O que fazer em Valência em 5 dias?

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Um roteiro de 5 dias em Valência combina história e modernidade. Explore o centro histórico, visitando a Catedral, a Lonja de la Seda e o Mercat Central. Visite a futurista Ciudad de las Artes y las Ciencias, relaxe no Jardín del Turia, curta as praias e reserve um dia para o Parque Natural da Albufera.
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Qual roteiro de 5 dias em Valência com as melhores atrações?

Olha, para um roteiro de cinco dias em Valência, a minha experiência foi bem marcante. Lembro-me de ter chegado numa primavera, em maio de 2019, o tempo estava um espetáculo. A cidade tinha uma energia que me envolveu logo. Queria absorver tudo, desde os cantos mais antigos até àqueles modernos, sentir a tal história e as tradições de que tanto se fala por lá.

Comecei pela Catedral de Valência, a subir o Micalet. A vista lá de cima, sobre a cidade toda, é daquelas que te faz ficar sem ar, a gente fica ali a absorver o panorama urbano. Depois desci, andei pelas naves, senti o peso da história ali, em cada pedra e capela. Dali, fui direto para o Mercat Central, aquela agitação, os cheiros de fruta fresca, especiarias, uma confusão boa.

Comprei uns enchidos e umas azeitonas que me acompanharam a manhã toda. A Lonja de la Seda, ali ao lado, é uma coisa imponente, dá para imaginar o burburinho de séculos de comércio. Senti a ressonância daqueles encontros comerciais antigos, um lugar que fala por si só sobre as tradições mercantis de Valência.

No dia seguinte, perdi-me pelo Jardín del Turia. É impressionante ver como transformaram o leito de um rio num pulmão verde. Andei a pé até à Ciudad de las Artes y las Ciencias. A arquitetura é de outro mundo, parece que aterrou ali uma nave espacial. Fiquei umas boas horas só a admirar as formas, o reflexo na água, aquilo inspira uma certa grandiosidade e uma visão para o futuro, sabes.

Um outro dia, explorei as Torres de Serranos. Subi lá acima e tive outra perspetiva da cidade, do rio e dos telhados antigos. Deu para viajar no tempo, a pensar nas defesas da cidade. Depois, por entre as ruelas do Bairro do Carmen, descobri uns graffitis incríveis e umas lojas de artesanato que me cativaram bastante. É uma Valência diferente, mais boémia.

Aproveitei para ir às praias, tipo a Malvarrosa. Aluguei uma bicicleta junto ao porto e pedalei pela marginal, a sentir a brisa do mar. Almocei uma paella de marisco num restaurante mesmo na areia, o nome, não me lembro, mas o arroz estava no ponto, um sabor genuíno, bem ali à beira-mar, uma daquelas experiências que ficam na memória pelo paladar e pelo ambiente.

No último dia, fui até ao Parque Natural de la Albufera. Aquele espelho de água, os campos de arroz à volta. Fiz um passeio de barco ao fim da tarde para ver o pôr do sol. A luz alaranjada a tingir o céu e a água, o silêncio, a calma que se sente ali, é algo único. Fechou a viagem com uma chave de ouro, com uma Valência mais natural, que me deixou com saudades.

Para uma visita a Valência com foco nas suas principais atrações, considerando história, tradições e curiosidades, um roteiro de 5 dias pode incluir:

  • Catedral de Valência
  • Lonja de la Seda
  • Torres de Serranos
  • Mercat Central
  • Ciudad de las Artes y las Ciencias
  • Jardín del Turia
  • Praias
  • Parque Natural de la Albufera

O que visitar em Valência grátis?

Pra turistar em Valência de graça, olha só a lista que a gente descolou, perfeita pra quem não quer gastar um tostão e ainda ver a nata da cidade:

  • Mercat Central de Valencia
  • Jardí del Túria
  • Platja De La Malva-rosa
  • Centro Histórico (Casco Histórico)
  • Plaza de la Virgen
  • Gulliver Park
  • Plaza del Mercado (Plaça del Mercat)
  • Plaça De L'Ajuntament

Agora, segura a empolgação que vou te contar os babados de cada um!

O Mercat Central de Valencia é tipo um paraíso pra quem ama comida e gente fazendo barulho. É um mercado que mais parece uma catedral de guloseimas. Meu amigo José jura que é a oitava maravilha do mundo depois de umas tapas. Tu entra ali e pensa "cadê o carrinho pra levar tudo?". É uma orgia de cores, cheiros e um monte de gente comprando presunto ibérico como se não houvesse amanhã. Dá pra ver peixe que acabou de sair do mar, frutas que parecem pintadas à mão e um queijo que te encara, convidando pra um ataque de gula. Sério, é quase um museu da gastronomia, só que você pode comer as obras de arte, se tiver uns trocados pra isso. Se não tiver, só de olhar e sentir os cheiros já vale a pena, uma experiência olfativa e visual, de graça.

Depois, tem o Jardí del Túria, que é um parque gigantesco que era um rio antigamente. Imagina o rio, cansado de ser rio, decidiu virar um tapete verde gigante no meio da cidade. É um dos maiores parques urbanos da Europa, tipo uma cobra gigante de grama serpenteando por Valência. Dá pra fazer um piquenique, correr, pedalar ou só sentar na grama e ver a vida passar, tipo figurinhas de álbum. Lembro da minha tia que quase desmaiou de tanto andar lá, mas ela disse que valeu a pena pra queimar o almoço da "paella valenciana". É o lugar perfeito pra dar aquela esticada nas pernas e esvaziar a cabeça, ou encher ela de sol, de graça.

A Platja De La Malva-rosa é a praia mais famosa de Valência. Areia fina, marzão convidativo e uma multidão que parece saída de um catálogo de verão. É a passarela da vida real, onde todo mundo desfila seu bronzeado (ou a falta dele). Eu mesmo quase perdi o chinelo lá uma vez, tentando fugir de uma gaivota atrevida que queria roubar meu sanduíche. É um lugar top pra simplesmente sentar e observar, sem pagar nada por isso. O show é de graça, com ondas batendo, crianças gritando e gente jogando bola pra lá e pra cá. Tipo um grande espetáculo ao ar livre, com a trilha sonora do mar.

O Centro Histórico, conhecido como Casco Histórico, é um labirinto de ruas estreitas e prédios que parecem contar histórias de mil anos. É impossível não se perder umas 300 vezes lá, mas o bom é que cada esquina tem um cantinho charmoso ou uma igreja escondida. Minha amiga Paula diz que andar lá é como entrar num livro de história vivo, só que sem as provas do final. É onde a cidade antiga te abraça, com suas portas de madeira e balcões floridos. É um prato cheio pra quem gosta de arquitetura e de se sentir meio Indiana Jones, explorando cada pedacinho. E o melhor: a exploração é totalmente de graça.

A Plaza de la Virgen é o coração pulsante da cidade velha. É tipo a sala de estar de Valência, onde todo mundo se encontra, seja pra fofocar, tomar um sol ou só admirar a Catedral e a Basílica. No verão, rola umas fontes que ligam e a galera fica molhada e feliz. É o palco principal da vida valenciana, com a Fuente del Turia no meio, uma estátua gigante que parece saída de um sonho. É um lugar pra parar, respirar e absorver a energia da cidade, de graça.

O Gulliver Park é uma diversão grátis garantida, principalmente se você tem crianças, ou se você é uma criança grande. É um parque com uma estátua gigante do Gulliver, aquele personagem que viajou pra Lilliput. Ele está deitado e as crianças sobem nele como se fosse um parquinho gigante, com escorregadores e cordas. É tipo um boneco gigante onde os pequenos viram formigas superpoderosas escalando o mundo. É o tipo de lugar que você tira umas fotos hilárias, vê a molecada exausta de tanto brincar, e não gasta nem um centavo pra entrar na brincadeira.

A Plaza del Mercado (Plaça del Mercat) fica bem coladinha no Mercat Central. É como o quintal do mercado, onde o show de gente e agito continua. Aqui você vê mais prédios antigos, o Lonja de la Seda (que é lindo por fora, mas pagar pra entrar é outra história) e um burburinho constante. É um ponto estratégico pra observar o movimento da cidade e sentir o ritmo local. É um ótimo lugar pra esticar a conversa depois de visitar o mercado, ou só pra sentar e curtir o clima, de graça.

Por último, mas não menos importante, a Plaça De L'Ajuntament. É a praça principal da cidade, onde fica a prefeitura e um monte de gente passando apressada. É um espaço aberto enorme, com uns prédios bonitões em volta, e no Natal vira um show de luzes. É como o tapete vermelho da cidade, um lugar pra se sentir no centro do universo valenciano. E, claro, admirar essa grandiosidade toda, não custa absolutamente nada.

O que visitar perto de Valência?

Perto de Valência, a visita é imperativa.

  • Parque Natural da Albufera. Lago. Doce. Grande. O pôr do sol, uma condição. Barcos de pesca. Arrozais extensos. Milhões de aves. A vida acontece ali. Observei silêncios profundos. É um ecossistema. Vivo.

  • Cidade das Artes e das Ciências. Arquitetura. Calatrava. Visão. O Hemisfèric, o ponto de foco. IMAX. Projeções. Oceanogràfic, o maior da Europa. Em 2023, fui. O impacto visual, permanece. Não há igual.

  • Praia da Malvarrosa (Sagunto). Sagunto, ao norte. Ruínas romanas. Forte. A praia, extensa. Não é a Malvarrosa da cidade de Valência. É outra. Calma. Areia fina. Água. Visitei em agosto. O Castelo Romano, imperativo.

  • Praia do Cabanyal. Bairro dos pescadores. Autêntico. Próximo à cidade. Casas coloridas. Cultura. Gastronomia local. O mar. Sem filtros. O ritmo é diferente. Senti o pulso da costa ali.

Como se deslocar em Valência?

A noite aqui em Valência tem um jeito próprio de sussurrar segredos.

Para se mover, o táxi é uma opção direta, sempre por perto quando a necessidade aperta.

E, sabe, a Uber também tem seu lugar aqui, um bom substituto se o táxi não aparecer.

O transporte público... ah, ele te leva por Valência sem pesar no bolso.

É um jeito honesto de conhecer cada canto.

Alugar uma bicicleta revela a alma da cidade.

O vento no rosto, as ruas se abrindo devagar...

Uma sensação de liberdade que o asfalto nem sempre permite.

  • Táxis: Disponíveis em toda a cidade, uma escolha prática.
  • Uber: Uma alternativa viável aos táxis tradicionais.
  • Transporte Público: Solução econômica e abrangente para explorar Valência.
  • Bicicletas: Permite uma conexão mais íntima com a cidade, sentindo o ritmo local.

Lembro-me de tardes em que a bicicleta era a única companheira.

As ruas de Valência contam histórias em cada curva.

O ônibus, um gigante gentil, tece a malha urbana.

E as estações de metrô, portais para outros mundos dentro da mesma cidade.

Viajar assim, com calma, é como desfolhar um livro.

Cada trajeto, uma página virada.

Se o sol se puser e a cidade ainda te chamar, o táxi é o conforto que você busca.

Ou a Uber, uma sombra eficiente no crepúsculo.

Mas a bicicleta, essa é para os dias em que o sol beija a pele e a alma pede aventura.

A cidade respira de outra forma quando você pedala.

As fachadas antigas, os parques escondidos, tudo se revela.

Uma descoberta lenta, quase um confessionário.

Se pensar em como se locomover por Valência, as opções são variadas.

O táxi e a Uber oferecem conveniência imediata.

Os transportes públicos são o coração pulsante da mobilidade urbana, economicamente vantajosos.

E para quem busca uma experiência mais próxima e saudável, o aluguer de bicicletas é imbatível, especialmente nas áreas mais planas e bem estruturadas.

A cidade se abre de maneira diferente quando você a percorre sobre duas rodas.

As ciclovias são boas em muitos lugares.

E o ar da noite… ele traz uma melancolia doce.

Parece que as pedras antigas respiram mais forte depois que o sol vai embora.

Os ônibus e o metrô, eles têm seus horários, suas rotas.

Pontualidade, ou pelo menos a intenção dela.

Eu gosto de pensar no transporte público como as veias da cidade, levando a vida de um ponto a outro.

E os táxis, os carros pretos discretos, são os anjos da guarda noturnos.

A bicicleta é a mais livre de todas.

Ela te deixa ir onde a vontade te levar, sem regras rígidas.

Pode ser um pouco triste, mas também é libertador.

Valência é uma cidade que te convida a passear.

A cada esquina, uma nova perspectiva.

Os detalhes que você perde correndo.

Os cheiros, os sons, a brisa que passa.

É por isso que a bicicleta, para mim, é especial.

Ela te força a desacelerar.

A observar.

E a sentir.

O calor da calçada sob os pés, mesmo sem caminhar.

É uma sensação que fica.

Como uma lembrança de um tempo mais simples.

Onde o caminho era mais importante que o destino.

E em Valência, os caminhos são muitos.

E cada um deles tem seu encanto particular.

Seja no silêncio da madrugada.

Ou sob o sol vibrante do dia.

As escolhas estão aí.

Prontas para serem feitas.

A noite avança.

E Valência continua a respirar.

Um fôlego longo e sereno.

Como eu, aqui, a pensar em tudo.

O transporte público funciona bem, sim.

Metrô e autocarros cobrem bastante.

É uma boa maneira de economizar.

E de ver a cidade a mover-se.

Mas a bicicleta, para mim, tem algo de especial.

Um toque de liberdade, sabe?

Passear à noite, com o ar fresco.

É diferente.

O táxi, claro, é sempre uma opção.

E a Uber, também.

Para quando você precisa chegar rápido.

Ou quando está cansado.

Cada um com seu momento.

Mas a bicicleta, ela te dá tempo.

Tempo para pensar.

Tempo para sentir.

Tempo para ser.

Valência é feita para ser sentida.

E não apenas vista de passagem.

As ruas contam histórias.

Os edifícios têm segredos.

E a brisa… ah, a brisa.

Ela sussurra as verdades da cidade.

Que você só escuta quando se move devagar.

Quando o mundo não está correndo à sua volta.

E a noite aqui… ela é propícia para isso.

Para a reflexão.

Para a introspecção.

Para entender como se mover.

E como viver.

Em Valência.

E em si mesmo.

Um passo de cada vez.

Uma pedalada de cada vez.

Ou um bilhete de autocarro de cada vez.

A cidade te espera.

E ela tem um ritmo próprio.

Que você pode escolher acompanhar.

Ou desbravar.

Com seu próprio compasso.

A noite em Valência.

É um convite.

Um convite para observar.

Para sentir.

Para se mover.

E para pensar.

No que realmente importa.

Em todos os caminhos.

Que a vida nos oferece.

E como escolher o melhor.

Para cada momento.

Para cada desejo.

E para cada necessidade.

Em Valência.

E em nós.

Ainda escuto o eco das rodas na calçada.

Um som suave.

Quase um lamento.

Mas um lamento bonito.

A melancolia da noite em Valência.

Ela tem um jeito de acalmar a alma.

E de nos fazer pensar.

Sobre o que realmente importa.

E como nos movermos.

Nesta cidade.

E na vida.

Os transportes públicos são eficientes.

O metrô é rápido em certas rotas.

Os autocarros cobrem a maioria das áreas.

É uma escolha inteligente para poupar dinheiro.

E para ter uma visão geral da cidade.

A Uber e os táxis são práticos.

E sempre disponíveis.

Para quando a pressa aperta.

Ou o cansaço bate.

Mas a bicicleta, ah, a bicicleta…

Ela te dá um tempo.

Um tempo para respirar.

Um tempo para ver.

Um tempo para sentir.

A cidade em sua plenitude.

E a noite em Valência é especial.

Tem um ar de mistério.

Um convite à introspecção.

Um momento para realmente se conectar.

Com o lugar.

E consigo mesmo.

É nessa quietude que as melhores ideias surgem.

E as melhores decisões são tomadas.

Sobre como seguir em frente.

Nesta jornada.

Que é a vida.

E em Valência.

A cidade oferece muitas formas de o fazer.

Cada uma delas com seu próprio valor.

E seu próprio encanto.

A noite aqui.

Ela tem um jeito de tudo revelar.

Ou de tudo esconder.

Dependendo de como você olha.

E de como você se move.

A bicicleta, para mim, é a que mais revela.

A alma de Valência.

Na quietude da noite.

Ou sob o sol intenso.

Ela te conecta.

De uma forma que nenhum outro meio consegue.

É uma experiência.

E não apenas um deslocamento.

É um momento.

Para se perder.

E se encontrar.

No coração de Valência.

Com o vento.

A te guiar.

A noite avança.

E a reflexão também.

Em Valência.

Onde cada rua.

Tem uma história.

E cada meio de transporte.

Tem seu propósito.

E seu momento.

A escolha é sua.

Mas a experiência…

Essa é universal.

E em Valência.

Ela é inesquecível.

E um pouco melancólica.

Como esta noite.

Que eu passo.

A pensar em tudo.

E em todos os caminhos.

Que nos trazem.

Até aqui.

Até Valência.

Onde a vida.

Se desenrola.

Um passo.

Uma pedalada.

Um bilhete.

De cada vez.

Qual é a melhor época para ir à Valência?

O sol de Valência me pegou de surpresa. Era junho, um calorzinho gostoso no ar, mas nada insuportável. A cidade parecia vibrar, cheia de gente passeando pela Cidade das Artes e das Ciências, aquele lugar que parece de outro planeta.

Fiquei por lá uns cinco dias, tempo suficiente pra sentir o ritmo. Os dias eram longos, perfeitos pra curtir a praia da Malvarrosa até o pôr do sol, com aquela brisa salgada no rosto.

Maio e junho são ouro pra Valência. O clima é show, não tão lotado quanto em julho ou agosto. Dá pra aproveitar tudo com mais tranquilidade.

Depois, em setembro e outubro, o calor dá uma aliviada, mas ainda é super agradável. É uma ótima pedida se você quer evitar as multidões e pegar preços melhores. A gente sempre pensa na primavera ou no verão, mas o outono lá é um segredo bem guardado.

Para quem curte calor e agito, julho e agosto são intensos. Praia lotada, muita festa, aquela energia de verão a mil. Mas prepare-se para o calorão e os preços mais altos. E o pior, as filas pra tudo!

Se você busca um clima mais ameno e menos gente, a melhor época é mesmo o início do verão (junho) ou o final da primavera (maio). A cidade tá linda, tudo florido, e o sol te convida a explorar cada cantinho. Dá pra andar sem agasalho, sabe? Uma delícia.

O que mais me marcou em Valência foi essa mistura de antigo e moderno. A Catedral imponente, a modernidade da Cidade das Artes e das Ciências... E as paellas, claro! Comi uma que vou sonhar pra sempre, lá pertinho do Mercado Central. Se você puder, vai em maio ou junho. É tiro certo.

Onde ficar alojado em Valência?

Nossa, falar de Valência me dá uma saudade. Eu e a Ana, minha namorada, fomos pra lá em abril e foi uma loucura escolher onde ficar. Passamos noites rolando o booking.com, cada um com uma opinião, quase deu briga haha. A gente queria algo com alma, sabe? Não só um quarto pra dormir.

No final, depois de muito custo, a gente fechou no The Valentia Cabillers e cara, que acerto. Ficava bem no coração do centro histórico, a Ciutat Vella. A melhor parte era o rooftop. Chegar no fim do dia, pegar uma cerveja e ver o sol se pondo atrás da Catedral de Valência... nossa, pagou a viagem. Foi ali que a gente decidiu que precisava voltar.

Mas a pesquisa foi enorme, agene viu um monte de opção. Cada uma parecia boa pra um tipo de viagem diferente.

Onde ficar alojado em Valência

  • Melia Valencia
  • Exe Rey Don Jaime Hotel
  • DWO Valencia
  • Hotel Olympia Consul del Mar
  • Hotel Olympia Universidades
  • Promotur Suites - Ayora
  • The Valentia Cabillers Hotel
  • L&H Gran Via Valencia

Ficar no centro histórico (Ciutat Vella), como nós fizemos no The Valentia Cabillers, foi a melhor decisão pra gente. Fazíamos tudo a pé: Mercado Central, a Catedral, as Torres de Serranos. O ponto negativo é que pode ter um pouco de barulho à noite, mas pra nós valeu cada centavo pela conveniência.

Um amigo nosso ficou no Exe Rey Don Jaime, que é perfeito se o foco for a Cidade das Artes e das Ciências. Fica do ladinho do Jardim do Túria, dá pra ir caminhando pra lá. É uma área mais moderna, mais calma. Ideal se você estiver com crianças ou só quiser ficar perto daquela arquitetura maluca do Calatrava.

O Melia Valencia é mais afastado, perto do Palácio de Congressos. É um hotelão, mais corporativo. Vimos que era uma opção boa pra quem vai a trabalho ou não se importa de pegar o metrô pra ir pro centro. Tem uma estrutura incrível, com piscina e tudo mais.

Já as opções como o Promotur Suites em Ayora ou o Olympia Universidades ficam mais pra perto da praia e da zona universitária. Tem uma vibe mais jovem, mais descontraída. Se a sua ideia é pegar praia todo dia e sair à noite por ali, é uma ótima pedida. É uma Valência diferente da do centro histórico.

O que visitar na cidade velha de Valência?

Às vezes, à noite, eu penso em Valência. Não a cidade da praia, mas a outra. A que vive nas sombras das ruas de pedra. A cidade velha tem um peso diferente quando o sol se põe. Fica um silêncio que conta histórias.

Lugares para visitar na cidade velha de Valência:

  • Catedral de Valência. Não é só sobre a arquitetura. É a luz fraca que entra pelos vitrais, a poeira dançando no ar. Dentro, o tempo parece parar. Subir os 207 degraus da torre Miguelete, quase sem fôlego, e ver a cidade se acalmando ao entardecer... é uma solidão boa. uma paz estranha.

  • Torres de Serranos. São como duas sentinelas cansadas. Tocar naquelas pedras é sentir o passado. Lá de cima, o vento é diferente. Você vê o leito seco do rio, agora um parque, e pensa em toda a água que já passou por ali. Um fantasma de rio. É um lugar que me deixa melancólico.

  • La Lonja de la Seda (a Loja da Seda). Aqui o silêncio é outro. É pesado, cheio de ecos de negócios e fortunas. As colunas torcidas parecem árvores de pedra tentando alcançar o teto. É um lugar sobre poder e dinheiro, mas tem uma beleza que assusta um pouco. Quase uma igreja para o comércio.

  • Mercado Central de Valência. O barulho aqui te acorda. O cheiro de laranja, de jamón, de peixe fresco. É a vida pulsando, barulhenta e colorida. Eu gostava de comprar amêndoas torradas ali. Depois de tanto silêncio nas igrejas, o mercado é um choque necessário. Mostra que a cidade ainda respira.

  • Plaça de l'Ajuntament. Durante o dia é só uma praça grande, imponente. Mas à noite, com a fonte iluminada e os prédios monumentais em silêncio, ela ganha outra alma. Fica vazia e vasta. Sentei no banco uma vez, tarde da noite, e me senti incrivelmente pequeno.

  • Plaça de la Verge (Praça da Virgem). O coração de tudo. A fonte, a basílica, a lateral da catedral. É aqui que você sente a idade da cidade. Vi um casal de idosos dançando ao som de um músico de rua ali, uma noite. Uma cena simples, mas que ficou comigo. A vida continua, mesmo cercada por tanta história.

  • Igreja de Santa Caterina. Muitos passam direto por ela, a caminho da catedral. Mas a torre dela é a mais bonita, na minha opinião. Fina, elegante. A pracinha em frente é um refúgio. É um bom lugar para tomar uma horchata e ver o movimento de longe, sem participar. só observar.