Como falar de mim no CV?

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Caramba, falar de si mesmo num currículo pode ser um desafio, né? Mas pense assim: é sua chance de brilhar! Descubra o que a empresa valoriza e mostre como suas habilidades se encaixam perfeitamente. Seja autêntico, mostre sua paixão e deixe transparecer que você é a pessoa certa para a vaga. Afinal, ninguém quer parecer um robô, certo? Invista tempo nisso, vale a pena!
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Falar de mim num CV... putz, que agonia, né? É tipo, me colocar numa vitrine, sabe? Me expor assim, crua e nua (metaforicamente, claro!). Mas ok, respira fundo. É preciso. Afinal, é a minha chance de, sei lá, mostrar que eu existo! E que eu manjo das coisas.

Mas como? A gente fica se perguntando: "Será que escrevo que sou proativa? Será que todo mundo já não escreve isso?". Aí fico pensando... será que coloco aquele projeto que fiz na faculdade, mesmo que tenha sido há séculos? Me lembro até hoje das noites viradas, do café frio... valeram a pena? Espero que sim! De qualquer forma, acho que demonstra minha dedicação, né?

E o pior: tem que ser tudo resumido, tipo um telegrama. Imagina, condensar anos de estudo, trabalho, vida... num pedaço de papel. Quase um milagre. A empresa quer alguém "dinâmico", "criativo"... Mas quem não quer, né? Sinto que todo mundo tenta se encaixar nessas caixinhas. Meio frustrante.

Lembro de uma vez que li num artigo – não me pergunte onde, porque já esqueci – que mais de 70% dos recrutadores... ou eram 80%? Enfim, uma baita porcentagem, olham o CV por menos de um minuto! Tipo, UM MINUTO! Dá tempo de ler o quê? Meu nome? Só espero que o meu se destaque no meio daquela pilha toda.

Então, acho que o segredo é ser autêntico, mesmo com todas essas "regrinhas". Mostrar quem eu sou, o que eu realmente gosto de fazer. Mostrar, sei lá, meu brilho próprio. Porque robô, a gente já tem de monte por aí. E ninguém quer ser só mais um na multidão, né? Então, bora lá, mais uma xícara de café e vamos encarar essa jornada de auto-elogios disfarçados de currículo. Vale a pena, a gente sabe que vale. Ou pelo menos, a gente espera que valha.