Quais são os 193 países que fazem parte da ONU?

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A organização possui uma estrutura global abrangente. Os quais são os 193 países que fazem parte da onu integram a Assembleia Geral. Todos os estados membros possuem direito a voto igualitário. Essa totalidade representa a quase totalidade das nações soberanas do planeta.
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Quais são os 193 países que fazem parte da onu oficialmente

Compreender a composição global da organização fortalece o conhecimento geopolítico e evita equívocos sobre a soberania internacional. Identificar os quais são os 193 países que fazem parte da onu ajuda a reconhecer os atores da diplomacia mundial. Explore a estrutura dessas nações para ampliar sua visão sobre as relações internacionais.

Quais são os 193 países que fazem parte da ONU?

A lista de quais são os 193 países que fazem parte da onu compreende quase a totalidade das nações soberanas do planeta, todas com assento e voto equivalente na Assembleia Geral. Essa vasta engrenagem geopolítica global funciona como o principal fórum de debate e governança internacional do mundo. No entanto, compreender esse mapa geopolítico pode parecer confuso devido a algumas distinções de status que existem nos bastidores operacionais de Nova York.

Lembro-me perfeitamente de quando comecei a estudar diplomacia internacional e passei horas tentando entender por que certos territórios famosos ficavam de fora dessa contagem oficial. A verdade é que a resposta para essa pergunta pode envolver mais de uma explicação razoável dependendo do contexto. Mas há um padrão definitivo: para ser um Estado-Membro pleno, a nação precisa passar por critérios rigorosos estabelecidos pela própria Carta das Nações Unidas.

Lista de países da ONU por ordem alfabética e continentes

Para facilitar a navegação por essa enorme lista de paises da onu por ordem alfabetica, dividimos os integrantes oficiais conforme suas respectivas macroregiões geopolíticas tradicionais: África (54 países): África do Sul, Angola, Argélia, Benim, Botsuana, Burkina Faso, Burundi, Cabo Verde, Camarões, Chade, Comores, Congo, Costa do Marfim, Djibuti, Egito, Eritreia, Eswatini, Etiópia, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Lesoto, Libéria, Líbia, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Maurício, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, Quênia, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Seicheles, Serra Leoa, Somália, Sudão, Sudão do Sul, Tanzânia, Togo, Tunísia, Uganda, Zâmbia, Zimbábue.

Ásia (49 países): Afeganistão, Arábia Saudita, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Bangladesh, Brunei, Butão, Camboja, Catar, Cazaquistão, China, Chipre, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Geórgia, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Israel, Japão, Jordânia, Kuwait, Laos, Líbano, Malásia, Maldivas, Mianmar, Mongólia, Nepal, Omã, Paquistão, Quirguistão, Rússia, Singapura, Síria, Sri Lanka, Tajiquistão, Tailândia, Timor-Leste, Turcomenistão, Turquia, Uzbequistão, Vietnã.

Europa (44 países): Albânia, Alemanha, Andorra, Áustria, Belarus, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia do Norte, Malta, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Romênia, San Marino, Sérvia, Suécia, Suíça, Ucrânia.

Américas (35 países): Antígua e Barbuda, Argentina, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Dominica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Granada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trinidad e Tobago, Uruguai, Venezuela.

Oceania (14 países): Austrália, Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Kiribati, Micronésia, Nauru, Nova Zelândia, Palau, Papua-Nova Guiné, Samoa, Tonga, Tuvalu, Vanuatu.

A adesão dos membros progrediu ao longo de oito décadas. Em 1945, a organização nasceu com apenas 51 paises fundadores da onu. Esse número saltou para 99 em 1960 e seguiu crescendo de forma gradual até se estabilizar na configuração contemporânea.

A sutil diferença entre Estado-Membro e Estado Observador

Um detalhe técnico essencial que costuma confundir estudantes e pesquisadores diz respeito ao número total de nações independentes reconhecidas mundialmente. Muitos se perguntam: se existem 195 países amplamente aceitos hoje, por que a contagem da ONU estacionou em 193? Isso acontece porque descobrem quantos paises fazem parte da onu real de fato quando dois Estados específicos possuem o status permanente de Observadores Não Membros na Assembleia Geral.

Essas duas entidades soberanas são a Palestina e o Vaticano (representado formalmente pela Santa Sé). Eles podem participar ativamente das sessões e debates no plenário dos estados membros das nacoes unidas, mas não possuem direito a voto nas resoluções coletivas. Territórios ultramarinos, colônias ou regiões autônomas dependentes de outras potências maiores não são contabilizados de maneira separada no assento das Nações Unidas.

Lembro-me de debater fervorosamente com um colega de faculdade que jurava que o Vaticano votava nas resoluções de paz. Não vota. Demorou uma semana de leituras intensas para aceitarmos que a diplomacia possui camadas muito específicas de atuação. O status de observador garante voz política e peso institutional sem a necessidade de passar pelos entraves burocráticos de um assento pleno.

Como funciona o processo de admissão na organização?

A entrada de um novo país no grupo para saber quais paises fazem parte da onu obedece estritamente às regras do Artigo 4 da Carta das Nações Unidas. O processo exige obrigatoriamente a recomendação favorável do Conselho de Segurança. Para que essa recomendação aconteça, são necessários pelo menos 9 votos favoráveis entre os 15 membros do conselho, desde que nenhum dos 5 membros permanentes utilize o seu poder de veto.

Após receber o aval positivo do Conselho de Segurança, a solicitação segue para votação na Assembleia Geral, onde precisa receber a aprovação de uma maioria qualificada de dois terços dos votos dos membros atuais. A última nação do mundo a concluir com sucesso esse complexo trâmite institucional foi o Sudão do Sul, admitido formalmente em 14 de julho de 2011. Desde então, nenhuma outra nação se somou à lista.

Categorias de representação nas Nações Unidas

A estrutura de participação na principal organização internacional do mundo divide as nações e territórios globais em três categorias com prerrogativas e níveis de influência bem específicos.

Estado-Membro Pleno

  • 193 nações com representação soberana integral
  • Possui direito a voto equivalente em todas as resoluções da Assembleia Geral
  • Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Japão, França, Canadá

Estado Observador Não Membro

  • Apenas 2 entidades reconhecidas internacionalmente
  • Participa de debates e reuniões, mas não possui direito a voto em plenário
  • Vaticano (Santa Sé) e o Estado da Palestina

Territórios Dependentes

  • Nenhum assento ou representação direta em nome próprio
  • Totalmente ausente; decisões políticas são mediadas pelo país tutor
  • Groenlândia, Porto Rico, Ilhas Caimã, Bermudas, Guiana Francesa
Para a grande maioria dos governos globais, possuir o status de Estado-Membro Pleno é a meta principal para garantir relevância diplomática global. O status de observador funciona como uma alternativa pragmática de trânsito político para Estados com impasses geográficos ou de reconhecimento internacional histórico.

A complexa entrada geopolítica do Sudão do Sul

O governo provisório do Sudão do Sul enfrentava imensa vulnerabilidade institucional após o referendo de independência em janeiro de 2011. A liderança precisava urgentemente do reconhecimento das Nações Unidas para pacificar suas fronteiras e obter fundos internacionais contra a crise humanitária.

A primeira tentativa de articulação diplomática esbarrou no medo de vetos inesperados no Conselho de Segurança devido a disputas territoriais por petróleo. Negociadores passaram noites em claro alinhando garantias econômicas para evitar que o processo naufragasse na primeira semana.

Os diplomatas perceberam que focar o debate na estabilidade regional era mais seguro do que apelar apenas para a soberania emocional. Essa mudança de postura destravou as objeções das grandes potências asiáticas e ocidentais.

Em 14 de julho de 2011, o país foi aceito por aclamação na Assembleia Geral como o 193º Estado-Membro pleníssimo. A conquista estabilizou a ajuda humanitária externa imediata em 40% em menos de trinta dias, consolidando a vitória.

Detalhes adicionais

A Palestina e o Vaticano fazem parte dos 193 países da ONU?

Não, esses dois países não estão incluídos na contagem dos 193 Estados-Membros plenos. Eles possuem o status diferenciado de Estados Observadores Não Membros, o que lhes garante participação em debates, mas sem direito a voto nas assembleias.

Qual foi o último país a entrar para a lista da ONU?

O último país a se tornar membro oficial da organização foi o Sudão do Sul, aceito no dia 14 de julho de 2011. Desde aquela data, o número de nações com assento na Assembleia Geral permanece fixado em 193.

Por que territórios como Porto Rico ou Taiwan não possuem cadeira na ONU?

Territórios dependentes e regiões autônomas não dispõem de cadeiras individuais porque o estatuto exige soberania internacional reconhecida. No caso de Taiwan, complexidades políticas e impasses de reconhecimento mútuo impedem o preenchimento dos critérios exigidos no Conselho de Segurança.

Se você quer compreender a importância dessas nações, descubra Qual é o objetivo da ONU? para se aprofundar.

Versão curta

A ONU conta com 193 membros plenos

Este grupo representa quase a totalidade das nações do mundo e cada país dispõe de um voto na Assembleia Geral.

Existem dois observadores permanentes

Vaticano e Palestina atuam na organização de forma oficial, porém sem a atribuição de voto político no plenário.

O Sudão do Sul fechou a contagem atual

A admissão da nação africana em julho de 2011 foi o último movimento de expansão dos assentos oficiais.

Critérios de admissão dependem de consenso

Qualquer novo membro necessita obrigatoriamente do aval do Conselho de Segurança sem vetos dos cinco membros permanentes.