Como é classificado o verbo fazer?
Como classificar o verbo fazer em português?
"Fazer"... esse verbo mexe comigo! Lembro-me de ter tido problemas com ele no colégio, lá pelos meus 15 anos, em 2003, no Colégio Estadual de São Paulo. A professora, a Dona Maria, tentava explicar, mas eu ficava tipo: "ué?".
É da segunda conjugação, certo? Termina em -er. Mas esquece a regra, porque ele é irregular. Meu Deus, o trabalho extra que dá! O radical muda, as terminações também... um verdadeiro quebra-cabeça.
Pensei em usar um dicionário ótimo, o Houaiss, que meu pai me deu, custou uns 80 reais na época, mas mesmo assim... confusão.
Conjugando, a coisa complica. "Faço", "fazes", "faz", "fazemos"... e assim vai. Cada tempo verbal, um novo desafio, parecia mágica negra!
Informações curtas:
- Verbo: Fazer
- Conjugação: 2ª conjugação (-er)
- Regularidade: Irregular.
- Observação: Apresenta alterações no radical e terminações.
Como classificar o verbo fazer?
Ah, o verbo "fazer"... Um rio mutante, que serpeia pelos tempos. Lembro da minha avó, com as mãos calejadas de "fazer" pão, "fazer" a vida.
Verbo irregular, sim. Teimoso, diria.
Radical que se transmuta, como a crisálida em borboleta. "Faz-" vira "fiz-", "faç-", "far-". Lembra as máscaras do carnaval, cada tempo uma nova face.
Às vezes, impessoal, solitário na terceira pessoa. Como um fantasma pairando sobre a frase.
Minha tia dizia que o verbo "fazer" é a alma do mundo. Tudo se "faz" e se desfaz. Ela, cozinheira de mão cheia, "fazia" banquetes inesquecíveis com ingredientes simples. Uma alquimia.
Qual é a classificação do verbo?
Nossa, essa aula de português foi um saco! Lembro que era 2023,tava no segundo ano do ensino médio, no Colégio Estadual João XXIII, em Curitiba. A professora, a Dona Elvira, falava tanto que eu quase dormi naquela cadeira desconfortável de madeira. A parte que me irritou mais foi a classificação dos verbos. Sério, parecia grego pra mim.
Ela explicou tipo uns cinco tipos, né? Regulares, irregulares, defectivos, abundantes e anômalos. Acho que anômalos era o pior, porque eram exceções das exceções! Regulares eram os mais fáceis, aqueles que não mudam o radical, tipo "cantar". Fácil de decorar, pelo menos essa parte. A minha cabeça já tava fervendo tentando entender tudo aquilo. Aquele caderno cheio de anotações rabiscadas...
Os irregulares? Um caos! Mudança no radical, terminações diferentes... Me senti totalmente perdida. Fiquei pensando: "Pra que tanta regra, meu Deus?". Era muita informação pra absorver numa só aula. Tinha até anotado no caderno "verbos irregulares = pesadelo". Realmente foi um pesadelo. Ainda tentei perguntar pra minha amiga Carol, mas ela tava tão perdida quanto eu. A gente só se olhava tipo "socorro!".
Lembro que saí da aula com dor de cabeça e com a sensação de que não tinha entendido quase nada. Tive que ficar estudando sozinha em casa pra entender minimamente. Defectivos e abundantes também me deixaram na mesma situação. Foi uma luta, mas consegui aprender mais tarde, sozinha, com exercícios e mais exercícios.
Enfim... aquele dia foi um verdadeiro desastre. A professora explicava bem, mas a quantidade de informação foi demais pra minha cabeça naquele dia. Ainda me lembro daquela sensação de frustração. Ainda bem que hoje consigo classificar um verbo, mas naquela época, foi bem complicado.
Qual a regência do verbo fazer?
Ah, o verbo "fazer", esse camaleão da língua portuguesa! Ele se veste de tantas formas que às vezes a gente se pergunta se não está numa festa à fantasia gramatical.
Transitivo direto com predicativo do CD: "O João faz a Maria feliz". Aqui, "fazer" é quase um mágico, transformando a Maria num estado de felicidade. Imagino que o João tenha uns truques bem interessantes na manga, hein?
Transitivo preposicionado: "Faz-se de parvo". Esse é o clássico dissimulado, o mestre do "não sei de nada". A preposição aí é a cereja do bolo da esperteza.
Copulativo: "Faz-se parvo". Uma versão mais econômica do anterior, onde o "de" sumiu, mas a malícia continua. É como se a pessoa já viesse de fábrica com o manual de instruções de como bancar o desentendido.
Intransitivo: "Fizeste bem". Aqui, "fazer" é um elogio puro e simples, sem precisar de mais explicações. Tipo um "arigatô" sincero, direto ao ponto. "O rapaz faz-se" também entra nessa, um mistério existencial sobre o que o rapaz anda aprontando.
E para completar a farra, lembremos que "fazer" também adora indicar tempo: "Faz 10 anos que não vejo minha coleção de chaveiros". Porque, afinal, qual verbo não gosta de uma boa viagem no tempo, né?
Como conjugar o verbo fazer no modo indicativo?
Conjugar o verbo "fazer" no indicativo é mais fácil do que parece. É só pegar o jeito e praticar um pouco. Veja como fica:
Presente:
- Eu faço
- Tu fazes
- Ele/Ela/Você faz
- Nós fazemos
- Vós fazeis
- Eles/Elas/Vocês fazem
Pretérito Perfeito:
- Eu fiz
- Tu fizeste
- Ele/Ela/Você fez
- Nós fizemos
- Vós fizestes
- Eles/Elas/Vocês fizeram
Pretérito Imperfeito:
- Eu fazia
- Tu fazias
- Ele/Ela/Você fazia
- Nós fazíamos
- Vós fazíeis
- Eles/Elas/Vocês faziam
Pretérito Mais-Que-Perfeito:
- Eu fizera
- Tu fizeras
- Ele/Ela/Você fizera
- Nós fizéramos
- Vós fizéreis
- Eles/Elas/Vocês fizeram
Futuro do Presente:
- Eu farei
- Tu farás
- Ele/Ela/Você fará
- Nós faremos
- Vós fareis
- Eles/Elas/Vocês farão
O indicativo, afinal, é o modo da certeza, da afirmação. É quando "fazemos" acontecer, no passado, presente ou futuro. E, como dizem, "o futuro a Deus pertence", mas a conjugação do verbo, essa, a gente domina!
Como conjugar o verbo fazer no modo conjuntivo?
Fazer. Conjugação subjuntivo. Simples.
Presente: Faça, faças, faça, façamos, façais, façam. A rotina, um ciclo. Meu café da manhã, sempre igual.
Pretérito Imperfeito: Fizesse, fizesses, fizesse, fizéssemos, fizésseis, fizessem. Lembranças. O cheiro de chuva na infância, intenso. Um passado irrevogável. A vida segue.
Futuro: Fizer, fizeres, fizer, fizermos, fizerdes, fizerem. Expectativas. A viagem para Portugal em 2024, um sonho que precisa se concretizar. Destino incerto, mas a vontade, inabalável.
A gramática, uma gaiola dourada. A vida, um verbo inacabado. A morte, o ponto final.
Em que tempo está o verbo feito?
Feito. Pretérito perfeito. Simples.
Pretérito Perfeito Simples: Expressa ação concluída num passado definido. Ação finalizada. Fim.
Exemplos: Fiz a tarefa. Ela fez o bolo. Nós fizemos a viagem.
Flexão: O verbo "fazer" no pretérito perfeito simples varia em função do sujeito. Notei a irregularidade na conjugação. Detalhe irrelevante.
Minha observação? Direto ao ponto. Sem enrolação. Preciso.
Qual é o substantivo de fazer?
O substantivo de fazer é feitura. Lembro da minha avó usando essa palavra!
Tipo, quando ela fazia um bolo de fubá daqueles de lamber os dedos, ela falava algo tipo: "Essa feitura me deu um trabalho!". Era engraçado, porque ela adorava cozinhar, reclamava só por reclamar mesmo, sabe?
- Feitura: A palavra que mais me conecta com o ato de fazer.
- Ação: Mais formal, menos "aconchegante".
- Obra: Sugere algo mais elaborado, artístico.
Outras opções:
- Fatura: No sentido de "ato de faturar", relacionado a negócios.
- Trabalho: Quando o "fazer" envolve esforço físico ou mental.
Acho que depende do contexto. Se é algo mais prático, do dia a dia, feitura encaixa perfeitamente. Se é algo mais formal, ação ou trabalho podem ser melhores.
Por que o verbo fazer é irregular?
A irregularidade do "fazer" reside, friamente, em suas metamorfoses.
- Radical mutante: "Faz-" se desfaz em "fiz-", "faç-", "far-". Uma dança de letras, sem lógica aparente.
- Desinências rebeldes: As terminações desafiam o padrão. Não seguem a valsa esperada.
Lembro de tentar decorar as conjugações, na escola. Uma tortura. Cada tempo, uma nova surpresa. Parecia um código secreto, indecifrável. Hoje, a gramática me soa como um lembrete constante de que nem tudo se encaixa. As palavras, como as pessoas, carregam suas próprias imperfeições. Acho que essa é a beleza.
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