O que os jovens atuais mais procuram ou desejam?

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Jovens buscam experiências e realização profissional. A pesquisa indica que viagens e satisfação no trabalho são prioridades. 66% desejam conhecer o mundo, enquanto 48% buscam felicidade profissional. Independência e propósito também são fatores relevantes para essa geração.
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O que os jovens buscam hoje em dia?

Sabe, ando pensando nisso ultimamente. Vi uma pesquisa, sei lá, uns 66% querem viajar, conhecer lugares novos. Totalmente compreensível. Eu, por exemplo, fiz uma mochila pelas Américas em 2018, gastando uns 500 euros por mês, e foi inacreditável, a experiência mudou minha vida. Aquela liberdade, as pessoas que conheci… inesquecível.

Quase metade quer felicidade profissional. Isso me pega de jeito. Lembro da minha amiga Clara, formada em arquitetura, trabalhando numa construtora enorme em São Paulo. Salário ótimo, mas ela está sempre esgotada, estressada, sem tempo pra nada. Será que vale a pena? A gente precisa repensar o sucesso, né? Ela sonha em ter um atelier próprio, mas o medo de estabilidade financeira a paralisa.

Me identifico com essa busca por propósito, sabe? Acho que os jovens estão cansados de fórmulas prontas. Eles querem construir algo que faça sentido pra eles, e isso vai muito além do dinheiro. Não sei, é uma intuição.

O que mais atrai os jovens hoje em dia?

Affs, que pergunta difícil! O que atrai a galera jovem? Mil coisas, né? Tô pensando aqui...

Redes sociais, com certeza! TikTok, Instagram... meu Deus, o tempo que eu perco lá! Ontem fiquei até 3h da manhã assistindo vídeos de gatinhos e receitas de bolo. Preciso parar, sério. Mas é viciante, né? A galera se conecta, se expressa... Acho que é fuga da realidade tbm, sabe?

Sustentabilidade? Sim, mas tipo, de um jeito meio superficial às vezes. Todo mundo fala, mas quantos realmente mudam de hábitos? Eu tento, reciclo, compro menos plástico... Mas é difícil, viu? Acho que a pressão social ajuda, principalmente nas redes sociais. #meioambiente #consciênciaambiental. Eu mesma postei sobre isso hj.

Diversidade e inclusão. Isso aí é essencial. Meus amigos são de todos os tipos, cada um com sua história. É importante sim, ninguém discorda, né? Mas tem muito preconceito ainda, infelizmente. Tem que lutar por isso sempre.

Viagens? Nossa, quem não quer viajar, né? Ainda não viajei muito, mas sonho com o Japão e a Islândia. Fotos no Instagram me motivam demais. Quero conhecer novas culturas, tipo, comer coisas diferentes, ver paisagens incríveis... Experiências, essa palavra resume bem, acho.

Saúde mental? Super importante! Todo mundo tá falando sobre isso, e com razão. Ansiedade, depressão... Eu mesma luto com isso às vezes. Procurei ajuda e faz diferença. Preciso cuidar melhor de mim, dormir mais. Preciso mesmo.

Ah, esqueci de falar dos jogos! Meu namorado vive jogando, e até eu jogo às vezes. Fortnite, LoL, esses aí são os mais populares entre os meus amigos. É uma forma de interação social também, né? A galera se encontra online, faz grupo... Eu jogo mais pelo lado social, pra falar a verdade.

Enfim... são muitas coisas! Acho que a principal é a busca por conexão, seja online ou offline. Mas, gente, preciso ir jantar! Mãe me chamando! Depois continuo pensando...

O que os jovens mais desejam?

Os jovens de 2024? Uma salada de desejos, temperada com propósito!

Sabe, aquele papo de "estabilidade financeira"? Ainda importa, claro, mas é tipo achar um par de meias iguais na gaveta da minha avó: uma vitória rara e celebrada, mas não o objetivo final da vida. A geração de hoje quer mais, muito mais! Quer propósito, impacto. Quer deixar a sua marca, sabe? Não numa pedra, mas no mundo.

  • Propósito profissional: Não querem apenas um emprego; querem uma missão. Algo que os faça pular da cama de manhã – e não só por causa do café.
  • Flexibilidade: Esquecer o "de segunda a sexta, das 9 às 18h". Home office, horários flexíveis, trabalho remoto... a vida não é um formigueiro, e eles não são formigas!
  • Equilíbrio: "Vida pessoal"? Isso não é um inimigo do trabalho, é um aliado. Saúde mental? Prioridade número um, não item de luxo.

Pense assim: é como querer construir um castelo de areia incrível. A estabilidade financeira é a base – mas o castelo em si, as torres, as muralhas, o fosso... isso é o propósito, a criatividade, a realização pessoal.

E aprendizado? Ah, isso é o mar em que o castelo é construído. Constante, insaciável. Seja aprendendo uma nova habilidade, viajando para um país diferente, ou simplesmente explorando novas formas de fazer o mesmo trabalho de sempre.

E sim, ainda estou usando o meu celular de 2018. Ainda. (Mas já estou de olho num modelo novo… com câmera melhor, para documentar todas essas conquistas grandiosas dos jovens de hoje. E talvez um carregador mais potente, para aguentar tanto vídeo e foto!)

O que os jovens buscam hoje em dia?

Independência. Status. Experiências.

  • Carreira: Estabilidade financeira, propósito, flexibilidade. Meu primo largou a faculdade pra seguir carreira como streamer, ganha mais que eu.
  • Relacionamentos: Conexões genuínas, não superficialidade. Meu círculo social diminuiu, mas a qualidade aumentou.
  • Bem-estar: Saúde mental, autocuidado. Terapia. Meditação. Nada de placebo. Resultados palpáveis.
  • Tecnologia: Conectividade, informação instantânea, ferramentas que otimizam o tempo. Minhas habilidades digitais são meu principal ativo.
  • Sustentabilidade: Consciência ambiental, consumo consciente. Reduzi meu consumo de carne e plástico.

Preocupações: Futuro incerto, economia instável, pressão social, mudança climática. O pessimismo me consome às vezes.

Atividades: Experiências imersivas, aprendizado contínuo, comunidades online, lazer criativo. No meu tempo livre, programo e leio ficção científica.

Valores: Autonomia, autenticidade, impacto positivo. Não me importo com status quo. Quero deixar minha marca.

O que os jovens mais buscam?

Julho de 2024. Calor infernal em São Paulo. Estava no metrô, lotado, sufoco total. Colei naquelas grades de apoio, quase desmaiando. Vi uma garota, uns 20 anos, com fone de ouvido, lendo um livro sobre investimentos. Aí me bateu. Essa geração... tipo, a minha também, né? A gente não quer só grana, sabe?

Autonomia, ué! Isso é o que mais me incomoda no meu trabalho. Chefe chato, metas impossíveis, pressão constante... preciso de mais liberdade pra criar, pra decidir o meu ritmo. Viram meu colega, o João, largar tudo pra virar freelancer? Arriscado? Claro! Mas ele tá feliz. Faz o que gosta, quando quer. Inveja? Total! Ele tem a autonomia que eu desejo. E propósito, né? João encontrou o propósito dele na fotografia. Já eu... ainda tô procurando.

A conexão genuína? Difícil. Redes sociais, tudo superficial. As pessoas se mostram perfeitas, mas quem consegue ser perfeito? Eu preciso de amigos de verdade, não só curtidas. Tenho meu grupo do whatsapp da faculdade, mas é só fofoca. No fundo, sinto uma solidão imensa. Já tentei, sabe? Grupos de meditação, cursos de arte... Nada me preenche completamente. E essa busca, essa vontade de se conectar de verdade, tá presente em todos os jovens que conheço.

Experiências? Sim! Prefiro uma viagem legal do que um carro novo. Lembro da viagem que fiz pra Chapada dos Veadeiros em 2023. Conexão com a natureza, silencio, paz. Incrível! A felicidade não se compra em lojas, é isso.

Saúde mental? Meu Deus! A gente fala muito sobre isso, né? Mas é real. Ansiedade, depressão... todos sofrem, mais ou menos. Yoga, meditação, terapia... esses tópicos são comuns nas conversas entre nós. Precisa cuidar da mente como cuida do corpo.

Aprendizado contínuo. Essa é a realidade! Mercado de trabalho muda a cada segundo. Preciso estar sempre aprendendo novas coisas. Cursos online, workshops, livros... se parar, está fora do jogo.

Resumo: Autonomia, propósito, conexões genuínas, experiências > posses, saúde mental, aprendizado contínuo. Essa é a busca da minha geração, pelo menos da minha bolha. E, sinceramente, é cansativo. Mas, é assim que a gente escolhe viver, mesmo com o calor infernal de SP.

Quais são os principais desafios que os jovens de hoje enfrentam?

São tantas coisas, sabe? A gente fica pensando… às vezes, a madrugada é o único lugar onde consigo realmente pensar. A pressão é a primeira coisa que me vem à cabeça.

  • Pressão acadêmica: A concorrência é absurda. Todo mundo quer o melhor emprego, a melhor faculdade. Ano passado, por exemplo, a nota de corte do meu curso subiu 15 pontos! Minha prima desistiu de fazer medicina esse ano por causa disso.

  • Pressão social: As redes sociais criam uma realidade irreal. Parece que todo mundo está viajando, ganhando rios de dinheiro, tendo relacionamentos perfeitos… E a gente se sentindo insuficiente. Eu mesma, às vezes, apago minhas fotos de viagem porque me sinto mal comparando com as dos outros.

  • Pressão econômica: O custo de vida está altíssimo. Aluguel, comida, transporte… Meus pais estão com dificuldades e a gente sempre tem que se virar pra ajudar.

Mas tem mais. A insegurança do futuro é um peso enorme. O planeta está esquentando, o trabalho está cada vez mais instável. A gente se forma, mas e daí? Onde vamos trabalhar? O que vai acontecer daqui a 10 anos? Essa incerteza me deixa aflita.

  • Mudanças climáticas: A gente vê as notícias, as enchentes, os incêndios… dá medo. A sensação de impotência é real. Às vezes me pego pensando se vou conseguir ter filhos, se o mundo vai estar habitável pra eles.

  • Desigualdade social: A diferença entre ricos e pobres é gritante. É difícil ver tanta injustiça e não conseguir fazer nada. Eu me voluntariei em um projeto social ano passado, mas ainda sinto que é pouco.

  • Políticas incertas: A política é confusa, tudo muda tão rápido. A gente não entende metade das coisas que acontecem, e isso gera angústia e insegurança sobre o rumo do país.

É tudo muito pesado, né? Às vezes, parece que a gente está sozinho nessa luta. Mas a gente não está. A gente precisa se apoiar, conversar, compartilhar essas angústias. Precisa lutar, ainda que a luta pareça inglória. Mas … é difícil. A noite é comprida.

Como é que as redes sociais podem influenciar a personalidade dos jovens?

Redes sociais e a cabeça dos jovens… Nossa, que tema pesado! Ontem mesmo vi a Sofia, minha prima, chorando por causa de um comentário numa foto. Coisa boba, sabe? Mas ela ficou dias mal!

Influência negativa, real e palpável! Acho que a pressão por curtidas, a comparação constante com perfis “perfeitos”... isso tudo é uma bomba relógio, né? Tipo, todo mundo posta só o melhor, a viagem incrível, o corpo sarado... Quem consegue competir com isso?

  • Ansiedade: Mil notificações, gente te marcando em tudo... Me sinto esgotada só de pensar!
  • Depressão: Comparação constante, a sensação de não ser “suficiente”, a solidão apesar da conexão online... Já senti isso na pele, juro.

E a questão da identidade? Acho que as redes moldam a personalidade, principalmente em jovens em formação. Eles criam personas online, às vezes bem diferentes de quem são na vida real. Isso é normal ou preocupante?

Ah, lembrei! Minha amiga Laura, psicóloga, diz que a busca pela validação externa é um grande problema. A gente precisa de likes, comentários, seguidores... Para se sentir aceito, sabe? Que loucura.

Já percebi que meu próprio humor muda dependendo do que vejo nas redes. Se rola muito drama, me sinto mais ansiosa. Se vejo posts positivos e divertidos, me sinto mais leve.

É uma faca de dois gumes, né? Conexão com amigos, informação, mas também ansiedade, depressão, insegurança... Tem que ter muito equilíbrio. Acho que precisa aprender a usar, sem se deixar dominar. Preciso desligar mais o celular, acho.

Uso excessivo = problemas. Não tem como negar. Mas também não quero demonizar as redes sociais. Só acho que precisa ter consciência. E limite, claro! Procrastinei muito hoje escrevendo isso. Devo ter passado horas aqui.

Quais são as principais problemáticas da juventude?

As coisas pesam mais de noite, sabe? Quando o silêncio deixa os pensamentos gritarem. Penso nos jovens...

  • Mercado de trabalho cruel: A gente se forma, cheio de sonhos, e a realidade dá um soco na cara. Emprego? Estabilidade? Quase uma miragem. Parece que o sistema foi feito pra gente se frustrar.

  • Saúde mental em frangalhos: A pressão é absurda. Redes sociais, expectativas irreais, futuro incerto... Normal que a ansiedade e a depressão virem companhia constante. A gente se sente perdido, sem saber pra onde correr.

  • Desigualdade que sangra: Nasci e cresci vendo amigo talentoso sem ter a chance de estudar numa escola boa, fazer um curso decente, ter um futuro. É revoltante saber que o ponto de partida define tanto o resto da vida.

Acho que, no fundo, a gente só queria uma chance justa de construir algo bom. Mas o mundo parece conspirar contra.

O que os jovens mais gostam de fazer?

Eles buscam conexão. A turma nova? Amigos, claro. Redes sociais, games online. É fuga? Talvez. Mas é tribal.

Entretenimento imediato. Música. Séries. Vídeos curtos. Stimulus constante. A atenção é um recurso escasso, e eles sabem.

Expressividade digital. TikTok, Instagram. Criam, compartilham, constroem identidade. É performance? Sim. Mas é real.

  • Conexão social: Grupos de amigos, redes sociais online, jogos online.
  • Entretenimento digital: Streaming de música e vídeo, jogos, redes sociais.
  • Autoexpressão criativa: Conteúdo digital, hobbies, esportes.

Minhas irmãs, 20 e 22 anos, confirmam. Setembro de 2023. Elas usam o TikTok mais que a TV.