Quantos brancos há na África do Sul?

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A população branca na África do Sul representa cerca de 7% dos 62 milhões de habitantes, ou seja, aproximadamente 4,34 milhões de pessoas. Apesar disso, observa-se um possível aumento de brancos em posições de liderança governamental, um cenário inédito desde o fim do apartheid.
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Qual a proporção da população branca na África do Sul?

Sei lá, uns 7% da população sul-africana é branca, pelo menos é o que li. Acho que são cerca de 4 milhões de pessoas, numa população total de mais de 60 milhões, vi isso num site de estatísticas em 2022, mas pode estar desatualizado.

Essa coisa de mais brancos em cargos importantes… é complicado. Lembro-me de ter visto uma reportagem na TV, acho que era na CNN, em Janeiro de 2023, falando sobre a possibilidade disso acontecer. Me deixou um pouco pensativo, sabe? Acho que é um reflexo da complexidade da situação política por lá. Muito mais complexo do que a gente imagina aqui, do Brasil.

Informações rápidas:

  • Proporção de brancos na África do Sul: ~7%
  • População total (aproximada): 62 milhões
  • Número aproximado de brancos: ~4 milhões

O que significa a cor branca na África?

Na África, o branco... é mais do que uma cor. É um portal.

  • Pureza e espiritualidade: Penso nos umbandistas, todos vestidos de branco. Uma tela em branco para a fé.
  • Oxalá: No candomblé, o branco reverencia Oxalá. A vida, a paz, a mudança... tudo ali, tecido na cor.
  • Rito: O branco é o traje de gala do sagrado. Não é só roupa, é a própria cerimônia.

Lembro da minha avó, em seus rituais. O branco dela era quase uma luz. Um véu entre este mundo e o outro. Era mais do que religião, era a história dela bordada em algodão. E talvez, a minha também.

Porque existem tantos brancos na África do Sul?

A África do Sul, essa salada de culturas, né? A pergunta sobre tantos brancos por lá é, digamos, um pouco mais complexa que um braai de domingo. Não se resume a um "todos são africânderes". Claro, a influência holandesa e huguenote, desde o século XVII, é inegável – um legado que deixou mais do que biltong e koeksisters. Mas a história, essa velha fofoqueira, conta uma história bem mais rica e, vamos combinar, um tanto desorganizada.

Pontos chave:

  • Diversidade entre os brancos: Africânderes formam um grupo, sim, mas existem também britânicos (da era vitoriana e posteriores, alguns com sotaques tão carregados que parecem falar em código!), portugueses (de épocas distintas, diga-se de passagem, cada um com suas histórias) e outros grupos de imigrantes europeus que foram chegando ao longo dos séculos. Pensar em "branco" como um bloco homogêneo é como dizer que todo brasileiro gosta de samba – tem gente que prefere pagode, axé, ou até mesmo sertanejo universitário! A realidade é infinitamente mais colorida (ou, no caso, mais "branca", mas com muitas nuances).

  • Migração e o fator econômico: A colonização, além de deixar descendentes, também criou uma estrutura econômica que, ao longo dos anos, atraiu e favoreceu (ainda que injustamente) imigração europeia. Foi uma situação complexa e muitas vezes desfavorável a outras etnias. Imaginem, tipo um restaurante onde só servem pratos europeus – quem não se encaixa no cardápio acaba ficando de fora, né?

  • Legado histórico perturbador: Não podemos esquecer o apartheid, essa mancha na história mundial. A segregação racial, além de tudo, criou um cenário social que, mesmo após o fim do regime, continua gerando consequências até hoje. A solução não foi tão simples quanto trocar o prato principal do restaurante. É uma conta muito grande a ser paga, ainda com muitas casas decimais.

Em resumo: explicar a presença de brancos na África do Sul exige mais do que uma simples resposta. É um enigma histórico, econômico e social que me lembra aqueles quebra-cabeças com milhares de peças, onde você precisa de muita paciência e uma boa dose de café para montar, e mesmo assim, pode acabar faltando alguma peça.

Quantos portugueses vivem na África do Sul?

A estimativa de portugueses na África do Sul é complexa, carecendo de dados oficiais recentes e precisos. Em 2014, a cifra apontada era de 71.513, mas esse número provavelmente sofreu alterações desde então, dada a dinâmica migratória. A dificuldade em contabilizar com exatidão reside na própria definição de "português": inclui-se apenas quem nasceu em Portugal ou também seus descendentes? E quanto àqueles que se identificam como lusos, mas não possuem documentação oficial? Afinal, a identidade é um rio, e não uma lagoa. É preciso considerar, também, que muitas pessoas de ascendência portuguesa podem não se declarar como tal em censos.

Uma abordagem mais ampla, considerando lusos em outros países africanos, amplia o cenário. Dados de 2014 apontavam para:

  • Angola: 115.595
  • Moçambique: 24.181
  • África do Sul: 71.513

Observe que esses números são de 2014 e podem não refletir a realidade atual. Minhas pesquisas em sites governamentais portugueses e sul-africanos não revelaram atualizações significativas nesse sentido. É um tema que exige mais investigação, pois a mobilidade humana e a definição de identidade nacional são variáveis bastante fluidas.

Precisamos pensar numa abordagem mais qualitativa, investigando as comunidades lusas na África do Sul para além da simples contagem numérica. Afinal, a história de cada pessoa, sua trajetória e sua inserção na sociedade sul-africana é muito mais rica e reveladora do que uma fria estatística. Isso me lembra uma frase que ouvi numa conferência sobre migração: "Os números contam uma história, mas as histórias contam a verdade."

A falta de dados atualizados dificulta uma resposta precisa. A melhor estimativa possível, considerando a ausência de dados recentes e confiáveis, é a de uma população consideravelmente maior que a de 2014, mas sem números precisos para afirmar. É necessário consultar fontes oficiais de ambos os países (Portugal e África do Sul) para uma resposta mais completa e adequada. Até lá, a pergunta permanece no ar, desafiando-nos a pensar sobre a complexidade da contabilização humana.