Como conjugar o verbo por no modo conjuntivo?

49 visualizações
Conjugação do verbo "pôr" no modo subjuntivo: Presente: ponha (eu, ele, ela), ponhas (tu), ponhamos (nós), ponhais (vós), ponham (eles). Pretérito Imperfeito: pusesse (eu, ele, ela), pusesses (tu), puséssemos (nós), pusésseis (vós). Futuro: puser (eu, ele, ela), puseres (tu), pusermos (nós), puserdes (vós).
Comentário 0 curtidas

Como conjugar o verbo por no conjuntivo?

O subjuntivo do verbo "pôr"... sempre me deu um nó na cabeça, confesso! Lembro-me de ter sofrido muito com isso no colégio, lá pelos idos de 2004, no Colégio Nossa Senhora do Carmo em São Paulo. As aulas de português eram um martírio, principalmente quando chegávamos à conjugação verbal.

Presente do subjuntivo: "que eu ponha", "que tu ponhas", "que ele ponha", "que nós ponhamos", "que vós ponhais", "que eles ponham". Ainda hoje, às vezes, tenho que consultar a gramática, mesmo depois de tantos anos. É chato, né?

Pretérito imperfeito: "se eu pusesse", "se tu pusesses", etc. Aquele "se" inicial já me dá uma preguiça... parece tão formal, tão... distante da minha maneira de falar.

Futuro: "quando eu puser", "quando tu puseres"... esse tempo verbal eu até consigo memorizar melhor. Talvez porque seja mais curto, mais direto. Aquele "quando" me ajuda a visualizar a cena, a entender melhor o contexto.

Pago 50 reais por hora a uma professora particular de português. Nem sempre consigo entender tudo, mas ela é paciente.

Informações curtas e concisas:

  • Presente Subjuntivo: ponha, ponhas, ponha, ponhamos, ponhais, ponham.
  • Pretérito Imperfeito Subjuntivo: pusesse, pusesses, pusesse, puséssemos, pusésseis, pusessem.
  • Futuro Subjuntivo: puser, puseres, puser, pusermos, puserdes, puserem.

Como conjugar o verbo por no conjuntivo?

Ai, meu Deus, conjuntivo... que dor de cabeça! Lembro da professora falando isso no colégio, mas era tipo, grego pra mim.

  • Presente: Que eu ponha, que tu ponhas, que ele ponha, que nós ponhamos, que vós ponhais, que eles ponham. Usei isso numa redação sobre o meu gato, que "que ele ponha" os pés na minha cama, credo.
  • Imperfeito: Que eu pusesse, que tu pusesses, que ele pusesse... Nossa, que trabalheira! Isso me lembra daquela prova de português, quase me deu um treco.

Pretérito Perfeito: Que eu tenha posto, que tu tenhas posto... Sério, pra que tanta conjugação? Prefiro usar o indicativo, bem mais simples. Aliás, to pensando em fazer um curso de espanhol, será que o subjuntivo lá é tão complicado? Tenho que pesquisar isso...

Futuro: Que eu puser, que tu puseres... Meu Deus, já esqueci! Preciso anotar tudo isso num caderno, senão vou me perder de novo. Acho que vou procurar uns vídeos no YouTube, explicando de forma mais "mastigada". Tem uns canais ótimos, tipo... qual o nome mesmo? Ah, esqueci!

E essa história de hipóteses, desejos... tá, entendi a teoria. Mas na prática, como usar isso numa frase que não seja um exemplo besta de livro didático? Preciso praticar mais. Ontem mesmo estava pensando em pedir pizza, e usei o subjuntivo sem querer: "Tomara que eles tragam rápido!".

Mas falando em pizza... que fome! Vou pedir uma agora, e depois volto a estudar esse verbo infernal. Que eu consiga aprender logo! (já tô usando subjuntivo de novo, hahaha!)

Como conjugar o verbo falar no modo conjuntivo?

A conjugação do verbo "falar" no modo subjuntivo é assim:

Presente:

  • Que eu fale
  • Que tu fales
  • Que ele/ela/você fale
  • Que nós falemos
  • Que vós faleis (arcaico, quase não usado na linguagem informal atual)
  • Que eles/elas/vocês falem

Note que, na prática, a forma "vós" está em desuso no português brasileiro atual. A gente usa "vocês" em todos os casos. Ainda assim, é importante conhecer a forma completa para fins de estudo gramatical. Pense nisso: a língua é uma entidade viva, em constante mutação!

Pretérito Imperfeito:

  • Se eu falasse
  • Se tu falasses
  • Se ele/ela/você falasse
  • Se nós falássemos
  • Se vós falásseis (arcaico, similar ao caso do presente)
  • Se eles/elas/vocês falassem

Esse tempo indica uma ação hipotética, algo que poderia ter acontecido. É como uma viagem no tempo, sabe? Uma brincadeira com possibilidades que não se realizaram, ou talvez se realizarão no futuro.

Futuro:

  • Quando eu falar
  • Quando tu falares
  • Quando ele/ela/você falar
  • Quando nós falarmos
  • Quando vós falardes (arcaico, idem aos casos anteriores)
  • Quando eles/elas/vocês falarem

Aqui, a ideia é de uma ação que acontecerá futuramente, dependendo de uma condição. É diferente do futuro do indicativo, que afirma a ação. Aqui, a ação é incerta, sujeita a uma condição, um "se". Lembra-me o meu trabalho de conclusão de curso em que eu analisei exatamente essa diferença temporal e os seus efeitos narrativos. Foi bem legal.

Observação: As formas em "vós" são consideradas arcaicas no português brasileiro contemporâneo. Sua utilização é restrita a contextos formais, literários ou regionais específicos. Minha avó, por exemplo, ainda usa com frequência. A persistência de formas arcaicas em contextos específicos é algo fascinante de se observar em estudos linguísticos.

Como se conjuga um verbo no modo conjuntivo?

Conjugar um verbo no Pretérito Imperfeito do Conjuntivo é mais fácil do que parece!

  • Primeiro: Vá até a 3ª pessoa do plural do Pretérito Perfeito Simples do Indicativo (ex: "falaram").

  • Segundo: Retire o "-ram" final. Resta o radical (ex: "fala").

  • Terceiro: Acrescente as terminações mágicas:

    • -sse (se eu falasse...)
    • -sses (se tu falasses...)
    • -sse (se ele falasse...)
    • -ssemos (se nós falássemos...)
    • -sseis (se vós falásseis...)
    • -ssem (se eles falassem...)

E pronto, o verbo está conjugado! É como montar um quebra-cabeça, peça por peça. "Se eu pudesse voltar no tempo, teria aprendido isso antes!"

Como explicar o modo conjuntivo?

  • Conjuntivo: Irrealidade. Dúvida. Vontade.

  • Indicativo: Certeza. Fato.

  • Tipo, se eu fosse rico, já teria sumido daqui. Mas não sou. Então, sigo. A vida raramente te dá o que "você quer". Ela te entrega o que "você precisa", e olhe lá.

    A diferença é simples. "Quando eu tiver tempo..." (conjuntivo) versus "Quando eu tenho tempo..." (indicativo). Uma promessa vazia, a outra, o inferno da rotina.

    Na real, a gente vive mais no conjuntivo. Sonhando. Planejando. Fugindo. A realidade, essa, bate à porta todo dia. E geralmente não traz flores.

Qual é o radical do verbo por?

Radical do verbo pôr? Ufa, que matéria massante! Lembro das aulas de português, tentando entender isso.

  • Radicais? Ponh- e punh-. Seriam variantes da mesma coisa? Que complicação!
  • E po- e pu-? Mais variantes?
  • Ah, e pus- também conta! Que salada de radicais!

O professor dizia algo sobre o latim, pronere, mas... sério, quem lembra? Que palavra esquisita!

Irregular é apelido, né? Pôr é quase um camaleão! Por que não simplificam isso?

Lembro de ter usado "pusesse" numa redação uma vez e fique perguntado a professora se tava certo, ela demorou para responder pq não sabia.

Acho que entendi... tipo, depende da conjugação! "Ponho" é diferente de "pus", que é diferente de "puseram"! Português, pq me complicas?

Quando usar o verbo conjuntivo?

Verbo conjuntivo. Incerteza. Dúvida.

  • Hipóteses: Se eu ganhasse na loteria... (2023: Adivinha quem comprou um bilhete? Eu. Resultado: ainda esperando).
  • Desejos: Que eu tenha um bom dia. (2023: O dia foi...produtivo. Tipo, lavar a louça. Produtivo.)
  • Condições: Caso ele chegue, avisarei. (2023: Ele não chegou, mas precisei ir ao mercado mesmo assim).
  • Possibilidades: É possível que ele venha. (2023: Ele não veio. Surpresa, zero. )
  • Eventualidades: Talvez chova amanhã. (2023: Choveu sim. Molhei minha camisa favorita.)

Usá-lo em situações que transmitem a não-realidade da ação, sua dependência de outra, ou sua imprevisibilidade. A vida, afinal, é assim: incerta. Um jogo de possibilidades.

Em suma: Use-o quando a ação verbal for hipotética, desejada, duvidosa ou dependente de uma condição. Simples.