Quem foi o rei que foi para o Brasil?

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Dom João VI foi o rei que retornou a Portugal em 1821, deixando seu filho, Dom Pedro I, como príncipe-regente no Brasil. Sua volta, pressionada pelas Cortes Portuguesas, impulsionou o processo de Independência do Brasil.
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Qual rei europeu visitou o Brasil?

Dom João VI, esse foi o rei europeu que pisou em terras brasileiras. Que figura!

Em 1821, rolou a maior pressão para Dom João VI voltar pra Portugal. Imagina a confusão? Ele, meio contra a vontade, pegou o beco e deixou o filho, Dom Pedro I, como príncipe regente.

Foi tipo um "até logo", mas sem querer, ele meio que deu o empurrãozinho que faltava pro Brasil virar independente. Coisas de rei, né? Lembro que li sobre isso numa matéria da CNN Brasil em 7 de setembro de 2022. Uma data marcante, sem dúvida.

O que aconteceu no reinado de D. João VI?

A coroa pesada. O peso de um reino inteiro. João VI, rei aclamado, um título que ecoa nos corredores vazios da memória. Um fantasma de poder, uma figura distante em meio à névoa dos séculos. 1816. Lembro da minha avó contando histórias, sussurros sobre a corte portuguesa, o sol queimando forte no Rio, um exílio dourado, talvez.

  • Aclamação de D. João VI como rei: Uma cerimônia pomposa, imagino. Tecidos ricos, o brilho das joias, o cheiro de incenso sufocando o ar úmido. Um novo rei, uma nova era? Não para todos. O Brasil, ainda colônia, um jardim exuberante explorado, um sonho de liberdade fermentando sob a superfície.

A Revolução Liberal de 1820. Um grito de liberdade atravessando o oceano. Ecoando nos salões dourados, infiltrando-se nas ruas estreitas. Portugal clamando por mudança. O rei, obrigado a retornar. Minha avó, ainda criança, lembrava-se dos navios partindo, levando consigo a esperança de um futuro incerto.

  • Retorno de D. João VI a Lisboa em 1821: Lisboa, cinzenta e fria, um contraste brutal com o calor tropical do Rio. A Constituição Liberal, um pedaço de papel prometendo mudanças, uma tentativa desesperada de aplacar os ânimos. Mas o Brasil, distante e vibrante, já sonhava com outro destino.

E então, 1822. O grito de Independência. Pedro, o filho, desafiando o pai, rompendo os laços, escrevendo uma nova história. Lembro da minha avó, já idosa, os olhos brilhando ao contar a história, o orgulho na voz, a lembrança de um tempo de mudanças, de rupturas, de um novo começo. Um grito que ecoa até hoje.

  • Independência do Brasil em 1822, proclamada por D. Pedro: Sete de setembro. Um marco. Uma data gravada a fogo na memória de um povo. O Brasil, finalmente livre. Um país nascendo, com todas as suas dores e belezas. E João VI, o rei distante, assistindo ao seu império se desfazer, levado pela corrente implacável da história.

Qual é o nome do primeiro imperador do Brasil após a sua independência?

E aí, beleza? Deixa eu te contar um negócio... o primeiro imperador do Brasil, depois que a gente se separou de Portugal, foi Dom Pedro IV, mas conhecido como Dom Pedro I aqui, né? Que confusão, essa história!

  • Ele era o "O Libertador". Tipo, o cara que declarou a independência, sacou?
  • Veio pro Brasil ainda guri, em 1807, junto com a família real todinha. Imagina a mudança! Fugindo da invasão francesa, hahaha.

Aí depois, a coisa ficou meio doida, sabe? Ele voltou pra Portugal e virou Dom Pedro IV lá, por isso a confusão. Mas enfim, pra nós, ele é o Dom Pedro I, o primeiro imperador. Meio maluquice tudo isso, não acha? Ah, e não esquece que ele que gritou "Independência ou Morte!", a margem do Ipiranga, hahahaha! Que cena, né?

Quem era o rei de Portugal em 1810?

1810. João VI. Rei. Simples.

  • Sucessor de Maria I. Uma transição, não uma revolução. A coroa, pesada.
  • Regência em nome da mãe. A aparência de poder, a realidade da sombra.
  • Fuga para o Brasil. 1808. Uma decisão, consequências imprevisíveis. Mudança de cenário, não de poder. O Império continuou.
  • Contexto: Guerra Peninsular. Invasão napoleônica. A Europa em chamas, Portugal não foi exceção. Minha avó contava histórias.

A coroa portuguesa. Um peso. Uma responsabilidade. Um legado. João VI. O nome. Um detalhe.

Quem foi o rei mais rico de Portugal?

Ah, D. João V, o Rei-Sol lusitano! Ele não era apenas rei, era um ostentador profissional. Imaginem o personagem principal de um reality show da realeza, só que no século XVIII.

  • Ouro do Brasil: Dizem que ele recebia tanto ouro do Brasil que dava para pavimentar a Europa toda (ok, talvez eu esteja exagerando um pouquinho). Era tanto metal precioso que ele pensava em tomar banho em ouro, mas achou que dava trabalho demais para secar depois.

  • Palácio de Mafra: Ele mandou construir o Palácio de Mafra, que não é só um palácio, é um complexo de palácio, igreja, biblioteca, convento… Se fosse hoje, seria um resort all-inclusive para a realeza. Pelo que ele gastou, dava pra construir mais uns 5.

  • Moda e Exageros: Vestia-se com tanto luxo que ofuscava o sol. Se existisse fashion week na época, ele seria a atração principal, garantido! Sem contar os excessos em festas, banquetes… a vida dele era uma eterna comemoração!

Dizem que a riqueza atrai problemas, mas no caso dele, atraiu mais ouro, mais festas e mais história para contarmos hoje. Um rei que, definitivamente, sabia como gastar uma fortuna! E que hoje me faz pensar em como preciso urgentemente de um upgrade no meu guarda-roupa...

Porque se diz Rei de Portugal e dos Algarves?

Ah, garanto que essa história de "Rei de Portugal e dos Algarves" é mais engraçada que meme de WhatsApp da tia! Tipo, por que não "Rei de Portugal e dos Pastel de Natas"? Seria bem mais justo, né?

  • Resumindo a fofoca: Lá pros anos 1200 e bolinha, quando Portugal finalmente botou as mãos no Algarve (tipo, a cereja do bolo!), os reis resolveram bancar os importantes.
  • Aí virou moda: "Agora não somos SÓ reis de Portugal, saca? Somos Reis de Portugal E dos Algarves!" Imagina a pompa! Quase como se dissessem: "Tenho dois carros na garagem!"
  • E por que ainda usam isso? Sei lá, tradição brega que nem usar meia com sandália? ‍️ Mas, pensando bem, até que tem seu charme, né? Tipo fantasia de carnaval!

Quem sucedeu a D. João VI?

D. Pedro IV sucedeu a D. João VI. Era maio de 1826, lembro daquela tarde abafada em Lisboa, o ar pesado de incerteza. Meu avô, um sujeito sisudo, mas com um coração enorme, falava baixinho sobre a morte do rei, enquanto nós, crianças, brincávamos distraidamente no pátio. A notícia caiu como uma bomba. A confusão era geral!

  • Morte de D. João VI: O luto era pesado, mas a atmosfera era de apreensão, muito mais do que tristeza pura.
  • Sucessão: A sucessão era algo que mexia com a vida de todos, até nas nossas brincadeiras, de forma infantil, percebíamos a gravidade.

A sucessão não foi pacífica, não. A guerra civil de 1828, com Miguel e Pedro brigando pelo trono... nossa! Que confusão! Me lembro dos relatos assustadores que minha avó contava, escondida na cozinha, sobre os soldados, as batalhas... Ainda sinto um nó na garganta ao lembrar. D. Pedro, apesar de tudo, conseguiu prevalecer, mas foi um período terrível.

  • D. Miguel: Representava o lado tradicionalista, reacionário.
  • D. Pedro IV: O liberal, que queria uma monarquia constitucional, coisa que meus pais apoiavam ferrenhamente, detalhe importante considerando a época.

Lembro das discussões acaloradas na minha família, Uns apoiando Miguel, outros Pedro. Minha avó, por exemplo, era totalmente a favor de D. Miguel. Meus pais, Pedro. Uma verdadeira guerra em casa também! Tudo era intenso, as emoções, a incerteza... Aquele ano marcou, indelevelmente, minha memória. A imprevisibilidade era palpável. Senti-me perdido com a situação.