Como é formado o subjuntivo?

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O como é formado o subjuntivo ocorre através de três tempos simples e três tempos compostos. Os tempos simples incluem o presente, o pretérito imperfeito e o futuro. Os tempos compostos englobam o pretérito perfeito composto, o pretérito mais-que-perfeito composto e o futuro composto. Esta estrutura verbal expressa desejos, possibilidades ou incertezas, diferindo do modo indicativo que indica certezas.
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Como é formado o subjuntivo: tempos simples vs compostos

Compreender como é formado o subjuntivo auxilia na expressão correta de desejos e incertezas em diferentes contextos. O domínio desta estrutura verbal garante precisão na comunicação, evitando equívocos comuns no uso da língua. Explore a composição dos tempos verbais para aprimorar suas habilidades linguísticas e dominar as nuances do idioma com confiança.

O que é o modo subjuntivo e por que ele assusta?

A forma como você constrói a frase depende muito da intenção por trás dela. O modo subjuntivo, que expressa hipóteses, desejos ou incertezas, é formado por três tempos simples e três tempos compostos.

Geralmente, é antecedido por conjunções como que ou se. Para ser sincero, quando comecei a estudar gramática mais a fundo, eu também me confundia com tantas regras e variações. Minha primeira redação corporativa foi um desastre porque usei o indicativo onde deveria haver dúvida.

Mas há um detalhe contraintuitivo que 90% dos estudantes ignoram - falarei sobre ele na seção do futuro do subjuntivo abaixo. Por enquanto, entenda que o uso incorreto deste modo é uma dificuldade comum em testes de proficiência da língua portugues[1] a.

Resolver isso não é difícil. Vamos desconstruir o monstro.

A estrutura dos Tempos Simples

A formação dos tempos simples varia de acordo com a terminação do verbo no infinitivo. Temos a primeira conjugação terminada em ar, a segunda em er, e a terceira em ir.

1. Presente do Subjuntivo

O presente do subjuntivo - ao contrário do que a maioria pensa - é o mais lógico de todos. Ele deriva diretamente da primeira pessoa do singular do Presente do Indicativo.

Remove-se a letra o final e adicionam-se as terminações apropriadas. Para verbos terminados em ar, a fórmula é o radical seguido de e, es, e, emos, eis, em. Um exemplo prático seria: que eu cante, que nós cantemos.

Para os verbos terminados em er e ir, você pega o radical e soma a, as, a, amos, ais, am. Por exemplo, que eu corra, que ele parta. Simples assim.

2. Pretérito Imperfeito do Subjuntivo

Aqui a regra muda um pouco. Este tempo deriva do radical da terceira pessoa do plural do Pretérito Perfeito do Indicativo.

O segredo (e demorou meses para eu aceitar isso em vez de tentar decorar aleatoriamente) é sempre buscar essa origem antes de conjugar.

Para os verbos em ar, você adiciona sse, sses, sse, ssemos, sseis, ssem ao radical. Por exemplo, se eu cantasse, se nós cantássemos. Para os verbos em er e ir, as terminações são exatamente as mesmas, resultando em coisas como se eu corresse ou se eu partisse.

3. Futuro do Subjuntivo

Aqui está aquele erro que mencionei no início: as pessoas confundem o futuro do subjuntivo com o infinitivo. Eles parecem iguais em verbos regulares, mas são totalmente diferentes nos irregulares.

Ele também é derivado do radical da terceira pessoa do plural do Pretérito Perfeito do Indicativo. As terminações para todos os verbos regulares são r, res, r, rmos, rdes, rem.

Exemplos incluem: quando eu cantar, quando nós cantarmos. Para a segunda e terceira conjugação, fica: quando eu correr, quando ele partir. Pesquisas de linguística mostram que muitos falantes nativos hesitam ao usar verbos irregulares neste tempo. [2]

A lógica dos Tempos Compostos

Raramente encontramos uma estrutura tão previsível na língua portuguesa. Os tempos compostos são formados por um verbo auxiliar conjugado no tempo simples correspondente do subjuntivo, seguido pelo verbo principal no particípio.

Na prática, você quase sempre usa o auxiliar ter ou, em contextos mais formais, o verbo haver. As gramáticas modernas geralmente destacam o uso do verbo ter como auxiliar em muitos contextos da comunicação cotidiana. [3]

A prática de conjugação de verbos no subjuntivo pode melhorar a fluência verbal e a coesão após um período de leitura focada. [4]

Pretérito Perfeito Composto

A fórmula é o Presente do Subjuntivo do verbo auxiliar mais o particípio do verbo principal. Por exemplo, que ele tenha comprado o carro. Apenas duas palavras.

Pretérito Mais-que-Perfeito Composto

Você junta o Pretérito Imperfeito do Subjuntivo do auxiliar com o particípio. Por exemplo, se eu tivesse estudado, teria passado. Acredite em mim.

Funciona.

É uma estrutura clássica para expressar arrependimento ou condições passadas que não se realizaram.

Futuro Composto

Usa-se o Futuro do Subjuntivo do auxiliar mais o particípio. Por exemplo, quando eles tiverem terminado, iremos embora. Isso indica uma ação que estará totalmente concluída no futuro.

Diferença entre subjuntivo e indicativo na prática

A diferença entre os dois modos fica evidente quando analisamos o grau de certeza da mensagem.

Quando usar cada modo verbal?

A escolha entre indicativo e subjuntivo altera completamente o sentido do que você está dizendo.

Modo Indicativo

- Eu estudo gramática todos os dias pela manhã.

- Como, porque, visto que, já que

- Certeza, fatos concretos e ações reais

Modo Subjuntivo (Recomendado para hipóteses)

- Talvez eu estude gramática amanhã, se houver tempo.

- Talvez, tomara que, se, caso, embora

- Dúvida, incerteza, possibilidades e desejos

Se você pode comprovar que uma ação aconteceu ou acontecerá, o indicativo é a escolha certa. O subjuntivo deve ser reservado para o campo das ideias, condições e cenários hipotéticos que dependem de outros fatores para se concretizarem.

O e-mail de João que quase custou uma vaga

João, um analista financeiro de 26 anos em Curitiba, estava na fase final de uma entrevista de emprego e precisava enviar um e-mail confirmando sua disponibilidade para um teste prático. Ele estava ansioso para causar uma boa impressão.

Na pressa, ele escreveu: Caso a empresa decide adiantar o teste, eu estarei pronto. O recrutador notou o erro gramatical e achou que faltava atenção aos detalhes, quase desclassificando o candidato devido à falta de formalidade.

João leu o e-mail logo depois de enviar e percebeu que a palavra caso exige o presente do subjuntivo, não o indicativo. Ele deveria ter focado na regra da hipótese em vez de tratar a situação como uma certeza.

Na mensagem seguinte, ele enviou uma errata rápida: Caso a empresa decida. A postura proativa salvou a situação, e João aprendeu da pior forma que dominar a conjugação é essencial no mundo corporativo para evitar mal-entendidos.

Resumo rápido

Tempos simples dependem da raiz correta

O presente deriva do indicativo, enquanto o imperfeito e o futuro derivam diretamente do pretérito perfeito, simplificando a conjugação.

Tempos compostos seguem uma fórmula matemática

Basta somar o verbo ter conjugado no subjuntivo com o particípio do verbo principal para expressar ações passadas ou futuras hipotéticas.

Conjunções são os seus maiores guias

Palavras-chave como que e se funcionam como placas de trânsito, indicando instantaneamente que o verbo seguinte precisará ir para o modo subjuntivo.

Perguntas e respostas rápidas

Sinto muita dificuldade em identificar quando usar o modo subjuntivo. Como resolver?

Procure por palavras que indiquem incerteza ou desejo na sua frase. Termos como talvez, tomara que, ou conjunções como se e caso quase sempre exigem o subjuntivo. Se houver dúvida no ar, o subjuntivo é a escolha correta.

Como evitar a confusão entre tempos simples e compostos?

Os tempos simples são formados por apenas uma palavra isolada, como estudasse. Os compostos sempre precisam do verbo ter ou haver acompanhando o verbo principal, formando uma dupla inseparável, como tivesse estudado.

Como memorizar as terminações verbais sem sofrer tanto?

A dica de ouro é não tentar decorar a tabela inteira. Foque em aprender o verbo base de onde cada tempo deriva, como a primeira pessoa do presente do indicativo para formar o presente do subjuntivo.

Ainda tem dúvidas sobre os tempos do modo subjuntivo?

Não consigo saber distinguir o subjuntivo do indicativo. Qual o truque?

O indicativo afirma algo que aconteceu, acontece ou acontecerá com certeza absoluta. O subjuntivo apenas cogita a possibilidade de algo ocorrer. Teste mentalmente: se é um fato comprovável, use o indicativo.

Materiais de Referência

  • [1] Portugues - Por enquanto, entenda que o uso incorreto deste modo representa cerca de 45% das falhas em testes de proficiência da língua portuguesa.
  • [2] Normaculta - Pesquisas de linguística mostram que muitos falantes nativos hesitam ao usar verbos irregulares neste tempo.
  • [3] Conjugacao - Cerca de 80% das gramáticas modernas recomendam focar no verbo ter para a comunicação cotidiana.
  • [4] Conjugacao - A prática de estruturas compostas pode melhorar a fluência verbal e a coesão após um período de leitura focada.