Qual é a pior doença mental que existe?

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A esquizofrenia é frequentemente considerada uma das piores doenças mentais. Prevalência: Atinge cerca de 1% da população. Gravidade: Classificada como Transtorno Mental Grave e Persistente. Impacto: Estigma social, curso longo e persistente. Devido a esses fatores, a esquizofrenia impõe desafios significativos aos pacientes e à sociedade.
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Qual a pior doença mental? Existe uma?

Difícil dizer qual a "pior" doença mental. Cada uma tem seu inferno particular, né? Conheço uma pessoa com depressão profunda, a Luísa, que já tentou suicídio várias vezes. A dor dela é imensa, silenciosa, um buraco negro que consome tudo. Vi de perto o sofrimento dela e, cara, não é fácil.

A esquizofrenia, li um artigo em 2018 sobre isso numa revista médica, é considerada grave e persistente, sim. Acho que a estigmatização é um problema enorme, gerando preconceito absurdo. Lembro-me de uma reportagem na TV falando sobre isso, chocante. O impacto na vida da pessoa e da família é devastador.

Não existe uma "pior", cada caso é único e a intensidade do sofrimento varia muito. Depende de fatores individuais, do apoio recebido, do acesso a tratamento... A doença mental é um bicho-papão, e precisa de mais visibilidade, menos julgamentos.

Qual é a doença mental que mais mata?

Nossa, essa pergunta me pegou de jeito! Lembro da matéria na Veja, acho que foi em 2023, sobre suicídio. O que mais me chocou foi a relação direta com a depressão. Não era só uma estatística fria, sabe? Era gente, histórias de vida interrompidas. Me deu um aperto no peito pensar nisso.

Estava lendo na fila do pão, aqui na padaria perto de casa, na Rua da Consolação, em São Paulo. Um calor infernal, típico de janeiro por aqui. Só queria um pão francês e um café, mas a matéria me deixou mal, tipo, um peso na alma. Depressão como principal causa de suicídio, aí eu comecei a pensar em pessoas que conheço, familiares...aquele nó na garganta...

  • Meu tio, por exemplo, sofreu muito com depressão. Ele era um cara incrível, mas se isolou. Nunca falei abertamente com ele sobre isso, uma pena.
  • Minha amiga de infância, Ana, também teve momentos muito difíceis, procurei me aproximar, mas é complicado, né? A gente não sabe como ajudar às vezes.
  • Vi várias reportagens, documentários... é assustador como a depressão afeta tudo. A pessoa perde o interesse em tudo, fica apática.

Senti uma raiva absurda, impotência. Pessoas morrendo por falta de ajuda, por falta de acesso a tratamento. É uma tragédia silenciosa, que a gente não percebe a gravidade. E, pior, a gente se sente tão impotente em face da dor do próximo.

A depressão é a doença mental que mais mata, indiretamente, através do suicídio. A matéria dizia isso, e, olhando os números, é difícil discordar. Precisamos falar mais sobre isso. Precisa haver mais campanhas de conscientização, mais psicólogos e psiquiatras disponíveis, principalmente em regiões mais carentes. Essa parada é muito sério. Ainda tenho o artigo marcado no meu celular, preciso ler com mais calma.

Como detectar doença mental?

Ah, detectar uma "zica" mental não é como achar dinheiro no lixo, mas bora lá! ???? Se liga nesses paranauês que podem indicar que a pessoa tá meio "avoada das ideias":

  • Dormir como pedra ou virar a noite: É tipo, a pessoa virou morcego? Ou tá hibernando tipo urso? ????
  • A ansiedade atacou forte: Tá mais nervoso que político em época de eleição. Calma, amigo! Respira! ????‍♀️
  • O humor virou gangorra: Um dia tá rindo, no outro tá querendo dar "tapas e beijos". Que loucura! ????
  • Sumindo do mapa: Se isolando mais queilha no deserto. Cadê o povo? ????
  • Memória de peixinho dourado: Esquece as coisas mais rápido que eu esqueço de pagar o boleto. ????

E ó, se você se identificou com uns 3 itens aí, relaxa! Às vezes é só a vida dando um "sacode". Mas, se a coisa tá braba, procura um profissional, viu? Saúde mental é coisa séria, não dá pra vacilar! ????

Quais são os tipos de doenças mentais que existem?

A tarde caía, um amarelo esmaecido pintando o céu, como se o próprio sol estivesse cansado. Lembro-me de folhas secas sob meus pés, crocantes, um som quase musical sob o peso da minha angústia. Aquele dia, a sombra da doença mental pairou pesada, quase palpável. Um turbilhão de pensamentos, sem ordem, sem lógica, apenas a sensação de estar perdido num labirinto sem saída.

As doenças mentais, um universo vasto e obscuro, se manifestam de inúmeras formas. São como rios subterrâneos, suas águas escuras fluindo por entre as rachaduras da nossa psique. Elas se classificam em categorias, uma tentativa de organizar o caos, de nomear o inominável.

  • Transtornos neurocognitivos: a memória se esvai como areia entre os dedos, deixando para trás a fragilidade de um presente perdido. O Parkinson, o Alzheimer, outras demências… A lenta deterioração da mente, uma tragédia silenciosa. Penso em minha avó, seus olhos perdidos num mar de confusão.

  • Transtornos do neurodesenvolvimento: O autismo, um universo singular, um mundo à parte, que muitas vezes se mostra inacessível para a compreensão comum. Já o TDAH, uma inquietação frenética, um turbilhão de pensamentos e ações, uma luta constante contra a própria atenção. Lembro de um amigo, sempre agitado, incapaz de se concentrar.

  • Transtornos psicóticos: A esquizofrenia, um labirinto de delírios e alucinações, onde a realidade se desfaz. Um amigo distante, envolto num mundo de sombras. O transtorno delirante, a fixação obsessiva numa crença irreal, uma realidade distorcida pela própria mente.

  • Transtornos ansiosos: As fobias, a opressão sufocante do medo. A síndrome do pânico, uma onda avassaladora, um tsunami de angústia. A ansiedade generalizada, uma inquietação persistente, um peso constante no peito, como um nó que não se desata.

As mais comuns? A ansiedade e a depressão, fantasmas que assombram milhões. Suas causas são complexas, uma teia intrincada de fatores genéticos, ambientais e psicológicos. A genética, a forma como fomos criados, as experiências vividas... tudo se entrelaça, um complexo quebra-cabeça. Trauma infantil, estresse crônico, fatores sociais, a própria química do cérebro...tudo contribui, num ciclo vicioso e angustiante. A solidão, uma das suas raízes mais profundas.

No fim da tarde, a escuridão tomou conta, um reflexo do vazio que sentia dentro de mim. A esperança, porém, uma pequena chama acesa, desafiando a noite. A busca por ajuda, por compreensão, é o primeiro passo para atravessar essa escuridão, para encontrar a luz.