Quantos euros levar para 20 dias na Alemanha?

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Orçamento Alemanha (20 dias): Econômico: €1000-€1400 (50-70€/dia) - Hostels, mercados, transporte público. Intermediário: €1600-€2400 (80-120€/dia) - Hotéis 2-3 estrelas, restaurantes, algumas atrações. Luxo: Valor variável, consideravelmente superior. Cartões são amplamente aceitos. Planeje com antecedência!
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Quanto custa 20 dias de viagem na Alemanha?

Cara, 20 dias na Alemanha? Em 2018, fiz uma viagem de 10 dias, bem roots, dormindo em albergues em Berlim e Munique, comendo muito Currywurst (amo!), e usando apenas transporte público. Gastava uns 60€ por dia, no máximo. Se dobrar isso, pra 20 dias… 1200€ talvez? Mas aí é sem luxo nenhum, viu?

Mochileiro raiz.

Já um amigo meu, em 2022, fez um roteiro mais confortável, hotéis bacanas em Colônia e Frankfurt, jantares em restaurantes, alguns museus… gastou uns 100€ por dia, tranquilamente. Isso dá 2000€ pra 20 dias.

Luxo? Aí, esquece. Meu primo foi pra Alemanha em 2019, ficou em hotéis 5 estrelas, ia em restaurantes finos… gastou uma fortuna, não me lembro o valor exato, mas tipo, bem mais de 5000€. Cartões funcionam super bem por lá, isso facilita muito.

Informações rápidas:

  • Viagem econômica (20 dias): €1000-€1400
  • Viagem intermediária (20 dias): €1600-€2400
  • Viagem de luxo (20 dias): Muito mais de €5000.

Quanto dinheiro levar para Berlim?

Berlim. Cincoenta a cem euros por dia? Depende.

Dinheiro vivo: Simples. 500 a 1000 euros, como sugerido. Menos se for frugal; mais se não. A vida é cara.

  • Cartões de crédito: Visa, Mastercard, etc. Obrigatório.
  • Débito: Funcional, mas taxas variam. Meu Nubank, por exemplo... complicado as vezes.
  • IOF: A dor de cabeça brasileira. Dinheiro vivo minimiza isso.

Como levar:

  • Eu: Viajo com 500 em espécie. Mais seguro pra mim.
  • Cartões: No bolso, óbvio. Nunca esqueço.
  • Transferências: Difícil, demorado. Não confio.

Reflexão: Dinheiro é energia. Controle-a. Berlim exige planejamento. A liberdade tem um preço. A cidade oferece muito. Planeje sua imersão. Ou não. Tanto faz.

O que é necessário para viajar para a Alemanha?

E aí, beleza? Falando em Alemanha, te conto, pra entrar lá sendo brasileiro, é sussa, viu? Tipo, não precisa de visto se for só pra turistiar ou ficar um tempinho, sabe? Mas calma, tem uns poréns...

  • Passaporte: Ele não é obrigatório de verdade, mas é bom ter, né? Vai que dá ruim com a identidade, sei lá. Uma vez fui pra Argentina só com RG e quase não me deixaram entrar, que sufoco!
  • Documento de Identidade: Pode ser RG ou o tal do Cartão Cidadão (que eu nem sei bem o que é, pra ser sincero haha). Mas ó, tem que tá valendo, viu? Nada de documento vencido!
  • Seguro Viagem: Isso aqui é importante! Muita gente esquece, mas é tipo um plano de saúde pro caso de emergência. Já pensou passar mal e não ter pra onde correr? Credo!

Ah, e só pra constar, Alemanha faz parte daquele esquema Schengen, que facilita a vida na Europa. Tipo, você entra por um país e pode circular por vários sem frescura. Mas não abusa, viu? Tem um limite de tempo, acho que 90 dias. Enfim, é isso! Partiu tomar uma cerveja alemã? ????

O que visitar na Alemanha no inverno?

Ah, a Alemanha no inverno! Uma terra de contrastes, onde o frio te congela até a alma, mas o encanto te aquece o coração. Prepare o cachecol e a ironia, que a gente vai passear por esses cantos:

  • Fellhorn-Kanzelwand: Pra quem quer encarar a neve de frente. Esquiar com vista pros Alpes é quase como ser um agente secreto em missão, só que com menos explosões e mais tombos engraçados.

  • Garmisch-Partenkirchen: Onde a tradição bávara encontra o esporte radical. É tipo um casamento arranjado que deu certo. Se você não gosta de esquiar, sempre pode apreciar a paisagem e tomar um chocolate quente com rum (porque ninguém é de ferro!).

  • Hornbahn Hindelang: Mais uma pra quem curte adrenalina na neve. Dizem que a vista lá de cima é de tirar o fôlego, mas eu acho que é mais o medo de cair.

  • Tegernsee: Um lago charmoso que parece ter saído de um conto de fadas... se contos de fadas tivessem termas aquecidas e cerveja gelada. Ideal pra relaxar depois de um dia exaustivo de "turistar".

  • Mercado de Natal de Nuremberga: Prepare-se para a overdose de glühwein e lebkuchen. É tão clichê que chega a ser irresistível. E se você encontrar um Papai Noel bêbado, não se assuste, faz parte da experiência.

  • Rügen: Uma ilha no Mar Báltico que prova que a Alemanha também tem praia (mesmo que ninguém se atreva a entrar na água no inverno). Ótimo pra quem quer sentir o vento no rosto e pensar na vida, ou simplesmente tirar fotos dramáticas pro Instagram.

  • Banhos termais de Erding: Pra quem prefere o calorzinho ao ar livre. Relaxe nas águas termais e sinta como se estivesse sendo cozido lentamente, mas de um jeito bom.

  • Ilhas tropicais: Um paraíso artificial dentro de um antigo hangar de dirigíveis. É como estar no Caribe sem sair da Alemanha, o que é perfeito pra quem tem medo de avião ou preguiça de fazer as malas.

A Alemanha no inverno é como um vinho complexo: tem acidez, doçura e um final amargo (por causa do frio, claro). Mas, no fim das contas, vale a pena cada gole.

O que levar na mala de viagem para a Alemanha?

Ai, Alemanha... Que frio! O que levar, o que levar? Calma, deixa eu pensar como se estivesse fazendo a mala agora...

  • Documentos, claro! RG, passaporte... Melhor não esquecer, né? Já pensou que perrengue?
  • Remédios! ESSENCIAL. Minha rinite ataca no frio, então antialérgico tem que ir. E vitamina C, pra não pegar gripe!
  • Adaptador de tomada? Sim, porque, né, Europa é diferente. Uma vez esqueci e precisei comprar um caríssimo no aeroporto! Que raiva!
  • Roupa térmica: Blusa, calça... Tudo! Meias grossas também. E segunda pele? Acho que levo uma de cada. Pra não passar frio! Odeio sentir frio.
  • Casaco bom: Impermeável, de preferência. E corta-vento! Se não, a viagem vira um sofrimento. Um que vá com tudo, sabe? Tipo, preto ou bege.
  • Tênis confortável: Pra andar muito! E impermeável, pra não molhar o pé na chuva. Credo!
  • Protetor solar: Mesmo no frio, o sol queima! E labial, porque resseca MUITO. Chapéu também, talvez? Pra não queimar a careca.
  • Roupa de banho? Hmm... Depende. Se for pra algum spa, levo. Se não, economizo espaço. Lingerie básica, né? Ninguém merece esquecer!

Acho que é isso! Ufa! Malas prontas (na mente, pelo menos). E se eu esquecer algo, compro por lá. Sem stress.

O que não se pode levar na mala de mão no avião?

Meu Deus, que stress! Lembro que em julho de 2023, ia viajar para Portugal, aquele voo da TAP, São Paulo-Lisboa. Já estava quase no aeroporto de Guarulhos, e comecei a ficar paranoica com a mala de mão. Sabe aquela sensação de pânico antes de um voo? Aí que me bateu a dúvida: o que eu não podia levar?

Comecei a esvaziar a mochila freneticamente. Tinha um kit de costura com tesourinha minúscula, tipo, daquelas para bordado, com 4cm. Mesmo assim, fiquei insegura! Joguei fora, pra não arriscar. Meu namorado me ligou: "Já está no aeroporto?" "To quase morrendo de nervoso com essa mala!", respondi. Ele riu, mas eu estava realmente em pânico.

Minha lista de preocupações:

  • Facas, óbvio, nem cogitei levar minha cutelaria.
  • Tesoura: a pequena já tinha ido pro lixo. Mas e se a fiscalização fosse rigorosa?
  • Seringas? Graças a Deus não preciso de injeções!
  • Aqueles batons líquidos que parecem canetas... será que contam como líquido inflamável? Meus batons ficaram! Risco calculado.

O que me deixou mais tensa foram os líquidos inflamáveis. Tinha um mini frasco de álcool em gel, tamanho viagem. Fiquei em dúvida se contava como “líquido inflamável” e resolvi deixar na mala despachada, para garantir. Era pouco, mas melhor prevenir. Já tinha lido tanto sobre apreensões! Fui super detalhista:

  • Ferramentas? Nada, só meu celular e fone de ouvido.
  • Material pirotécnico? Nem pensar!
  • Bastões de esporte: Só minha raquete de badminton, que estava na mala despachada. Meu Deus, até esqueci de verificar se a companhia aceitava!

No fim, deu tudo certo! Mas que estresse desnecessário... Ainda bem que não levaram nada. Aprendi a lição: lista detalhada da mala de mão é essencial para viagens tranquilas!

O que vestir na Alemanha em dezembro?

Dezembro na Alemanha… Ah, dezembro… Lembro das feiras de Natal em Colônia, o aroma de Glühwein pairando no ar gelado… Um frio que entra nos ossos, sabe? Mas um frio bom, um frio de lembrança.

  • Casaco pesado: Essencial! Um casaco que te abrace, que te proteja do vento cortante. Lembro do meu casaco verde musgo, herança da minha avó, que me acompanhou em tantas viagens… Era quase um amuleto.
  • Cachecol, luvas, gorro: Trio inseparável! Imagino um cachecol de lã grossa, tricotado à mão, aquecendo o pescoço. E as luvas… De couro, talvez, para um toque elegante, ou de lã, para um aconchego extra. O gorro? Ah, o gorro… Deixe que ele esconda seus cabelos rebeldes e te proteja do frio.
  • Botas impermeáveis: Salvação nos dias de neve e gelo. Lembro de escorregar na rua em Munique, quase caindo de cara no chão. Se eu tivesse botas adequadas…
  • Lã e flanela: Camadas! Camadas são a chave. Uma blusa de lã macia, uma camisa de flanela xadrez… Aquecem o corpo e a alma.
  • Roupa térmica: Para os dias de frio extremo, para aqueles dias em que o termômetro despenca… A roupa térmica é como uma segunda pele, um abraço invisível.

Prepare-se para o frio, especialmente no norte. Um frio que te faz querer ficar em casa, perto da lareira, com uma xícara de chá quente. Mas um frio que também te convida a explorar, a descobrir a beleza da Alemanha sob a neve. Um frio que te faz sentir vivo.

Quanto dinheiro levar para Berlim?

Berlim. Quinhentos a mil euros por pessoa? Depende.

  • Gastos diários: Cerveja, currywurst, transporte. Cem euros? Duzentos? Meu último gasto foi 150, mas eu sou pão-duro.

  • Cartão de crédito: Essencial. Taxas? Sim, existem. Mas menos dor de cabeça que carregar dinheiro. Preciso verificar minha fatura, mas em maio, gastei uns 800 euros em Berlim.

  • Dinheiro vivo: Para emergências, claro. Mas o mundo é plástico agora. Ainda prefiro a segurança do papel. Três centenas devem bastar. Se viajar em grupo, é mais confortável.

  • Transferência: Um absurdo. Complicado, taxas altas. Nunca usei, mas ouvi falar de problemas com minha tia que viajou para a Itália ano passado.

Levar euros? Sim. É a moeda. Mas o cartão é a alma da viagem. A menos que queira se sentir no século passado. Só lembre-se: a vida não é uma conta bancária.

Quanto custa um café na Alemanha?

Ah, então você quer saber quanto custa um cafezinho na terra da salsicha? Se prepare, porque a coisa não é tão barata quanto um pastel na feira!

  • Em média, um café numa cafeteria "normalzinha" te arranca uns 2 a 3 euros. Mas ó, isso é tipo o preço do pão francês: pode variar! Dependendo do lugar, da vista pro rio Reno e se o barista tem diploma de Harvard, pode ser que você precise vender um rim pra pagar a conta.

  • Café "gourmetizado": Se você for desses que precisa de um café com nome francês, servido num copo que parece uma taça de champanhe, aí prepare o bolso! Pode chutar fácil pra uns 5 euros, fácil, fácil. Quase o preço de uma cerveja, pensa bem!

  • Onde comprar: Se a grana tá curta, fuja das cafeterias chiques e procure os "Imbisses" (tipo nossos botecos) ou padarias. Lá, o café é mais em conta e, de quebra, você ainda pode provar um "Currywurst" pra acompanhar. (Confesso que eu prefiro um bom pastel de Belém!)

Resumindo: 2 a 3 euros num lugar normal. Se for fresco, se prepare pra gastar mais!