Como saber quando usar o verbo no infinitivo?

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Para saber quando usar o infinitivo, lembre-se: Ideia vaga: Use quando não há um sujeito definido. Sentido imperativo: Em frases que expressam ordem, pedido, conselho, etc. Exemplo: "Não fumar". O infinitivo impessoal é essencial para expressar ações de forma geral e direta.
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Quando usar o infinitivo? Guia prático e exemplos fáceis!

Infinitivo? Sabe, sempre achei essa coisa meio nebulosa na gramática. Mas, no dia-a-dia, fica mais fácil. Tipo, se eu disser "Caminhar faz bem", tá impessoal, né? Uma ideia geral, sem dizer quem vai caminhar. Foi assim que aprendi, na aula de português do Sr. Alberto, lá em 1998, no Colégio Estadual de São Paulo.

Já se eu gritar "Sair já!", aí é ordem, imperativo na veia. Lembro de uma vez, em 2012, num show do Foo Fighters em Curitiba (paguei 150 reais pelo ingresso, valeu cada centavo!), o vocalista gritando "Pular!". Era um convite, uma ordem divertida, mas infinitivo puro.

Usamos bastante sem perceber, sabe? "É preciso estudar." "É bom ler." Infinitivo soltinho, sem sujeito explícito.

Enfim, aquele lance de usar sem o "aquele" sujeito específico... complicado explicar, mas a prática me ajudou mais que qualquer regra gramatical.

Informações curtas:

  • Infinitivo impessoal: Ideia vaga, sem sujeito definido. Ex: Dormir é bom.
  • Infinitivo pessoal: Indica sujeito. Ex: Eu preciso dormir.
  • Infinitivo no imperativo: Expressa ordem, pedido. Ex: Sair! Calar!

Como distinguir infinitivo pessoal e impessoal?

Aqui está a diferença, refletida na calada da noite:

  • Infinitivo impessoal: A forma do verbo não muda, fixa como uma sombra. Exemplo: amar. É como um eco solitário.
  • Infinitivo pessoal: O verbo se adapta, conjuga-se para indicar quem realiza a ação. Como se ganhasse um rosto.
    • Eu amar
    • Tu amares
    • Ele amar
    • Nós amarmos
    • Vós amardes
    • Eles amarem

Lembro de aprender isso tarde, na verdade. Sempre tive mais facilidade com o sentir do que com o gramatical. Talvez por isso a poesia me atraia tanto. A gramática aprisiona, a poesia liberta. Mas a verdade é que ambos têm seu valor, sua beleza oculta. Entender a diferença entre um infinitivo pessoal e impessoal é como entender a diferença entre um retrato e uma paisagem. Um captura um momento específico, o outro a vastidão do tempo.

Quando infinitivo pessoal?

Três da manhã. A insônia me pegou de novo. Pensando... no infinitivo pessoal. Difícil, né? Acho que entendi, mas... me escapa um pouco ainda.

Infinitivo pessoal: É usado quando o sujeito está explícito, sabe? Tipo, eu estudar, ele trabalhar. É uma forma de deixar claro quem está realizando a ação. Já me peguei revisando isso várias vezes pra provas de português na faculdade. Lembro de ter ficado horas com aquele livro didático velho, cheirando a mofo, até entender direito.

Quando usar?

  • Sujeito definido: Simples. Quando tem um sujeito claro, explicito, não tem erro. Exemplo: Eu preciso aprender a nadar. Nesse caso, o “eu” é o sujeito, e o infinitivo pessoal deixa isso explícito. Isso foi super importante para a minha redação do vestibular.

  • Para definir o sujeito: Às vezes, a oração fica ambígua. Aí, o infinitivo pessoal salva. Evita confusão. Pense em: Vi os alunos saírem. Entendeu a diferença sutil que isso faz?

  • Sujeitos diferentes: Aquele caso onde há duas orações, e os sujeitos são diferentes. Espero que você consiga resolver... Veja que "esperar" e "conseguir" tem sujeitos diferentes. Meu professor de gramática sempre batia nessa tecla.

  • Ação recíproca: Aqui a coisa complica um pouco mais. Os amigos abraçaram-se. O infinitivo pessoal revela a reciprocidade da ação. Difícil, mas acho que agora já consigo explicar.

Meu caderno de anotações de português da faculdade está aqui perto. Deveria dar uma olhada... mas a preguiça... e essa melancolia noturna... melhor deixar para amanhã. Amanhã... talvez eu não esqueça.

Como saber se um verbo é pessoal ou impessoal?

Ah, quer saber se o verbo é gente boa ou antisocial? É fácil, bicho! ????

  • Verbo pessoal: É aquele que sai pra night com você, topa tudo, se conjuga em TODAS as pessoas. Tipo, "eu canto", "tu cantas", "ele canta"... Uma festa! ????
  • Verbo impessoal: Esse é o emo da turma, só se dá bem na 3ª pessoa do singular. Vive falando de chuva, trovão, essas paradas... "Chove", "trovejou". Que bad! ⛈️ É como aquele seu amigo que só fala dele mesmo, manja? ????

Resumindo: Se o verbo topa um "nós vamos", "eles foram", ele é pessoal. Se só rola um "vai", "foi", pode crer que ele é impessoal! ????

Quando conjugar o verbo no infinitivo?

Lembro que no terceiro ano do ensino médio, lá em 2023, a professora de português, a Dona Elza, uma mulher baixinha com um óculos enorme e um jeito meio sisudo, mas que no fundo era um amor, explicou isso da conjugação do infinitivo. A gente tava estudando Machado de Assis, e aquele monte de orações subordinadas deixou todo mundo perdido. Eu, particularmente, estava morrendo de sono, depois de uma noite mal dormida estudando pra prova de física.

Ela disse que a gente usa o infinitivo pessoal, aquele com "eu", "tu", "ele", etc., quando o sujeito do verbo no infinitivo é diferente do sujeito do verbo principal. Exemplo: "Quero que você ao mercado". Aí, o "quero" é a primeira oração, e o sujeito é "eu" (implícito); o "vá" é a segunda, e o sujeito é "você", diferente. Fácil, né? Na hora pareceu fácil, mas...

Mas o que me pegou mesmo foi a parte da ambiguidade. Tipo, "Espero que ele resolva o problema." Aí, ela explicou que podia ser lido de duas maneiras: eu espero que ELE resolva (infinitivo impessoal, sujeito implícito) ou eu espero que ELE resolva (infinitivo pessoal, enfatizando o sujeito). A diferença é sutil, mas muda tudo no sentido. Minha cabeça explodiu. Aquele calor infernal na sala de aula, a claridade da janela batendo no meu caderno, a sensação de estar completamente perdido... Até desenhei um diagrama no caderno pra tentar entender, mas acho que só piorou as coisas.

Ainda me confundo um pouco, confesso, mas agora tento identificar o sujeito de cada verbo, como a Dona Elza ensinou. E, principalmente, observar o contexto, se tem alguma ênfase no sujeito do infinitivo. Afinal, quem nunca se atrapalhou com essas regrinhas de português, né? Ainda bem que no vestibular não caíram questões de infinitivo pessoal, ufa!