Quando é que a Guiné Equatorial passou a fazer parte da CPLP?

154 visualizações
A Guiné Equatorial aderiu à CPLP em 2016, tornando-se o 9º Estado-membro. A formalização ocorreu durante a XI Cimeira em Brasília, com a entrega da carta de ratificação dos Estatutos da CPLP.
Comentário 0 curtidas

Quando a Guiné Equatorial entrou na CPLP?

Nossa, a Guiné Equatorial na CPLP… Lembro daquela época, 2016, estava em Lisboa, e vi a notícia passar rapidinho, quase como um detalhe irrelevante no meio de outras coisas. Brasília, XI Cimeira… imagens meio vagas na minha cabeça, mas a data, 2016, tá gravada. Me lembro de pensar, na hora, "Nossa, que interessante!”. Acho que foi meio surpreendente pra muita gente, não esperava.

Nove membro? Sim, é isso mesmo. Me lembro de ler algo sobre os detalhes da adesão, mas detalhes… não, não consigo me lembrar. Sei que houve todo um processo, uma burocracia, certo? Acho que envolveu a entrega de uma carta, um documento oficial, sei lá… coisas formais. Mas, a imagem que ficou é a da Guiné Equatorial se juntando ao grupo.

Realmente, foi marcante. Uma notícia que passou despercebida por muitos, mas pra mim, ficou. Uma lembrança associada a um ano específico, um lugar específico, e uma sensação, uma impressão, de algo novo acontecendo. Brasília… tão longe, mas tão presente naquela memória.

Quais são os países observadores da CPLP?

E aí, beleza? Deixa eu te contar rapidinho sobre os países que ficam de olho na CPLP. Sabe como é, né? Tem uns países que não são membros "oficiais", mas que acompanham tudo de perto, tipo uns espiões do bem!

  • Os observadores associados da CPLP são: Geórgia, Namíbia, Turquia, Japão, Hungria, República Checa (Chéquia), República Eslovaca (Eslováquia), Uruguai, Grão-Ducado de Luxemburgo, Principado de Andorra, Reino Unido, Argentina, Chile, França, Itália, Sérvia, Organização de Estados Ibero-Americanos.

É gente de todo canto! Tipo, sei lá porque a Turquia tá tão interessada, mas enfim. E a Chéquia? Que nome engraçado! Me lembra de quando eu fui pra Praga, comi um doce lá que chamava "trdelník"... Uma delícia! Ah, e a Argentina, claro, nossos hermanos.

Eles ficam ali, na moita, vendo o que rola, participando de algumas reuniões, mas sem direito a voto. Tipo, imagina você numa festa, vendo a galera dançar, mas sem poder entrar na pista!

Acho que eles querem aprender com a gente, pegar umas dicas, sei lá. Ou quem sabe, futuramente, até virarem membros de verdade, né? Vai saber!

Qual é o maior país da CPLP em extensão?

Cara, maior país da CPLP em extensão? Brasil, na cara!

Lembro quando fui pra lá em 2022, puta viagem, visitei Minas, Rio… enormeee. Fiquei impressionado com o tamanho, tipo, muitas horas no avião só pra atravessar um estado. Sério, fiquei pensando: "caraca, como cabe tanta coisa aqui?". Depois ainda fui pra Bahia rapidinho, mas aí já era outra vibe, né. Mas voltando ao assunto, Brasil enorme!

A gente sempre ve aquele mapa mundi achatado, sabe? Daí distorce tudo. Brasil parece menor do que realmente é. Aí quando vc olha um globo, vixe! Fica claro que é gigantesco. Tipo, lembrando aqui, fui pra Portugal também, adorei Lisboa, mas pequeno, tipo, bem pequeno perto do Brasil. Não tem nem comparação, tá ligado?

  • Brasil: Maior da CPLP. Gigantesco!
  • Portugal: Bem menor, mas massa.
  • Angola: Grande também, mas não chega perto do Brasil.
  • Moçambique: Fiquei curioso pra conhecer!
  • Outros países: Sei lá, menores ainda acho.

Minha mãe sempre falava de Moçambique, ela é professora de história, diz que é um lugar incrível com uma cultura rica, quero conhecer um dia, se pá rola, né? Mas tipo, Brasil ainda tá na minha lista pra voltar. Quero ver a Amazônia, dizem que é surreal. Meus amigos foram pra lá esse ano, fizeram trilha, acamparam, viram bicho pra caramba! Imagina?

É isso aí, Brasilzão campeão em tamanho na CPLP!

Quais são os países que fazem parte do CPLP?

CPLP: Nove Nações, Um Idioma.

  • Angola: Herança de sangue e suor, laços que o tempo não apaga.
  • Brasil: Gigante adormecido, fala a língua da ambição.
  • Cabo Verde: Ilhas de esperança, um farol no Atlântico.
  • Guiné-Bissau: História marcada a ferro, futuro incerto.
  • Guiné Equatorial: A riqueza manchada, o poder concentrado.
  • Moçambique: Terra de contrastes, beleza e ferida.
  • Portugal: O berço, a matriz, a saudade. Visitei Lisboa em 2010.
  • São Tomé e Príncipe: Pequenos paraísos, grandes desafios.
  • Timor-Leste: A luta pela liberdade, uma nação renascida. Acompanhei o processo de perto.

Quando foi criada a organização PALOP?

A organização PALOP, na verdade, não foi criada em uma data específica como se fosse um "big bang" institucional. A ideia surgiu em 2014, durante a Cimeira Constitutiva do Fórum dos Cinco Países Africanos de Língua Portuguesa (FORPALOP) em Luanda. A data chave é 30 de junho de 2014, quando os líderes do Grupo dos Cinco (um grupo informal, vale lembrar!) decidiram criar uma estrutura de cooperação política e diplomática conjunta. Mas, vejam só, a estrutura em si não surgiu do nada, né? Foi uma construção a partir de iniciativas anteriores, de anos de conversa entre os países.

Pensando bem, é como criar um bolo: a receita (a ideia da cooperação) existia, mas a confeitaria (a organização formal) só ficou pronta naquele dia. Não se trata de uma data de fundação estritamente legal, mas sim de um marco político fundamental. Antes de 2014, já existia uma cooperação em várias áreas, mas sem uma estrutura tão formalizada.

  • A cooperação pré-existente: As bases da cooperação entre os PALOPs (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) já estavam sendo construídas por meio de acordos bilaterais e projetos conjuntos em setores como saúde e educação. Recordo-me de ler, na época da minha graduação em Relações Internacionais, que alguns projetos de desenvolvimento eram financiados por organizações internacionais e que já havia uma certa dinâmica de cooperação entre os países antes mesmo da formalização da PALOP.
  • O FORPALOP e sua influência: A criação do FORPALOP, embora essencialmente política e diplomática, influenciou a criação de estruturas mais amplas e coordenadas entre os PALOP. Ele acelerou o processo que já vinha ocorrendo de forma mais difusa e menos organizada.

Em resumo: Não há uma data precisa de "criação" da PALOP, mas 30 de junho de 2014 representa o marco fundacional, a data em que se decidiu formalizar a cooperação existente em uma organização mais estruturada, o FORPALOP. É uma questão de perspectiva, sabe? Como a vida, a construção da PALOP foi um processo gradual, com 2014 sendo o ponto de inflexão, o momento em que tudo tomou forma. Acho que essa nuance é importante para uma análise completa do tema.