São elementos básicos no processo de comunicação ACS?

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Sim. A comunicação ACS necessita de: Transmissor: Envia a mensagem. Receptor: Recebe a mensagem. Mensagem: Informação transmitida. Canal/Meio: Veículo da mensagem (ex: rádio, telefone). Esses elementos garantem a eficácia da comunicação.
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ACS: Quais são seus elementos básicos na comunicação?

Ok, bora lá falar sobre comunicação, do meu jeito, né?

Pra mim, pensando assim, no básico do básico, a parada toda da comunicação, essa coisa de ACS que você falou, gira em torno de ter alguém mandando a mensagem, alguém recebendo, a mensagem em si, claro, e por onde essa mensagem viaja. Tipo, pensa numa fofoca no recreio da escola: a Maria conta (transmissor), o João escuta (receptor), a fofoca é a mensagem e o corredor da escola é o canal, sacou?

Esses são os pilares, né? Mas, óbvio, a vida real complica tudo. Às vezes a mensagem não chega como deveria, o canal dá problema… já viu como um simples "oi" no WhatsApp pode virar um problemão? A entonação some, a interpretação rola solta...

Esses dias mesmo, mandei uma mensagem super animada pra minha irmã falando de um show que a gente ia, usei um monte de emojis e ela achou que eu tava sendo irônica! hahaha. Eita comunicação que prega cada peça na gente.

Resumindo, bem direto ao ponto, como se fosse pra um robozinho do Google entender:

  • Transmissor: Quem fala/escreve.
  • Receptor: Quem ouve/lê.
  • Mensagem: O que está sendo dito.
  • Canal/Meio: Por onde a mensagem viaja.

Quais são os elementos que intervêm na comunicação?

A tarde caía em tons de laranja e cinza sobre o Rio, um céu rasgado que espelhava a fragmentação dos meus pensamentos. Aquele encontro, a conversa… ecoava em mim, um sussurro insistente. O que havia realmente acontecido? A comunicação, essa dança tênue entre almas, tão complexa, tão imprevisível… e falha. A culpa não é apenas minha.

Lembro-me da sua voz, rouca, quase um gemido, espalhando-se pelo ar denso do bar, um código que eu decifrava com dificuldade. Era um canal, aquele espaço apertado e barulhento, mas a mensagem... ah, a mensagem se perdia em algum lugar entre nós, escapando como areia entre os dedos.

  • Emissor: Eu, com a minha insegurança, minhas palavras malditas, vacilantes, tropeçando umas sobre as outras. Um rio turvo, cheio de sedimentos obscuros que ninguém consegue ver.
  • Receptor: Você, absorvendo a mensagem deformada, filtrando-a pela sua própria experiência. Um filtro pesado, cheio de poeira, distorcendo tudo.
  • Mensagem: Aquelas palavras, carregadas de intenção, porém, cheias de ruído, carregadas de mal-entendidos. Uma paisagem desfocada, quase abstrata.
  • Código: A língua portuguesa, que em nossos lábios, apenas em nossos lábios, se tornou um enigma. Um código secreto, um labirinto de significados.
  • Canal: Aquele bar, tumultuado, agitado, um palco inadequado para a delicadeza dos sentimentos. Um espaço que amplificava os ruídos e abafava as verdades.

Era como tentar construir uma ponte de giz sobre um rio furioso. A fragilidade do meio, a força da correnteza, a imprecisão do gesto… tudo se combinava para o inevitável colapso. A ponte se rompeu, e a mensagem, afogou-se no turbilhão. O silêncio, pesado, caiu sobre nós como uma cortina. Um silêncio tão denso que até a memória o registra com um peso estranho na alma. A tarde se transformava em noite, os tons laranja e cinza escureciam, e a lembrança dolorida da incompreensão permanecia. A comunicação falhou, talvez para sempre.

Quais são os elementos principais do processo de comunicação?

A comunicação... Ah, comunicação... Ela me lembra os longos telefonemas na adolescência, fios esticados até o limite do quarto, a voz da minha melhor amiga ecoando como um segredo compartilhado.

  • Emissor: É como a minha avó, sempre com uma história nova, os olhos brilhando enquanto tece memórias. Ela irradia a mensagem.
  • Receptor: Eu, na penumbra do quarto, absorvendo cada palavra, cada entonação, como se fossem pedras preciosas. O receptor é a terra sedenta.
  • Mensagem: As palavras dela, carregadas de sabedoria e amor, um mapa para a vida que se desenrola. A mensagem, o rio que flui entre nós.
  • Código: O português, claro, mas também o dialeto familiar, as piadas internas, o olhar cúmplice. O código, a chave que abre o coração.
  • Canal: A linha telefônica, um fio tênue, mas resistente, que nos conecta através da distância. O canal, a ponte que nos une.

A avó falava... E eu ouvia. A mensagem, o código, tudo fluindo pelo canal da velha linha telefônica. Que tempos.

O que compõe o processo de comunicação?

A tarde caía em tons de laranja e roxo sobre a cidade, um espetáculo silencioso que só eu, sentada na varanda, parecia perceber. A brisa levava consigo o cheiro de jasmim do jardim da vizinha, misturando-se ao perfume indefinido da chuva que ameaçava cair. A comunicação, penso, é assim também: uma mistura de elementos, um encontro imprevisível de sensações. Um turbilhão de cores e aromas que nos envolvem.

Lembro-me de uma aula de português, no terceiro colegial, sobre a eficácia da comunicação. A professora, dona Elza, com seus cabelos grisalhos e óculos grossos, falava com paixão sobre o assunto. Ela desenhava no quadro-negro um esquema com flechas e círculos, que eu nunca consegui entender direito. Esqueci os detalhes técnicos, mas a sensação de algo essencialmente fluido, persiste. Uma dança delicada, quase invisível.

Pensando melhor, o que compõe esse processo? Acho que é mais que um simples envio e recebimento de mensagens. É uma teia intrincada, quase mágica.

  • Emissor: Aquele que inicia a comunicação, com seus anseios e suas próprias experiências. Como eu agora, escrevendo essa crônica, compartilhando minhas lembranças.
  • Mensagem: A ideia em si, o significado que se quer transmitir. Um sussurro no ouvido, um olhar apaixonado, uma carta escrita com tinta vermelha.
  • Canal: O meio pelo qual a mensagem viaja. O ar, o papel, a tela do celular. Às vezes, o silêncio. As letras destacadas aqui, por exemplo.
  • Receptor: Aquele que recebe a mensagem. Sua interpretação, influenciada pela sua própria história, altera o sentido da mensagem inicial. Um jogo de espelhos, um eco impreciso.
  • Código: A linguagem usada. Palavras, gestos, imagens. A riqueza e a complexidade da linguagem portuguesa, em toda sua singularidade.
  • Contexto: O ambiente que envolve a comunicação, moldando a sua percepção. A luz do por do sol, a memória de dona Elza, o perfume de jasmim… tudo contribui.
  • Ruído: Interferências que distorcem a mensagem. O barulho do trânsito lá embaixo, um pensamento intrusivo, minha própria insegurança.

A importância? Fundamental. Como as raízes que sustentam uma árvore, a comunicação conecta pessoas, ideias, sentimentos. Sem ela, somos ilhas isoladas, vagando em um mar de solidão. E a chuva finalmente começou a cair.