Como é que o antropólogo Edward Burnett Tylor definiu cultura em 1871?

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Em 1871, Tylor pintou um quadro fascinante da cultura, vendo-a como essa tapeçaria complexa tecida com os fios do conhecimento, crenças, arte, leis e costumes de uma sociedade. Me impressiona como essa definição, mesmo sendo antiga, ainda ressoa hoje, mostrando como o aprendizado social nos molda profundamente. É como se a cultura fosse a herança invisível que recebemos e perpetuamos.
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Cultura... O que é cultura, afinal? Edward Burnett Tylor, lá em 1871, já se perguntava isso, né? E ele chegou numa definição que, pra mim, ainda faz tanto sentido! Imaginem: ele viu a cultura como uma... uma tapeçaria! Cheia de fios emaranhados, sabe? Conhecimento, crenças... A arte que a gente faz, as leis que a gente segue (ou não!), os costumes, tudo ali, misturado.

É impressionante como uma ideia de 1871 ainda mexe comigo hoje. Sério. Mostra como a gente é moldado pelo que aprende, pelo que vê à nossa volta. Tipo... eu lembro da minha avó, sempre fazendo aquele bolo de fubá incrível aos domingos. Era mais do que um bolo, era um ritual, uma tradição de família. E, pensando bem, aquilo era cultura, pura cultura! Aquela receita passada de geração em geração, o cheirinho que invadia a casa... Aquele sentimento de aconchego, de pertencimento. Entendem o que eu quero dizer?

É como se a cultura fosse uma herança, uma herança invisível. A gente recebe sem perceber e, sem perceber também, vai passando pra frente. Às vezes a gente nem para pra pensar, né? Mas ela tá lá, em tudo. Na música que a gente ouve, nas roupas que a gente veste, nas histórias que a gente conta. É... Tylor, lá em 1871, sabia das coisas. Ele definiu cultura como esse todo complexo. E, mesmo depois de tanto tempo, essa definição ainda me pega. É como se ele tivesse desvendado um segredo, um segredo que a gente carrega dentro da gente.