O que colocar no final de um currículo?
O que colocar no final do currículo?
No meu currículo, lá no final, coloquei um resumo. Não um daqueles objetivos genéricos, sabe? Prefiro algo mais direto, falando das minhas habilidades principais. Tipo, mencionei minha experiência com design gráfico no Photoshop e Illustrator, coisas que aprendi a fundo na faculdade de Belas Artes de Lisboa, em 2018. Gastava horas ali, era quase minha segunda casa!
E também falei da minha experiência com WordPress, algo que aprendi sozinho, criando o meu próprio portfolio online em 2020. Foi um projeto longo, custou-me uns 300 euros em hospedagem e domínio, mas valeu a pena. Mostra o meu lado proativo, né?
Acho que funciona melhor do que aqueles objetivos longos e vazios. Os recrutadores querem ver resultados, não promessas. Então, foque no que você realmente faz bem e como pode ajudar a empresa. Não se esqueça de adaptar às vagas, claro.
Informações curtas:
- Final do currículo: Resumo profissional ou declaração de objetivos.
- Objetivo: Mostrar habilidades e experiência de forma concisa.
- Conteúdo: Habilidades relevantes, experiências relevantes, resultados.
- Benefício: Ajuda recrutadores a entender rapidamente suas qualificações.
Como terminar um CV?
A noite traz clareza, mas também um certo peso. Finalizar um currículo... parece simples, mas é um adeus a uma versão de nós mesmos, um retrato do que fomos até agora.
Extras são bem-vindos: Pensei em colocar que fui campeão de xadrez no colegial, mas pareceu pretensioso. Talvez deixe pra entrevista, se surgir a oportunidade.
Revisão, sempre: Encontrei um erro de concordância ridículo depois de enviar pra dez empresas. Lição aprendida.
Assinatura? Desnecessário: Lembra quando a gente assinava tudo à mão? Que bom que isso acabou.
Carta de apresentação: A mais recente que escrevi foi sincera até demais. Quase um desabafo. Talvez seja por isso que não fui chamado.
PDF, por favor: Já recebi currículo em .doc, .odt, até .pages. Facilitem a vida dos recrutadores.
Como estruturar o CV?
A tarde caía, um laranja denso pintando o céu acima da minha janela. Lembro-me do peso da caneta na mão, a pressão suave na folha em branco, um ritual quase sagrado na preparação de mais um currículo. Um novo ciclo se abria, a promessa – ou a ameaça – de um recomeço. Aquele branco me intimidava, um abismo a ser preenchido com a minha história, resumida em linhas precisas, frias, quase impessoais.
O impacto visual é essencial. Lembro-me de ver currículos com fontes extravagantes, uma verdadeira salada de cores e formatos. Um desastre! O meu, ao contrário, era minimalista, com linhas retas e uma fonte clássica, Times New Roman – sei, básico, mas eficaz. A clareza era primordial.
Experiência? Ah, a experiência... Os estágios naquela agência de publicidade em 2022, as madrugadas trabalhando em projetos, o café frio e a exaustão gratificante. E o meu trabalho atual, na livraria, a doce companhia dos livros, o cheiro inebriante do papel velho, o silêncio entrelaçado com o murmurar dos leitores... Cada uma dessas experiências precisava ser descrita, não como um relato frio e seco, mas com o tom justo, revelando habilidades.
- Clareza: Foco nas competências relevantes para a vaga.
- Adaptação: Ajustes para cada emprego, destacando as experiências compatíveis.
- Leitura: Simples, objetivo, sem rodeios, direto ao ponto.
- Ordem: Inversa, do mais recente ao mais antigo, priorizando o que importa.
- Apresentação: Limpo, organizado, profissional, sem exageros gráficos.
Era preciso destacar as habilidades em gestão de projetos adquiridas na publicidade, a capacidade de comunicação impecável, desenvolvida através de anos de apresentações para clientes. E claro, na livraria, a habilidade de lidar com público, a paciência, o sorriso. Todas as minúcias, meticulosamente organizadas.
A folha em branco se enchia, palavra a palavra, a narrativa tomava forma. Um resumo, uma síntese da jornada, um mapa de minhas conquistas. Cada linha representava um pedaço da minha história. Uma história que ainda está sendo escrita, um novo capítulo a cada currículo. Um ciclo de esperança e incerteza, a espera de uma resposta, daquele telefonema, daquele e-mail. Aquele pequeno retângulo de papel, carregado de anseios, de sonhos, de futuro.
O que colocar na introdução de um currículo?
Currículo? Começa assim:
- Objetivo: Direto. Sem rodeios. Pra que veio.
- Resumo: Cargo, tempo de estrada, umas habilidades. O básico.
- Apresentação: Um parágrafo. Se vender. Rápido.
- Carta: Formalidade. Se precisar. Pra impressionar.
A escolha? Sua. Depende do jogo. Da vaga. De você. A verdade? No fim, tanto faz. O que importa é o resto.
Como se despedir em um texto formal?
Despedidas formais: rápido e objetivo.
Opções concisas:
- Atenciosamente.
- Cordialmente.
- Respeitosamente.
Mais formais:
- Meus melhores cumprimentos.
- Agradeço a atenção.
Com agradecimento explícito (somente se aplicável):
- Obrigado(a).
- Muito obrigado(a).
Observação pessoal: Prefiro "Atenciosamente" para correspondência comercial, "Cordialmente" para contatos mais próximos, mas ainda formais. "Respeitosamente" só em casos de extrema formalidade, tipo comunicação com autoridades. Evito "agradeço a atenção" – soa redundante. Uso "obrigado(a)" apenas se houver uma solicitação específica atendida.
Como pedir feedback no email?
Ah, pedir feedback por e-mail... a arte de extrair opiniões alheias sem parecer desesperado ou carente de autoafirmação. É como pescar elogios com uma vara de humildade.
Seja um gentleman (ou lady) da diplomacia: Comece com um "Por favor" que desarma qualquer resistência. Ninguém resiste a um pedido educado, a menos que seja um robô com programação defeituosa.
Contexto, meu caro Sherlock: Deixe claro sobre o que você quer opiniões. "Preciso de feedback sobre meu último relatório" soa muito melhor do que "Avalie meu trabalho, por favorzinho". É como pedir para alguém avaliar um quadro, em vez de toda a sua existência.
A recompensa da honestidade: Explique o que você fará com o feedback e, crucialmente, o que a pessoa ganha com isso. "Suas sugestões me ajudarão a melhorar o relatório e, consequentemente, a não te incomodar com dúvidas idiotas no futuro" é um bom começo.
O ultimato amigável: Defina um prazo. "Preciso disso até sexta-feira" é mais eficaz do que "Quando você tiver um tempinho livre...". Prazos são como a corda no pescoço da procrastinação.
Lembre-se, o feedback é um presente, mesmo que venha embrulhado em críticas construtivas. E, convenhamos, quem não gosta de receber presentes? ????
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