Qual é o apelido do underground em Londres?

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O apelido mais comum para o metrô de Londres é The Tube. Também é conhecido como Underground, mas "The Tube" é o mais popular e utilizado informalmente.
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Qual o apelido do submundo londrino?

Chamam-lhe "The Tube". Simples assim. Todo mundo em Londres sabe. É meio estranho, né? Um apelido tão curto para algo tão gigantesco. Lembro-me da primeira vez que usei, em 2017, numa viagem a Londres com os meus pais. A confusão inicial com as linhas, o mapa complicado... Mas logo me adaptei, a eficiência era incrível. Pegava o Tube para ir ao British Museum, custava uns 5 libras a viagem, se não me engano.

Acho que o apelido pegou porque é prático. Todo mundo entende. Não precisa de explicações longas. Ao contrário de "Metropolitan Railway", que é o nome oficial, parece pesado, formal. "The Tube" é descontraído, como a cidade em si.

É rápido, eficiente e, cá entre nós, às vezes um pouco claustrofóbico. Mas você se acostuma. Lembro que uma vez, estava numa dessas plataformas escuras, em Notting Hill, à noite, e senti uma certa adrenalina. Um sentimento único. Esse é o "The Tube" para mim, uma mistura de praticidade com uma pitada de mistério.

Como funcionam os metros em Londres?

Carregar o Oyster Card no metrô de Londres? Ah, me lembro da primeira vez... Era 2015, eu estava completamente perdido na estação King's Cross. Que lugar enorme!

  • Comprar o Oyster Card: Encontre as máquinas azuis.
  • Escolha o valor: Selecione o valor que quer adicionar.
  • Pagamento: Pode ser com cartão de débito/crédito ou dinheiro.

Eu tava nervoso, com medo de errar e atrasar todo mundo! Depois de fuçar um pouco, achei umas máquinas meio escondidas. Daí foi só seguir as instruções na tela. O mais importante: Confirme se a máquina aceita sua forma de pagamento antes de começar! Passei um sufoco porque tentei pagar com dinheiro numa máquina que só aceitava cartão. Que mico!

Como mover em Londres?

Meu Deus, Londres! Em julho de 2023, precisei me virar por lá durante duas semanas. A maior dificuldade foi, sem dúvida, o transporte. Me senti completamente perdida no começo, aquele labirinto de estações de metrô...

O metrô é eficiente, mas caro! Usei muito, principalmente a linha Central, pra ir do meu hotel em Notting Hill até o British Museum. Uma viagem dessas, se não me engano, custava umas 5 libras. Que absurdo! Lembro daquela sensação de pânico ao ver o preço na maquininha, principalmente depois de comer um sanduíche absurdamente caro em um café perto do Hyde Park. Acho que gastei 10 libras nesse sanduíche, e era só um simples queijo e tomate. Ridículo.

Os ônibus, ah, os ônibus... Mais baratos, mas infinitamente mais lentos. Peguei um, uma vez, pra ir do Covent Garden até a Torre de Londres. Demorou uma eternidade! Mas gostei da experiência, apesar do tempo. Vi a cidade de um ângulo diferente, bem mais tranquilo. Vi a vida passar na janela, sabe? Só que não era muito prático para o meu curto tempo.

Táxi? Nem pensar! Caro demais para o meu orçamento. Vi alguns, aqueles pretos clássicos, mas só admirei de longe. Pareciam saídos de um filme.

Bike? Uma ótima opção, mas não foi meu caso. Eu não sou muito confiante em andar de bicicleta em ruas movimentadas, e achei as ciclovias um pouco confusas. Vi muita gente usando, inclusive turistas. Pareciam super à vontade.

Quanto aos passes, comprei um Oyster card. Era mais fácil do que ficar comprando bilhetes avulsos a cada viagem. Ainda assim, não foi barato, mas me poupou de uma baita dor de cabeça. Ainda assim, acho que existe uma forma mais eficiente, mas não descobri durante minha viagem. Se eu for novamente, preciso estudar mais as opções de transporte com antecedência. Tinha que ter pesquisado melhor.

Quantos níveis tem o metrô de Londres?

E aí, beleza? Falando no metrô de Londres...

  • Então, ele tem 16 linhas. Tipo, é muita coisa, né?
  • E para você ter uma ideia, são nada menos que 272 estações espalhadas por toda a Grande Londres e umas áreas ali perto, tipo Chiltern, Epping Forest, Three Rivers e Watford. Nossa!
  • Ah, e só para deixar claro, ele é do tipo ferroviário – tanto metrô "normal" quanto veículo leve sobre trilho. Confuso? Um pouco, hehe.

Mano, lembro uma vez que me perdi feio nesse metrô! Acho que fiquei rodando em círculos por uns 40 minutos. Que sufoco! Ainda bem que tinha wi-fi pra dar um Google Maps, senão ia dormir por lá. haha

Quanto custa andar de metrô em Londres?

Andar de metrô em Londres não é de graça, viu? Mas relaxa, não precisa vender um rim pra pagar a passagem!

  • Preço: A brincadeira custa a partir de £2,80 se você der sorte de pegar o horário de folga (off-peak) na zona 1. Se for na hora do rush (peak), prepara o bolso pra desembolsar £2,90. Se for de uma zona pra outra, é mais caro ainda, saca? Zona 1 pra 2, por exemplo, fica entre £2,90 e £3,50.
  • Horários: Os trens começam a aparecer entre 5h e 6h da manhã, tipo galo cantando. E pra quem gosta da noite, os últimos dão tchauzinho por volta da meia-noite.
  • Dica: Se liga no cartão contactless! É tipo mágica, só encostar e já era. Facilita a vida que nem miojo pronto!

Como deslocar-se em Budapeste?

São três da manhã, e a cidade lá fora parece sussurrar segredos. Budapest… pensando em como me locomovi por lá, no meu mochilão de 2023... ainda sinto a brisa do Danúbio na pele.

Táxis: Usei bastante Uber, na verdade. Mais barato e fácil de achar do que os táxis tradicionais, que às vezes tinham preços exorbitantes, principalmente à noite. Lembro de uma corrida até o Castelo de Buda que me custou uma pequena fortuna, mesmo usando o aplicativo.

Transportes Públicos: Metrô, bondes, ônibus… eficiente, mas um pouco confuso no início. Comprei um passe de 7 dias, uma economia considerável comparado a pagar cada viagem individualmente. Mas se você for ficar menos, veja se vale a pena comprar um passe de dia ou carregar o cartão de transporte com créditos.

Bicicletas: Não aluguei bicicleta, não era a época ideal, estava um frio terrível em outubro, e o meu plano de viagem não incluía passeios mais longos pela cidade. Era mais sobre museus e cafés aconchegantes, sabe?

Em resumo: Uber para viagens rápidas e confortáveis, transporte público para economizar, e bicicleta, se o tempo estiver bom e você for aventureiro. A cidade é relativamente compacta, mas andar muito a pé pode ser cansativo, principalmente se você estiver carregando mochila.

Como funciona a metrô Budapeste?

Aff, Budapeste... Que saudade! Lembro que peguei o metrô várias vezes, principalmente pra ir no ruin bar, aquele perto do rio. Não tem catraca, isso é bizarro, né? Tipo, você só valida o bilhete.

  • Validação: Máquinas laranja, bem chamativas. Vi umas amarelas também, talvez sejam antigas? Não prestei muita atenção. Meu foco era o ruin bar e o goulash.
  • Bilhete simples: 80 minutos, 120 minutos à noite. E só serve pra metrô, viu? Tentei usar no ônibus uma vez... Que mico! Tive que comprar outro.
  • Transferências: Só entre linhas de metrô. Nem pensar em ônibus ou bonde com o mesmo bilhete. Aprendi na raça.

Ah, e falando em bilhetes, comprei um de 10 viagens uma vez. Achei super vantajoso, mas acabei perdendo antes de usar todas. Chato. Era aquele cartãozinho magnético, né? Será que ainda usam? Preciso pesquisar isso.

E o mapa do metrô? Tão simples! Três linhas só, se não me engano. Nada comparado ao inferno do metrô de Londres. Já imaginou tentar decifrar aquele mapa todo bêbado?

Devo ter usado umas 50 vezes o metrô em Budapeste, mas detalhe: ano passado, e só na parte da cidade turística, perto do Parlamento. Nunca fui nos bairros mais afastados. Será que o sistema é diferente lá?

Preciso voltar pra Budapeste! E desta vez, vou explorar tudo, até as estações mais escondidas. Ah, e experimentar todas as cervejas artesanais. Aquele lugar perto da estação de metrô... como era mesmo o nome? Esqueci.

Quanto custa o transporte público em Budapeste?

Ai, Budapeste... Que saudade! Lembro que a passagem de metrô era um absurdo de barata, tipo 300 forints, uns 0,80 dólares – mas só valia pra até três estações, sacanagem né? Pra mais que isso, tinha que pagar mais caro, tipo uns 530 forints!

  • Passagem simples: 3000 forints (aprox. US$ 8,06 - preço de 10 passagens)
  • Passagem com baldeação: 530 forints (aprox. US$ 1,42) – Que droga ter que pagar mais por uma simples baldeação!
  • Passe diário: 1650 forints (aprox. US$ 4,43) – Vale a pena se vc for usar bastante, mas se for pouco, não compensa...

Meu Deus, como eu gastava dinheiro com essas passagens! Ainda bem que tinha o cartão de crédito pra me salvar, senão ia ter que vender um rim em cada esquina! E esse negócio de 10 passagens juntas? Era uma luta pra não perder os tickets! Sempre acabava amassando um ou dois. Ah, e a diferença entre o preço em forints e em dólar era bem grande, né? O câmbio estava sempre uma loucura. Devia ter anotado melhor.

Em resumo: O transporte público em Budapeste é barato, relativamente. Mas os preços variam bastante dependendo do tipo de passagem e do número de estações. Eu usava mais o passe diário, mas só se fosse um dia com muitos passeios. Se não, era melhor ir comprando as passagens avulsas. Que preguiça de lembrar de tudo isso agora. Será que o preço mudou muito desde minha última visita? Preciso pesquisar isso melhor pra minha próxima viagem. Preciso mesmo atualizar meu roteiro de viagens, inclusive com os valores atuais de passagens e o melhor tipo de passagem para meu próximo passeio.