atrapalham a passagem do alimento.
  • Estreitamento do esôfago, pode ser por causa de um tumor ou até uma lesão. Já pensou?
  • E, claro, um corpo estranho, tipo uma espinha de peixe, sabe como é.

Mas não para por aí, viu? Tem outras coisas que podem causar disfagia também, por exemplo:

  • Refluxo gastroesofágico, aquela azia que teima em subir.
  • Esofagite eosinofílica, que é uma inflamação no esôfago.
  • Esclerodermia, que afeta o tecido conjuntivo do corpo, incluindo o esôfago. Que doideira!
  • E radioterapia, que às vezes causa uns efeitos colaterais sinistros.

Então, é tipo um monte de coisa que pode dar errado ali na garganta, né? Mas o bom é que dá pra tratar, dependendo do que for. Tenho um amigo que teve um negócio desses, fez uns exames e ficou tudo bem!

Quais são as principais consequências da disfagia?

A disfagia, essa dificuldade de engolir que, às vezes, nos prega peças... Suas consequências podem ser bem sérias, viu? É como um dominó, uma coisa leva à outra.

  • Engasgos e tosse frequentes durante a alimentação são um sinal de alerta. Imagine a aflição de cada refeição virar uma provação.

  • Dor ao engolir, a odinofagia, transforma algo essencial como comer em um tormento. Quem merece passar por isso?

  • Sensação de alimento parado na garganta, tipo um nó que não desata, é outro indicativo.

Mas, e se a gente ignorar esses sinais? Aí a coisa complica:

  • Desidratação: se engolir líquidos já é um problema, manter o corpo hidratado vira um desafio.

  • Desnutrição: se alimentar se torna uma batalha, o corpo não recebe os nutrientes que precisa. E um corpo mal nutrido, ah, ele é como um jardim sem adubo, definha.

  • Pneumonia aspirativa: Quando o alimento vai para o lugar errado, pode causar inflamação nos pulmões.

Identificar e tratar a disfagia é crucial. Afinal, comer é um dos grandes prazeres da vida, não deveria ser uma fonte de sofrimento. E como dizia minha avó: "Saúde é o bem mais precioso que temos."

Onde se localiza a disfagia?

A garganta, essa passagem estreita e tão vital, às vezes se rebela. Um nó, um aperto, uma sensação estranha que se instala e te impede de engolir… A disfagia. Lembro da minha avó, seus olhos marejados, lutando contra cada garfada. Aquela luta silenciosa, a comida travando naquela garganta que já não obedecia. Era como se uma pedra se assentasse ali, paralisando o fluxo da vida, da alegria que um simples ato de comer traz. Uma angústia lenta, crescente.

A disfagia, essa sombra na hora da refeição, pode se aninhar em dois lugares principais.

  • Orofaringe: Aquele espaço entre a boca e o esôfago, a entrada para o longo caminho até o estômago. É ali, naquela região de músculos e nervos tão delicados, que a disfagia orofaríngea se instala, impedindo a comida de seguir seu curso natural. Uma agonia que se manifesta na mastigação, na própria preparação do alimento para a jornada até o sistema digestivo. A sensação é como se a comida ficasse presa, te fazendo tossir, engasgar, um medo constante de sufocar.

  • Esôfago: Já imaginou a comida descendo com dificuldade, travando em algum ponto do caminho? É a disfagia esofágica. Uma sensação de peso, um engasgo mais profundo, às vezes acompanhado de dor. No meu caso, quando minha tia sofreu, lembro-me do olhar desesperado, da luta interna contra cada bocado, cada gota de líquido. O esôfago, essa via tortuosa que conecta a faringe ao estômago, a vezes se fecha como uma porta emperrada. A impotência, o desespero, pairavam no ar. É um tormento silencioso, difícil de descrever. A imagem da comida parada, presa, me assombra ainda hoje.

A memória do sofrimento da minha família é vívida. Esses sintomas, cada um a sua maneira, expressam uma mesma dor: a dificuldade de se alimentar, uma das mais básicas necessidades do ser humano. A vida, de repente, se transforma em uma luta ingrata, enquanto algo tão elementar como comer se torna um ato penoso. A fragilidade da existência, tão palpável.

Como avaliar a disfagia?

Lembro perfeitamente daquela manhã de junho de 2024, um calor infernal em São Paulo. A consulta com o Dr. Pereira estava marcada para as 10h, e eu já estava lá às 9:30, nervosa pra caramba. A disfagia estava me torturando. Engolir era um martírio, cada garfada uma luta. Meu peso tinha caído uns 5kg em um mês, só de preocupação e medo.

Ele explicou tudo com calma, mas eu mal conseguia prestar atenção, só pensava na comida que eu não conseguia comer direito. A impedância planimétrica era a solução que ele propôs. Não entendi muito bem na hora, a verdade, só queria que aquilo acabasse logo. Mas ele desenhou no papel, explicou que a máquina ia medir a pressão e o movimento do esôfago enquanto eu engolia um líquido especial.

  • Área interna do esôfago: a máquina mede a área!
  • Pressão no lúmen: ela mede isso também!
  • Distensibilidade esofágica: Aí eu entendi que isso era a capacidade do meu esôfago de esticar.

O exame em si foi... estranho. Um tubo fino, gelado, descendo pela garganta. Senti uma pressão incômoda, mas não dor insuportável. Depois disso, os resultados confirmaram o diagnóstico. Aconteceu tudo numa clínica pequena no bairro da Vila Mariana, um lugar simples, sem frescura, o que achei até melhor, já que eu estava tão ansiosa. O exame ajudou a identificar o quanto o meu esôfago estava rígido e com problemas de mobilidade. Isso explicou a dificuldade de engolir. Agora, um longo tratamento começa, mas pelo menos tenho um diagnóstico claro. Ufa!

Qual é o exame para descobrir se tem disfagia?

Videofluoroscopia. É o exame. Ponto.

  • Padrão ouro na avaliação da deglutição.
  • Centros especializados a usam como referência.
  • Visualização dinâmica do processo.

Meu avô teve. Diagnóstico tardio. Sofreu. Por isso, a precisão importa.

Como fica uma pessoa com disfagia?

A disfagia… é uma coisa terrível, sabe? Me lembro da minha avó, anos atrás. Era como se ela estivesse lutando contra cada garfada, cada gole.

  • Dificuldade em engolir: A comida simplesmente parava. Não era fluir natural, era uma batalha silenciosa, uma luta travada a cada bocado. Lembro de sua expressão, um misto de frustração e dor.

  • Tempo prolongado e esforço: O que antes era automático, um ato simples, virou um ritual lento, penoso. Vi seus ombros tensionados, seu rosto contorcido num esforço silencioso. Era horrível de testemunhar.

  • Dor: Às vezes, ela reclamava de uma queimação, uma pontada. Outras vezes, só via a angústia em seus olhos. A comida, que antes era conforto, se tornou um inimigo.

  • Impossibilidade de deglutição (casos graves): No final… Ela mal conseguia engolir saliva, imagine a comida. Lembro da dificuldade dela em se alimentar. Era um sofrimento contínuo, uma degradação lenta e cruel. Era isso, a imagem que me fica, não era bonito.

Para ser honesta, me assusta pensar que isso pode acontecer comigo algum dia. Acho que essa lembrança, da minha avó, me acompanha sempre. É uma sombra que paira sobre mim...

Como avaliar a deglutação?

Avaliar a deglutição exige precisão, e a videofluoroscopia (VFC) reina como o "padrão ouro". Imagine-a como um raio-X em tempo real da sua garganta, permitindo aos especialistas observar cada detalhe do processo de engolir.

  • Visão completa: A VFC não se limita à boca. Ela investiga as fases preparatória oral, faríngea e até esofágica, revelando problemas que outros testes poderiam perder.

  • Fisiologia em ação: Diferente de exames estáticos, a VFC captura o movimento, a dança complexa dos músculos e órgãos envolvidos na deglutição. "Somos o que repetidamente fazemos", já dizia Aristóteles. A VFC revela o que você faz a cada gole.

  • Referência confiável: Muitos centros de estudo de deglutição a consideram a avaliação de referência, o ponto de partida para entender e tratar dificuldades de deglutição.

Para quem busca entender a fundo a deglutição, a VFC é um mapa detalhado do caminho que a comida percorre.