Como identificar a concordância verbal na frase?

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Concordância verbal: verbo com sujeito. Regra básica: Verbo concorda em número e pessoa com o sujeito. Sujeito partitivo: Flexão verbal dupla: com o partitivo (singular) ou com o nome (plural). Ex: A maioria preferiu/preferiram a proposta.
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Como identificar a concordância verbal em frases?

Concordância verbal? Ah, isso me dava um nó na cabeça na escola! Mas simplificando ao máximo, é basicamente o verbo e o sujeito dançando juntinhos, sabe? Tipo, se o sujeito é um só, o verbo também é um só. Se são vários, o verbo vira "turma".

Lembro da professora explicando: "O verbo sempre no mesmo pique do sujeito, em número e pessoa". Tipo, "Eu canto", não "Eu cantamos", né? Parece óbvio, mas a gente escorrega às vezes.

Aí vinham as pegadinhas, tipo, "A maioria dos alunos foram à festa". A professora dizia que tanto faz "foi" ou "foram" nesse caso, porque a gente pode pensar na "maioria" (singular) ou nos "alunos" (plural). Confuso, né? Lembro que na prova valia os dois.

Outra que me embananava era quando tinha um monte de gente no sujeito. "Maria e João foram ao cinema". Aí não tem jeito, tem que ser plural, senão fica estranho demais.

E quando a frase começa com "Havia"... aí o "havia" fica paradão, sem mudar, mesmo que depois venha um monte de coisa. "Havia muitas pessoas na fila". Sei lá porquê, mas é assim.

Informações rápidas e fáceis de entender:

  • Regra geral: Verbo e sujeito combinam em número (singular/plural) e pessoa (eu, tu, ele...).
  • Expressões partitivas: "A maioria de", "parte de"... verbo pode concordar com a expressão ou com o nome que a acompanha.
  • Sujeito composto: Se são vários, verbo vai para o plural.
  • Verbo "Haver": Quando indica existência, fica no singular, sem concordância.

Como se faz nos exemplos a concordância verbal?

Concordância verbal. Simples. Verbo acompanha o sujeito.

  • Singular, verbo singular. Ele gostava.
  • Plural, verbo plural. Eles gostavam.

Pronomes, artigos, tudo se encaixa. A gramática é uma estrutura, um esqueleto. A língua, a carne. Às vezes, a carne apodrece. A estrutura permanece.

Meu filho, aos 7 anos, já dominava. Aprendizado precoce. Geneticamente? Ou mera exposição? Questão filosófica.

A gramática é uma prisão para a criatividade, ou sua base? Depende do ponto de vista. Meu ponto de vista. 2024. Um ano comum, um ano banal. Mas cada um tem sua história.

A concordância verbal: técnica, mas essencial. Fundamento. Esqueça e a comunicação se quebra. Observe, aprenda. A vida não te dá segundas chances. Nem a língua portuguesa.

O que é concordância verbal com exemplos?

Concordância verbal: é a flexão do verbo para concordar em número e pessoa com o sujeito da oração. Simples, né? Mas esconde uma elegância quase poética na estrutura da língua. Pense: a frase reflete a relação intrínseca entre quem realiza a ação e a ação em si. É uma dança sutil entre sujeito e predicado.

Casos principais:

  • Sujeito simples: O verbo concorda em número e pessoa com o sujeito. Ex: A menina canta. (3ª pessoa do singular). Meu cachorro late muito, principalmente quando a vizinha chega! (3ª pessoa do singular)

  • Sujeito composto: Aqui a coisa fica mais interessante. Se os núcleos do sujeito são do mesmo número, o verbo vai para o plural. Ex: Maria e João estudam muito. (3ª pessoa do plural). Note que se eu estivesse falando de um trabalho acadêmico que eu e meu irmão escrevemos, diria: "Nós escrevemos um artigo sobre concordância verbal".

  • Sujeito composto com pessoas gramaticais diferentes: O verbo concorda com a pessoa que tiver prioridade (1ª > 2ª > 3ª). Ex: Eu e você iremos ao cinema. (1ª pessoa do plural, pois "eu" prevalece). Se for minha mãe, meu irmão e eu, aí vira "Nós vamos ao cinema". Mais simples assim.

  • Sujeito coletivo: Depende do contexto. Se o coletivo for usado de forma singular, o verbo fica no singular. Ex: O bando voou. Se a ideia for de pluralidade, o verbo vai para o plural: O bando de pássaros voaram para o sul (uso mais coloquial).

Casos um pouco mais complexos (mas que eu adoro!):

  • Sujeito posposto: O verbo pode concordar com o sujeito posposto ou ir para o plural. Ex: Chegou carta e telegrama. ou Chegaram carta e telegrama. A primeira opção é mais formal, a segunda, mais coloquial. Acho essa flexibilidade fascinante.

  • Expressões partitivas: A concordância varia, pode concordar com o núcleo do sujeito ou com o complemento. Ex: A maioria dos alunos foi aprovada ou A maioria dos alunos foram aprovados. A primeira opção é mais formal. Eu prefiro a segunda, me parece mais natural.

  • Verbos impessoais: Verbos como "haver" (no sentido de existir) e "fazer" (indicando tempo) ficam sempre na 3ª pessoa do singular. Ex: Havia muitas pessoas na festa. Faz dois anos que terminei a faculdade. Meu mestrado está pra começar, já estou ansioso.

Concluindo: a concordância verbal é mais que uma regra gramatical; é a chave para a harmonia sintática e a clareza da escrita. É a prova de que a língua, mesmo com suas nuances, é organizada e bela. A perfeição até pode ser um mito, mas a elegância na linguagem é algo que se busca.

Como se faz a concordância do verbo?

Concordância verbal? Ah, a eterna dança entre o verbo e o sujeito! É como um tango: precisam estar em perfeita sintonia. A regra geral é simples, mas como a vida, tem suas piruetas e reviravoltas.

  • O básico: O verbo, esse bailarino, segue o ritmo do sujeito, em número (singular ou plural) e pessoa (eu, tu, ele, nós, vós, eles). Fácil, né? Quase como descobrir que água molha.

  • Expressões partitivas: Aqui a coisa fica interessante. Imagine um bolo: "A maioria do bolo sumiu". Ou "A maioria dos pedaços sumiram". Ambos estão corretos! O verbo tanto pode concordar com "maioria" (singular) quanto com "pedaços" (plural). Que dilema guloso! É como escolher entre brigadeiro e beijinho: ambos deliciosos, mas diferentes.

    • A maioria dos meus amigos prefere pizza (concordância com "maioria").
    • A maioria dos meus amigos preferem pizza (concordância com "amigos"). Eu, particularmente, prefiro lasanha, mas quem sou eu na fila do pão?

É importante dizer, a concordância verbal é mais uma arte do que uma ciência exata. Com a prática, o ouvido afina e você passa a sentir a melodia da frase! E se errar? Relaxa, até Shakespeare errava! ????

Como se faz uma concordância?

Fazer uma concordância verbal é como dançar tango: precisa de sincronia. O verbo e o sujeito, qual par perfeito, devem combinar em número e pessoa. Se um está no singular, o outro acompanha. Plural para um, plural para o outro! ????????

  • Singular com singular: "Eu canto", não "Eu cantamos". Imagina que desastre musical!
  • Plural com plural: "Nós dançamos", e não "Nós dança". Seria como tentar dançar tango sozinho.

Lembre-se: verbo folgado que não concorda dá cadeia! ????‍♀️ (figurativamente, claro). A gramática agradece a obediência. E seus textos também!

Qual é a importância da concordância?

Às três da manhã, a mente vaga... A concordância verbal... parece tão simples, mas... é a espinha dorsal da escrita, sabe? Sem ela, tudo desaba. É como a estrutura de uma casa, se as colunas não se encaixam direito, a casa toda fica torta.

A importância? É básica. Garante clareza. Imagine ler um texto todo torto, com verbos no singular com sujeito plural... cansa os olhos, irrita a alma. A leitura fica pesada, a mensagem se perde no caminho. Às vezes, me pego revisando meus próprios textos até a exaustão, procurando por cada vírgula fora do lugar, cada verbo desobediente.

Me lembro de uma prova de português no terceiro ano... uma questão sobre concordância me deixou louca! Ainda hoje tenho pesadelos. Errei a concordância, e mesmo que fosse uma prova pequena, a sensação de fracasso é aquela coisa que te acompanha... como uma sombra na noite. Nem sei porque me lembro disso agora. Acho que a insônia mexe com a memória...

  • Clareza na comunicação: A concordância evita ambiguidades e garante que a mensagem seja transmitida de forma precisa.
  • Coesão textual: Contribui para a harmonia e fluidez do texto, evitando frases fragmentadas.
  • Formalidade: A concordância correta é fundamental para manter o padrão de formalidade da escrita, especialmente em contextos acadêmicos ou profissionais.
  • Credibilidade: Erros de concordância comprometem a credibilidade do escritor.

Tenho que dormir. Amanhã tem mais revisão de texto... e o meu editor não perdoa nada... Até mais tarde...

Qual é a diferença entre sujeito e grupo nominal?

Ah, a gramática, esse labirinto onde nos perdemos para encontrar tesouros de clareza (ou mais confusão, dependendo do dia!). A diferença entre sujeito e grupo nominal é menos assustadora do que parece, juro!

  • Sujeito: É o astro da frase, o "quem" ou "o quê" que protagoniza a ação. Pense nele como o vocalista de uma banda, o centro das atenções. Exemplo: Eu adoro sarcasmo. (Sim, eu sou o sujeito, assumo sem modéstia).

  • Grupo Nominal (GN): É tipo o camarote VIP da gramática. Um conjunto de palavras que orbitam em torno de um nome (o "núcleo"). Pode ser simples como "gato" ou elaborado como "o gato malhado que vive no telhado". Não precisa estar numa frase para existir, é uma entidade por si só.

Resumindo: o sujeito está sempre numa frase, executando ou sofrendo a ação. O GN, por outro lado, é um "bloco" de palavras com um nome como chefe, podendo aparecer ou não como sujeito na oração.

É como comparar um ator (sujeito) com o seu figurino completo (GN): o figurino existe fora do palco, mas o ator precisa do palco (frase) para brilhar!

O que é o grupo nominal?

  • Grupo nominal: Palavras juntas, sem verbo.

  • Núcleo: Sempre um nome (substantivo). Ex: O carro azul.

  • Expansão: Adjuntos e complementos. Detalham o núcleo.

  • Função: Sujeito, objeto, etc. Na frase toda.

  • Dica: Sem verbo, é grupo nominal. Fim.

  • Ponto extra: Às vezes, a ausência é a maior presença. Entendeu? Se não, tudo bem. Já vi muita gente se perder buscando o que não existe. A vida é curta demais pra procurar padrões onde não há.

Como deve ser feita a concordância do verbo fazer?

Nossa, essa questão da concordância do verbo "fazer" me pegou de surpresa no vestibular de 2023! Estava lá, no meio da prova, com o suor frio escorrendo pela testa, e aquela questão me olhando com ar de desafio. Lembro da sensação de pânico, tipo, meu Deus, esqueci tudo o que aprendi sobre concordância verbal! Meu coração disparou, a sala estava silenciosa, só dava pra ouvir o barulho da minha caneta rabiscando freneticamente no papel.

O que mais me confundiu foi essa história de verbo impessoal. Aquele negócio de "Faz frio", "Faz calor"... No meu colégio, em São Paulo, a gente aprendeu direitinho a regra geral, mas essas exceções me deixaram em dúvida. Eu sei que em frases como "Faz anos que não te vejo", o "fazer" funciona como impessoal, 3ª pessoa do singular, ponto final. Mas, e quando se trata de "Fazemos planos para o futuro"? Ai, complica...

Aí, no meio do meu desespero, lembrei de uma dica da minha professora de português: quando o "fazer" indica tempo decorrido, ele fica na terceira pessoa do singular, sempre. Tipo: "Faz três meses que chove." Mas, se o "fazer" indica ação, aí sim, ele acompanha o sujeito. Então, "nós fazemos" ou "eles fazem".

Pensei muito e resolvi marcar a alternativa que considerava mais adequada. No final, acertei! Ufa! Mas, confesso que fiquei com um pé atrás, porque a questão tinha umas pegadinhas bem sutis. Depois, pesquisei mais sobre isso e vi vários exemplos, principalmente em sites e livros de gramática que consultava para as provas. Anotei tudo no meu caderno e fiz exercícios. Vi que é importante analisar o contexto da frase para determinar a correta conjugação.

  • Verbo impessoal (3ª pessoa do singular): "Faz frio hoje.", "Faz dez anos que me formei."
  • Verbo pessoal (concorda com o sujeito): "Nós fazemos o trabalho em equipe.", "Eles fazem a lição de casa."

Ainda me dá um frio na espinha só de lembrar! Mas, enfim, passei pelo sufoco. A prova foi difícil, mas aprendi a lição.