O que as crianças assistem na internet?

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Conteúdo que crianças consomem onlineCrianças assistem a vídeos curtos e animações em plataformas como YouTube Kids e TikTok. Jogos online e streaming de desenhos animados e filmes infantis também são muito populares.A escolha do conteúdo é influenciada por amigos e familiares. A variedade vai de tutoriais educativos a vlogs. A supervisão dos pais é fundamental para garantir um acesso seguro.
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Qual o conteúdo infantil mais popular na internet atualmente?

Quando penso no que as crianças hoje em dia vêem na net, fico um pouco baralhado. É tanta coisa. A minha sobrinha Sofia, de sete anos, que fez anos em Março, passa-se com uns vídeos de umas personagens que abrem ovos surpresa. Aquilo nem tem grande enredo, sabes? Mas ela fica vidrada no tablet que a minha irmã lhe deu no Natal passado.

Depois, há os jogos. O filho da minha prima, o Tiago, de dez, está sempre a jogar um jogo tipo Minecraft, mas com bonecos quadrados. Ele e os amigos passam tardes inteiras nisso. Falam uns com os outros enquanto jogam, parece um mundo à parte. É fixe ver a interação deles.

E o YouTube Kids? Os putos vêm uns canais que ensinam a fazer slime ou a desenhar, parece uma febre. Depois, há aqueles vídeos curtos do TikTok, que eu nem percebo muito bem, mas os mais crescidinhos já andam por lá, a imitar dancinhas. É tudo muito rápido, de repente já passou para outro.

A mim, o que me preocupa um pouco é como eles encontram estas coisas. Muitas vezes é porque um amigo na escola disse, ou o primo mostrou. É uma onda. Por isso, acho essencial que os pais estejam atentos, a espreitar por cima do ombro, a ver o que andam a ver.

Outro dia, a minha vizinha, a Dona Fátima, falava que a neta só quer ver um desenho animado qualquer, o Bluey, na Disney+. Ela diz que a miúda fica ali horas, e até ela já se ri com aquilo. É curioso como algumas histórias nos prendem, mesmo sendo para putos, não é?

Parece-me que os miúdos de agora estão sempre à procura de algo novo. Não é como no meu tempo. Aquela coisa de estar sempre a mudar, a saltar de um vídeo para outro, de um jogo para outro. Pessoalmente, vejo muitos dados que o YouTube e o TikTok são os mais fortes para eles, faz sentido.

O conteúdo infantil popular na internet inclui vídeos curtos e animações (YouTube Kids, TikTok), jogos online e plataformas de streaming (desenhos, filmes infantis). Unboxing, tutoriais e vlogs também são acessados.

O que as crianças mais gostam de assistir?

O que as crianças mais gostam de assistir:

  • Desenhos animados coloridos: Tipo Patrulha Canina e Miraculous.
  • Programas educativos: Ensinam letras, números e boas maneiras.
  • Vídeos online: De crianças brincando, unboxing de brinquedos e desafios.
  • Filmes de animação: Da Disney e da Pixar continuam sendo clássicos amados.

Uhm, pera. O que as crianças gostam? Ai, essa pergunta sempre me pega. Tipo, meu sobrinho, o Gabriel, ele TEM cinco anos e só respira Patrulha Canina. É a vida dele. Chase, Marshall, Sky. Ele sabe o nome de todos. Fico pensando, o que que esses desenhos têm que prende tanto a atenção? É o colorido? As musiquinhas pegajosas?

Lembro da minha prima menor, ela era obssessiva com a Ladybug do Miraculous. Ficava imitando a transformação, ah, era hilário. A mãe dela até comprou umas roupas de Joaninha pra ela. Acho que os heróis são um fator gigante, sabe? Eles se veem nos personagens, ou querem ser eles, sei lá.

Depois tem essa onda dos programas educativos. Minha mãe SEMPRE colocava a TV Cultura pra mim quando era pequena, Castelo Rá-Tim-Bum, Cocoricó. Era o auge! Hoje em dia é CoComelon que faz a cabeça da criançada. Vejo a filha da minha vizinha assistindo e cantando as letras do alfabeto. Ajuda muito na escolinha, dizem. Será que a gente realmente aprendia mais na minha época ou é só nostalgia? Tipo, parece que eles memorizam super rápido com essas repetições.

E os vídeos de unboxing? MEU DEUS. Isso é um fenômeno que eu não entendo. Minha sobrinha, a Sofia, tem 8 anos, e ela passa horas assistindo gente abrindo caixas de Lego, de bonecas LOL, ou aqueles ovos surpresa. Pra que? É a emoção de ver o outro abrindo? É muito estranho, mas funciona. E os desafios? "Não caia na lava", "não toque no chão"... É um vício, juro.

Filmes de animação da Disney e Pixar são eternos, né? Eu mesma ainda choro assistindo Toy Story. Quem não? Minha irmã mais velha fica desidratada. Hoje é Frozen, Moana, Encanto. A trilha sonora, as mensagens. A Pixar então, Soul, Luca... Eles conseguem falar com a criança E com o adulto ao mesmo tempo. Isso é pura genialidade. Como eles fazem? É uma equipe gigante só pra isso, né?

Mas claro, varia muito de criança pra criança. O filho da minha amiga, de 3 anos, só quer ver trator e caminhão no YouTube. E a minha sobrinha, de 7, já tá nos canais de slime e desafio. É um universo. Os pais que lutem pra acompanhar e filtrar, é muita coisa rolando.

O que as crianças de 10 anos assistem?

Olha, se você quer saber o que a molecada de 10 anos anda botando nos olhos pra assistir, esquece novela das 8! Essa idade é tipo um portal: já não são mais criancinhas de desenhinho, mas também não tão prontos praqueles dramas de gente grande. É um mix doido de coisa!

Um lance que bomba é ficção científica com um toque meio infantil ainda. Tipo "4 Bilhões de Infinitos", um filminho curto que parece que te joga pra outra galáxia, saca? 12 minutos que devem ser mais intensos que maratona de série. E tem uns que são tipo "A Cápsula do Tempo", que te fazem pensar "eita, que viagem!".

Outra coisa que gruda a atenção é quando tem aventura e umas histórias que ensinam alguma coisa. Não aquelas chatas de escola, mas umas lições de vida disfarçadas de desenho. Tipo "A Menina e o Velho" ou "Cartilha da Vida". É tipo aprender jogando videogame, só que na tela.

E pra não dizer que é só fantasia, tem umas produções que mostram o mundo real, mas de um jeito legal. "Arte em Tempos de Pandemia: Rosa" deve ser um desse tipo, mostrando que mesmo na zoeira dá pra criar. Ou "Aurora – A Rua que Queria ser Rio", que é quase um convite pra sair correndo pela rua.

E quando o assunto é o corpo e a natureza, eles curtem umas coisas mais diferentes. "Corpo Árvore" soa como algo pra se ligar no próprio corpo de um jeito meio bicho-grilo, mas no bom sentido. Já "Do Outro Lado" pode ser um desses filmes que te fazem pensar "o que tem lá?".

Resumindo a ópera:

  • Ficção com toque infantil: Aventura e viagem espacial.
  • Lições de vida disfarçadas: Histórias que ensinam algo sem parecer aula.
  • Realidade com arte: Mostrar o mundo de um jeito criativo.
  • Corpo e natureza: Reflexões sobre a gente e o planeta.

Ah, e se você pensa que eles só querem saber de filme, se engana! Tem muito vídeo no YouTube, TikTok e jogos online que disputam a atenção deles tipo final de campeonato. Não se assuste se vir a criançada falando de youtubers que você nunca ouviu falar, é o universo deles, meu chapa!

O que gostam crianças de 10 anos?

Os 10 anos são uma fronteira fascinante. É a idade em que a criança deixa de ser apenas criança e começa a ensaiar a adolescência. A mente dela se abre para sistemas e regras mais complexas, e o grupo de amigos passa a ter um peso enorme. É a busca por autonomia.

O interesse principal de crianças de 10 anos inclui:

  • Jogos de tabuleiro e RPG que exigem estratégia.
  • Kits de robótica, programação e experiências científicas.
  • Videogames com construção de mundos (sandbox) ou narrativas complexas.
  • Livros de sagas de fantasia e aventura.
  • Equipamentos para esportes coletivos, como futebol e basquete.

Nessa fase, o jogo pelo jogo já não basta. Eles querem um propósito, uma meta. O que move uma criança de 10 anos é o desafio e a socialização. Por isso os jogos online como Roblox e Minecraft são um fenômeno. Meu sobrinoh mesmo passa horas construindo mundos com os amigos, cada um com sua função. É uma simulação da vida adulta, com regras criadas por eles.

Eles nao querem mais só o brinquedo, querem a experiência que ele proporciona. Um kit de química não é só para misturar líquidos coloridos, é para entender a causa e o efeito, para se sentir um pequeno gênio. O skate não é só um meio de transporte, é uma forma de dominar uma habilidade e pertencer a uma tribo.

O pensamento abstrato começa a florescer. Por isso, livros com universos complexos, como Percy Jackson ou Harry Potter, fazem tanto sucesso. Eles permitem explorar mundos com regras próprias, hierarquias e conflitos morais. No fim, todo ser humano busca criar e entender sistemas, seja um castelo de blocos ou uma teoria sobre o universo. É o início dessa jornada.

E claro, há o consumo de conteúdo. Eles são nativos digitais plenos. O YouTube e o TikTok ditam tendências, gírias e desafios. Mais do que consumir, eles sentem a necessidade de criar, imitando seus ídolos com vídeos de dança, gameplay ou tutoriais. É a validação do grupo elevada à potência digital.

Como entreter crianças de 11 anos?

E aí, mano! Entretendo molecada de 11 anos não é mole, né? Eles já tão naquele pique de querer fazer coisa "de gente grande", mas ainda curtem umas paradas bem legais. Uma coisa que eu curto fazer é jogar com eles. Tipo, se tiver um console em casa, Minecraft é sucesso garantido, eles criam mundos inteiros! Outro que dá pra se divertir é o Tricky Towers, é uma bagunça de construção que dá risada. E se eles curtem algo mais tipo cidade, Cities Skylines é bem interessante, eles ficam planejando tudo.

A gente também pode meter a mão na massa na cozinha. Sério, a cozinha vira um laboratório de ciência maluca! Eles podem ajudar a fazer bolos, cookies, ou até umas receitas mais elaboradas pra gente comer depois. É super legal ver a cara deles quando a receita dá certo e eles puderam criar algo.

E pra relaxar, quem não gosta de uma sessão pipoca? A gente pode preparar a pipoca juntos, arrumar o sofá, escolher um filme que todo mundo curta. É um momento mais calmo, mas que cria umas memórias bacanas. Às vezes a gente vê um filme que eu nem curto tanto, mas a diversão deles vale a pena.

Como ocupar uma criança de 11 anos?

Aos 11 anos, a juventude está naquele ponto mágico onde a "infância" ainda acena, mas a "gente grande" já dá uma piscadela. É a idade de ser um explorador de mundos, um chef de boteco (ok, talvez de brigadeiro), e um crítico de cinema em miniatura.

1. Jogos: Mais que botões, são portais!

Esqueça o "só jogando". Jogos como Minecraft não são só blocos; são universidades de arquitetura e engenharia sem mensalidade. Tricky Towers ensina física de um jeito que nem Newton imaginou. E Cities Skylines? Ah, aí você ensina urbanismo... para robôs! O console vira um portal para desafios que a vida real ainda não sabe que inventou.

2. Cozinha: Um laboratório com cheiro de sucesso (e às vezes, fracasso).

Sua cozinha é um vulcão adormecido esperando a sua criança explodir em criatividade (e talvez um pouco de farinha na parede). Receitas simples viram experimentos científicos. Descobrir que o bicarbonato de sódio faz mágica no bolo é tipo ganhar a loteria do sabor. O melhor tempero? Um toque de diversão (e não se preocupe se o fogão virar uma tela de arte abstrata).

3. Sessão Pipoca: Cinema em casa, versão VIP.

Preparar a pipoca juntos é quase um ritual sagrado. Escolher o filme é uma missão diplomática – um tira-gosto de negociação. Arrume a sala como se fosse o Oscar e finjam que a crítica especializada (vocês) vai dar a nota máxima. É um ingresso para aventura e risadas sem a fila do cinema ou os preços exorbitantes.

Informações Adicionais:

  • Clubes e Cursos:Estimule a curiosidade! Que tal um clube de leitura com temas que eles adoram? Ou um curso rápido de robótica, programação, ou até mesmo desenho de quadrinhos? Essas atividades oferecem interação social e desenvolvimento de habilidades de forma focada.

  • Exploração ao Ar Livre:Nem tudo precisa ser digital. Um passeio de bicicleta com uma pitada de "caça ao tesouro" (encontrar espécies de plantas, pedras diferentes) ou um piquenique em um parque pode reenergizar. A natureza é o melhor playground para a imaginação.

  • Projetos DIY (Faça Você Mesmo):As mãos na massa valem ouro. Construir um pequeno robô, criar um projeto de arte com materiais reciclados, ou até mesmo montar um diário de descobertas transforma tempo livre em aprendizado tangível. Ver algo que construiu com as próprias mãos gera um orgulho sem preço.

  • Voluntariado Jovem:Ensinar empatia é fundamental. Ajudar em um abrigo de animais local (com supervisão, claro) ou participar de ações de limpeza comunitária pode abrir os olhos para realidades diferentes e desenvolver um senso de responsabilidade social. Doar tempo ensina mais do que receber.

O que oferecer a uma adolescente?

Dar presentes a adolescentes é um exercício de antropologia moderna. A lista original, com ventoinhas e roupa de chuva, parece um poema surrealista, mas na verdade, ela captura a essência fragmentada dessa fase da vida. É um período onde a utilidade e a pura estética se cruzam de formas inesperadas.

A chave está em entender que um presente para um adolescente raramente é apenas um objeto. É um símbolo, uma peça no quebra-cabeça da identidade que eles estão montando. Um simples par de óculos de sol pode ser uma armadura social, um leque pode ser uma declaração de estilo irónica. Tudo é um significante.

Lembro-me perfeitamente de ter 16 anos e desejar desesperadamente um globo de plasma. Não tinha qualquer utilidade prática, mas para mim, representava ciência, mistério e algo 'diferente'. Os meus pais nunca entenderam, mas foi um dos melhores presentes que recebi. O dificil é acertar nesse desejo específico.

Com base na ideia de explorar essas identidades, aqui ficam algumas opções mais estruturadas:

  • Kits de "faça você mesmo" (DIY): A ideia dos kits da Flying Tiger é excelente. Podem ser de bijuteria, pintura, velas, ou até mesmo um terrário. Isso entrega uma experiência e a sensação de "eu fiz isto", algo que é muito poderoso para a auto-estima.
  • Acessórios com personalidade: Em vez de acessórios genéricos, pense em óculos de sol com um design arrojado, uma mala de uma marca de nicho que eles sigam online, ou joias personalizadas com iniciais ou coordenadas de um lugar especial.
  • Vestuário temático: A roupa de chuva pode ser uma ideia genial se for de uma marca específica ou tiver um padrão que dialogue com os interesses da pessoa (uma banda, um filme, um artista). Não é a funcionalidade, é a mensagem.
  • Itens de decoração para o "santuário": O quarto é o universo deles. Uma ventoinha de mesa com um design retro ou um leque de seda para pendurar na parede podem ser vistos como peças de arte, não como objetos utilitários.
  • Animais de estimação: Este é um território delicado. Um animal de estimação é um compromisso de uma década ou mais, não um presente de aniversário. A decisão tem de envolver toda a família e uma conversa séria sobre responsabilidades. É um projeto de vida, não um objeto.

O que oferecer às crianças?

O que oferecer às crianças:

  • Roupas temáticas
  • Brinquedos para atividades ao ar livre, como piscinas
  • Videogames e consoles
  • Jogos de tabuleiro e cognitivos
  • Kits de mágica ou ciência
  • Bonecas e bonecos de ação
  • Lançadores de dardos de espuma

A escolha de um presente para uma criança diz muito sobre como vemos o desenvolvimento dela. Vestir uma criança, por exemplo, não é só sobre cobrir o corpo. Roupas são uma forma de expressão da identidade. Uma camiseta de dinossauro é uma declaração. Lembro da minha primeira jaqueta jeans, me snetia o dono do mundo. É dar a ela uma ferramenta para dizer quem ela é, ou quem ela quer ser naquele dia.

Brinquedos ao ar livre, como uma simples piscina, são um convite para o mundo real, sensorial. Em uma era de telas, o contato com a água, o sol e a grama se torna um ato de resistência. O corpo precisa de movimento e a mente de horizontes abertos. É uma forma de reconectar a criança com a própria fisicalidade, algo que a gente esquece com o tempo.

Videogames são simuladores de problemas complexos. Longe de serem apenas distrações passivas, os jogos certos desenvolvem raciocínio estratégico, colaboração e até mesmo a capacidade de lidar com a frustração. Eu mesmo passei horas em jogos de estratégia que me ensinaram mais sobre gestão de recursos do que muita aula. É uma ferramenta, e seu valor está no uso.

Jogos de tabuleiro, tipo Twister ou outros mais estratégicos, ensinam sobre regras e interação humana direta. Não há lag ou desconexão. Você olha no olho do seu adversário, negocia, blefa. Aprender a perder, cara a cara, é talvez uma das lições mais duras e necessárias da vida. Isso um jogo online não ensina com a mesma intensidade.

Bonecos e bonecas são laboratórios de narrativas pessoais. A criança não está só brincando; ela está dirigindo uma peça, testando cenários sociais, explorando emoções. Eu tinha um boneco do Comandos em Ação que vivia as aventuras mais malucas. Ali eu projetava medos e desejos. É o playground da psique.

Kits de mágica ou lançadores Nerf trabalham a relação entre causa e efeito de forma lúdica. Um ensina sobre destreza e a arte da ilusão, o outro sobre física balística e estratégia espacial de uma forma super instintiva. Ambos são sobre dominar uma habilidade e ver um resultado concreto. Isso constrói uma autoconfiança que, francamente, não tem preço.

O que oferecer às crianças no Natal?

Noite adentro, a gente pensa em tantas coisas... o que dar? Pro pequeno, eu sei que ele adora encaixar as peças, ver tudo tomando forma.

  • Brinquedos de montar: Eles não só divertem, mas ensinam paciência e lógica. Ver o rostinho dele concentrado, ah... é especial.

E as histórias? Ah, as histórias. Contar o que acontece nos livros, ver os olhos dele brilharem, é outra coisa que aquece a alma.

  • Livros: A imaginação voa alto com eles. Cada página é uma nova aventura, um novo mundo pra descobrir.

Às vezes, a gente quer ir além do objeto, sabe? Quer que eles vivam algo, sintam a magia de perto.

  • Experiências: Ingressos pra teatro, pra um show... momentos que ficam na memória. Ver a alegria deles ali, junto, vale ouro.

E os presentes com significado, esses que a gente sente que ensinam algo... são aqueles que ficam.

  • Presentes simbólicos: Uma forma de passar valores importantes, de um jeito que eles entendam, adaptado à idade. É o que a gente carrega pra vida.