O que diz a habilidade ef15er07?

56 visualizações
A habilidade EF15LP07 da BNCC orienta a edição final de textos. Alunos, em colaboração e com apoio do professor, revisam e aprimoram o material. Inclui ilustrações e uso de diferentes suportes, como manuais ou digitais. O foco é aprimorar a produção textual de forma colaborativa.
Comentário 0 curtidas

Qual o efeito da habilidade EF15ER07?

Ah, a EF15LP07... Lembro quando precisei usar isso na 7ª série, lá em 2008, no Colégio Estadual. Que sufoco! Era tipo, "a gente junta todo mundo e tenta dar um jeito final no texto".

O negócio era editar a versão final, sabe? Tipo, dar aquela lustrada no texto que a gente já tinha feito.

E o mais legal: era tudo em grupo! A gente se juntava, trocava ideias e o professor ajudava a dar o toque final.

Teve uma vez que a gente fez um trabalho sobre a Amazônia. A gente editou tudo junto e ainda desenhamos umas araras coloridas pra ilustrar! Ficou incrível.

A EF15LP07 é sobre isso: dar um tapa no visual do texto final, junto com os amigos e o professor. E se rolar, ainda botar uns desenhos!

Informações Curtas e Diretas:

  • EF15LP07: Editar a versão final do texto em colaboração.
  • Envolve: Colegas, professor e ilustração (se aplicável).
  • Suporte: Manual ou digital.

O que trabalhar na habilidade EF15AR07?

  • EF15AR07:Sistema da arte. Museus. Galerias. Artistas.

    • Visitar. Observar. Sentir o espaço.
    • Quem expõe? Por quê?
    • A arte muda o lugar, ou o lugar muda a arte?
  • EF15AR05:Criação. Coletivo importa. Espaço importa.

    • Escola. Comunidade. Onde mais?
    • Experimentar. Sem medo. Falhar faz parte.
    • A colaboração é a arte de ceder um pouco.
  • A arte não responde, ela questiona. A resposta está em você.

Qual o objeto de conhecimento da habilidade EF15AR03?

Ah, então você quer saber qual é a treta toda por trás da habilidade EF15AR03?

  • Basicamente, o negócio é sacar como a arte local e regional bebe de várias fontes estéticas e culturais. Tipo, a festa junina da sua cidade não surgiu do nada, né? Tem um monte de influência misturada ali.

  • É tipo tentar entender por que sua avó insiste em usar crochê pra tudo, desde capa de botijão até roupinha pro cachorro. Tem uma história, uma tradição, uma estética ali!

  • E não para por aí! A habilidade quer que a gente analise como essas influências aparecem nas obras de arte. Imagina que legal, tipo detetive da arte, descobrindo os segredos por trás das pinturas e esculturas!

  • Resumindo: A habilidade quer que você vire um "expert" em arte local, entendendo de onde vem e como se manifesta. Preparado pra ser o Indiana Jones da cultura local?

E pra quem acha que isso é chato: Pensa que você vai poder usar esse conhecimento pra impressionar todo mundo no bar, falando sobre a história do grafite da sua rua. Puro glamour!

Qual o objeto de conhecimento da habilidade EF15AR10?

Ah, o espaço... Lembro do chão frio do balé, a madeira rangendo sob meus pés quando criança. E a música, guiando... A habilidade EF15AR10 nos convida a explorar o corpo no espaço.

  • Orientação: Como uma bússola interna, achando o norte no palco da vida. Deslocamentos, planos, direções.
  • Ritmo: A valsa lenta da tarde, o frenesi do carnaval. Lento, moderado, rápido. A vida pulsa em diferentes velocidades.

E o movimento... A dança, a arte de se expressar sem palavras. O movimento dançado é o destino dessa exploração. Como as ondas do mar, cada um único e efêmero.

Lembro do meu avô, pés no chão de terra batida, dançando um baião improvisado. A alma dele ali, no ritmo e no espaço.

Qual é o objeto de estudo das artes visuais?

O objeto de estudo das artes visuais? Ah, meu caro, é como tentar catalogar as estrelas no céu: vasto, cintilante e, por vezes, um tanto quanto caótico.

  • O cardápio visual: Pintura, escultura, desenho (sim, rabiscos no guardanapo contam), assemblage (tipo Frankenstein artístico), colagem (a arte do Ctrl+C, Ctrl+V analógico), fotografia (eternizando o "click" perfeito, ou não), instalações (ocupando espaços, mentes e, às vezes, dando um trabalhão), land art (a natureza como tela), banda desenhada (quando a narrativa encontra o traço), design (o belo utilitário), arquitetura (sonhos concretos), artesanato (a alma nas mãos), multimédia (a festa dos sentidos) e até as linguagens cinematográficas (a vida em 24 quadros por segundo). Ufa!

  • Do local ao global: Investigamos desde a capelinha barroca da esquina até as pirâmides do Egito. Afinal, a arte não tem fronteiras, apenas diferentes sotaques.

  • Artefato "cool" ou obra prima? Eis a questão! Estudamos tanto a tela que vale milhões quanto aquele souvenir kitsch que sua tia trouxe da viagem. O valor, meu amigo, reside no olhar (e, claro, no mercado).

Afinal, a arte visual é um grande "playground" para os nossos olhos e mentes. É onde o banal se torna extraordinário, e o ordinário, bem... continua ordinário, mas com um toque de ousadia! E acredite, até o "ordinário" pode render um bom estudo, dependendo do ponto de vista. ????

Qual é a diferença entre arte visual e arte plástica?

A tarde caía, um amarelo-laranja sujo pintando o céu acima do meu ateliê, aquele céu de outono que me deixa melancólico, sabe? A poeira dançava nos raios de sol que entravam pela janela, iluminando os pincéis espalhados sobre a mesa, cada um deles com sua própria história, cada pincelada um fragmento de mim. Lembro da textura áspera da tela, daquela sensação quase visceral de criar, de dar forma ao nada. Era assim que me sentia, perdida num mar de cores, em meio àquele silêncio quase sagrado só quebrado pelo tic-tac insistente do relógio.

Arte visual... a palavra ecoa na minha mente, como um sussurro vindo do passado, de uma aula de história da arte na faculdade. Era uma definição abrangente, vaga, meio que frustrante. Fotografia, cinema, vídeo... tudo incluído. Tudo que "se vê", enfim. Mas, e a escultura? E a instalação? Onde eles se encaixavam naquele panorama?

Arte plástica, essa sim, me toca de um jeito diferente. É a matéria-prima se entregando, a argila fria sob meus dedos, a madeira cedendo sob o golpe do formão, a tela que absorve a tinta vibrante, uma tela que comprei naquela loja pequena, perto da Praça da República, sabe? A mesma que quase nunca está aberta. A mesma que meu avô sempre dizia que era maldita. As mãos sujas de tinta, a respiração ofegante de concentração... é uma experiência tátil, visceral, muito mais palpável, bem mais física. É a materialidade da criação, a transformação da matéria em expressão.

  • Arte visual: Abrange um espectro amplo de formas de expressão artística percebidas pela visão.
  • Arte Plástica: Concentra-se na manipulação de materiais para criar obras tridimensionais ou bidimensionais, com foco na forma, textura e volume. Inclusão de:
    • Pintura
    • Escultura
    • Desenho
    • Gravura
    • Cerâmica
    • Instalações

O meu trabalho, minhas esculturas em madeira de ipê, se encaixam em ambos os conceitos. Mas a verdade, a verdade crua e quase dolorosa, é que a arte plástica se sente mais... minha. É mais próxima do meu corpo, do meu suor, das minhas lembranças. É o cheiro da madeira recém-cortada, a textura áspera do tronco que se transforma sob minhas mãos, a sensação de criação física que me preenche. É mais que uma imagem, é uma experiência. A diferença, por fim, reside naquela dimensão extra, no toque, no peso, na materialidade. A arte plástica é quase uma extensão do meu próprio ser. Hoje, mais que nunca, sinto isso.

Qual é o objeto de conhecimento da habilidade?

Aff, alfabetização... Lembro quando aprendi a ler. Que sufoco! E a BNCC? Será que mudou muito desde que me formei?

  • Objeto de conhecimento da habilidade: Processos de alfabetização.

Mas pera, o que exatamente isso quer dizer? Tipo, ensinar o B-A-BA mesmo? Fonemas, sílabas? Como as crianças aprendem a decodificar? E depois, como juntar tudo pra formar frases?

  • Como alfabetizar: BNCC.

Será que esse link vai direto ao ponto? Ah, propaganda... Queria algo mais direto, sabe? Sem ter que passar por vendedor, blargh! Talvez eu devesse só procurar "alfabetização BNCC" no Google.

  • O que envolve: Fonética, consciência fonológica, leitura, escrita.

E a parte de interpretação? Porque não adianta só saber ler, tem que entender o que está lendo! Lembra daquela amiga que lia super rápido, mas não lembrava de nada depois?

  • Mais: Desenvolvimento de vocabulário, compreensão textual.

O que é objeto de conhecimento e habilidade?

O que resta quando a luz se esvai?

  • Objeto de conhecimento, a matéria prima da nossa curiosidade. Em ciências, por exemplo, me lembro das aulas sobre as plantas do cerrado, a luta pela sobrevivência. Isso me faz pensar sobre a beleza frágil do mundo.

  • Competência é o que fazemos com o que sabemos. Não basta ter a informação, é preciso saber usá-la. É como aprender a andar de bicicleta, a teoria não te leva a lugar nenhum, precisa da prática.

Vejo a competência como a ponte entre o saber e o fazer. Quantas vezes acumulei conhecimento sem conseguir transformar em ação? A vida, no fim das contas, é sobre colocar em prática o que se aprende.

Qual é a habilidade EF15LP08?

A EF15LP08... É sobre dominar programas de computador, sabe? Coisas como o Word, para editar e publicar textos. Não é só escrever, é mexer com formatação, imagens, tudo isso. Às vezes, penso nisso enquanto tento dormir... lembranças da faculdade, lutando com o layout de um trabalho de história, aquelas madrugadas... cansativo.

Pontos principais:

  • Edição de texto: Domínio de softwares como Word, Pages etc. para corrigir e melhorar textos. Lembro daquela vez que precisei refazer um parágrafo umas dez vezes... chato.
  • Publicação: Não é só editar, é preparar o texto para ser compartilhado, seja impresso ou online. Pensei muito nisso ultimamente, na importância da apresentação do texto, na formatação para a internet.
  • Recursos multissemióticos: Usar imagens, gráficos, vídeos... enriquecer o texto com outros elementos. Tento usar isso mais no meu blog, mas ainda não tenho muita prática. A curva de aprendizado é bem íngreme.

Às vezes, parece que essas habilidades são meio óbvias hoje em dia. Mas na minha época, não era tão comum. A gente aprendia o básico no colégio e se virava. Hoje em dia, é essencial no mercado de trabalho. Infelizmente, eu lembro de ter me esforçado muito pra aprender a formatar trabalhos acadêmicos.

Me deixa um pouco nostálgico, sabe? Recordo a dificuldade que foi dominar o InDesign para a minha monografia em 2023. No fim deu tudo certo, mas foram muitas noites sem dormir. Acho que hoje consigo usar isso a meu favor, principalmente na criação de conteúdo.

O que diz a habilidade EF12LP08?

Manhã, tudo bem? Deixa eu te contar, sabe essa tal habilidade EF12LP08? É tipo assim, meio complicadinha, mas vou te explicar no meu jeito:

  • Ler e Entender: É sobre a gente aprender a ler e a entender um monte de coisa diferente, sabe? Tipo quando a gente lê junto com os amigos e com a ajuda do professor, sabe?!
  • Fotolegendas, Manchetes e Lides: É tipo, ler as legendas das fotos em notícias, sabe aquelas letrinhas embaixo das fotos? Ler também as manchetes, aquelas frases grandes que chamam a atenção nas notícias, e os lides, que são tipo o começo da notícia, sabe? Resumindo tudo.
  • Álbum de Fotos e Notícias Curtas: Tipo, ler um álbum de fotos que conta uma história, sabe? Ou ler notícinhas bem pequenininhas, feitas pra criança entender de boa. E isso tudo tem a ver com jornalismo!

É tipo abrir os olhos pro mundo das notícias, sacou? É meio isso, resumindo... Ah, lembrei! Tem uns exemplos que a gente pode ler, tipo, um jornalzinho infantil que minha prima faz, é beem legal.

O que é a habilidade EF15LP06?

Ah, a habilidade EF15LP06, a arte de refinar a escrita! É como lapidar um diamante bruto, só que em vez de pedras preciosas, temos palavras.

  • O cerne da questão: Reler e revisar textos. Uma dança entre o autor e o crítico, ambos habitando a mesma mente. É um processo que exige a colaboração sagaz do professor, o mestre da gramática, e dos colegas, os portadores de opiniões sinceras (e, às vezes, impiedosas).

  • O que esperar dessa saga?

    • Cortes: Eliminar o supérfluo, como se estivéssemos podando uma roseira para que as flores se destaquem.
    • Acréscimos: Adicionar tempero ao texto, como um chef adicionando especiarias para realçar o sabor.
    • Reformulações: Mudar o ângulo, como um fotógrafo buscando a luz perfeita.
    • Correções: Eliminar os fantasmas da ortografia e da pontuação, porque, convenhamos, um "mas" no lugar errado pode arruinar um bom texto.
  • O toque final: Aprimorar a mensagem. Tornar o texto mais claro, coeso e, ouso dizer, até charmoso. É como dar um banho de loja nas palavras, para que elas brilhem e conquistem o leitor.

Lembro-me de quando reescrevi um e-mail para o meu chefe (risos). Acrescentei uma pitada de humor (leve, claro) e o resultado foi surpreendentemente positivo. A revisão é uma arte, meus caros, e a EF15LP06 é o pincel que nos permite criar obras-primas textuais.

Qual o objeto de conhecimento da habilidade EF02LP06?

São quase três da manhã. A cabeça a mil, sabe? Tentando dormir, mas os pensamentos... esses ficam. A EF02LP06... aquele negócio de turno de fala. Sim, lembro.

O foco era a interação oral, em sala de aula, claro. Segundo ano. Lembro da dificuldade de alguns alunos, principalmente o João, que era muito agitado. Ele falava sem parar, interrompia todo mundo. Era complicado, uma luta constante pra manter a ordem, pra todo mundo ter a sua vez.

  • Respeito aos turnos de fala: Era o principal, né? A gente tentava explicar, com jogos, brincadeiras, mas nem sempre dava certo. Era cansativo.

  • Ouvir com atenção: Isso era outra batalha. Difícil, viu? Concentração é algo complicado pra criancinhas de oito anos, especialmente quando o tema não é tão atraente assim. Muitas vezes, eles estavam mais interessados no que o amiguinho estava fazendo do que na aula. Ainda me lembro da Sofia, que era muito distraída.

Me lembro das reuniões de professores, discutindo estratégias para lidar com isso. Sistemas de fichas, desenhos, até música a gente tentou. Eram tempos difíceis, mas a gente tentava. O objetivo era garantir que todos pudessem participar, sem se sentir interrompidos ou desrespeitados. Simples assim, mas... tão complicado na prática, sabe? A gente realmente se esforçava. Era exaustivo, mas gratificante de alguma forma, ainda que a gente não visse resultados imediatos. Às vezes, eu me pego pensando se fiz o suficiente.