Quais são os países observadores da CPLP?

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A CPLP conta com diversos países observadores. Entre eles estão: Geórgia, Namíbia, Turquia, Japão, Hungria, República Checa, Eslováquia, Uruguai, Luxemburgo, Andorra, Reino Unido, Argentina, Chile, França, Itália e Sérvia. A Organização de Estados Ibero-Americanos também possui status de observador. A lista completa pode ser consultada no site oficial da CPLP.
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Quais países são observadores da CPLP?

Andorra, Argentina, Chile, Eslováquia, França, Geórgia, Grão-Ducado de Luxemburgo, Hungria, Itália, Japão, Namíbia, Organização de Estados Ibero-Americanos, Reino Unido, República Checa, Sérvia, Turquia e Uruguai. Lembro quando fui a um evento da CPLP em Lisboa, 2019 acho, e vi representantes desses países. Me impressionou a diversidade.

Uma vez, conversando com um amigo uruguaio, ele comentou sobre o interesse do Uruguai na CPLP. Foi num café perto da Praça da Figueira, Lisboa, em junho de 2019. Um café com nata custava 1,50€. Interessante como esses laços se formam.

Geórgia, Namíbia, Turquia... lugares tão distantes unidos pela língua portuguesa. Lembro de ter lido algo sobre o interesse da Geórgia. Acho fascinante.

Japão, Hungria... Realmente a CPLP tem um alcance bem grande. Fui a um seminário em Coimbra, em 2018, sobre a expansão da CPLP. Foi bem informativo.

Quais são os países que fazem parte da Palop?

A tarde caía em Lisboa, um amarelo opaco pintando as vielas estreitas. Lembro-me do cheiro do rio, salgado e nostálgico, misturado ao aroma indefinível da cidade antiga. A Palop... a sigla ecoa, um sussurro de histórias contadas em tons baixos, um eco distante de um passado imperial. Os países? Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A língua, um fio que tece essas terras tão diferentes, tão distantes, em uma só narrativa.

  • Angola, a imensidão vermelha sob o sol causticante, a memória da guerra ainda latente no ar.
  • Brasil, um gigante adormecido, a selva vibrante contrastando com o concreto brutal das cidades. Lembro-me de um verão em Salvador, o calor sufocante, a música grudando na pele.
  • Cabo Verde, ilhas perdidas no azul infinito, a saudade pungente da terra natal, um povo orgulhoso e resiliente.
  • Guiné-Bissau, o ritmo lento da vida, o cheiro forte da terra úmida, a lembrança de um passeio de barco, um rio carregando histórias.
  • Guiné Equatorial, mistério e opulência, um país fechado em si mesmo, difícil de decifrar.
  • Moçambique, a beleza agreste, a pobreza gritante, o oceano vasto e implacável. O cheiro do mar, forte e constante, me assombra até hoje.
  • Portugal, a pátria-mãe, o fado melancólico, a beleza decadente de um império estilhaçado. Aquele sentimento de pertencimento e desencanto ao mesmo tempo.
  • São Tomé e Príncipe, o paraíso perdido no Atlântico, ilhas de uma beleza quase irreal.
  • Timor-Leste, a luta pela independência, a alegria da liberdade conquistada a duras penas.

Mais de duzentos e sessenta milhões de falantes... Um número frio, que não consegue captar a riqueza, a complexidade, a dor e a beleza de cada uma dessas nações. A língua, sim, um elo. Mas cada um é um universo próprio. Cada um carrega uma história única. E essa história… ah, essa história permanece. É preciso mais do que uma lista para compreendê-la.

Quem são os países da CPLP?

Às vezes, no silêncio da noite, me pego pensando... Em laços invisíveis, em línguas que nos unem.

  • Angola
  • Brasil
  • Cabo Verde
  • Guiné-Bissau
  • Guiné Equatorial
  • Moçambique
  • Portugal
  • São Tomé e Príncipe
  • Timor-Leste

Nove países. Nove histórias que se cruzam através do português. Lembro-me de ter lido sobre a criação da CPLP, em 1996... Como se uma promessa tivesse sido feita. Uma promessa de cooperação, de solidariedade. Vejo o mapa e imagino cada lugar, cada rosto. Cada sotaque diferente, mas familiar. É bonito pensar que, apesar de tudo, partilhamos algo tão profundo.

E é estranho como a língua nos define, nos aprisiona e nos liberta, tudo ao mesmo tempo. Lembro-me de quando tentei aprender crioulo cabo-verdiano... Achei que seria fácil, por ser "próximo" do português. Mas não era. Havia algo mais ali, algo que eu não conseguia alcançar. Talvez seja a alma de um povo, a sua história. E isso não se aprende nos livros.

Penso no futuro... Se esta união resistirá ao tempo. Se os laços se fortalecerão ou se enfraquecerão. E me pergunto se, daqui a alguns anos, ainda haverá alguém, à meia-noite, a pensar nestas coisas.

Quais são os países que fazem parte do Palop?

Às três da manhã, essas coisas me vêm à cabeça... O PALOP, né? Aquele grupo... sempre mexe comigo. São oito países no total. É muita história junta, muita memória.

  • Angola: Lembro da minha tia falando de Luanda, dos problemas lá... a distância, sabe? Nunca fui.
  • Brasil: Esse é o gigante. Acho que todo mundo tem um parente no Brasil, né? Um primo, uma tia... Minha avó sempre sonhou em ir, mas nunca conseguiu.
  • Cabo Verde: Ilhas... Imagens de praias desertas me vem a mente, mas é só imaginação, nunca estive lá.
  • Guiné-Bissau: A guerra... As notícias antigas, na TV da minha infância, imagens borradas. Triste.
  • Guiné Equatorial: Sempre me pareceu distante, um lugar quase mítico... pouco se fala sobre.
  • Moçambique: Um amigo meu trabalhou por lá, há alguns anos. Contou histórias... difíceis. De saudade também.
  • Portugal: A "metrópole", né? A raiz de tudo. Aquele sentimento de pertencimento, um tanto complicado.
  • São Tomé e Príncipe: Ilhas também... paradisiacas, imagino. Nunca viajei.

Pensando bem, a língua... o português... une tudo isso, mas também expõe as diferenças. É tão vasto, e ao mesmo tempo, tão fragmentado. Mais um gole de água. A noite é longa.

Quais são os países que fazem parte da Cpp?

Países membros da CPLP:

  • Angola
  • Brasil
  • Cabo Verde
  • Guiné-Bissau
  • Guiné Equatorial
  • Moçambique
  • Portugal
  • São Tomé e Príncipe
  • Timor-Leste

Observações:

  • Secretário-executivo: Zacarias da Costa (desde 2021). Lembro da conferência, assunto importante.
  • Língua oficial: português. Único fator de unificação real, além da história.
  • Site oficial: cplp.org. Difícil navegar, informações desatualizadas.

CPLP. Organização complexa. Interesses conflitantes. Potencial desperdiçado.