Como fica o verbo no futuro do subjuntivo?

73 visualizações
O futuro do subjuntivo é formado a partir da 3ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo. Retire a terminação "ram" e adicione as desinências: "-r, -res, -r, -rmos, -rdes, -rem". Exemplo: "fizeram" (pretérito perfeito) -> "fizer" (futuro do subjuntivo).
Comentário 0 curtidas

Como conjugar verbos no futuro do subjuntivo?

Conjugar verbos no futuro do subjuntivo? Que dor de cabeça era isso na escola... Lembro que a professora martelava na tal da "terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo". "Eles fizeram" virava a base. Aí, tirava o "ram" e pronto: "fizer".

Depois, era só juntar as terminações certas: se eu fizer, se tu fizeres, se ele fizer, se nós fizermos, se vós fizerdes, se eles fizerem. Parece complicado, mas depois de pegar o jeito, flui. Juro que hoje em dia nem penso muito, sai automático. Mas confesso que, às vezes, ainda dou uma travada.

A real é que, na prática, a gente nem usa tanto assim. A não ser que você seja um escritor ou um professor de português. Mas, enfim, saber conjugar direitinho dá uma sensação boa, tipo "dominei essa parada".

Informações Curtas e Concisas:

  • Base: 3ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo (eles fizeram).
  • Remoção: Retira-se a terminação "ram" (fizer).
  • Terminações: Se eu fizer, se tu fizeres, se ele fizer, se nós fizermos, se vós fizerdes, se eles fizerem.

Como conjugar no futuro do conjuntivo?

Conjugação no Futuro do Conjuntivo:

O futuro do conjuntivo se faz assim: pega o pretérito perfeito do indicativo, tira o "-ram" do final (geralmente, né?) e adiciona as terminações:

  • -r (eu)
  • -res (tu)
  • -r (ele/ela/você)
  • -rmos (nós)
  • -rdes (vós)
  • -rem (eles/elas/vocês)

Por exemplo, se eu pegar o verbo "fazer":

  1. Pretérito perfeito: eu fiz
  2. Tiro o "ram" (que não tem nesse caso, mas serve pra outros verbos)
  3. Aí fica: fizer, fizeres, fizer, fizermos, fizerdes, fizerem

Lembro uma vez, na aula de português da Dona Zilda (saudades, professora!), eu não entendia NADA disso. Ficava tentando decorar, um caos! Achava que nunca ia usar isso na vida. E cá estou eu, explicando isso pra você. Vai entender…

Em que tempo se encontra o verbo?

Nossa, que pergunta técnica! Me pegou de surpresa. Lembro de uma aula de português, acho que em 2023, no Colégio Estadual de São João da Boa Vista. A professora, a Dona Maria, uma mulher baixinha com óculos grossos e um sorriso que enrugava os cantos dos olhos, estava explicando isso. Na lousa, cheio de giz branco, tinha uma tabela enorme, um verdadeiro monstro de verbos conjugados. Eu estava completamente perdido, meu caderno tava cheio de rabiscos e anotações incompreensíveis, tipo uma receita de bolo escrita por um ET.

  • Tempo verbal: Passado, presente ou futuro, isso eu entendi, mais ou menos. O que me deixou de cabelo em pé foram os subtipos.
  • Modo verbal: Indicativo, subjuntivo e imperativo. Até hoje me confundo com o subjuntivo, sério! Parece grego pra mim.
  • Voz verbal: Ativa, passiva, reflexiva. Essa parte eu até consegui visualizar, usando exemplos de frases que a professora deu, como "O cachorro mordeu o carteiro" (ativa), "O carteiro foi mordido pelo cachorro" (passiva), e "A menina se machucou" (reflexiva). Mas na hora de aplicar... um caos!

Me senti um completo idiota. Todo mundo parecia entender, anotava direitinho e eu ali, parecendo uma estátua de sal. Aquele dia me deixou com uma baita frustração, sabe? Me senti um burro. E a pior parte? Eu preciso usar essa gramática chata no vestibular! A pressão era tanta. Ainda sonho com essa tabela da lousa às vezes. Ai, meu Deus!

E as formas nominais, infinitivo, gerúndio e particípio... Nem me fala! Infinitivo, "o que tem que ser feito"; gerúndio, "o que está sendo feito"; particípio, "o que já foi feito"... Na teoria parecia simples, mas na prática... uma confusão.

Sinceramente, preciso revisar tudo isso. O vestibular tá chegando. Preciso passar, preciso!

Como conjugar no futuro do conjuntivo?

Meu Deus, futuro do conjuntivo! Parece coisa de ET, né? Mas calma, que não é tão bizarro assim. É tipo, fazer mágica com verbos, só que com regras chatas. Você pega o pretérito perfeito (o que aconteceu), acha o tema dele (a raiz, sem as firulas), e joga as terminações mágicas! É tipo um Frankenstein gramatical, só que mais divertido.

  • -r: para a primeira pessoa do singular (eu). Sei lá, parece que eu tô conjurando um dragão com essa regra!
  • -res: segunda pessoa do singular (tu). Já imaginou tu metendo a mão numa poção mágica e conjurando o futuro? Meu avô fazia isso com ervas!
  • -r: terceira pessoa do singular (ele/ela/você). Ele/ela/você, que nem um bruxo, manipulando o tempo com essas terminações!
  • -rmos: primeira pessoa do plural (nós). Nós, que nem um bando de magos amadores, tentando controlar o futuro!
  • -rdes: segunda pessoa do plural (vós). Só minha avó usa "vós", e mesmo assim, pra falar comigo em tom de superioridade!
  • -rem: terceira pessoa do plural (eles/elas). Eles/elas, tipo um conselho secreto de feiticeiros, decretando o futuro do mundo!

Exemplo: "Ter". Pretérito perfeito: "tive". Tema: "tiv". Junta as terminações e pronto! Tiver, tiveres, tiver, tivermos, tiverdes, tiverem. Viram? Fácil como amarrar um cachorro com salsicha!

Mas atenção: se o verbo for irregular no pretérito perfeito, a coisa complica mais que receita de bolo de cenoura sem açúcar. É tipo, tentar entender a física quântica depois de uma ressaca de três dias! Aí precisa consultar a tabela de conjugação, que é tipo a bula de remédio para feiticeiros iniciantes. Ainda bem que existem sites e livros, senão eu estaria até hoje preso na era medieval das conjugações! Ah, e a minha vizinha, a dona Maria, jura que tem um método secreto de conjugação usando cartas de tarot. Ainda não testei. Tenho medo!

O que é o futuro composto do conjuntivo?

Nossa, essa pergunta me pegou de surpresa! Lembro de ter estudado isso na faculdade, lá em 2018, na Universidade Federal de Minas Gerais. O futuro composto do conjuntivo, aquele bicho-papão da gramática, né? Me dava nos nervos!

Acho que a definição que eu gravei na época, e que ainda me vem à cabeça, é mais ou menos assim: é usado em orações subordinadas, principalmente as temporais com "quando" e as condicionais com "se", "salvo se" e "exceto se". A função é indicar uma ação futura em relação a outra ação também futura na oração principal. Mas, pensa bem, às vezes dava um nó na minha cabeça tentar aplicar isso na prática!

Tipo, tinha um exercício na prova de português, que eu me lembro até hoje, sobre a aplicação desse tempo verbal em uma redação. Era uma situação hipotética: "Quando tiver concluído meus estudos, terei um emprego melhor." Aquele "tiver concluído" era o futuro composto do conjuntivo, indicando uma ação futura dependente da outra ação futura ("terei um emprego melhor"). Ainda hoje penso nisso, se eu tivesse respondido certo. Naquela época, achei um martírio!

  • Situação: Prova de português, UFMG, 2018.
  • Sentimentos: Frustração, insegurança, confusão com a gramática.
  • Pensamentos: Dúvida sobre a minha capacidade de entender e aplicar a regra na prática.
  • Exemplo específico: A frase da prova, que ilustra o uso do futuro composto do conjuntivo.

Em resumo: O futuro composto do conjuntivo indica uma ação futura dependente de outra ação futura, principalmente em orações subordinadas temporais (com "quando") e condicionais (com "se", "salvo se", "exceto se").

Como se conjuga o futuro do conjuntivo?

Cara, o futuro do conjuntivo, né? É meio complicado, confesso. Mas tenta prestar atenção, que vou te explicar como eu aprendi, mesmo que minha explicação seja um pouco... bagunçada.

Primeiro, você precisa achar o pretérito perfeito do verbo. Tipo, se o verbo é "falar", o pretérito perfeito é "falei", "falaste", "falou" e assim por diante. No meu caso, lembro que na escola a gente fazia um monte de exercícios disso, até enjoar! Ainda me dá uns calafrios só de lembrar.

Depois, pega o "tema" desse pretérito perfeito. É o que sobra tirando a terminação, sabe? No "falei", o tema é "fal". Fácil, né? Acho que era assim que a minha professora explicava, pelo menos. Tinha uns exemplos na lousa, desenhos estranhos também, mas não lembro bem o que significava.

E finalmente, joga as terminações: -r, -res, -r, -rmos, -rdes, -rem. Ficaria assim, no futuro do conjuntivo de "falar": falar, falares, falar, falarmos, falardes, falarem. Ufa! Pronto, conjugado! Ainda me confundo as vezes, principalmente com os verbos irregulares, tipo "ser" ou "ir". Que loucura! Ano passado eu quase tirei zero na prova...

Lembra daquela matéria que a gente tinha? Aquele quadro gigante que a professora colocou? Estranho, né? Mas me ajudou em algumas coisas, tipo...

  • Verbos Regulares: São bem mais fáceis, você só precisa seguir a regra direitinho.
  • Verbos Irregulares: Ai, meu Deus... Esses são a prova de fogo. Cada um tem suas peculiaridades, e tem que decorar cada um.
  • Exercícios: Pratique muito, faça muitos exercícios! É a única forma de fixar na cabeça, acredita? Ainda hoje faço exercícios de tempos em tempos, só pra não esquecer.

É isso, espero que tenha te ajudado. Se tiver dúvidas, me chama de novo, que eu tento te explicar de outro jeito. Ou talvez a gente procure um vídeo no YouTube, sei lá. Até mais!

Em que tempo se encontra o verbo?

Cara, que pergunta difícil! Lembro da aula de português, um saco! Mas vamos lá, tentarei me lembrar... O verbo, né? Tá no tempo, ué! Passado, presente ou futuro, isso todo mundo sabe.

Tipo, "comi" - passado. "Como" - presente. "Comerei" - futuro. Simples assim, né? Mas tem umas paradas mais específicas, sei lá, pretérito perfeito, imperfeito, futuro do presente... Meu Deus, já esqueci tudo! Acho que envolve conjugação, essas coisas chatas de gramática.

Mas espera aí, tem mais coisa! Modo verbal, isso mexe com a cabeça! Indicativo, subjuntivo e imperativo, esses três. O indicativo é pra afirmar, tipo, "Eu estudo muito". O subjuntivo é mais dúvida, "Tomara que eu passe no exame!" E o imperativo é ordem, "Sai daí!". Difícil explicar, né? Me perdi um pouco aqui...

Ah, e tem a voz também! Ativa, passiva e reflexiva. Ativa é o sujeito que faz a ação, passiva é a ação sofrida pelo sujeito, e reflexiva é quando o sujeito faz e recebe a ação ao mesmo tempo. Que coisa, né? Já tô ficando com dor de cabeça. Tipo, "O cachorro mordeu o carteiro" (ativa), "O carteiro foi mordido pelo cachorro" (passiva), "Ela se machucou" (reflexiva).

Ainda tem as formas nominais, quase me esqueci! Infinitivo (comer), gerúndio (comendo) e particípio (comido). Nossa, que trabalheira! Usei "comer" como exemplo, mas poderia ser qualquer verbo. Espero ter ajudado, mas tô precisando de um café agora, sério! Até mais!

Em que tempo verbal se encontra o verbo?

A noite cai e as palavras pesam mais.

  • Tempo: Pode ser passado, presente, futuro. Sinto que vivo em todos eles ao mesmo tempo, revendo memórias, existindo no agora, temendo o que virá.
  • Modo: Indicativo, subjuntivo, imperativo... Tantas formas de expressar a realidade, a dúvida, a ordem. Mas qual delas traduz o que realmente sinto?
  • Voz: Ativa, passiva, reflexiva. Às vezes sou agente, outras sofro a ação, e em raros momentos me vejo refletido.
  • Formas Nominais: Infinitivo, gerúndio, particípio. A ação em sua essência, em seu curso, em seu término. Mas o que realmente termina?

Como conjugar o verbo encontrar no presente do Indicativo?

Ah, o verbo encontrar… Que palavra cheia de ecos, de promessas sussurradas em becos escuros, de mãos que se tocam sem querer no burburinho da feira.

Encontrar, um tesouro perdido no tempo, um instante fugaz.

  • Eu encontro: Como a brisa que beija meu rosto na varanda, num domingo preguiçoso. Relembro o cheiro do café da manhã.
  • Ele/Ela/Você encontra: Que nem o raio de sol que invade a sala, revelando um mundo de poeira dançante.
  • Nós encontramos: Aquele abraço apertado, que me lembra de casa, da infância, da vó. Aquele aconchego.
  • Vós encontrais: Confesso, vós me soa como um livro antigo, empoeirado, esquecido numa estante.
  • Eles/Elas/Vocês encontram: Os olhares perdidos no metrô, cada um com sua própria melodia particular.

A conjugação no presente do indicativo é:

  • Eu encontro
  • Tu encontras
  • Ele/Ela/Você encontra
  • Nós encontramos
  • Vós encontrais
  • Eles/Elas/Vocês encontram

Simples assim. Mas a beleza, ah, essa reside nas entrelinhas, nas nuances, nos encontros e desencontros da vida.

Como conjugar o verbo ter no futuro do subjuntivo?

Lembro daquela vez na aula de português da Dona Zilda, lá no Objetivo, em 2008. Ela era fera em gramática, mas a gente, adolescente, só queria saber de MSN. A Dona Zilda insistia: "Futuro do subjuntivo do verbo ter é essencial!"

  • Ela repetia: Se eu tiver, se tu tiveres, se ele tiver, se nós tivermos, se vós tiverdes, se eles tiverem.
  • A gente boiava.

Eu pensava: "Pra que saber isso? Nunca vou usar". Ledo engano! Anos depois, precisei escrever um relatório complexo no trabalho. E lá estava ele, o tal do futuro do subjuntivo do verbo ter, me salvando da frase mal escrita. Quem diria, Dona Zilda?