Quais são as gírias mais usadas atualmente?

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Gírias atuais no Brasil incluem "crush", "lacrar" e "sextou". Termos mais antigos como "broto" permanecem em uso, assim como gírias regionais: "sussá" (carioques) e "quebrada" (favela). É importante diferenciar gírias de calão, jargão e expressões populares. O significado e uso das gírias mudam rapidamente, refletindo a cultura jovem.
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Quais gírias estão bombando? Dicionário atualizado de expressões?

Tipo, "crush" todo mundo usa, né? Ainda me lembro da minha amiga Carol, em 2018, falando sem parar do "crush" dela, um cara do cursinho Pré-Vestibular Elite, em Copacabana. Custou-lhe uns 1500 reais o curso inteiro, por sinal.

"Lacrar" também tá em alta. Lembro de ter visto num vídeo do YouTube, acho que uns dois anos atrás, uma youtuber falando sobre "lacrar" na vida. Era um vídeo bem longo, com uns mil comentários.

"Sextou" todo mundo já ouviu, né? Acho que todo mundo usa isso no grupo do trabalho, tipo, "sextou, galera, fim de semana!". Na minha empresa antiga, naquela agência de publicidade em Ipanema, era a fala mais comum da sexta à tarde.

Broto... nossa, isso é antigo! Minha avó usava pra falar dos netinhos dela, lá pelos anos 90. Já "sussá" , típico do Rio, ouvi pela primeira vez no Laranjeiras em 2005, meu primo usava. E "quebrada"? Ouço bastante essa gíria, mas não tenho muita intimidade com o significado, confesso.

Gíria é diferente de calão, tá? Calão é palavrão e jargão é coisa de profissão, tipo, na minha área, publicidade, a gente usa umas gírias internas. Já expressão popular é outra coisa totalmente diferente.

Quais são as gírias mais utilizadas no momento?

Sextou! Ainda bem que já é sexta, né? Essa semana foi puxada... provas, trabalho, e ainda tive que levar o cachorro no veterinário, que stress!

  • Sextou: Essa todo mundo usa, né? Até minha vó já fala! Mas falando sério, adoro essa gíria. Resumindo tudo em uma palavra: fim de semana!

  • Treta: Ontem mesmo vi uma treta daquelas no grupo da faculdade. Alguém postou algo polêmico sobre política e meu Deus... foi um inferno!

  • Zueira: Meu grupo de amigos vive na zueira. A gente se zoa o tempo todo, é a nossa forma de interagir, sei lá. Às vezes até me pergunto se é saudável tanta zueira... rs

Pensei agora que preciso arrumar meu quarto, tá uma bagunça! Aquele tênis que eu amo está lá em algum lugar...

Ah, falando em pessoas...

  • Crush: Estou apaixonada pelo meu crush, gente! Mas sou muito tímida pra falar com ele, aff. Será que ele sente o mesmo?

  • Perrengue: Essa semana passei por uns perrengues chatos... meu celular quebrou, perdi a chave do meu quarto... Um caos!

  • Firmeza: Meu amigo me ajudou com a prova de matemática, firmeza total! Ele é muito gente boa.

Ah, e outra coisa que me irrita!

  • Lacrou: Essa palavra já está ficando um pouco clichê, né? Todo mundo usa para tudo! Mas sei lá, às vezes funciona.

Preciso comer alguma coisa... Estou faminta! Que horas são? Nossa, já está tarde... preciso dormir! Amanhã tem mais aula! Mas antes vou ver se encontro um vídeo engraçado no TikTok. Só pra relaxar um pouco antes de dormir! Talvez eu ainda consiga responder as mensagens do grupo. Preciso atualizar o meu insta também. Eita, que dia cheio!

Quais são as gírias que estão na moda?

"Calabreso" e "casca de bala" bombaram mais que fogos de artifício no Ano Novo! ????

  • Calabreso: Virou sinônimo de chamar alguém de "massa", tipo "ô, calabreso, vem cá!". Uma galera começou a usar depois que um participante de reality show soltou essa pérola. Antes, "calabreso" era só um tipo de pizza. Vai entender!
  • Casca de bala: Essa é praquele amigo que cola contigo em qualquer furada, tipo Batman e Robin, só que sem a mansão e o mordomo. A música do Thullio Milionário turbinou a gíria.
    • Eu lembro de ter usado "casca de bala" pra chamar meu amigo que me ajudou a empinar o carro atolado na lama. Amizade de verdade é isso aí, viu?

Quais são os jargões mais usados?

A tarde caía, um amarelo sujo manchando o céu paulistano, e a palavra "feedback" ecoava na minha mente, insistente, como o tilintar incessante de um copo vazio numa mesa de bar. Sucesso e discórdia, isso resume bem a minha sensação em relação a esses jargões, né? Uma mistura estranha de esperança e desespero. Como se o sucesso fosse uma miragem, sempre lá na frente, enquanto a discórdia, essa sim, palpável, se instalava em cada e-mail, em cada reunião.

Lembro-me daquela apresentação, em 2023, na qual meu "insight" genial, segundo eu, foi recebido com um silêncio sepulcral. Aquele vazio, aquele gelo que congelou meu suor frio. E o "feedback"? Ah, o feedback... "Precisamos melhorar a comunicação", disseram, evasivos, sem apontar um único erro. Um eufemismo cruel.

  • Feedback (47.7%): A palavra-chave da frustração. Um véu para críticas diretas, frequentemente vazias.
  • Networking (22.4%): Essa me irrita profundamente. A eterna ilusão de que relações superficiais se traduzem em oportunidades. Quanta falsidade!
  • Call (18.6%): Simples, direta. Mas quantas "calls" inúteis já me roubaram horas preciosas da vida? Horas que nunca mais voltam.
  • Job (17.6%): A busca incessante, o peso da responsabilidade. A esperança e o medo, lado a lado.
  • Insight (14.0%): A ilusão da epifania profissional, a busca pelo "a-ha!" que raramente surge.

A chuva começou a cair, fina e constante, como lágrimas. Esses termos, esses jargões, esses fantasmas que assombram o mundo corporativo. A busca pela ascensão, tão cheia de armadilhas. Sucesso e discórdia, a síntese perfeita do meu cansaço. A discórdia que habita as reuniões intermináveis, os corredores vazios, a frieza dos números. E o sucesso, aquele sucesso que não consigo alcançar, que se esquiva de mim como um gato assustado. A noite se fecha em volta de mim, úmida e fria, como a decepção.

Quais são as expressões utilizadas pelos jovens?

Rapaz, a língua dos jovens é uma salada deliciosa e imprevisível! Parece um pot-pourri linguístico onde o novo brota como ervas daninhas num jardim mal cuidado – e eu, com meus quase 40 anos, me sinto como um arqueólogo desenterrando hieróglifos adolescentes.

Gírias, o básico: "Mano", "mina", "tá ligado?", "na moral"... Clássicos imortais, como vinho barato que todo mundo toma numa sexta à noite. Ainda bem que "cafajeste" não voltou à moda, né?

Empréstimos? Que nada! É uma invasão! "Crush", "stalkear"... O inglês, esse conquistador implacável, deixando sua marca por onde passa. Meus tempos de faculdade foram bem menos cool, usávamos "ficar" e "espiar" – com muito menos charme, confesso.

Abreviações? A preguiça fala mais alto! "VC", "MDs"... A eficiência em sua forma mais preguiçosa. Em minha época, escrevíamos "você" e "meu Deus", mas gastávamos mais tempo digitando e menos tempo vivendo.

Internet, a terra prometida dos neologismos: "Meme", "flopar"... A internet gerou uma miríade de expressões que morrem e renascem mais rápido que minhas plantas em meu mini-jardim.

Neologismos? A criatividade sem limites (e às vezes sem sentido). Palavras novas, inventadas, híbridas... uma alquimia linguística que me deixa maravilhado e um pouco perdido. Só espero que não inventem uma gíria para "ficar perdido", porque já estou meio lá.

Lembrando que isso varia mais que o humor de um adolescente numa segunda-feira de manhã. Cada região, cada grupo, sua própria "língua secreta". Meu sobrinho de 15 usa termos que me deixam mais perplexo que um enigma de Agatha Christie.

O que as roupas transmitem?

Roupas: Manifesto silencioso.

  • Identidade: Fragmentos da alma expostos. Escolhas tecem a história.
  • Estado: Reflexo do caos interno ou da serenidade. Um termômetro da psique.
  • Atitude: Rebeldia costurada ou conformidade bordada. A mensagem é clara.
  • Estética: Grito visual. Afinidade com o belo ou desprezo calculado.
  • Intenção: Camuflagem ou declaração de guerra. O jogo da sedução ou do poder.
  • Cultura: Herança tecida, tradições em cada fibra. Raízes expostas ao mundo.
  • Consumo: Marca da tribo, ostentação ou recusa. O preço da individualidade.

Meu olhar: Desinteresse pela passarela. Uniformes anestesiam. Singularidade, a busca.

Quais são as expressões usadas no dia-a-dia?

Ah, o português! Um mar de expressões que, se levadas ao pé da letra, nos dariam cenas dignas de Monty Python. Eis algumas pérolas do cotidiano, para você usar e abusar, com aquele toque de malícia que só a gente tem:

  • Abandonar o navio: Desistir, pular fora. Tipo quando você vê que o jantar na casa da sogra vai descambar para uma discussão política. Sai de fininho!

  • Abotoar o paletó: Falecer, ir para a terra dos pés juntos. Mais elegante que "bater as botas", confesso.

  • Abrir o coração: Desabafar, contar os segredos mais sórdidos. Cuidado com quem você abre, hein? Tem gente que usa "roupa suja" alheia para lustrar a própria.

  • Abrir o jogo: Revelar o plano, mostrar as cartas. Ideal para usar antes que alguém te passe a perna no truco.

  • Acertar na mosca: Adivinhar, acertar em cheio. Quase como prever qual será a próxima novela das nove (quase!).

  • A cobra vai fumar: Vai dar ruim, vai ter barraco. Sinal de que é hora de pegar a pipoca e se preparar para o show.

  • Agarrar com unhas e dentes: Defender algo com unhas e dentes, lutar com todas as forças. É como eu agarro meu último brigadeiro na festa.

  • Amigo da onça: Aquele "amigo" que te elogia na frente e te apunhala pelas costas. Tenha uns por perto, a vida fica mais interessante! (Só não confie neles).

Quais são as gírias mais conhecidas?

Às três da manhã, essas coisas me vêm à cabeça... gírias, sabe? Um reflexo da gente, né? Do que a gente vive.

Sextou: Essa todo mundo conhece. Sexta-feira, ufa, acabou a semana. Lembro de quando era só "bora pra balada!", agora é "sextou, miga!". Até meu avô de 80 anos fala "sextou"!

Treta: Ah, treta... Sinônimo de confusão, briga, barraco. Semana passada mesmo, vi uma treta daquelas no ônibus, quase que eu saía correndo. Era por causa de lugar, trivial. Mas a gente cria drama pra tudo.

Zueira: Brincadeira, zoeira... A gente leva a vida na zueira, pra não pirar. É um escudo, às vezes. Meus amigos e eu, vivemos na zueira.

Trocar ideia: Conversar, bater um papo. Simples, mas define bem aquele bate-papo despretensioso, sabe? Do tipo que a gente faz tomando café com os amigos mais próximos, sem pensar muito.

Crush: Essa é nova, né? Antes era "paquera", "ficante"... Agora é "crush", mais moderno, mais... sei lá, menos compromisso.

Perrengue: Situação difícil, chata. Um perrengue daqueles. Quebrei o meu celular ontem, isso sim foi um perrengue. Deu até uma aflição, sabe? Precisei esperar até amanhecer pra resolver.

Firmeza: Tá tudo certo, tranquilo. Sinal de aprovação. Ouvi meu chefe falar isso ontem, no fim do dia. Foi uma sensação de alívio.

Lacrou: Arrasou, fez sucesso. Vi uma menina falando que "lacrou" no vestibular. Faz sentido, né? Meta atingida com sucesso.

É engraçado como essas palavras mudam, né? Reflexo das mudanças na sociedade. Me deixa pensando... ainda bem que existem essas palavrinhas pra facilitar a vida, me dá uma leve sensação de alívio.